Quem nos conhece (não a agência Espalhe, mas a equipe da Espalhe) sabe que falamos e vivemos redes sociais, como um terreno fértil para gerar boca-a-boca, desde de 2003. Ou seja, antes do Orkut, do Facebook e do Youtube, vivemos (literalmente) de redes sociais.
Sendo assim, é natural que tenhamos uma comunidade no Orkut (desde o mês do seu lançamento), não para falar de nossa agência, mas para falar do que acreditamos: Marketing de Guerrilha. Justamente por isso, esta comunidade tenha mais membros que os membros somados das comunidades das 50 maiores agências do Brasil.
Quem lê o blog de guerrilha sabe que ele é o primeiro blog de agência do Brasil, falando não só de nossos cases, mas de Marketing de Guerrilha, seus conceitos e cases variados.
E quem gosta de marketing de guerrilha, provavelmente já acessou o WIKI guerrilhapédia onde abrimos todos os conceitos que estudamos, principalmente para estudantes, e também já riu com o idearator.net, onde colocamos idéias cruas, nossas e de outras pessoas, para serem usadas.
Fora que já passaram pelo nosso canal no Youtube, no Videolog (que nos foi dado pela própria equipe do Videolog) e devem nos seguir no Twitter.
E, se já nos viram por aí, é claro que conhecem nosso perfil Marketing de Guerrilha (o nome do perfil não é Espalhe) no Flickr, onde colocamos fotos de ações de guerrilha nossas e outras que esbarramos por aí. Além de fotos de aniversários, fotos de todos da agência comendo o Doritos Gigante e outras fotos mais bizarras.
Na verdade, conhecem não está certo neste caso. Vocês conheceram o perfil no Flickr, uma vez que ele foi deletado sumariamente pelo Yahoo (dono do Flickr).
Por isso, eu dou este conselho para vocês pessoas e empresas: se você usa a internet para guardar fotos, vídeos, documentos e email, preocupe-se com a empresa de internet que faz as vezes de computador pessoal.
De acordo com esta nossa experiência recente, quem guarda coisas no Yahoo está numa situação parecida com quem depositou a poupança de anos no Banco Santos.
A semelhança não se resume ao fato do ex-controlador do banco, Edemar Cid Ferreira, ser um mecenas (com o dinheiro dos outros) de artistas, enquanto o Yahoo é o contralador do Flickr, a rede social preferida dos artistas e quase artistas.
O que realmente faz do Yahoo e do Banco Santos empresas muito parecidas é a total falta de cuidado com os bens de terceiros. No caso do Banco Santos, todo mundo sabe o que aconteceu com o dinheiro dos correntistas. No caso do Yahoo, a empresa ainda não foi “pro saco”, mas a mensagem abaixo dá um sinal do descaso com seus clientes e seus bens preciosos.
Você pode dizer que faz backup de tudo. Menos mau. Mas você jamais recuperará comentários em suas fotos e os que você fez nas fotos dos outros, histórico, notas etc.
Segue a mensagem recebida do Yahoo com meus comentários em vermelho para que você tire suas próprias conclusões:
Olá Gustavo,
Gostaria de dar uma visão geral do processo do Flickr de avaliação das denúncias recebidas, para que fique mais claro para você o nosso cuidado com a conteúdo disponibilizado aos nossos usuários.
O Flickr é uma das maiores comunidade sociais do mundo e, diariamente, nosso time de atendimento ao usuário recebe milhares de mensagens, que são respondidas no menor prazo possível. Pedimos desculpas pelo atraso na resposta de seu caso, que se deve ao acúmulo de mensagens no início de 2009.
[Ele diz isso, porque demorou meses para responder vários emails meus e só o fez depois que eu mandei o email com cópia para executivos do Yahoo que conheço pessoalmente.]
