Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Árvores por 1 dólar

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“O jardineiro é a Toyota e as arveres somos nozes”. Em conjunto com a Arbor Day Foundation, a Toyota está bancando o plantio de 50 mil árvores em vários pontos dos Estados Unidos. Mas no lugar de apenas assinar um cheque fazendo a doação e não ver boca-a-boca nenhum sendo criado em torno deste nobre ato, eles pensaram em uma forma de envolver os consumidores na brincadeira.

Foi desenvolvido um aplicativo no Facebook chamado “Tree Planter”. Por 1 dólar você pode comprar uma árvore virtual e dá-la de presente para um amigo. Como a brincadeira tem que começar, as primeiras 50 mil árvores são bancadas pela Toyota. Quem chegar primeiro pega a sua. Depois espera-se que a “mecânica viral” da boa ação faça as árvores se multiplicarem loucamente, afinal, dar uma árvore de presente é bem mais charmoso do que dar um chocolatinho da Kopenhagen (além de custar menos da metade do preço).

[]´s Mr Wagner


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Bet Marketing

Chinese Democracy

Depois do “Punk marketing” e do “Emo Marketing” (rebatizado recentemente de “From UK Marketing”), sugiro mais um termo bonitinho para rotular conceitos guerrilheiros: “Bet Marketing”. Apostar coisas non-sense e/ou instigantes com o seu consumidor não agrega apenas atitude para a marca, mas também pode repercutir diretamente nas vendas.

Quem não lembra do boca-a-boca gerado pela promoção da TV de Plasma das Casas Bahia na Copa do Mundo? Quem comprasse uma TV ganhava outra de graça caso o Brasil fosse campeão.

E o namorado que apostou com a namorada que o seu site conseguiria um milhão de views? O prêmio caso ele atingisse esta meta “impossível” seria ela topar um “menage-a-trois”. Não demorou nem um décimo do prazo combinado para ele realizar o feito. Só porque a galera se identificou coma aposta e queria dar uma força na nobre causa.

Pena que a chefia aqui não teve coragem para explorar o potencial do “Bet Marketing”. Poderia ter sido um belo componente viral para a nossa campanha da língua patrocinada.

Mas toda essa introdução para dar um outro exemplo de “Bet Marketing” bom, bonito e barato que vi hoje em um post do blog “te dou um dado?”. O refrigerante Dr. Pepper prometeu dar uma latinha para cada habitante dos Estados Unidos (menos o Slash e o BucketHead – fãs do Guns’n’Roses vão entender a piada interna) caso Axl Rose lance ainda em 2008 o seu lendário CD “Chinese Democracy”. Um disco tão adiado que já virou lenda e verbete na Wikipédia:

O risco? Axl se revoltar com a provocação, lançar o CD e dar um prejuízo de 300 milhões de latinhas para o Dr Pepper. Mas a beleza está no risco. Quanto mais plausível for o risco bancado na aposta, mais forte será o boca-a-boca e a mídia espontânea gerados. Alguma fórmula subjetiva do tipo “Sucesso do Bet Maketing = Probabilidade do fato acontecer X Prejuízo gerado caso o fato aconteça”.

[]´s Mr Wagner


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Capa Stunt

Wired FREE

No evento Proxxima do ano passado, Drew Schutte, publisher da Wired, mostrou algumas ações que ajudam crescer a circulação da revista, enquanto as vendas da maioria das publicações ao redor do mundo caem. Com um importante detalhe, a Wired abre todo o seu conteúdo on-line.

Uma das ações muito simples, mas que a Wired faz de forma consistente, é a criação de “stunts” em sua capa. Ou seja, eles usam suas capas de forma não convencional para atrair mídia espontânea na imprensa e em blogs e gerar boca-a-boca. Leia o post do blog de guerrilha e veja o filme aqui.

Na sua última edição, a matéria de capa da Wired é de Chris “Cauda Longa” Anderson que fala sobre porque o FREE é o futuro dos negócios, dando exemplos de como o webmail do Yahoo, com capacidade infinita, pode ser grátis, e ainda assim gerar receita. E abre os modelos de negócio que permitem que uma passagem aérea, um CD e, o pioneiro da cultura Free, um aparelho de barbear Gillete, sejam “na faixa”. Leia a matéria grátis on-line.

