
Já falamos sobre cartões de visita aqui e aqui.
Mas estes da Tátil mereceram um novo post.
A empresa de design, que tem uma forte preocupação com a sustentabilidade, faz seus cartões de visita com embalagens TetraPak de leite, sucos etc. levadas pelos funcionários ao escritório, todos os dias.
A idéia rendeu à Tátil o prêmio IDEA (International Design Excelence Awards), nas versões nacional e internacional.
Mas, melhor que isso. Eles conseguiram traduzir todo o core de seu negócio em um pedaço de papel que, tivesse um formato careta, poderia acabar esquecido no bolso do paletó do cliente.
abs, Cíntia Costa

Roube este livro, roube este álbum, roube este filme… Roube esta revista! Essa foi a forma irreverente que a Espalhe encontrou para as Revistas Trip e TPM comunicarem que agora todo o seu conteúdo está disponível online após um grande trabalho de reformulação do site. Uma provocação para quem ainda acredita que fechar o seu conteúdo é se proteger dos “ladrões virtuais“.
Veja abaixo o vídeo com registro das ações de rua que distribuíram as revistas xerocadas em estações de metrô, bares e universidades.

As revistas xerocadas também foram enviadas para um mailing como se fossem revistas de verdade, nos tradicionais envelopes pretos que os assinantes recebem. A surpresa e a simplicidade da mensagem fizeram muitos dos que receberam entenderem e repassarem o recado, divulgando a novidade para sua rede de contatos.
[]´s Mr Wagner
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# Quem pagou aquela papelada toda jogada fora?

A empresa americana Durex deu novo sentido ao termo “agasalhar o croquete”. Para ajudar na divulgação de suas camisinhas, e totalmente em linha com seu posicionamento (The World’s #1 source for penis outfits), criaram o site Dickorations, em que exibem uma intrigante série de roupinhas para embelezar o falo do amigo consumidor.
O sujeito escolhe sua vestimenta preferida, imprime e fica à vontade para sair por aí exibindo suas intimidades de um jeito muito mais estiloso – não que vá fazer muita diferença na hora da inevitável prisão por atentado ao pudor.
O site ainda apresenta emocionados depoimentos de felizes consumidores, além de um FAQ hilariante. Questões como “Sempre tive vontade de receber emails de uma companhia que vende roupas para pênis. Posso lhes dar meu endereço?” são garantia de bom entretenimento para toda a família.
Não bastasse uma empresa de camisinhas ter o sugestivo nome de Durex, ainda prepararam esse belíssimo chute no saco do marasmo desse tipo de campanha.
CBarney

Na semana passada aconteceu em São Paulo a ExpoMoney, uma feira voltada para investidores veteranos e iniciantes. A Espalhe foi convidada pela MG Eventos para desenvolver uma ação para Agência Estado que estava divulgando o AE Broadcast, uma ferramenta de informação completa para investidores de todos os níveis monitorarem e operarem nos mais diversos mercados.
O desafio não era diferente do problema de toda a feira: transformar o estande no grande centro de atenções. No Salão do Automóvel, por exemplo, isso é relativamente simples. Pelo menos já tem as velhas receitas: carros da F1, Lamborghinis envenenadas, shows repletos de pirotecnias e meninas bonitas vestindo lycra. Mas em uma feira sobre investimento é um pouco mais complicado se destacar com relevância. São centenas de expositores precisando de atenção para tentarem repassar pelo menos um pouquinho de informações um tanto quanto complexas.
Para transformar o estande da AE em referência e literalmente comprar a atenção dos visitantes, usamos a moeda comum de todas as feiras: brindes. Mas distribuir camisetas, canetas e pen drives só por distribuir não gera muito boca-a-boca, convenhamos. Criamos então uma Bolsa de Brindes, com um sistema que calculava em tempo real, como em um pregão de verdade, o valor de cada brinde de acordo com a sua oferta e procura.

Na entrada os visitantes da ExpoMoney ganhavam $1. Para ganhar mais dinheiro e operar na bolsa em busca de mais brindes eles podiam requisitar uma demonstração do produto no estande da AE e assistir as diversas palestras sobre mercado financeiro também patrocinadas pela AE. A outra alternativa para acumular riqueza era simplesmente comprar brindes na baixa e vendê-los na alta. E foi o que aconteceu: o balcão da Bolsa de Brindes se transformou num dos pontos altos da feira, com investidores iniciantes e veteranos se aglomerando na sua frente e aplicando alguns conhecimentos elementares de mercado de capitais para fazer fortuna. Teve gente saindo com 80 canetas, 20 camisetas, 5 pen drives… Aquele clima eufórico de pregão aconteceu ali, no principal corredor da feira. As palestras patrocinadas pela AE viviam lotadas, ganhar 5$ ou $10 eram o pretexto para fazer os visitantes sentarem alguns minutos pelo dinheirinho, mas eles acabavam ficando até o final pelo seu interesse no conteúdo.

Uma forma diferente de convidar os visitantes para o seu ambiente, variando um pouco dos costumeiros amendoins e panfletos. Sem falar no boca-a-boca que acontecia em tempo real: bastava o preço de algum brinde cair ou subir expressivamente que a notícia se espalhava. Muita gente parava o que estava fazendo em outros estandes e corria até a Bolsa de Brindes para fazer suas compras e vendas.
[]´s Mr Wagner

O ditado em casa de ferreiro o espeto é de pau já não funciona mais aqui na Espalhe. Depois de 1 ano do post sobre cartões de visita virais e 5 anos usando cartões que qualquer gerente de produto pleno usaria, resolvemos colocar o nosso cartão de visitas dentro do conceito de uma agência de Marketing de Guerrilha.
Inspirados pelos cartazetes com picotes tradicionalmente colocados nos murais de universidades e de igrejas para vender bicicletas ou oferecer serviços de pintura _ também conhecidos como tear-sheets, ou flyers com tear-off tabs, ou tear-tab flyers_ criamos o nosso cartão para ser espalhado pelos clientes e amigos.
abs, Gfortes.
Veja o verbete sobre cartão de visita na Guerrilhapédia.