A marca de óculos EVOKE realizou na Plastik, loja de toy art em São Paulo, a segunda edição da “Evoke Art Gallery”. O evento envolve artistas urbanos, como Flip, Speto, Flavio Samelo, Stephan Doitschinoff, Markone, Asa, Pifo, Chivitz, Boleta, Tinho, que expuseram nos óculos da marca um pouco da arte que os consagrou nas ruas de todo o mundo.
A “Evoke Art Gallery” aconteceu primeiro na Abióptica 2007, como forma de chamar atenção para a marca na feira do segmento. E, depois desta temporada na Plastik, o evento itinerante segue para Oslo na Noruega, onde acontecerá, a partir de setembro, na galeria One.
Dessa vez eles fizeram um show surpresa “de uma nota só”!
Eu não gosto da banda, mas essa idéia de fazer um show esquisito para cada show oficial é bem legal e, sem dúvida, gera muito boca-a-boca e mídia espontânea.
“A banda White Stripes fez um show DE UMA NOTA SÓ no Canadá, na tarde desta terça-feira. O grupo finalizaria ontem à noite sua turnê canadense, que foi marcada pela realização de um show-surpresa esquisito para cada show oficial em clube. O desta terça foi marcado para um bar. Quando umas 300 pessoas já amontoavam para conferir a possível apresentação surpresa, foi divulgado numa rádio rock local que o show seria em outro bar, perto dali. Lá foram os 300 em direção ao novo lugar. Quando a multidão chegou lá, o dono do bar não estava sabendo de nada. Aí, de novo na rádio, rolou a info que o concerto seria num hotel perto dali. Correria e assalto ao saguão do hotel, pegando de surpresa todo mundo na hospedagem. E nada dos Stripes. Aí, nova informação da rádio. O show seria no primeiro bar. Chegando lá, o povo foi informado de que Jack e Meg White iriam sim se apresentar dali a meia hora. Mas seria um show DE UMA NOTA SÓ. Aí a equipe da banda montou o palco, ligou os amplificadores, armou a bateria, passou o som. Meia hora depois Jack e Meg chegaram, pegaram os instrumentos, tocaram uma nota e foram embora.”
A Tetra Pak convidou a Espalhe para criar uma experiência que gerasse muito boca-a-boca entre os mais de 2 mil convidados vips que recebe por dia em seu estande na Fispal Tecnologia - a maior feira de alimentos da América Latina, onde a empresa é a maior expositora.
Em feiras de automóvel e tecnologia é muito comum o uso de produtos conceituais, pois eles ajudam a reforçar a imagem inovadora dos expositores. Mas não é comum ver produtos-conceito da Indústria de Alimentos. E a idéia foi justamente esta: ajudar a Tetra Pak a pensar o futuro no ano em que a empresa completa 50 anos no Brasil.
Para estabelecer esta experiência com os clientes da Tetra Pak, desenvolvemos uma gôndola do futuro. Não sabemos dizer ao certo quando ela estará no mercado. Podemos até sonhar (e sonhamos) como serão os produtos e, principalmente, as embalagens neste PDV futurístico. Mas a única coisa que temos certeza, é que a marca da embalagem dos produtos será Tetra Pak.
A gôndola é uma instalação de vídeo futurista. Uma grande tela “touch screen” funciona como interface onde o visitante pode desvendar cada produto e ver as animações com suas funcionalidades ao mesmo tempo que tem uma experiência de compra.
Tudo que um profissional de guerrilha procura é um conteúdo forte, simples, redondo. Algo muito fácil de ser passado para frente no boca-a-boca.
Nós não compramos mídia, então somos otimistas o bastante para acreditar que nas milhares de mensagens que impactam os indivíduos todos os dias, eles elejam a nossa mensagem para comentar na mesa do bar, no bebedouro da empresa, mandar por e-mail, grafitar num muro, postar num blog. Mas para isso, a mensagem tem que ser forte, simples, redonda.
A eleição do Cristo como uma das novas 7 Maravilhas do Mundo é um conteúdo muito forte (Vote Cristo, precisa dizer mais alguma coisa?), é simples (basta passar o link da eleição pra frente), é redondo (mexe com nossos brios nacionalistas: vamos vencer a Estátua da Liberdade!).
Aparentemente qualquer um pode ser dono deste conteúdo. Pois tem o site www.votecristo.com.br que parece o site oficial da campanha no Brasil, com apoio da Prefeitura e outros orgãos de turismo. E tem também o site www.cristoredentor.com.br que tem o peso da URL oficial e permite que você vote por celular ou internet, além de ter comunidade no Orkut.
O Bradesco foi lá e apoiou a ação, colocando o anúncio abaixo na capa da Folha de S. Paulo, divulgando a URL do primeiro site. Pegou uma carona simpática, mas poderia potencializar muito mais com um plano forte de guerrilha (fala daí, Luca!).
Via Cópia Carbono, que viu no Terra.
O desempregado Edson Aparecido Borin Alves, 32 anos, conseguiu vencer o fantasma do desemprego vendendo espaço publicitário do seu próprio corpo.
Ele passeia sem camisa pelas ruas da pequena Tanabi, interior de São Paulo , mostrando 20 tatuagens de logomarcas de estabelecimentos comerciais da cidade. (…) Para cada tatuagem, ele cobra de R$ 70,00 a R$ 200,00. (…) Se o cliente não pagar, Alves tatua X bem grande sobre a tatuagem.
