A campanha Acredite do Universal Channel foi inspirada nos valores emocionais que as séries do canal levam até o público.
E da campanha surgiu o projeto de um lindo livro, concepção da Agência Script e iniciativa da ArteEnsaio, que perguntou a grandes nomes da propaganda em que eles acreditam.
Em cada página do livro estão as crenças de medalhões do mercado brasileiro, como Abel Reis, Nizan Guanaes, Sérgio Amado, Sergio Gordilho, Ruy Lindenberg, Neto, Mario D’Andrea, Zaragoza entre muitos outros inclusive, vejam só, Gustavo Fortes da Espalhe. Grande medalhão do marketing de guerrilha…
Daremos um exemplar lacrado do livro (sem o cinzeiro dos Malvados que está na foto) para o fã da Espalhe que, neste post na nossa página do Facebook, colocar a frase mais legal sobre o que ele acredita no mercado de comunicação.
De novo: só vale comentário neste post que será replicado no Facebook.

Para mim esta é a profissão mais maravilhosa que existe e eu acredito que é possível ser feliz mesmo com dezenas de jobs, clientes pedindo mudanças e noites sem sono. Acredito que além de todas as piadinhas, reclamações e jargões que fazemos sobre a nossa própria profissão, podemos ser felizes e bem sucedidos fazendo o que amamos.
Eu acredito que encantar o consumidor é uma das melhores formas da empresa se destacar, inovar a forma como ela comunica com seu público é fundamental para o reconhecimento público.
Acredito que o progresso da comunicação em sua condição de aproximar pessoas, criar e gerenciar novos conceitos, acabará acelerando o velocímetro do tempo em quantidades seculares.
A comunicação é a ferramenta mais importante na construção do ente humano em todas as suas diretrizes. É o arcabouço mantedor de uma constante evolução… Evolução que lembra conhecimento; que lembra interação; que lembra sociabilidade; que lembra progresso; que vem do simples ato de comunicar.
Trabalhar no mercado de comunicação é igual ser técnico de futebol: uma torcida te pressiona por resultados, a outra torce pra você se dar mal, um monte de gente acha que pode opinar sobre seu trabalho mas só você tem que ter a coragem de tomar a decisão e aceitar as consequências dela, mesmo que seja ser demitido no meio do campeonato.
Eu acredito que, no mercado da comunicação, a gente tem a liberdade da poligamia. É possível e, principalmente, enriquecedor, se apaixonar pela guerrilha, dar em cima, descaradamente, da internet e nunca deixar de celebrar os anos de casado com as mídias tradicionais. Essa sem-vergonhice nos transforma em publicitários melhores e que nunca deixarão a chama da paixão pelo que fazem apagar.
Acredito que no mercado de comunicação o importante é acreditar! Acreditar no poder das histórias, Coelhinho da Páscoa, Papai Noel, Jesus, etc; histórias bem contadas, com envolvimento, poder de disseminação e que tocam sentimentos. Tudo pode abrigar conteúdo, tudo pode se tornar relevante.
Eu acredito que a propaganda é uma fantasia real que convidamos a entrar em nossas casas pela televisão ou pelo rádio, convidados a participar da nossa rotina com as nossas revistas favoritas e nos dispomos a acreditar e nos encantar por essa manifestação cultural.
A comunicação é mais que uma ferramenta, é o movimento de abertura ao relacionamento humano, ao qual nos expomos todos os dias ao dizer um simples bom dia no elevador; uma mensagem otimista para iniciar um relacionamento.
Acredito na descrença. Descrença nos clichés, nos manuais, nas fórmulas prontas. Acredito no ateísmo quando o assunto são os “deuses” da publicidade. Acredito no não dito. Acredito nos que são céticos quando o assunto são os festivais de prêmios.
Acredito e tenho fé no que não se vê em Cannes: a comunicação feita para o outro e não para si.
Acredito na descrença do consumidor. “Últimas unidades”, “Corra”, “Super Promoção”, “Você vale mais”, “Não Perca”, “É ver pra crer”.
É ver para crer.
E eu acredito, no pequeno de minha fé, na comunicação de igual para igual.
Eu acredito.
Eu acredito que as pessoas tem a necessidade de se comunicarem e encontrar no outro, seja um amor ou um anúncio, algo que defina o que ela própria pensa ou espera ser.
“Acredito que ainda passaremos um bom tempo por aqui. Continuamos entrincheirados, ganhando algumas batalhas, perdendo outras. Os homens estão cansados. Não podemos fechar os olhos e já não sei há quanto tempo o único alimento disponível é pizza e refrigerante. Apesar de tudo isso, as novidades são animadoras. Nossos estrategistas finalmente conseguiram se superar. Estamos buscando referências na tecnologia estrangeira para o desenvolvimento de novas armas. Precisamos apenas ser rápidos o bastante para chegar na frente das tropas inimigas. Os homens estão animados e quando tudo isso acabar, vamos comemorar com medalhas, abraços, fotos nos jornais e entrevistas nos rádios. Voltaremos como heróis.
Queria poder voltar agora, mas você sabe que eu não posso abandonar a causa e os meus companheiros. Mande um beijo para as crianças e diga que logo estarei em casa.
Com amor,
A.D. “