The death of mass marketing means the end of lazy marketing.
A frase, retirada do artigo da FastCompany The Future of Advertising, resume brilhantemente a substituição do investimento em propaganda/mídia baseado em ondas e vales _ maiores ou menores dependendo do fôlego de cada anunciante _ para um investimento constante em conversa e geração de assunto, por parte das Marcas. Ao contrário do flight de campanha, a conversa não pode parar e o assunto tem que ser cada vez mais interessante.
Para os Grandes (g maiúsculo) anunciantes no Brasil criação ainda é commodity. O que faz a diferença para o negócio é o desconto de mais 5% ou 10% que a agência/grupo tem na TV Globo (sinceramente, eu não pensaria diferente). E a criação só é lembrada na época de inscrever as centenas de cases incríveis em Cannes (leitura obrigatória este editorial da Regina Augusto no Meio & Mensagem).
Mas a medida que a owned media e earned media ganham importância em transformar clientes/consumidores em fãs e que fãs são muito mais valiosos para as empresas, todos teremos que repensar nossos modelos de negócios e remuneração. E Cannes será só consequência.
abs, Gfortes