Nossas regras zelam para que o usuário receba o acordo que aceitou no momento que ingressou no Flickr. Um dos diferenciais de nossa conta Pro é a não exibição de publicidade. Todos os banners ficam invisíveis e, na página de grupos, o usuário pode optar por não visualizar os grupos patrocinados. Apenas banners e grupos patrocinados são as formas comerciais no Flickr. As contas não podem ser usadas comercialmente pois não há como excluí-las da navegação dos demais usuários, que pagam nosso serviço para não ver ações promocionais.
[Eu, como usuário pro, dei de cara com estas fotos da PROMOÇÃO Eclipse do Yahoo. Já denunciei algumas vezes (talvez eles não saibam que elas estão no Flickr), mas nada aconteceu. Eu garanto que as fotos do perfil Marketing de Guerrilha eram bem menos promocionais.]
A análise das contas do Flickr é feita a partir das denúncias da própria comunidade. Todas as páginas possuem um link “Denuncie Aqui” na parte inferior. E este é o canal usado por nossos membros para nos alertar sobre qualquer atividade que va¡ contra nossas regras de conduta. Contamos com a ajuda de todos os usuários para denunciar por este canal qualquer imagem/conta que considerarem abusiva ou contra nossas regras.
[Depois que recebi esta mensagem, eu já denunciei diversas contas (para efeito de teste) como conta do Edson, que assina esta carta, usadas para fins (acredito eu) muito mais comerciais do que o perfil Marketing de Guerrilha e nada aconteceu. Opa, veja o Edson aqui de novo e essa conta repleta de fotos da parceria COMERCIAL deste blog que ele escreve (e eu adoro) com a NIKE. Estes são 2 exemplos, mas poderia listar vários, inclusive a conta da agência do próprio Flickr.]
A moderação destas contas é feita pelo time central do Flickr, em São Francisco/EUA. O time internacional analisa a conta denunciada e toma as providências de deleta-la ou não, mas sempre com aviso prévio. Todos os usuários são tratados igualmente, sem distinção. Inclusive, a conta que nos informou será devidamente analisada.
[O Yahoo deleta contas do Brasil, da Bolivia, da Índia e do Japão de forma centralizada nos EUA. A equipe deve ser poliglota! Ou não. Além disso, nunca recebi nenhum aviso prévio. Pedi para mandarem o aviso que dizem me mandaram, e nada.]
Sobre suas fotos, infelizmente não podemos recuperá-las. Uma vez deletada a conta, todos os dados a ela associados são eliminados de nossos servidores. Entendemos sua frustração, mas peço que considere o alerta que lhe foi enviado antes de sua conta ser deletada e que, com o exposto, tenha ficado claro o nosso posicionamento que zela para que o Flickr continue fiel ao acordo feito com seus usuários.
[Nenhum alerta foi dado. Nunca. Deletaram sumariamente. Por isso sugiro fortemente: cuidado com o que você guarda no Yahoo]
Obrigado,
Edson[Notem que o Google briga com a Polícia Federal e o Ministério Público para não liberar nossos dados no Orkut e este jovem artista cuida de todos os dados que você coloca no Flickr/Yahoo. Por isso, fique amigo dele rápido ou tire suas coisas do Yahoo.]
abs, Gfortes
Sua empresa precisa se modernizar e você, como o recém contratado estagiário senior responsável pela implementação da plataforma 2.0 da corporação, precisa mostrar o caminho para entrar no “admirável mundo das mídias sociais”. O orçamento de R$ 18 mil destinado a este movimento estratégico já está aprovado, então chegou a hora de convocar uma concorrência.
Com sua vasta experiência, você sabe que é importante ouvir cada especialista:
# a sua assessoria de imprensa que acaba de montar uma estrutura de PR 2.0, com um mailing repleto de formadores de opinião para disparar semanalmente press kits.
# a sua tiranossaurica agência de propaganda que acaba de montar uma estrutura global de mídias sociais e tem acordos comerciais exclusivos com os blogs de maior audiência da América Latina, garantindo um volume agressivo de GRPs.
