Circulando por pontos nobres de São Paulo, como Faria Lima, Ibirapuera e Av. Brasil, existem boas chances de você encontrar uma figura lendária da cidade: o homem do carro amarelo.
Sempre impecável, com roupas e topete que matariam de inveja o Zé Bonitinho e o Justus, João Antonio Lara fica em pé ao lado de seu carro amarelo conversível, um Farus, réplica da Ferrari.
Ele virou um ícone tão forte da cidade, veja a matéria da Folha, que já participou de comercial para o Jornal da Tarde e foi convidade a ser um símbolo da campanha do dia mundial sem carro (no caso, amarelo).
Uma figura tão singular é conteúdo perfeito para uma ação de guerrilha. Foi o que o BMW Mini fez: um lampião maluco em altíssimo estilo. Não infringe a lei Cidade Limpa e faz presença entre os concorrentes da marca e os endinheirados dos Jardins em plena Avenida Europa, a rua das concessionárias chiques de São Paulo, onde a MINI não tem loja.
Bela emboscada e simples assim, foi só trocar o carro amarelo (desculpe a qualidade da foto com celular):
abs, Gfortes
Os ajudantes azuis caíram nas redes sociais com garbo, elegância e um toque de surrealidade: Arrumaram a mesa do @Interney, ajeitaram o armário de Lu Freitas, foram reconhecidos pela Ale Ferreira, ajudaram o @fore a fazer fotos no meio da noite, lavaram a louça e jogaram videogame numa festinha no NerdBunker, ajudaram com o blog de Lili Ferrari, da Ana Freitas e da Ale Ferreira…
Mas quem causou comoção foi mesmo o nosso Widget Faz-Tudo.
O widget Faz-tudo resolveu um “pequeno” problema no chuveiro na casa de Marina Santa Helena e Ian Black:
Depois foi estudado de perto pelo gato de Pedro Jansen e Sabine:
Aproveitou a aproximação animal e fez amizade com Bacon, o cãozinho de Rachel Juraski:
Colocou o micro-ondas na cozinha sem fogão de Gustavo Jreige:
E por fim, o pessoal do Sim, Viral cedeu seu Widget Faz-Tudo pra um abrigo de moradores de rua. Lá, o widget arrumou a fiação, que estava toda exposta, antiquada e perigosa. Deixou tudo bonito e seguro. O Widget Samsung era pra ser só uma ação de midia social, mas foi transformado por um grupo de blogueiros numa ferramenta de ação social: ajudar o próximo pode ser um excelente caminho pra sua marca ficar conhecida.
Abs, Gabi Bianco (as fotos bonitas no topo do post são daqui)
Dando uma de “Petrobrás”, que criou um blog para publicar na íntegra todas as entrevistas que atendia, resolvi publicar aqui as perguntas que o Rodrigo Martins, repórter do Link do Estadão, me fez para elaborar a matéria de capa desta semana, que fala sobre o “fim da blogosfera”.
Não é uma questão de querer ser melhor entendido ou corrigir algo incompleto na matéria. É só compartilhar com todos o exercício que fiz para responder as perguntas e ir um além das aspas que saem nas matérias.
1) Os blogs já tiveram várias fases: foram um diário, depois viraram plataforma para novos escritores, espaço para assuntos mais sérios, espaço para o novo jornalismo e lugar para ganhar dinheiro. Qual é a fase do blog hoje? Ou será que não há mais fase ou movimento que consiga descrever o blog hoje?
Blogs foram progressivamente sendo descobertos por pessoas / grupos / empresas, cada um destes com interesses específicos. Trata-se de uma plataforma para publicação de informação. As caras que esta plataforma vai assumir vão sempre depender de quem a decide usar e serão cada vez mais diversas e menos descritíveis.
2) Você acredita que o blog já está mais disseminado pelos internautas – acabou o hype? – e tornou-se, simplesmente, um site? Acabou aquele fetiche e o foco não está mais no publicador – o blog em si – e passou para o que se faz com ele? Por exemplo, o Twitter é usado hoje de várias formas. Não dá para dizer que todos os twitters são iguais. O que você pensa disso?
A maior parte das pessoas ainda não distingue muito bem o que está lendo online. O usuário médio entra no Google, cai em uma página com informação e raramente sabe identificar se aquele ambiente é um blog, um site, se é confiável, se não é…
Ao meu ver, isso acontece porque a identificação de um blog não é tão óbvia. Eles podem ter infindáveis caras, objetivos, endereços (urls) próprios, tratar de diversos assuntos… Acho que esta característica não ajudou a sedimentar “o que é um blog” na nossa cabeça.
