Frase da semana

21 de maio

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Page and Brin wouldn’t spend a penny to market Google (…) they believed in word-of-mouth advertising: they had the best search engine, and they were sure word would spread.

Googled – the end of the world as we know it.



Frase da Semana

18 de março

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“You don’t want to have people know what works.  When you know what works or not, you tend to charge less money than when you have this aura and you’re selling this mystique”.

Esta frase está no livro Googled – The End of the World As We Know It – e foi dita não na década de 50 por um personagem da série Mad Men (foto), mas numa visita ao Googleplex em 2003, pelo CEO da Viacom Mel Karmazin para o CEO e para os 2 fundadores do Google.

A frase de Karmazin foi escolhida na semana que o Meio & Mensagem traz em sua capa a manchete: “Ação conjunta da ABA e Abap rebate críticas feitas à propaganda” (veja aqui na edição de 15 de março de 2010).



Frase da Semana

30 de setembro

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The Scientologists can’t follow one simple bit of Internet wisdom: Don’t feed the trolls.

A frase desta semana é da última edição da revista Wired e aponta a falta de habilidade da corporação igreja Cientologia _ que fatura milhões de dólares em cima de pirados celebridades como Tom Cruise _ em lidar com uma gozação num forum na Internet.

Num primeiro momento, eu pensei apenas que os garotos da Cientologia ainda precisam aprender muito com os profissionais do Bispo Macedo.

Mas lendo no site da Época São Paulo (via @inagaki) a polêmica entre o bar São Bento e o blog Resenha em 6, a frase retirada da matéria How to Enrage the Church of Scientology fez tanto sentido que poderia emprestar seu título para a revista Época: How to Enrage the Boteco Sao Bento. E não importa quem tem razão: o bar ou os consumidores insatisfeitos. Os fanáticos ou o resto do mundo. Vacilou e  o estrago está feito.

No caso do São Bento, o estrago aparece quando procuramos por “bar São Bento” no Google, como um potencial cliente faria procurando seu endereço, e somos impactados por 6 resultados, dos 10 resultados na primeira página do buscador, incluindo o primeiro resultado, extremamente negativos e relacionados à polêmica.  Você manteria o programa no bar se visse isso?

No caso da Cientologia, o estrago aparecerá mais no longo prazo, uma vez que é muito pouco provável que seus fanáticos fiéis estejam se importando muito com a opinião alheia. O fato é que os críticos da Igreja, provocados, se organizaram bem e estão com disposição para perturbar.

Como disseram “os anônimos” do vídeo acima: You cannot hide; we are everywhere. Ou seja, pode parecer óbvio, pode parecer batido, mas se sua empresa é um boteco em São Paulo ou uma corporação global sediada na Califórnia. Se é uma cadeia de varejo com milhões de consumidores ou uma consultoria com poucos clientes.  Se você construiu uma marca cool ou uma seita de fanáticos.  Se seu serviço tem  milhares de concorrentes ou você está em uma indústria monopolista.  Não importa a lição vale para todos nós: se vende algo e precisa prestar contas aos seus clientes e/ou à comunidade e/ou à agências reguladoras, é preciso baixar a bola e começar a conversar como uma pessoa inteligente nas redes sociais.

abs, Gfortes



Frase da semana

2 de setembro

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We will no longer search for products and services. They will find us.

Os produtos vão nos achar via boca-a-boca de nossos amigos e dos amigos de nossos amigos.  Da mesma forma que a notícia da morte do Michael Jackson nos achou no Twitter e o TMZ furou – melhor, arrombou – a CNN. Porque também não vamos mais atrás da notícia. Ela nos acha. No lugar do editor, entra o filtro social.

Ninguém fala da sua marca? Então ela não vai achar ninguém.

Twitter não é modinha. Nem o Posterous. Tá tudo no vídeo:

abs, Javoski



Frase da semana

24 de agosto

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A série Mad Men se passa em 1960, na fictícia agência de publicidade Sterling Cooper. O foco da trama está no publicitário Donald Draper e nas pessoas que fazem parte de sua vida dentro e fora do escritório.

É um drama, porém é bem engraçado para nós que trabalhamos em agência, não só pelas campanhas reais criadas dentro da ficção, mas principalmente para ver as mudanças radicais ocorridas no nosso ambiente de trabalho em pouco mais de 40 anos.

Parece pré-histórico as pessoas fumando desbragadamente em todos os cantos da agência, dona da conta de Lucky Strike, enquanto a criação luta para desviar a atenção das primeiras matérias sobre os malefícios do cigarro.

Cigarro no escritório eu ainda vi no início da minha carreira, pior é o papel secundário das mulheres na sociedade da época.  Na agência de Mad Men elas só trabalham como secretárias e para crescerem na carreira precisam pegar um bom executivo e, desde o primeiro dia, são treinadas para isso.

Mas o mais grotesco, especialmente para nós brasileiros, é o discurso abaixo do redator que apresenta os departamentos da agência à jovem secretária em seu primeiro dia. É grotesco porque enquanto o cigarro foi banido até dos botecos e as mulheres são maioria em todas as salas de reunião, a venda de mídia antes da idéia continua sendo o modelo de negócio dos principais grupos de comunicação do país.  E mesmo com a internet chegando nos lares da classe C e a pulverização do número de veículos, muitos clientes parecem não se importar em ficar na mão do mídia e seus veículos.

Este é o departamento de mídia, aqui se gasta 90% da verba do cliente, é tudo uma extorsão, de fato: eles não vendem idéias ou campanhas ou jingles, eles vendem mídia… com comissão de 15%, a criação é só pano de fundo e é embutida no custo.

abs, Gfortes


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