Propaganda para gerar boca-a-boca

janeiro 21, 2010

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Tirado da coluna da Monica Bergamo, ontem na Folha de S. Paulo.

UPDATE: Veja o anúncio da Cultura Inglesa aqui (via @andremca)

Abs, Gfortes



Só para velejadores: mídia de massa para falar com um nicho

março 3, 2009

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A cartilha da mídia OOH – out of home – prega que a mensagem precisa ser simples e direta, para ser assimilada de um carro em movimento, e bem impactante, para fazer o público-alvo virar a cabeça.

Pode parecer que não, mas a campanha da Puma para a chegada da Volvo Ocean Race ao Rio de Janeiro segue estas regras.

Veiculada em outodoors próximos a clubes de vela, como o Iate Clube do Rio de Janeiro (foto acima) e Yacht Club Santo Amaro, a campanha fala a língua do público-alvo e vende o sonho de qualquer velejador.

abs, Gfortes



PagPraVer: um blog anunciando no UOL

novembro 14, 2008

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O PagSeguro, uma ferramenta de pagamentos online do UOL , procurou a Espalhe para trabalhar online o conceito de sua companha offline criado pela Borghierh/Lowe. Nos filmes de Tv e impressos, um personagem, o Danilo, duvida tanto da possibilidade de enviar dinheiro por email que fez um desafio com o público: se ele receber R$ 200 em seu email, ele corre pelado na rua. O email existe e quem tiver este tipo de tara, vai fundo: danilo@uol.com.br

Com um conceito tão bacana em mãos, replicamos este comportamento cético e compulsivo por apostas do Danilo em ações online que ativarão os mais diversos grupos de usuários de internet. O primeiro grupo a ser ativado foi o de blogueiros.

O desafio do Danilo foi simples e direto, envolvendo 2 blogs: Papo de Homem e Carreira Solo. Aquele que mostrasse primeiro que movimentar R$200 por email era possível faria o personagem quebrar a cara e pagar uma prenda. No caso, nada mais nada menos do que 2 horas de inserção na home do UOL. Esta seria a primeira vez que um blog ocuparia este espaço comercial que, pelo preço de tabela, vale R$ 120 mil.

E o preço do buzz gerado pro Papo de Homem pelo feito histórico? Alguém arrisca?

Este post é feito bem no momento em que a história está acontecendo. O Papo de Homem venceu o desafio e está desfilando sua marca em um dos espaços mais nobres da web brasileira até 20h de hoje.

E este foi só o primeiro de uma série. Em breve, mais ativações engraçadas, inéditas e instigantes. Como diria o Danilo: “meu, vocês não perdem por esperar, bwahahahaha!”

Fiquem de olho no PagPraVer e acompanhem.

[]´s Mr Wagner



Reposicionando o 1984

setembro 19, 2008

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Imagem: indexed.blogspot.com

Um dos comerciais mais reverenciados da história é o 1984 da Apple. Nele a marca mostra um mundo de pessoas controladas pelo totalitarismo e convida a humanidade a “Pensar Diferente”.

Hoje a Apple tem uma verdadeira “seita de seguidores” apaixonados. Fanboys que estão militando ativamente na guerra do boca-a-boca e convencendo seus familiares e amigos a desistirem do PC e mudarem para um Mac. Mas o calcanhar de Aquiles pode ser justamente esse: usuários Mac são cada vez mais iguais. Notebooks iguais, fones de ouvido iguais, tudo padronizado. Uma hora cansa e a tendência vira contra-tendência. Um iPod comum virou paisagem. Outro dia um colega apareceu com o Zune e se formou uma rodinha em volta para ver qual é. Não entro aqui no mérito de “qual é o melhor”, até porque para a Apple ter um boca-a-boca tão bom é porque seus produtos são supreendentes. Só quero mostrar o ponto de que Apple é diferente, porém com o tempo uniformiza toda a “galera que quer ser diferente”. Aí fica fácil reposicioná-los.

