PR Stunt

De Wiki

Para compreender o poder dessa ferramenta faz-se necessário atentar ao fato que os veículos de comunicação (rádios, revistas, jornais, tevês, sites e blogs) procuram incessantemente notícias e pautas para as suas publicações, havendo aí uma grande brecha para se conseguir mídia espontânea - um dos objetivos do marketing de guerrilha - por meio da criação de um determinado fato que chame a atenção. Além da economia de verba, a vantagem adquirida é a credibilidade transmitida pelo veículo a partir de uma notícia. Tornando a empresa uma fonte de notícias, graças a ações ousadas e criativas que chamem a atenção, as chances de se ganhar mídia espontânea aumentam consideravelmente.

Assim, a efetivação do PR Stunt se dá por meio do trabalho de relacionamento com a imprensa, realizado por agências de RP especializadas na ferramenta. Desta forma, aumenta-se o alcance e o endosso com relação à ação ou à marca. Por vezes, o stunt criado causa um impacto tal na sociedade, tomando grandes proporções, que chega aos mais diversos meios antes mesmo de o trabalho de RP começar.

Relações Públicas - foco em Relacionamento com a Imprensa

O objetivo do PR Stunt é a criação de situações inusitadas e surpreendentes que gerem mídia espontânea. Esses Stunts são potencializados por meio de um trabalho de relacionamento com a imprensa - ou como é conhecido no Brasil assessoria de imprensa. Para que isto aconteça de forma efetiva, é necessário realizar um trabalho em conjunto entre a agência de guerrilha e a agência de RP. A agência de guerrilha criará um conceito forte e, junto com a agência de relacionamento com a imprensa, construirá a ação de forma que gere mídia espontânea, além do boca a boca. Na operação, a agência de RP terá o objetivo de fazer sair no máximo de veículos possíveis, respeitando, é claro, o público-alvo da ação.

O uso político do PR Stunt (ou factóide) pelo ex-prefeito Cesar Maia

Os políticos precisam usar esta tecnologia buscando a notícia através de factóides- ou seja, fatos carregados de imagem. Quando a imagem não carrega fatos, esta é percebida pelas pessoas de forma negativa, como alegorias vazias e até pseudo-fatos, negando o fato que se quer destacar.

Por exemplo: quando o presidente vai a uma plataforma de petróleo e mostra as mãos com óleo ele produz um factóide, pois a imagem carrega ou expressa um fato efetivo que quer destacar. Mas quando o governador anda de triciclo em Berlim, ele provoca um efeito negativo, no máximo uma alegoria. Não há fato: a imagem está solta.

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Referências

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