
Dia 4 de abril, às 17h em ponto, será realizada em 25 cidades brasileiras (por enquanto) a maior guerra de travesseiros já vista na história.
O intuito da grande brincadeira é incentivar às pessoas a aproveitar ainda mais a riqueza da vida pública urbana. Por isso, o blog oficial do flashmob aconselha as cidades interessadas em participar do evento a não tentar fazê-lo por meios legais: “Nunca, mas nunca mesmo, peça permissão. Pode ser que em algum futuro próximo isso irá mudar, mas até o momento é muito improvável que alguém diga ‘sim’”.
Uma das mais sensacionais regras do flashmob é a resposta oficial que cada participante deve dar no caso da abordagem da imprensa. Em São Paulo, por exemplo: “Vim agora da 25 de Março, fui lá comprar almofadas. Passei aqui no Ibirapuera e de repente me jogaram no meio disto.”
Outra bela investida é o abandono total dos flyers impressos e o incentivo ao boca-a-boca, por meio de redes sociais e blogs. Na carona do buzz, estão as patrocinadoras Duoflex – fabricante de travesseiros e Hostnet – de hospedam de sites.
Conhecido no mundo todo, o Pillow Fight Day tem regras claras, como levar os respectivos travesseiros escondidos em sacos para não evidenciar seu potencial e a proibição de almofadas e afins com espuma dura demais e fronhas com zíper. Ah, é vetada também manifestações políticas ou ideológicas – boa lembrança aos brasileiros.
As cidades que quiserem participar devem seguir as dicas de organização publicadas no blog.
Bjs, Belle de Paula
Meu deus, é para isso que a gente tem o polegar opositor e o telencéfalo desenvolvido? Que desperdício…
Cada vez mais me convenço de que Flash Mob é uma expressão descolada para “falta do que fazer”.
Citar “Ilha das Flores” não coube no contexto. Ainda bem que existem pessoas felizes, que se divertem com pouco e sabem a melhor maneira de disseminar idéias.
Quer um travesseiro emprestado?
Poxa Carol, tadinho do Rodrigo!!!
Ele demorou 17 anos pra descobrir o “Ilha das Flores” e com aquela narrativa ácida eu até entendo que ele estava louco pra citar o “polegar opositor e o telencéfalo altamente desenvolvido”!
Só foi uma pena que ele deve ter dormido no finzinho do curta-metragem, aquela parte que fala de LIBERDADE.
Liberdade inclusive pra agitar um “flash mob” e fazer uma guerra de travesseiro!
LIberdade pra ser feliz do SEU jeito!
E só pra constar Rodrigo, se a Carol te emprestar o travesseiro, eu te empresto um pijama pra ficar mais a carater e fazer jus ao seu Telencéfalo altamente desenvolvido!
Meu sonho, literalmente!
Gente, quem é que nunca se imaginou no meio de uma guerra de travesseiros gigante?
Concordo com a Caroline!
PS: Cuidado com travesseiros recheados de pedra!
Aqui no Porto / Portugal é às 18 da tarde.
A adesão parece estar sendo em Massa e vou estar lá! tiro fotos para quem quiser que eu mande é só pedir! :)
Aquele abraço
Gart
Com certeza nao vou perder essa. Vamos eu, minha maquina fotografica e….talvez…meu travesseiro. Ainda nao decidi se sobrevivo a uma guerra de travesseiros. Acho que vou checar os adversarios primeiro…
vamos lá!
cada um em sua cidade, fazendo uma guerrinha do bem…
salvador está nessa!
abraços
>>
e dá-lhe mídia espontânea: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1073371-6091,00.html
Adoro esse povinho revoltado que vem nos dizer que somos desocupados. Oras, prestem atenção!!! SÁBADO À TARDE! É lógico que estou desocupada! Eu trabalhei a semana inteirinha e tenho direito de gastar meu tempo livre como bem entender, inclusive fazendo algo bem inútil (e divertido). E daí? Aliás, algumas das pessoas que o senhor Rodrigo chama de “desocupadas” trabalharam hoje, antes de comparecer ao pillow fight, como é o caso do meu irmão.
Ainda bem que eu sei me divertir com pouco, na minha folga, ao invés de ficar criticando as atitudes inofensivas dos outros…
Pq sdempre que cita “liberdade” cita em um contexto onde o seu opositor não pode ter? Você pode fazer a estupidez que quiser com seu tempo na terra, e eu posso dar a opinião que quiser sobre isso. Não estou te proibindo de fazer nada, perceba. Mas eu gasto meu tempo de maneira mais produtiva e até mais divertida.
E Ilha das Flores é altamente “citável”. Cabe perfeitamente em cvertos contextos. Especialmente em alguns casos onde parece que as pessoas desperdiçam um bom telencéfalo, por mais que para alguns não pareça especialmente “desenvolvido”.
q ilha das flores que nadaa
independente do polegar opositor, ou qualquer outro dedo, isso foi uma ocisa chamada diversao simples e saudavel, coisa que poucos conseguem fazer.
Já que é assim, o que seria programa de gente de polegar opositor e telencefalo desenvolvido?
cair na balada e ficar pulando feito um idiota enquanto enche a cara e fode seu organismo?vai la campeao
“Deixe a loucura para os que se acham normais, mas aceite a loucura para que te tornes menos louco”
Produtividade sem alegria não existe Rodrigo, isto torna as pessoas mais rígidas e empedradas, sem espaço para viver de verdade.
Mudaremos o mundo sim, mas primeiro preciso acordar sorrindo na segunda-feira.
http://www.youtube.com/watch?v=fXzznv2y0UI
EVENTO DE São Paulo!
Eu fui e foi muito bom.
A proxima será a No Pants!
http://www.nopantssaopaulo.com.br/
Eu já comentei em algum lugar que eu acho um barato essas mobilizações.
Por mai que os contextos sejam inúteis, ainda mais um como o No Pants, convenhamos, vai… eles qe encantam pois, certamente td começou muito muito pequeno, e foi ganhando força, até necessitar de organizações, e expandir-se ao mundo todo! Então aí, bobo ou não, é o poder da comunicação, pura. E isso, nossa… é muito interessante.
Ver o pessoal discutindo, colocando suas idéias, que sou a única não saber o que é ‘ilha das cores’, aqui e que, ao mesmo tempo que um pode ter razão em achar inútil e coisa de quem não tem o que fazer, outros têm razão em ficarem chateados, revoltados, e dizerem que é coisa pra desocupado mesmo, já que é um sábado a tarde… O coment que mais gostei foi do Mauricio: Já que é assim, o que seria programa de gente de polegar opositor e telencefalo desenvolvido?
aaaaaaaahahahhaha E é, não dá pra apontar e dizer ‘isso é inútil’. POis o poder que isso representa, significa que, talvez, num futuro próximo, poderão sim exisitr mobilizações com fundos maiores.