Twitter é fácil. Uma url única, uma “cara” bem característica, um objetivo mais claro. Você diz “Twitter” e uma imagem identificável se consolida na sua cabeça. O mesmo para Orkut, MSN, Estadão, ou até mesmo Wikipedia.
Essa identidade múltipla deixa os blogs em um limbo. Nunca teremos um foco. É um diário? É uma fonte de jornalismo independente? É livre? É vendido? Não dá pra responder.
3) Vários artigos apontam o fim do blog, principalmente por conta da descentralização da publicação de informações. Se há alguns anos se quisesse ter um espaço na web, ou se montava um site no Geocities ou, mais recentemente, se montava um blog. Acontece que hoje há YouTube, Flickr e, mais recentemente, as redes sociais como Facebook e serviços de microblogging, como Twitter e Tumblr. Você acha que, de alguma forma, os blogs foram afetados por isso? Como e por que? Como você foi afetado.
Antigamente blog era uma das poucas opções de compartilhamento de informação, logo recebia uma dedicação quase exclusiva por parte de quem tem esta “sede”. Agora há opções para os mais diversos gostos e objetivos, logo o que antes era direcionado quase que exclusivamente para o blog, agora vai pra outras plataformas. E plataformas que tornam esta publicação / compartilhamento cada vem mais instintivas e automáticas. Não preciso mais escrever um post dizendo que gostei de um vídeo, basta clicar no “coração”, favoritando e compartilhando com todos que me seguem.
Ao mesmo tempo, um centralizador de toda esta atividade online se faz necessário. É o caminho que o Facebook parece estar querendo trilhar ao adquirir o Friendfeed. Não vamos mais acompanhar um blog, um fotolog, um twitter ou um site. Vamos acompanhar uma pessoa.
4) Acredita no fim do blog?
Não. O blog foi o primeiro passo para tudo isso e seu termo abraça todas estas plataformas: “web log” = “registro de atividades na internet”. Algo que vamos fazer cada vez mais.
5) Acredita que todas essas formas de publicação vão causar algum tipo de peneira, de diminuição de blogueiros mesmo?
Todo mundo terá alguma forma de “registro de atividades online”, ou seja, a rigor, todos serão blogueiros. Às vezes sem perceber. E, quando isso acontecer, a palavra blogueiro pode perder o sentido.
6) Outro ponto: os portais cada vez mais estão de olho nos blogueiros independentes. Acredita que os blogueiros que sobreviverem à tentação dessas outras formas de publicação irão migrar para esses portais?
Talentos vão sempre conquistar seu espaço e receberão boas ofertas, independente das ferramentas que usarem. Só tenho dúvidas se as boas ofertas estarão nos “portais”. Não tenho muita confiança de que este formato “centralizador de conteúdo” vai prevalecer por muito tempo.
ABS, MrWagner
Podem chamar de oportunismo, podem dizer que foi atrasado. Nós guerrilheiros chamamos de PR STUNT o cartão vermelho do Suplicy, uma imagem carregada de signficado que é um “prato cheio” para a imprensa. Nesse caso, a foto nem precisa de legenda, já disse tudo.
A ferramenta, chamada aqui de factóide, nas palavras do guerrilheiro Cesar Maia:
Os políticos precisam usar esta tecnologia buscando a notícia através de factóides- ou seja, fatos carregados de imagem. Quando a imagem não carrega fatos, esta é percebida pelas pessoas de forma negativa, como alegorias vazias e até pseudo-fatos, negando o fato que se quer destacar.
Por exemplo: quando o presidente vai a uma plataforma de petróleo e mostra as mãos com óleo ele produz um factóide, pois a imagem carrega ou expressa um fato efetivo que quer destacar. Mas quando o governador anda de triciclo em Berlim, ele provoca um efeito negativo, no máximo uma alegoria. Não há fato: a imagem está solta.
Ou seja, não diga que está fazendo um PR Stunt ao colocar um palhaço com sua mensagem tatuada na testa, pois isso não carrega nenhum significado (a menos que sua empresa seja um circo ou você esteja dentro do senado).
abs, Gfortes
Você tem a capacidade de improviso de um Ronald Rios? O espírito desbravador de um Chico Barney? A ginga um tanto quanto araruamense de Dayvid Braga? A classe de um Bruno Divetta? A meritocracia informal de um Cardoso? A diplomacia de um Edney? O físico de um Guilherme Valadares? A ousadia de uma Lini? O carisma de um Inagaki? As milhagens de um Jeff Paiva? A perspicácia de um Sílvio Lach? O profissionalismo de um Rafael Venturelli? Um domínio de gadgets móveis de uma Bia? A sofisticação de um Vitor Fasano? A disposição para escrever de uma Rosana? E, finalmente, O JEITINHO DA XUXA?
Quanto mais destes predicados você reuinir, maiores as suas chances de se tornar o primeiro “tripstreamer” profissional do Brasil. Quiçá do mundo!
