
O concurso cultural Ícones do Ipiranga, que a Gafisa está promovendo na região, está na reta final. Este fim de semana será a última chance para personalidades do bairro e os amigos que os indicarem ganharem prêmios.
Já encontramos o morador mais alto, o que tem mais amigos no Orkut, a que tem o nome mais comprido, o mais viajado e o que está casado há mais tempo.
Nos dias 20 e 21, será a vez dos aspirantes aos títulos de dono do carro mais antigo e morador que alcançou a maior nota no ENEM em 2008. Os prêmios serão um GPS NavCity 300 para o primeiro e uma viagem a Brotas (SP), com acompanhante, ou um banho-de-loja para o segundo.
Conhece alguém que se encaixa em um desses perfis? Vá com ele ao estande do Supremo Ipiranga, o novo empreendimento da Gafisa, na R. Agostinho Gomes (altura da R. Lima e Silva). Os amigos que indicarem os vencedores levam um iPod Shuffle 4GB.
Bjs, Cintia Costa
Muito legal mesmo é ver a analogia feita nesse evento: buscando icones do Ipiranga e, ao mesmo tempo, fazendo um lançamento imobiliário, comparando-o a um ícone no Bairro!
Gostei.
Mas… ao ler este último comentário da Cintia, doeu (e muito!!)a falta do conhecimento verbal da nossa bela língua portuguesa, quando escreveu PROCURAM-SE ícones (quando em todos os banners se lê procurA-se) – casas é que vendem-se; gente procura-se. E, para completar, ao final ……. “CORRÂO”! …… (ainda em verde!!!) desconheço essa conjugação verbal – futuro??
Penso que ela queria dizer para todos correrem até lá – CORRAM – a fim de não perder a inscrição.
Deixa isso prá lá – pois de forma alguma vai empanar o brilho do evento – apenas atrapalhou um pouco o conhecimento de quem lê, caso não tenha plena certeza da forma correta de se escrever.
Na próxima, Cintia, não corra tanto ao escrever e ….capriche mais.
Mê, adoro amantes da língua portuguesa. Sou, eu mesma, uma.
Acontece que “corrão” é uma expressão humorística muito comum em blogs (http://migre.me/2wR8) e no Twitter (como mostra a página linkada na palavra: http://migre.me/2x1v).
É uma brincadeira ironizando justamente os atropelos à nossa amada gramática em tempos de Orkut e MSN.
Já o “Procuram-se” está correto e eu defendo: o verbo passivo (procurar) concorda em número com o sujeito paciente (ícones). Nesse caso, ambos ficam no plural (http://migre.me/2wTB). Como em “Alugam-se casas” (plural) e “vende-se carro” (singular).
De qualquer maneira, se você conhece algum morador do bairro que zela pela língua como nós, ele é um sério candidato à melhor nota do ENEM. Inscrevam-se djá!
Abraços! Cintia Costa
Essas categorias são demais, quem tem essas idéias?
Abraços,
Mateus d’Ocappuccino
Oi Cintia, agradeço a gentileza da resposta!
Modismos não servem como desculpas. Um erro não justifica outro! Na realidade um texto, mesmo tendo a intenção de comunicar a msg da melhor forma, não deve conter termos que confundam o leitor numa próxima vez que fôr escrever.
Qto ao ‘procuram-se’, perdão pela insistência, discordo!
Apenas uma pergunta: Por que em todas as propagandas da Gafisa (e até no Blog de Guerilha) lemos vários ‘procura-se ícones’ e somente no seu comentário, procuraM-se?
Então, todos estão errados e só vc…. inclusive não é ‘verbo passado’ e sim, Verbo Intransitivo, na terceira pessoa do singular, mais a partícula se, indicando a indeterminação do sujeito.
As pessoas se procuram – correto
Procura-se pessoas (ou ícones) – correto
As casas são vendidas – correto
Vendem-se apartamentos – correto
Nosso povo precisa ler mais livros e jornais de qualidade e não fkr apns no MSN e Orkut!
Creio que vc também tem lido muita coisa errada por aí …
Não podemos mudar o mundo, mas a tentativa é válida.
Melhoras!
Abs…
Não tem nada de errado no português do blog, muito menos na explicação.
Especialmente levando em conta que as distorções com finalidade humorística foram explicitadas pelo uso das aspas… e sem essa liberdade criativa, não teríamos Adoniram, Rosa ou Mario de Andrade, além de outros poetas e literatos que brincaram com a nossa língua e a levaram a um patamar de cultura superior.
A pior parte da inclusão digital, desconfio, talvez não seja o mau português. Só evidenciamos um problema que já existia, e dominá-lo pra rir dele pode ser um contraponto para mudança. Já a libertação dos trolls…