# a sua agência de digital, afinal ela já está ali com um pé na internet e para se relacionar na web 2.0 basta chamar alguém para ficar no Twitter e no Facebook. Se não funcionar, eles podem fazer uma rede social (fora do budget) proprietária.
# a sua agência de marketing direto faz todo sentido convidar para a concorrência, já que ela sempre se relacionou com targets e prospects, por meio de mala direta e telemarketing, e agora, na web 2.0, é só preparar um script em texto, liberar os terminais de 100 PAs para acessar orkut e twitter, e começar a postar 24/7. Sempre medindo o resultado de clicks, claro.
# ou talvez fosse melhor partir para algo mais ousado e convidar as modernas e sexies agências de mídias sociais. Repletas de blogueiros e planners, onde é só bater para eles que eles batem para sua patota e todo mundo fica sabendo. Nesse caso, o orçamento cai para R$ 12,5 mil, já que será um teste com potencial para virar um relacionamento de longo prazo.

“Um Passo à Frente e Você Já Não Está Mais No Mesmo Lugar” (Chico Science)
Cada caso é um caso e ninguém melhor do que você para definir qual será a melhor opção para atender ao seu briefing e a necessidade de sua empresa.
A única certeza que eu tenho é que nenhuma dessas agências especializadas vai propor a criação de um produto específico para um blog, assim como a Nike criou o modelo NIKE AIR MAX 1 – LANCEIRO como uma homenagem aos 2 anos do SNEAKERSBR (saiba mais). O tênis chega em junho ao mercado cheio de referências à cultura do estado natal do blog, Pernambuco, e ao movimento Manguebeat. Com uma edição promocional especial, embalada em caixa de madeira e acompanhada de outras surpresinhas, que inclui uma promoção especial que vai rolar em parceria com o SneakersBR.

E mais importante, nenhuma dessas agências vai alertar você, estagiário senior, para a beleza do potencial ilimitado que uma ação assim provoca na cauda longa. Não falarão que não existe outra forma de encantar os alucinados sneakerheads e fazer sua marca comercial ter crédito e fazer parte deste movimento de cultura underground (que influencia milhões de adolescentes nos shoppings do mundo).
Entendeu a beleza?
Acredite, nem um passeio de helicóptero ou 160 publieditoriais conseguirão isso. Vai lá e conta pro seu VP, rápido.
abs, Gfortes

Não quero focar no que alguns podem considerar erro jornalístico e nem condenar o Noblat, entrando na questão de checar ou não as informações. Isso é assunto para um outro blog em outro horário.
Na ótica guerrilheira, foco desse blog, só quero levantar questão de “informação se espalhando”, de influenciadores versus influenciados, de “créditos de confiança” e etc.
Vejam o caso da brasileira que declarou ter sido atacada por neo-nazistas suiços, por exemplo. Tudo começou com um email recebido por um blogueiro em seu celular (como por ele mesmo explicado aqui: ). Este email gerou o primeiro relato publicado no Brasil sobre o caso Paula Oliveira, ou o “furo em primeira mão no blog” (veja aqui).
Pois bem, este furo, pelo poder de influência do blogueiro que o publicou rapidamente chegou na grande mídia. Logo em seguida no governo, na comissão de direitos humanos da ONU e também se transformou na conversa preferida nos “bebedouros da firma”, nos salões de cabelereiro, nas mesas de bar. E pela sua força na mídia e nas ruas alimentou ainda mais as discussões na web, parindo comunidades no Orkut e posts indignados.
Uma bola de neve de imensas proporções. Proporções tão grandes que se a Suiça não fosse um país tão neutro e bem resolvido, certamente teríamos aí o primeiro case de “incidente diplomático” causado pelo poder de um blogueiro.
“Blogueiro”: um indivíduo (com qualidades e defeitos) que decide o que posta ou não, sem o olhar de um editor ou de um “conselho editorial”, quase sempre sem a ajuda de uma “segunda opinião”. Um cara praticamente sozinho com sua consciência e experiência que filtra os emails de conhecidos e desconhecidos, julgando sumariamente se aquele conteúdo é válido para entrar na conversa diária que leva com seus importantes leitores.