Na minha opinião, uma das novas frentes de batalha da nova campanha da Microsoft é justamente neutralizar estes fanboys mais inflamados. Usar a maior força da Apple contra ela mesma. Pelo que vi e andei lendo na web, a onda não é tornar a Microsoft cool, mas fazer a grande massa de consumidores se identificar com ela. Eu, wagner, não sou cool. Nós não somos “cool”, ora bolas.

Os filmes “I’m a PC” me passaram um sentimento de insurgência da galera comum, da grande maioria que usa PC, contra os “descolados Mac”, que simplesmente “se acham”. “Como assim, eles me rotularam como um gordinho chato de óculos? Quem vocês pensam que são? Vocês estão sendo preconceituosos e nós que mandamos aqui, ora bolas!”

E aí, quanto mais os militantes Apple tentarem convencer pelo lado “eu sou mais bacana” ou “Windows é uma bosta”, mais eles vão ficar antipáticos. Talvez o objetivo seja posicionar Microsoft como “coisa da gente” e Apple como “coisa de gente esnobe”. E não parece algo inventado por publicitário e que não faça sentido na vida real, pois alguns Apple fanboys realmente reforçam este estigma. Eles são chatos, como qualquer outro fanático. Além disso, os produtos realmente são precificados e direcionados para uma classe mais abastada. E o Vista de fato não “é uma bosta”, como muitos bradam por aí.

Como diriam os editores do Pau no Cool Hunter, tem horas que uma coisa fica tão cool, mas tão cool, que o bacana acaba sendo tirar sarro do cool.

Nos comerciais “I´m a PC” alguns emails de personagens aparecem na legenda. Se você envia um email para eles, recebe uma auto-resposta. Essa é a frase final de um texto bem bacana (quase um manifesto contra o preconceito e a obrigação de “parecer legal”) do cara que reproduz o “Gordinho nerd PC” que aparecia na campanha “Get a Mac” da Apple (sean@windows.com).

“Listen to real users, not actors.
-The Real PC, Sean Siler”

Se a campanha vai funcionar ou não, vamos demorar meses para descobrir. Talvez até anos. Mudar percepção não é igual a vender geladeira. Acho precipitado quem diz que a “fase Seinfeld” foi um fracasso ou que as coisas não estão se encaixando. Não se muda de direção assim, de uma semana para outra. Os filmes dessa semana não são um “plano B” para o Seinfeld. A seqüencia de filmes parece que já estava planejada com muita antecedência e eu vejo mais como uma abertura de trabalhos em diversas frentes.

Vamos acompanhar que está bacana. Tanto a discussão quanto a campanha. E talvez esse seja seu grande mérito. Enfim uma campanha da Microsoft que gera discussão, que movimenta algo.

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E para não dizerem que não falei de guerrilha, vejam a foto de um dos personagens do último filme, o lutador de vale-tudo Rashad Evans. Há duas semanas atrás ele subiu para uma luta usando esta camiseta com o mugshot clássico do Bill Gates, levantando um bom boca-a-boca de pessoas se questionando a razão da homenagem. Agora faz sentido, Rashad Evans é um PC e está disposto da dar uma lição em quem tiver um problema com isso.

[]´s Mr Wagner, um PC, só para ser contra a galerinha descolada.



Indecente de tão óbvio

abril 22, 2008

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Tinha assistido o comercial na semana passada e a idéia ficou na cabeça. Quando vi a notinha no BlueBus hoje, o meu post aqui foi praticamente convocado a sair: Comercial do Burger King que troca palavroes por bips, ou veja o vídeo direto aqui.

Será que ninguém teve culhão para fazer uma versão sem “bip” do comercial e colocar na web? Não é possível que não tenham esse vídeo na manga pronto para ser publicado e deixar o circo pegar fogo.

Ou sou eu que estou ficando maluco e tal atitude autêntica não iria gerar um certo interesse pelo vídeo e só iria acabar com a imagem do Burger King? Que a TFP ia deflagrar uma campanha de boicote ao Whopper se tal coisa aparecesse na web? Mas… peraí… se a TFP fizesse isso não ia ser melhor ainda?

Sério, por que ficar só na insinuação ingênua dos comerciais na mídia de massa? Por que não aproveitar a liberdade da web para brincar um pouco mais?

