Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Guerrillapaper em São Paulo

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A Espalhe foi convidada pela agência de guerrilha inglesa Jack Liberties a fazer parte do projeto global de arte urbana Guerrillapaper. Desde janeiro muitos viram o papel de parede do artista Joshua Davis espalhados pelas ruas de São Paulo. As próximas cidades do projeto são Buenos Aires e Nova York.

Abs, Gfortes


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Setas adesivas para a Escola Panamericana

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Ação de guerrilha para a Escola Panamericana de Arte e Design. Setas laranja com a mensagem Aprenda a fazer isso na Panamericana foram coladas em diferentes imagens remetendo aos cursos da instituição: Publicidade, Design Gráfico, Fotografia, Artes Plásticas, Design de Jóias e Fashion Design.

As setas foram coladas em bancas de jornal, vitrines de lojas, revistas dentro de cabelereiros etc.

Conceito e criação da AlmapBBDO. Realização da Espalhe.


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Ruas de São Paulo em NY

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O pessoal da galeria Choque Cultural está fazendo a primeira exposição fora do Brasil. Chama-se Ruas de São Paulo.

Eles estão em NY, na Jonathan Levine Gallery, e fizeram um blog para documentar com muitas fotos tudo que está acontecendo lá,

É um grande salto para a galera da street-art brasileira, já que antes estava mais restrito a artistas como Gêmeos e Speto. Tenho certeza que depois dessa eles vão rodar o mundo.

Abs, Bruno Tozzini


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Speto na Choque Cultural

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Endereço: Rua João Moura 997 (quase esquina com a Cardeal)

Abs!
Bruno Tozzini


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Para fugir das multas

Vi no Sampaist (um bom blog cobrindo o cotidiano de São Paulo, esta cidade que estou aprendendo a aturar - grande passo para um carioca).

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A Lafa é uma loja de acessórios automotivos que encontrou esta forma guerrilheira de prestar serviço para o seu público alvo.

[]´s Mr. Wagner


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Morar com a praia aos seus pés 2

Continuação do post de semana passada, mostrando a escultura de areia do empreendimento Oceano, da Klabin Segall, na praia de Astúrias, que ficou pronta no último fim de semana.

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Morar com a praia aos seus pés

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Se quiser ver esta escultura pronta, dê um pulo na praia de Astúrias, Guarujá, neste sábado ou veja as fotos aqui no blog na segunda-feira.

Abs,


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Boca-a-boca na Zona Norte do Rio

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No último mês, uma série de acontecimentos marcou o cotidiano do carioca da zona norte. Em comum, apenas um símbolo forte e a frase Ele está chegando na Zona Norte.com. Eles foram carimbados em lambe-lambes nos muros de todo o Rio de Janeiro, marcavam camisetas dos membros de passeatas nas ruas e nas estações de trem, nos advertestas dentro de coletivos, estavam nas tatoos de tatuadores nas praias e nas bolachas de chope e espelhos de banheiros de bares da ZN. Pessoas trocaram camisetas usadas por novas que tinham o símbolo em plena rua e um blog noticiava tudo o que estava acontecendo. Estas ações despertaram a curiosidade das pessoas que perguntavam do que se tratava.

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Era o presságio de que algo de outro planeta chegaria à Zona Norte.

Uns diziam ser um ovni, outros o Pan e alguns chutavam ser manifestações de políticos. O comentário de um internauta resume bem o sentimento que tinha de ser desmistificado com as ações: “Geralmente tudo o que aparece de novo aqui no Rio é primeiro na Zona Sul…”.

O plano de guerrilha tinha como idéia valorizar a Zona Norte carioca que está sendo revitalizada e recebendo investimentos da iniciativa privada. Neste caso, será um megacondomínio da Klabin Segall e da área imobiliária do Grupo Modal, nas esquinas da Linha Amarela e da Avenida Suburbana, região do Grande Méier. E o símbolo nada mais é do que uma super piscina naquele formato, obra do escritório de arquitetura paulista Aflalo e Gasperini. Se a piscina parece de outro planeta, imagina o resto!

A campanha de guerrilha foi desvendada por passeata com “jornaleiros” que distribuiram tablóides anunciando que o símbolo é apenas a piscina. Na seqüência, a campanha above the line, da Eugenio, foi lançada com anúncios em jornais e comerciais de televisão, além de mobiliário urbano e comercial de cinema, dando detalhes do condomínio. Um guia, feito pela Fan, com os melhores atrativos do Grande Méier também foi distribuidos nos estabelecimentos da região.

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Semana de artes marciais em Lisboa

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Para promover a Semana das Artes Marciais do National Geographic Channel, foram colocadas faixas preta em objetos nas ruas de Lisboa, junto com um flyer dos documentários.


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Responsabilidade guerrilheira

Ações de responsabilidade social, consumo consciente e de terceiro setor em geral precisam lutar muito para aparecer nesse mundo saturado de informação. Com orçamentos muito menores do que as campanhas de consumo, as “campanhas responsáveis” têm uma tarefa muito mais difícil numa sociedade consumista como a nossa: chamar para a mobilização e não para a compra.

