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“Nós, coletivamente, vamos inventar o futuro da TV”

Dando seqüencia ao post falando sobre “as mídias socializadas” e pegando o gancho nesse bom comentário do Lent.

Esse medo de “não temos mais o anunciante que vai pagar para produzir algo como Lost”, ou para “apurar bem as notícias”, é natural, mas não importa mais. O que importa é que produzir não é mais escasso e, fazendo qualquer coisa, vamos fazer coisas sensacionais. E quem vai decidir isso não vão ser os homens de terno, ou os atuais donos da “mídia burguesa”.

Vejam esse trecho onde o Chris Anderson fala sobre escassez e abundância.

E se estiverem com mais tempo, vale apena assistir esta discussão também: http://www.youtube.com/watch?v=hbXY8Tn3VHg

[]‘s Mr Wagner

5 comentários

5 comentários

  1. Aro Preto disse:

    o futuro é o ronald rios . agora entendi tudo

  2. Blog de Guerrilha disse:

    Ou Dayvid Braga.

  3. Gus disse:

    Waste is good!

  4. Marcelo disse:

    O problema eh gente sem criatividade que acha que porque tem uma camera e um forum de publicacao esta trazendo algo de bom…

    Pra mim beleza, qualquer um produza qualquer tipo de video que quiser, mas que continue o processo de achar o que eh bom, de conteudo a producao… e muitas vezes eh apenas feito com dinheiro e talento.

    O pior ainda eh o cliente achando que so porque o video de tal celebridade “youtubiana” fez sucesso que eles so precisam contratar essa pessoa por preco de banana e eh suficiente pra comunicar sua mensagem.

  5. Cadu Simões disse:

    Acho que o que menos importa nesta discussão são tentativas de um julgamento absoluto do que deve ser bom ou ruim para as pessoas. Esqueçam! Isso já foi tentado por várias mentes brilhantes desde a antiguidade e nunca deu certo, simplesmente porque é impossível julgar o belo e o bom de forma absoluta (ao menos não neste mundo). Ou como meu avô dizia, gosto é que nem cú, cada um tem o seu, então não tem porque ficar cutucando o cú dos outros (a não ser que o cara curta um fio-terra, mas aí já é outro papo).

    O que de fato importa nesta discussão, e como o próprio Cris Anderson diz, é que agora o filtro do conteúdo não é feito a priori, mas sim a posteiori, devido a toda essa história de barateamento dos custos de produção e de acesso. Agora, ao invés de ter um cara controlando o que é publicado ou exibido, ditanto o que as pessoas devem ver ou não, e tentando deduzir o que as pessoas vão gostar ou não, como se todos nós fossemos um bloco monolítico com opinões e gostos iguais, simplesmente joga-se todo o conteúdo disponível na rede, e que as pessoas decidam por si próprias do que elas gostam ou não.

    E se um cara gosta de ver gatos tocando piano, ele tá pouco se fundendo pra aqueles não gostam disso. Ele tá pouco se fudendo pra aqueles que acham que gatos tocando piano é ruim e que Lost é que é bom. O que importa pra esse cara é que agora ele tem a possibilidade de ver e se divertir com gatos tocando piano no youtube, algo que a poucos anos atrás ele não tinha, e foda-se o que acham os outros.

    Ou seja, as pessoas poderem decidir por si próprias o que elas gostam ou não, o que é bom ou não pra elas, sem nenhunm intermediário decidindo no lugar delas. Essa é a grande revolução.

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