[]´s Mr Wagner



Direto do Proxxima 2008: “Acabou a mamata!”

março 11, 2008

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“Se 31% das pessoas que estão aqui trabalham em uma agência tradicional, em breve 29% perderão o emprego”.
A palestra de Bob Garfield foi moderada por Walter Longo. Ambos bateram no modelo de negócios das agências tradicionais. Walter foi mais moderado, traçando um quadro de revolução, onde é preciso mais do que “ajustes à era digital”. Segundo ele, é preciso mergulhar nela e repensar profundamente na maneira de fazer as coisas. Já temos certeza do que “já era”, mas ainda pairam dúvidas sobre “o que vai ser”.

Bob foi mais apocalíptico. Não há tempo para ajustes. Em 5 anos o modelo tradicional vai ruir e muitas agências perderão a mamata de viverem em cima de comissões das verbas de mídia. Sua palestra é recheada de exemplos mostrando como a mídia tradicional está ruindo. Frases de efeito entremeiam números.

Em uma pergunta sobre “branded content” ou “advertainement”, a mescla entre conteúdo e propaganda como saída para a crise foi rejeitada. “Propaganda não é conteúdo. E nunca vai ser. Propaganda é aquela coisa chata que interrompe a minha diversão”. E com exemplos conseguiu mostrar que há um limite para inserção de produtos em conteúdo. “Chega uma hora em que o ator tomando um gole em sua latinha de Brahma soa falso, a narrativa não tem como comportar todas as mensagens que os anunciantes precisam passar”.

Anunciantes vão deixar de ser parceiros dos produtores de conteúdo assim que um modelo de micro-pagamentos, como já acontece com o iTunes, se disseminar. Pagar pelo o que você quer assistir, e fazer isso onde e como você quiser, é mais valioso do que receber o conteúdo de graça em troca de assimilar alguns reclames.

Fechou o caixão da mídia tradicional ao responder uma pergunta sobre o Superbowl. “a mídia tradicional está morrendo? E como você explica o Superbowl deste ano? Audiência e vendagem de mídia recorde!”
“Em primeiro lugar foi uma final atípica, reunindo dois times de grandes metrópoles com imensas torcidas”, respondeu. Mas deu o braço a torcer para o “sucesso” do Superbowl, sem deixar de alfinetar: “Eventos esportivos ao vivo serão a única coisa que restará para a TV. Produzir algo para ser visto dentro de uma grade de programação, com horário programado, simplesmente não combina mais com o modo que as pessoas consomem conteúdo hoje em dia’.



Estratégia da polêmica (ou David x Golias)

julho 25, 2007

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A Sol é uma marca simpática que remete a um produto de qualidade (pelo menos nos barzinhos de Vila Madalena em SP e no baixo Gávea do Rio). Mas, no mercado multibilionário de cerveja, simpatia não basta. É preciso crescer e se tornar a pedida dos cervejeiros Brasil afora.

Uma boa idéia para conseguir isso é cutucar a inimiga e líder de mercado Skol para criar polêmica e, consequetemente, boca-a-boca, fazendo as pessoas falarem da marca, lembrarem dela no balcão do boteco e, na hora h, pedirem: desce uma Sol gelada, seu Zé!

Em um dos comerciais de sua última campanha, a cerveja Sol seguiu esta estratégia da polêmica ao relacionar um gordinho prego que aparece dançando ao meme campeão da Skol: desce redondo – no caso da Skol, quem desce redondo é a cerveja na garganta. No comercial da Sol, quem desce é o gordinho prego Redondo do balcão do bar.

Não se falou muito no assunto, mas estão dizendo que o filme saiu do ar depois da óbvia reclamação da Ambev no Conar.

Saiu do ar na TV, mas no YouTube (como sempre) ele voltou cumprido o seu papel de tentar gerar polêmica, começando pelo seu título, tags e descrição deliberadamente provocativos:

Título: CENSURADO: Sol | Desce Redondo

Tags: sol skol cerveja guerra desce redondo conar censura censurado polemico ponto comercial propaganda

Descrição: Polêmico comercial da Sol que provoca a Skol. Tirado do ar pelo CONAR.