Precisamos de alguém capacitado para cumprir uma missão árdua: documentar o esplendor dos 7 splashs mais incríveis do planeta. Suiça, Emirados Árabes, Islândia, Taiti, Venezuela, Brazil e Argentina deverão ser visitados em cerca de 20 dias durante o mês de setembro. E todas as emoções, conquistas e percalços desta missão serão relatados praticamente em tempo real, para que todos os perdedores que ficaram sentados em suas confortáveis cadeiras com ajuste de altura te acompanharem no twitter, no flickr, no youtube e em qualquer outra rede social que se auto-intitule 2.0
Clique aqui e preencha o formulário candidatando-se. Você tem até este sábado para nos convencer que, mais do que ficar bem em uma sunga vermelha, você fica bem numa sunga vermelha molhada em um vídeo no YouTube.
ABS Mr Wagner
A série Mad Men se passa em 1960, na fictícia agência de publicidade Sterling Cooper. O foco da trama está no publicitário Donald Draper e nas pessoas que fazem parte de sua vida dentro e fora do escritório.
É um drama, porém é bem engraçado para nós que trabalhamos em agência, não só pelas campanhas reais criadas dentro da ficção, mas principalmente para ver as mudanças radicais ocorridas no nosso ambiente de trabalho em pouco mais de 40 anos.
Parece pré-histórico as pessoas fumando desbragadamente em todos os cantos da agência, dona da conta de Lucky Strike, enquanto a criação luta para desviar a atenção das primeiras matérias sobre os malefícios do cigarro.
Cigarro no escritório eu ainda vi no início da minha carreira, pior é o papel secundário das mulheres na sociedade da época. Na agência de Mad Men elas só trabalham como secretárias e para crescerem na carreira precisam pegar um bom executivo e, desde o primeiro dia, são treinadas para isso.
Mas o mais grotesco, especialmente para nós brasileiros, é o discurso abaixo do redator que apresenta os departamentos da agência à jovem secretária em seu primeiro dia. É grotesco porque enquanto o cigarro foi banido até dos botecos e as mulheres são maioria em todas as salas de reunião, a venda de mídia antes da idéia continua sendo o modelo de negócio dos principais grupos de comunicação do país. E mesmo com a internet chegando nos lares da classe C e a pulverização do número de veículos, muitos clientes parecem não se importar em ficar na mão do mídia e seus veículos.
Este é o departamento de mídia, aqui se gasta 90% da verba do cliente, é tudo uma extorsão, de fato: eles não vendem idéias ou campanhas ou jingles, eles vendem mídia… com comissão de 15%, a criação é só pano de fundo e é embutida no custo.
abs, Gfortes
As expectativas para a passagem da FresnoVan pelo Rio de Janeiro foram superadas. Mais de 1.800 pessoas compareceram nos três Postos ALE em que aconteceram as apresentações da Fresno, o Melhor Grupo do Brasil, segundo o Prêmio Multishow.
E não foram apenas fãs: os pop-up shows foram acompanhados de perto pela imprensa e acabaram nas páginas dos principais jornais da Cidade Maravilhosa, como O Globo e Extra. As apresentações em outras cidades renderam registros em veículos dos mais variados formatos e públicos: Capricho, Diário de São Paulo, Portal Exame, MMOnline.
Como bem disse Mr. Wagner, uma boa idéia não basta: é preciso saber potencializar o boca-a-boca.
É por isso que cultivar um relacionamento com a imprensa, como faz a Fan, empresa irmã da Espalhe, é fundamental para ampliar o impacto da ação. E não estamos falando de enviar releases loucamente, como se não houvesse amanhã. É um trabalho de vender a cada editoria os aspectos da ação que lhe são relevantes.
Assim, você sai da caixa e coloca a marca nos lugares mais inesperados, do caderno de cultura ao suplemento jovem.
Hoje tem mais Bombar no Posto ALE com Fresno, desta vez, em BH. Veja os horários e endereços dos postos no site de ALE e confira a ação ao vivo.
Bjs, Cíntia Costa
Nós brasileiros achamos normal político profissional que mora em castelo. Nó rimos de um motorista que entra no carro completamente bêbado. Para nós é inevitável crianças vivendo e morrendo na rua. Nenhum jornalista brasileiro considera a foto acima suficientemente forte para virar notícia de jornal sério. Sabemos que 36% de todo nosso esforço serve para sustentar uma quadrilha em Brasília e seguimos em frente. Sem olhar para o lado
Dê mais que emola, dê futuro.
Tendo em mente que o povo brasileiro está calejado desse jeito, como algum profissional de comunicação espera que um slogan bonito, como esse do Programa São Paulo Protege, impresso no papel vai nos sensibilizar e mudar nosso comportamento? Não vai.