O sonho de todo mundo lidando com propaganda e pensando nestes novos paradigmas de comunicação é criar uma bola de neve com iguais proporções para a sua campanha. E com este “case suiço” posso ilustrar algumas visões pessoais que tenho sobre este sonho:
- Blog tem força para influenciar a mídia, não as conversas no cabelereiro. Se você quer chegar no povão semeando algo em blogs, mire na mídia. Uma coisa que “está bombando na blogosfera” muito provavelmente está sendo ignorada nas ruas. Quem acredita nisso está assumindo que é o centro do universo, quando na verdade nós é que estamos na periferia. O “centro do universo” ainda é o Jornal Nacional.
- Um blogueiro só vai se deixar levar pelo que você quer semear se aquilo traz algum benefício para a sua vaidade/reputação.
- Não citei o benefício monetário no item anterior, repararam? O blogueiro pode até publicar algo em troca de grana, mas aí a chance da sua bola de neve continuar rolando diminui bastante. A grande mídia só se deixa levar por um blogueiro se ele tem credibilidade. Blogueiro que vende opinião não tem credibilidade. Pelo menos não com pessoas inteligentes.
- Quanto mais credibilidade o blogueiro tiver e quanto mais benefícios a sua história oferecer, menos barreiras ela vai enfrentar para ser replicada na grande mídia. Chegando em alguns casos ao absurdo de sequer ter a sua veracidade checada.
“O poder de um blog não está em quantos visitam, mas sim em quem visita”. É impressionante ver como a turma de “social media” adora replicar esta frase de efeito (muitas vezes para justificar para um anunciante porque aquela citação num blog de 200 vistas/dia é “legal”), mas na prática ignora isso, quase sempre propondo ações que em vez de seduzir o blogueiro pelo benefício de reputação acabam se revelando latões de lixo para jogar a sua credibilidade fora.
[]´s Mr Wagner

O Instituto Sergio Motta criou o festival on-line HTTPTAGS. Os interessados devem fazer uma curadoria on-line, com 10 sites para compor uma mostra temática on-line, por meio do site de social bookmarking Delicious.com.
E o melhor de tudo é que os escolhidos não ganham iPods e nem Nintendos Wii, os criativos prêmios “dahora”. As melhores curadorias levam para casa prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil.
Corra que as inscrições foram prorrogadas só até hoje.
A Curadoria on-line do Blog de Guerrilha é para posts nossos e de outros comentados aqui recentemente sobre a “queda da propaganda”:
# Blog de Guerrilha: Um próspero 2008 [para a Ivete, para o Nizan e para o Justus]
# Stalo: Celebrando a morte do Marketing
# Indexed: A friend told me about it.
# Coxa Creme: blogueiros ou putinhas?
# Brainstorm #9: O “big ad” dos 120 anos da Brahma
# BlueBus: Marinho | Pequenas mentiras que as marcas contam para vender mais
# Advertido: ADVERTISER X CONSUMER
# Contraditorium: E o Nizan quase entendeu a Internet
# Guerrilhapédia: Livro A Queda da Propaganda
# Wired: The Lost Boys
Abs, Gfortes.
Via comunidade de Marketing de Guerrilha no Orkut
Leia também:Concurso usando o del.icio.us

O prefeito Cesar Maia, nosso muso inspirador de marketing de guerrilha, ontem em seu ex-blog dá uma aula sobre factóides, que no marketing de guerrilha são chamados de PR Stunts. É fundamental o erro apontado pelo prefeito na interpretação como pseudo-fato, ao invés de fato carregado de imagem. Segue o texto copiado e colado:
1. A expressão “factóides” foi criada pelo escritor Arthur Miller, e depois usada por Alberto Dines em um artigo quando trabalhava em Lisboa. Em 1991, quando o atual prefeito do Rio, realizava pesquisas sobre comunicação política, duas leituras, uma do livro de Katleen Jamieson (Comunicação na Era Eletrônica) e outra de um artigo de Stela Senra (O Último Jornalista) ajudaram a entender as razões de um fato se transformar em noticia. Uma delas -numa sociedade da imagem- é que os fatos venham carregados de imagem, tanto em relação a quem está no centro dele, como em relação a quem narra.