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Vamos ver agora se a Sol vai mergulhar de cabeça em provocações consistentes e ainda mais criativas. Ou vai parar por aí, molhando só o pezinho na piscina gelada da guerra de marcas.

abs, Gfortes



Informe publicitário pegadinha

abril 16, 2007

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Hoje foi veiculado na Folha de S. Paulo um “informe publicitário” da Chevrolet (reproduzido no hotsite do Vectra com uma voz de “Cid Moreira” genérico) dizendo que a campanha do Vectra foi adiada porque um instituto de pesquisa detectou que os “super criteriosos” consumidores do carro não ficaram satisfeitos com os filmes, que não estaria a altura do carro. Vamos esperar a gracinha que vem por aí.

Abs, Gfortes



Ataque contra DVD do Código da Vinci

dezembro 27, 2006

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Post do Leonardo na Comunidade de Marketing de Guerrilha: “Está sendo veiculado no Youtube um vídeo onde Monges do bairro da Mooca destroem um outdoor do lançamento em dvd do filme Código da Vinci”.



Trip Girl

julho 24, 2006

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Depois de sincronizar o iPod no iTunes ontem, eu fui conferir as novas edições de podcasts e videocasts que eu assino. Quando chegou no videocast da Trip, eu esperava ver a moça que aparece à direita na imagem acima, mas quem surgiu na telinha do iPod foi o barbudo da esquerda num comercial-trailer de 2 minutos do filme Piratas do Caribe, deixando 1 minuto e meio para o “making of” da Trip Girl.



Aproveitaram o potencial viral da Bolha.

junho 8, 2006

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A Adidas não aproveitou, mas, segundo nota do Meio e Mensagem, o Band-Aid sim. inspirado pela declaração do departamento médico da seleção “A bolha está cicatrizando. Vai formando uma pele e a gente protege com Band-Aid”.

A assinatura da peça: “Se depender de nós vai ter gol até de calcanhar”.



Eu também quero uma lasca desta Copa

junho 7, 2006

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Muita gente já falou da campanha da Nova Schin para a Copa do Mundo. Fugindo do “Brasil é Hexa”, a cervejaria apostou e torce pelo vice-campeonato da Costa do Marfim. Os motivos são inúmeros: porque eles estão na chave da Argentina, porque é a primeira Copa desta seleção, a Africa está na moda no mundo publicitário etc. etc.

Claro que existe outro motivo. Copa do mundo é uma data muito importante no calendário das cervejarias. E como encarar de frente um gigante como a Ambev, patrocinadora da Seleção brasileira, para tirar uma casquinha deste mega evento? A solução da Nova Schin é bem simpática e, dependendo das ações que estiverem programadas durante a Copa, o boca-a-boca pode realmente decolar emprestando muita simpatia para a marca.

No site tem estampa de camisetas e stickers pra quem quiser aderir à idéia.

Resta saber se a galera vai entrar nessa e torcer por eles. Eu ainda continuo torcendo para outra campanha: Dia de Jogo do Brasil é Feriado.

Ainda dentro do assunto Africa e pegar carona na Copa, hoje a Folha traz uma matéria sobre a participação das empresas de material esportivo na Copa do mundo. A empresa com mais seleções neste mundial é a Puma que apostou numa estratégia de patrocinar várias seleções pequenas, a maioria deste continente. E depois veremos os uniformes nas baladas.

Bjs, Elisa Machado



Vende-se Cicarelli

junho 6, 2006

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Como diria o Abelardo (leitor do blog desde 76), colocando a Cicarelli nua fica fácil. Mas não deixa de criar um buzz em torno da campanha. Ontem, apenas com uma placa na 23 de Maio em São Paulo já tinha despertado o buxixo. Hoje a foto teve destaque absoluto na coluna da Monica Bergamo da Folha.

A agência W/Brasil repete a fórmula que deu certo, e que só o Abelardo criticou, quando colocaram a Gisele nua na campanha de uma sandália que eu não me lembro o nome. Mas quem lembraria?