E para gerar um boca-a-boca dentro do conceito da capa, a Wired enviou um exemplar grátis para a casa das 10 mil primeiras pessoas que pediram! E colocou isso no meio do texto da matéria: ” to have a free copy of this magazine sent to you _ or to someone you know _ go to wired.com/free”. Uma ação muito simples e, ao mesmo tempo, simpática que não imagino as revistas semanais ou mensais no Brasil, que dificultam o acesso a seu conteúdo online até para assinantes, fazendo.

Abs, Gfortes


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Advertasting: Coca-Cola Zero patrocina línguas

Você dá um gole e sente o sabor de Coca-Cola. Você olha para a garrafa e lê Coca-Cola Zero. Quem tem razão: seu olho ou sua língua? Claro que é a língua! Coca-Cola zero tem sabor de Coca-Cola com zero açúcar (mas tem gente confusa com relação a isso).

Para viralizar a campanha de propaganda e fixar o conceito na cabeça, ou melhor, na língua da galera, foi criada uma nova mídia: o ADVERTASTING. A Coca-Cola zero patrocina a língua das pessoas que quiserem perfurá-la com um piercing de titânio, em troca de um registro fotográfico.

Para uma análise muito bacana desta ação, leia este post do Sim, Viral em resposta ao post do Update or Die. E ser quiser saber mais sobre a “coisificação da propaganda”, leia este artigo do Webinsider.

OFERTA ESPECIAL: os leitores do blog que moram em São Paulo e querem ter sua língua patrocinada, basta mandar um email (oferta válida até 18/03) . Para quem não tem coragem, saiba que não dói nada. Principalmente na língua dos outros. O Tiago, aqui da agência, até sorriu durante a perfuração (cenas fortes) :


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Lojas de guerrilha são nova modalidade de varejo

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Trecho do artigo de Maria Alice Rocha no Terra Magazine sobre lojas de guerrilha:

Uma modalidade de promoção de vendas a varejo está se tornando cada vez mais freqüente e propondo soluções cada vez mais criativas por todo o mundo: as lojas guerrilheiras. Explicando melhor, lojas que aparecem e desaparecem rapidamente, sem deixar rastro, mas que estimulam emoções já são uma realidade há pouco mais de cinco anos.

O termo “guerrilheira” vem da palavra espanhola guerilla, originada para denominar a resistência dos espanhóis contra Napoleão. Hoje em dia, não se refere somente a atividades de guerra, mas a qualquer operação tática que cause surpresa, que sabote comunicações ou canais de distribuição, ou ainda, que traga algum prejuízo ao inimigo.

Apesar de parecer estranho, essa combinação tem acontecido no mundo da moda, na medida em que: inovação quase sempre gera surpresa; que os meios de comunicação e pontos de venda tradicionais não geram continuamente o burburinho necessário para alimentar os ciclos de moda, e que o negócio de moda se tornou um ambiente cada vez mais competitivo, no qual tentar matar o concorrente pode ser sua única garantia de sobrevivência no mercado.

No momento atual, duas iniciativas relacionadas com o mundo da moda têm chamado atenção: a badalada Oki-ni e a desejada Comme des Garcons.

Agora, para estar incluído no seleto grupo dos que tem acesso à exclusividade, além de ser necessário estar por dentro de tudo que acontece em termos de tendências e ter a informaço em primeira mão, é preciso ter disponibilidade para estar no lugar certo e na hora certa.

Vale ler o artigo na íntegra >>

Abs, Victor “Fashion Ninja” Javoski


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PatrocineMeuCarro.com

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Vendendo espaço no seu futuro carro zero, o Felipe não conseguiu os 50 mil que precisava para comprá-lo. Mas arrecadou R$ 5 mil que usou como entrada do seu novo Ford Fiesta.

O carro já está adesivado com a imagem dos patrocinadores (veja o mascarado da Espalhe, que apoiou a ação, no para-choque) e circulando por Belo Horizonte, onde espera recrutar novas marcas interessadas na mídia espontânea gerada pela ação.

Quer aparecer em BH? Compra lá o seu quadradinho no PatrocineMeuCarro.com.

abs, Gfortes


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Prepare seu saque: sem raquete pode?

Se, andando pela Zona Leste de São Paulo, você deu de cara com uma bola de tênis e já começou a treinar para o desafio Prepare o Seu Saque, não veja este vídeo.

O tênis é um esporte de cavalheiros e, ao contrário do pessoal da agência que só acerta na grosseria, é imprescindível o uso da raquete para praticá-lo. O Sergio sabe disso, foi no estande do Reserva Jardim no último domingo, e levou a TV LCD.