Ano passado, em Mônaco, David Coulthard e a Red Bull já haviam participado de uma ação de guerrilha para promover o lançamento do Star Wars.
Neste ano a novela se repetiu. E novamente para divulgar um filme. Depois de ter se fantasiado e posado para fotos nos box, Coulthard ainda chegou em terceiro e subiu no pódio usando uma capa de Superman (Dia 30 de junho “Superman Returns” estréia nos EUA).
Ontem no Ibirapuera a Nike fez uma ação seguindo os mesmos moldes da ação Tetra Prisma:
- Fizeram times (rapazes de preto e chuteira Nike dourada) de golzinho (gol pequeno, quase um futebol de salão, mas sem goleiro) e ficam desafiando jovens no parque;
- Os jogadores foram recrutados em escolas. Mas os melhores do time (são 3) foram recrutados na rua, porque jogam muito bem. Foi um destes craques de rua que me contou isso;
- Eles estão jogando no Ibirapuera e outros parques, semana que vem estarão no Parque do Piqueri na Zona Leste. E seguirão um roteiro de parques;
- Como na ação do Tetra Trisma, a ação NÃO tem promotoras, são os próprios rapazes que falam o que está acontecendo. Eu recebi um adesivo da Nike de um deles;
- Porém, ao contrário da ação Tetra Prisma, a ação da Nike tem grades para isolamento da quadra e uma barraca armada. O que é ruim, pois tira a naturalidade da ação.
Talvez esta cara de evento tradicional é que tenha afugentado a imprensa. Enquanto o time Tetra Prisma, que “invade” os parques, tem tido farta cobertura da imprensa, com mais de 1 hora de cobertura na TV, 6 páginas na revista Trip, Folha, Estadão etc.
Matéria do jornal O Globo de ontem aponta a discussão sobre o patrocínio dos uniformes dos estudantes das escolas públicas do município de Petrópolis:
Polêmica à vista para a lei que permite publicidade nos uniformes escolares dos 55 mil alunos da rede pública de Petrópolis. A promotora de Infância e Juventude da cidade, Maria de Lourdes Feo Polônio, decidiu investigar a propaganda nos uniformes proposta pela prefeitura e que virou a Lei 6.298. (…)
Especialista em direito civil, o advogado João Tancredo classificou a atitude da prefeitura de Petrópolis como lamentável. Ele disse que os pais podem e devem entrar na Justiça:
— É um absurdo transformar essas crianças em outdoors ambulantes.
A lei que autorizou a propaganda em troca da doação dos uniformes é de autoria do vereador Claudemir Andrade (PL). De acordo com ela, estão vetadas propagandas político-partidárias, que atentem contra a moral ou façam referências a jogos de azar e de empresas ligadas a fumo ou bebidas alcoólicas. Ex-prefeito de Petrópolis, o deputado estadual Leandro Sampaio (PPS) vai entrar na Justiça ainda esta semana argüindo a inconstitucionalidade da lei. Ele disse que, como a prefeitura de Petrópolis não distribui os uniformes — que são comprados pelos pais de alunos — Bomtempo estaria, com isso, querendo doar os uniformes, uma medida assistencialista.
Não deixem de passar na escolinha de surf do Dada Figueiredo, no Pepê, para presenciar mais um ação de patrocínio de guerrilha do movimento Eu Sou da Lapa.
O movimento “Eu sou da Lapa” tem a missão de resgatar a vocação residencial do bairro mais em voga do Rio de Janeiro. Inspirado na famosa campanha de RP I love NY, que ajudou a revitalizar a cidade americana que estava em decadência na década de 70, o movimento busca resgatar o orgulho de dizer “Eu sou da Lapa”. Com o apoio do poder público e a adesão da maioria dos estabelecimentos comerciais da Lapa, o Eu sou da Lapa está sendo espalhado pela cidade. Além disto, foi criado um site e um guia de bolso que está sendo distribuído gratuitamente em restaurantes, bares e casas noturnas da cidade.
Personalidades cariocas – muito conhecidas dos próprios cariocas – já vestiram a camisa. Entre elas, estão o ator Sady, o escultor de areia Alonzo Gómez-Diaz, o saxofonista Ademir Leão, o surfista Dadá Figueiredo, e as torcidas jovens dos times cariocas. Sady Bianchin faz road-chopes por bares da cidade, pagando rodadas da bebida para os presentes. Alonzo constrói, junto com ajudantes, os Arcos da Lapa em areia em Copacabana. Já o saxofonista Ademir Leão, que toca no metrô da Carioca, musica a Lapa em seu repertório. Dadá Figueiredo vestirá sua escolinha com o Eu Sou da Lapa – até as pranchas de surfe -, no ponto ao lado da Barraca do Pepê, na Barra. E as torcidas do Flamengo, Vasco e Botafogo abrem um bandeirão de 20×30 metros nos estádios cariocas.
Fique de olho nas personalidades do Eu Sou da Lapa. Ação da Espalhe Marketing de Guerrilha.
Ativistas do Greenpeace protestaram no dia 25, durante o jogo do Brasil pela Liga Mundial de Vôlei, no Ginásio do Ibirapuera. Uma faixa com a pergunta “Bunge: você usa soja transgênica nos seus produtos?” foi estendida na arquibancada do ginásio, alertando o público presente. Os ativistas foram retirados do ginásio pelos seguranças. A atividade de hoje deu continuidade à campanha lançada essa semana para incentivar os consumidores a pressionarem a Bunge por uma produção livre de transgênicos.