Ficar no mundo etéreo da propaganda é o mesmo que nada. A concorrência é muito pesada e muito mais atrativa. É preciso provocar o boca-a-boca se materializando em ações ambientes, PR Stunts e virais.

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A ação ambiente do artista plástico Eduardo Srur reconstruiu um cenário típico da década de 40 em plena Marginal do rio Pinheiros, em São Paulo. O motorista que passa pelo local se depara com 150 bonecos que navegam em caiaques. É impossível não parar e pensar no que seria inimaginável hoje: dar uma remada no Rio Pinheiros antes do trabalho, como se faz no Tamisa. Ou, no mínimo, pegar um solzinho aos domingos na sua margem sem vomitar, como é feito no Sena.

Já a ação de consumo consciente Piloto da Vez, da Johnnie Walker, provoca o boca-a-boca ao convocar o “piloto” que chega ao bar de carro com os amigos a só beber refrigerantes. Se ele topa, pode beber refrigerante grátis a noite toda. Uma marca de bebidas fazendo sampling de Coca-Cola? No mínimo inusitado. Será que funciona? Será que as pessoas não vão pegar o guaraná grátis e misturar com o uísque? Não sei. Eu pego o o meu uísque e você pega o seu refrigerante grátis, afinal você é que está dirigindo, e vamos conversar a respeito.

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Carimbo invisível na mão de quem topa ser Piloto da Vez


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Campanha da Tim foi tirada do ar

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O Tim Festival diz que legalizou a campanha usando sinais de trânsito na prefeitura. O Denatran diz que a prefeitura não poderia ter autorizado a propaganda porque ela fere o Código de trânsito. A prefeitura não disse nada, mas tirou a campanha do ar antes da hora.

Fotos tiradas do Globo.

abs, Cleber Martins


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Turco Loco: Sôloco por Guerrilha

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Nota na coluna da Mônica Bergamo, na Folha de hoje:

Uma van cheia “de ricos” sairá do Shopping Iguatemi, da Daslu e da rua Oscar Freire, em dias alternados da próxima semana, rumo à periferia de São Paulo. É o Locotur, passeio que faz parte da propaganda eleitoral do candidato a deputado tucano Turco Loco, dono da grife Cavalera. “Quero que os ricos saiam do seu mundinho”, diz ele.

Além deste PR Stunt, Turco Loco colocou na rua o manifesto Sôloco, base de sua campanha, em lambe-lambes, stickers e no blog Fetiche com Árvores, o foco ecológico do manifesto.

Você tem fetiche com árvores? Visite o blog e entre para a comunidade com mais de 3 mil membros no Orkut.

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Mais uma guerrilha Global

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Se ainda restam dúvidas de que o maior grupo de mídia do país está se aventurando em estratégias “no media”, taí mais uma ação de guerrilha fresquinha para a novela das oito, flagrada ontem pela Rosana Hermann no banheiro da Chaika em Ipanema.

[ ]’s Mr. Wagner


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Hip Hop na Fnac

O Cabal, que sempre fez guerrilha pra divulgar o seu trabalho, fará um pocket show GRÁTIS na Fnac da Paulista.

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Estratégias não-convencionais na imprensa

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A adoção de estratégias não-convencionais de comunicação pelas empresas brasileiras esteve presente nos dois principais jornais paulistanos nesta segunda-feira. No O Estado de S.Paulo, o caderno de Negócios traz a matéria “Aposta no inusitado é forma de se destacar” (burramente só para assinantes), que dá enfoque maior ao marketing viral e o potencial dos internautas de disseminar informações. Já a Folha de S.Paulo traz na capa da Ilustrada a matéria “Briga de Rua”, na qual sugere que artistas e empresas disputam espaço público. Cita, entre as novas estratégias para chamar atenção do consumidor, o grafite feito para divulgação do filme “A Concepção” e o stencil do 24 Horas feito pela Espalhe em 2005. Do outro lado do balcão, a reportagem traz Marc Shiller, do Wooster Collective, menosprezando as novas formas de comunicação, além de contar a história do artista paulistano Eduardo Srur, que produziu o curta Atentado, no qual registra as intervenções em outdoors espalhados pela cidade. Uma forma, aliás, bem guerrilheira de divulgar o seu trabalho.

A iniciativa dos dois jornais de fugir da cobertura da publicidade tradicional e abrir espaço para novas formas de comunicação é muito boa. Serve como alerta para as empresas brasileiras que ainda não acordaram para o fato de que não basta apenas investir em anúncios pagos para chegar até o consumidor. A idéia da pauta da Folha é bem bacana e só peca por não se aprofundar mais no assunto. Mais do que briga por espaço, há uma discussão mais interessante acontecendo: será que as ações que utilizam grafite, entre outras formas, podem ser consideradas arte? Se a resposta for positiva, e acredito que é, a utilização da arte urbana pelas empresas abre espaço para uma parceria vantajosa para as duas partes, além de proporcionar ao consumidor uma comunicação mais criativa e proveitosa.

Bjs, Tati Lima - Fan Comunicação


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