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Ecko fez um home-run

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Arrematar objetos em leilões por preços exorbitantes e depois fazer algo inusitado com eles é uma estratégia de guerrilha um tanto quanto comum. Não consigo puxar nenhum exemplo específico na memória agora (dêem um desconto, é sexta e faltam 15 minutos para a alforria), mas se não me engano o Golden Palace volta e meia aplica uma jogada dessas. A sacada está em conseguir equilibrar o quanto você vai gastar comprando o objeto com o retorno em boca-a-boca e mídia espontânea que seja lá o que você for fazer com a relíquia vá te dar.

A grife de roupas do grafiteiro Marc Ecko (lembram da pichação do Air Force One?) teve a manha de enxergar uma oportunidade. Arrematou por 750 mil dólares a bola do home-run número 756 do jogador Barry Bonds. O que acontece é que esse recorde é altamente polêmico, visto que o jogador está envolvido em um escândalo de dopping. Essa é a receita do buzz número 1: jogue gasolina em uma fogueira já existente, é mais fácil do que criar o seu próprio fogo esfregando dois palitinhos e ver ele ir pegando aos poucos. Agora a galera pode votar no que deve ser feito com a bola: (a) ser doada para o hall da fama, (b) ser marcada com um asterisco explicando que o feito foi alcançado de maneira controversa e doada para o hall da fama ou (c) ser catapultada para o espaço, onde será esquecida junto com este recorde ilegítimo.

Ou seja, Marc Ecko conseguiu puxar para os seus domínios a discussões de boteco em torno do recorde polêmico. Qualquer fanático por baseball tem sua opinião e vai ser forçado a ir lá no site dar o seu pitaco. Até o momento já são quase 10 milhões.

[]etas Mr Wagner, de volta das férias.


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Bolas, bolas, bolas

Para divulgar o desafio Prepare o seu Saque, que falamos aqui ontem, atacamos a Zona Leste com imãs e adesivos em formato de bolas de tênis.

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abs, Gfortes


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Prepare seu saque

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A partir de amanhã, a Zona Leste de São Paulo será invadida por centenas de milhares de bolas de tênis. A ação desenvolvida para a Cyrela pela Espalhe tem como objetivo gerar tráfego para o empreendimento Reserva Jardim, único da região com quadra de tênis.

Quem for ao estande de vendas e der um saque certeiro, ganha na hora uma TV LCD. Ok, o desafio Prepare seu Saque não é uma cesta de 1 milhão de dólares da NBA, mas em compensação é muito mais fácil, veja o que o Bruno Tozzini fez no primeiro teste que filmamos no local:

Abs, Gfortes


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Aparições nos DVDs do Vista

Está rolando em vários blogs um mistério sobre “quem seriam estas pessoas cujas imagens aparecem gravadas nos DVDs do Windows Vista”. Se foi um “easter egg” plantado pela própria Microsoft ou se é um hoax e não existe imagem nenhuma, pouco importa. O efeito é o mesmo e o boca-a-boca foi criado.

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[]´s Mr Wagner


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Aviões 2.0

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Para celebrar a sua entrada no mercado americano, a Virgin America fez um site onde deixava o público sugerir nomes aos seus novos aviões. Um dos primeiros escolhidos foi o “Unicorn Chaser”, sugerido pelos editores do Boing Boing, o maior blog do mundo.

Segundo o Boing Boing foi um convite normal, sem pagamento de jabá, sem passagens grátis ou ainda sem barrinhas de cereais extras quando algum deles viajar na nova companhia aérea. Os editores do Boing Boing aceitaram participar e dar “de graça” este incrível volume de mídia espontânea para a Virgin America simplesmente porque achou a iniciativa legal.

Prova de que para conseguir mídia espontânea em blogs não é preciso pagar ninguém para escrever posts mascarando um jabá por baixo dos panos. Basta propor algo legal que as adesões ocorrem naturalmente.

[]´s Mr Wagner


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Vote Cristo

Tudo que um profissional de guerrilha procura é um conteúdo forte, simples, redondo. Algo muito fácil de ser passado para frente no boca-a-boca.

Nós não compramos mídia, então somos otimistas o bastante para acreditar que nas milhares de mensagens que impactam os indivíduos todos os dias, eles elejam a nossa mensagem para comentar na mesa do bar, no bebedouro da empresa, mandar por e-mail, grafitar num muro, postar num blog. Mas para isso, a mensagem tem que ser forte, simples, redonda.

