Coloco abaixo a entrevista (só para assinantes) da Flavia Yuri com o guru Seth Godin na Época Negócios que está nas bancas. Ótimo perceber que estamos ajudando várias empresas a deixarem (de verdade) de ser almôndegas. Bjs, Adriana Cardoso.
Nenhuma empresa gostaria de ser classificada como uma almôndega. Mas, na visão do crítico de marketing Seth Godin, muitas são – e precisam estar cientes disso. Essas companhias não conseguem adotar o conceito do novo marketing, que não é baseado em publicidade. Ele é organizado por meio do boca a boca, das conexões digitais e das histórias. Especialista em mercados e autor do best-seller Você É Indispensável? e de mais 12 livros sobre o tema, Godin falou a Época NEGÓCIOS:
>>> Como saber se uma empresa é uma almôndega?
_Se você fabrica produtos chatos, em quantidade, você está no negócio das almôndegas. Não há nada de errado com isso, mas é preciso ter consciência de que a empresa é uma almôndega.
>>> De que maneira uma empresa-almôndega pode tirar proveito do novo marketing
_Ela simplesmente não consegue. Para usar o conceito do novo marketing, é fundamental gerar histórias e engajamento. E, para isso, a empresa tem de deixar de fazer o que é chato.
>>> O que mudou no consumidor de 2001 para o de 2011?
_O verbo do consumidor de hoje é mais querer e menos precisar. Ele compra experiências em vez de coisas. Mais do que isso, fala com os amigos sobre suas escolhas.
>>> Como as empresas podem ficar mais próximas desse consumidor?
_É importante atender os clientes, dizer a verdade e se engajar. E fazer coisas que poderiam ser compradas por elas mesmas.
>>> Qual o principal erro que as empresas cometem ao interagir com o consumidor
_Algumas empresas agem como se o consumidor não tivesse escolha. Mas ele tem.

Gosto muiiiito de almondegas!!!!!!
Muitas querem permanecer almôndegas, o que é o pior…
Como isso:
>>> De que maneira uma empresa-almôndega pode tirar proveito do novo marketing
_Ela simplesmente não consegue. Para usar o conceito do novo marketing, é fundamental gerar histórias e engajamento. E, para isso, a empresa tem de deixar de fazer o que é chato.
…se aplica a realidade de um hospital, um plano de saúde, um consultório dentário … acho que – em se tratando deste tipo de serviços – fica um pouco mais complicado usar guerrilha?
Penso que não é bem assim. Podemos dizer que para alguns produtos as pessos querem comprar..e isso é tipico do publico adolecente, agora a maioria das pessoas compram porque necessitam. Comparar empresas a almondegas porque produzem produtos em escala “chatos”..é no minimo leviano. O que é um produto “chato”? Concordo que o serviço é tão importante ou até mais importante que o propri produto…a experiencia de compra, porém, isso não torna o produto chato. A experiencia talvez não foi boa no ponto de venda mas e o produto?
“É importante atender os clientes, dizer a verdade e se engajar. E fazer coisas que poderiam ser compradas por elas mesmas.” Não entendi…algum empresario que vc conhece não produz algo que usaria? Alguém ainda se mantem no mercado vendendo gato por lebre? Redundante.
Um bom dia a todos.