2. A busca de uma palavra que traduzisse isso o levou de encontro ao uso da expressão “factóide”. Numa reportagem sobre o prefeito, na revista Veja em 1993, o jornalista Alfredo Ribeiro, destacou a questão, exagerando. O titulo da matéria foi: “Governar é lançar Factóides”. O prefeito estava numa fase de testes. Havia conseguido emplacar diversas fotos em matérias onde estava no centro dos fatos, havia conquistado várias capas de jornais e revistas e introduzido nos programas de rádio em que era convidado, a narrativa através de imagens.
3. O excesso nestes testes terminou lhe valendo como interpretação: maluco… O desgaste valeu, pois se passou a ter uma tecnologia experimentada de comunicação política, desenvolvida e comprovada. Mas -talvez por preconceito- factóide passou a ter uma tradução equivocada. Do que é -um fato carregado de imagem- passou a ser percebido como -um pseudo-fato- que é coisa diferente. Já em 1996 o “Aurélio” o incorporava no dicionário. Mas a versão do factóide como pseudo-fato se tornou mais difundida.
4. A partir de um certo momento, editores passaram a ter um cuidado excessivo com as imagens que o prefeito carregava em seus atos e fatos, o que produziu uma exclusão desnecessária de várias matérias, numa espécie de atenção para que “ele não nos use”.
5. Toda essa introdução é para chamar a atenção dos políticos -pois precisam usar esta tecnologia, buscando a notícia através de factóides- ou seja, fatos carregados de imagem. Quando a imagem não carrega fatos, esta é percebida pelas pessoas de forma negativa, como alegorias vazias e até pseudo-fatos, negando o fato que se quer destacar. Por exemplo: quando o presidente vai a uma plataforma de petróleo e mostra as mãos com óleo ele produz um factóide, pois a imagem carrega ou expressa um fato efetivo que quer destacar. Mas quando o governador anda de triciclo em Berlim, ele provoca um efeito negativo, no máximo uma alegoria. Não há fato: a imagem está solta.
6. Muitas vezes quando um político busca a imagem sem se preocupar com o fato, ele oculta o fato. Por exemplo: numa inauguração da reforma do Maracanã, presidente e governador resolveram bater pênaltis. Conseguiram a imagem, mas ocultaram o fato. Na comemoração de um ano de funcionamento de um posto de saúde, o governador dançando com a esposa, destacou o dia dos namorados, mas ocultou o fato. O presidente quando coloca o chapéu do MST, legitima o MST. Quando coloca um boné na Bolsa de Valores de SP, oculta o fato. A foto deveria ser dele batendo o martelo como se faz em NY.
7. O prefeito na fase de testes cometeu esses erros algumas vezes. Inevitável para aprender. Mas com anos em que essas questões estão mais que analisadas e são amplamente conhecidas pelos publicitários em política, não se justifica mais, que continuem a ser cometidos. Que os factóides sejam factóides para valer. Que se saiba o que são e como se os deve comunicar. Para que as queimaduras de primeiro grau não se transformem em de segundo ou terceiro grau.
Abs, Gfortes
Foto repleta de significado retirada do Fotolog “não-oficial” do Cesar Maia. Sim, o prefeito tem um fotolog e um perfil no Flickr, no Orkut, no Youtub. Veja mais no site dele.
Alguns outros posts relacionados:
# Os alunos citados pelo mestre
# Cesar Maia fala sobre a morte do comercial de 30 segundos
# Ano de eleição e quem saiu na frente?
# Ex-blog do prefeito ganha concorrente: blog do ex-governador.