E quem sai valorizada são as marcas Gisele e Cicarelli.

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UPDATE: saiu na última Veja, sai a tarja e entra uma calcinha minúscula.



Indignação viral

maio 30, 2006

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Release enviado pela equipe da Revista Seleções, diz que dando continuidade à sua campanha de reposicionamento “Seleções, as boas emoções da vida” – a revista coloca nas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro a ação “Minuto de Silêncio”. Será uma mini-passeata, composta por promotores, que invade as ruas das 2 cidades.

O grupo anda vagarosamente pela calçada, pára e faz um minuto de silêncio, mantendo os semblantes serenos, calmos. Enquanto isso, promotoras posicionadas estrategicamente no semáforo próximo, vão distribuir adesivos que trazem a mensagem “CHEGA DE FALAR SÓ DE VIOLÊNCIA, CRISE E TRAGÉDIA.” Todos estão uniformizados com camisetas vermelhas trazendo o logotipo da Revista Seleções e a mensagem da campanha. A ação reforça a mensagem do comercial de 1′ (chamado “Minuto de Silêncio”) e que está no ar nos canais Globosat.

Roteiro:
SP:
>29/05 – Av Paulista e ruas próximas.
>30/05 – Ruas do bairro do Itaim.
RJ:
>01/06 – Av. Nossa Sra. De Copacabana e Rua Barata Ribeiro.
>02/06 – Ruas do bairro da Tijuca.

Como o assunto do momento é o nível insuportável de violência e corrupção no país, é normal que comecem a pipocar ações com foco neste tema buscando pegar carona no Buzz. Esta é uma estratégia correta para viralizar algo, uma vez que é muito mais fácil criar um conteúdo em cima do que todo mundo já está falando do que levantar um novo assunto.

Algumas ações são mais guerrilheiras e outras de propaganda, como a campanha da Forum “lavando” o planalto.

Em agosto do ano passado, colocamos aqui no blog a Caminhada Virtual Rumo a Brasília que a agência Fabra Quinteiro fez e que tem uma comunidade no Orkut com mais de 7 mil membros.

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Esta semana, divulgaram o movimento Quero Mais Brasil (imagem acima) na comunidade de Guerrilha. Um manifesto com um abaixo assinado virtual e algumas apresentações para embasar a reivindicação. Quem está por trás do movimento é a CDN, maior empresa de RP do país, muito próxima do FHC e do PSDB.

Se alguém presenciar a ação da Seleções, por favor comente aqui no Blog como foi. Vamos tentar avaliar quais destas ações, independente dos interesses comerciais ou políticos por trás, causaram alguma reação espontânea das pessoas – viral, boca-a-boca, adesão – e quais foram meramente promocionais, sem agregar simpatia e buxixo para as marcas que as desenvolveram.



Esta semana só deu ela! Obs: este blog não é uma ação invisível da Sony.

novembro 30, 2005

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23 cameras

250 mil bolas coloridas

San Francisco e suas ladeiras

Atitude de Guerrilha.

A Sony, para lançar seu novo Televisor Bravia LCD, fez uma ação de guerrilha muito criativa para gerar buzz e PR. Eles simplesmente lançaram as 250 mil bolas coloridas nas ladeiras de San Francisco e filmaram tudo com 23 câmeras. A ação foi realizada em julho deste ano e eles tiveram que fechar alguns quarteirões para ninguém voar com as bolinhas pula-pula.

O site tem a propaganda gerada dessa ação, vídeos behind the scenes, fotos e etc. Fantástico. Sem contar que a propaganda ficou muito bem feita também.

Lembro que eu cheguei a ver fotos dessa ação no blog do Flickr e vi também aqui.

Aqui vai a justificativa deles que está no site:

“When you’re introducing the next generation of television, you want to make an impact – but that doesn’t mean you have to shout at the top of your voice. And it doesn’t mean you have to be predictable. To announce the arrival of the BRAVIA LCD and 3LCD range, we wanted to get across a simple message – that the colour you’ll see on these screens will be ‘like no other’.”

Abs, Black Diva Sollero (Aka Daniel)


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