A eleição do Cristo como uma das novas 7 Maravilhas do Mundo é um conteúdo muito forte (Vote Cristo, precisa dizer mais alguma coisa?), é simples (basta passar o link da eleição pra frente), é redondo (mexe com nossos brios nacionalistas: vamos vencer a Estátua da Liberdade!).

Aparentemente qualquer um pode ser dono deste conteúdo. Pois tem o site www.votecristo.com.br que parece o site oficial da campanha no Brasil, com apoio da Prefeitura e outros orgãos de turismo. E tem também o site www.cristoredentor.com.br que tem o peso da URL oficial e permite que você vote por celular ou internet, além de ter comunidade no Orkut.

O Bradesco foi lá e apoiou a ação, colocando o anúncio abaixo na capa da Folha de S. Paulo, divulgando a URL do primeiro site. Pegou uma carona simpática, mas poderia potencializar muito mais com um plano forte de guerrilha (fala daí, Luca!).

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abs, Gfortes


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Propaganda é alma do negócio?

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O Google foi apontadado como a marca mais valiosa do mundo. Se, como dizem, a propaganda é a alma do negócio, como explicar que uma empresa que não faz propaganda tenha um marca com valor estimado de US$ 66 bilhões?

É óbvio, o Google é o Google e não precisa de propaganda. Nem por isso, o Yahoo é o Yahoo, um serviço tão bacana quanto o Google e que, mesmo assim, até pouco antes do cidade limpa ser implantado em São Paulo tinha painéis na Marginal. Eu nunca vi um painél do Google. E o Yahoo não está entre as 10 marcas mais valiosas do mundo.

Já falamos aqui sobre a receita guerrilheira do Google e falaremos de novo: o Google cria fatos novos toda a semana com o objetivo de gerar boca-a-boca e matérias na imprensa. O dia da Terra, por exemplo, comemorado no dia 22 de abril, é um motivo para falarmos do Google desde 2001 (logo lá em cima) até hoje (logo mais embaixo).

abs, Gfortes


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Lições do Super Bowl dois meses depois

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Os comerciais do Super Bowl costumam chamar mais atenção das pessoas do que o evento em si. Todo mundo fica curioso para saber quem são os 35 anunciantes que toparam pagar até US$ 2,6 milhões por um espaço de 30 segundos.

Neste aspecto, a 41ª edição do evento foi um marco por conta de dois motivos:

1- A moda dos comerciais produzidos pelos consumidores: o fator “quem é o louco que vai bancar US$ 2,6 milhões para veicular uma peça amadora” gera muito boca-a-boca, sem dúvida.

2- Ao contrário do que sempre aconteceu - os comerciais do Super Bowl desaparecerem depois de 1 veiculação - “agora, a vida útil das peças é ampliada pela exposição em dezenas de sites, pelos comentários dos blogs e pela troca dos videoclipes nas comunidades” (tirado do Meio & Mensagem - 12/02/07).

Aqui no Brasil, as empresas aprenderam a 1ª lição muito bem. Tão bem, que eu começo a pensar se ações de C.G.C. ainda despertam o interesse e o boca-a-boca falado no segundo tópico. Por exemplo, ao abrir ontem a última edição da revista da MTV, eu me deparei com 3 ações de C.G.C., quase em sequência:

1ª. Faça um filme pra Sprite. Se for ruim, a gente não usa. Se for bom, a gente não paga.

2ª. Uma idéia de dor de cabeça. Uma câmera na mão. Vamos transformar sua idéia de dor de cabeça em grana e fama.

3ª. You Paper. O espaço a gente dá. Entre no www.mtv.com.br/revista e envie artigos, entrevistas, ilustrações, histórias, fotos, desenhos, resenhas, críticas arte etc. Nós publicamos.

Conforme disse Kate Sirkin (diretora global de pesquisa do Publicis Groupe) para o Meio & Mensagem, “há 10 anos, você olhava os números da Nielsen e o recall do dia seguinte. Agora, o ROI significa mais do que contar eyeball. Você quer gerar comentários e tráfego online, ver as pessoas falarem de sua marca e buscá-la online”.

Será que a banalização da mecânica e a simples veiculação em um espaço comercial estão gerando estes comentários e discussões? Eu tô velho para MTV. Então peço aos jovens leitores do blog que comentem se estão participando de uma destas ações ou se já tinham ouvido falar delas.

abs, Gfortes


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