Em 2005, “com o slogan “Não dê esmola. Dê futuro”, foi lançada pela prefeitura, em São Paulo, uma articulação entre a sociedade e prefeitos da região metropolitana para tentar mudar essa crônica paisagem de crianças pedintes”. “Não se trata de uma experiência qualquer. Está se envolvendo nessa operação um forte esquema de poder. Governos estadual e municipal, associações comunitárias, mídia, empresários, fundações e ONGs”.
Olhando para a comunicação e para as ruas, eu posso dizer com certeza que a campanha não deu em nada. Não conseguiu levantar a discussão a ponto de influenciar a sociedade.
O desperdício é que em uma campanha com propósito nobre pede os PR Stunts mais ousados e criativos que se pode pensar. Por uma causa, nós podemos fazer tudo e nenhum cristão fica ofendido quando o Greenpeace usa o Cristo Redentor para se promover (imagina se fosse uma marca de cerveja ou de picolé). Nesses casos a criatividade não esbarra em nenhum limite ou legislação.
Se realmente tivesse pensado em gerar boca-a-boca e mídia espontânea para o assunto e não simplesmente em cumprir a tabela de mídia, o prefeito de São Paulo teria contratado UM único repórter fotográfico para passar 2 meses nas ruas da cidade investigando e expondo que a mendicância é de fato profissional. E nós perceberíamos que alimentar este hábito não ajuda ninguém e não vale para recebermos perdão e aliviar nossa consciência pelos pecadinhos do dia-a-dia. Esse material jornalístico e investigativo poderia alimentar um blog/fotolog que, bem divulgado, pautaria dezenas de veículos, blogs e mesas de boteco em cima desta questão.
E foi isso que a Veja São Paulo fez e publicou no último fim de semana com o título profissão mendigo. Não sei vocês, mas depois de ler a matéria eu não dou mais esmola.
Abs, Gfortes
Lá vamos nós de novo desafiar os limites da viabilidade: amanhã, 15 de agosto, é dia de levar o Fresno para bombar nos Postos ALE do Rio de Janeiro.
A expectativa para esta sexta saída da banda? Bom, o tópico criado na comunidade oficial do Fresno no Orkut para discutir sobre os pop-up shows de sábado registra, até o momento do fechamento deste post, 2.500 mensagens (nosso recorde em todos estes anos no admirável mundo das redes sociais). Dá para imaginar como será ao vivo, não?
Antes de mais nada, isso prova que vale a pena investir no relacionamento com o público alvo nas redes sociais – e não simplesmente postar mensagens padrão em tudo que é comunidade relacionada.
Os fãs, que conhecem nossa coordenadora de redes sociais pelo nome, vestem a camisa do projeto sem medo de ser feliz e lotam os pop-up shows dos rapazes.
Ficou curioso para ver a ação bombando ao vivo? Anote aí os endereços dos postos e as faixas de horário das apresentações. Se quiser ficar por dentro da ação, ver fotos e vídeos e saber das próximas datas e locais por onde a Fresnovan vai passar, fique de olho no blog do Bombar no Posto.
s2, Cíntia Costa
Com o bicho pegando na economia americana, o Rancho Bernardo Inn, um spa de luxo em San Diego, viu o seu número de reservas cair consideravelmente. As opções mais óbvia seria fazer alguma promoção, cortar uns custos e divulgar isso comprando bastante mídia, na esperança de seduzir alguns hóspedes.
A outra seria usar os seus próprios recursos e ivestir em criatividade, bolando uma promoção que estimula boca-a-boca e mídia espontânea.
O quarto “deluxe” sai normalmente por $219. Mas rola um desconto para $199 se você abrir mão do café da manhã, $179 sem o bar, $159 sem ar condicionado ou aquecimento, $139 sem travesseiros, $109 sem cobertores, $89 sem luzes, $59 sem lençóis, $39 sem roupa de banho e, finalmente, só $19 sem cama.
Acampe em quanrto de Spa de luxo por 19 dólares. Uma experiência um tanto quanto inusitada. Falação na certa.
ABS, Mr Wagner
Você anda se perguntando se os astros estão favorecendo seu amor? Querendo saber se o seu signo combina com o daquela gatinha que dá replys para você no Twitter? Procurando nas estrelas uma luz para ver se encontra um follower que dê futuro?
O Estrela Guia resolve seus problemas!
Para descobrir a compatibilidade dos @s, basta mandar uma mensagem direta (DM) para @correioelegante, informando o signo dos dois pombinhos. Os solteiros também têm vez: é só mandar uma DM estilo “tuiteiro solteiro procura” dizendo qual é o seu signo e o @correioelegante faz seu jabazinho. E ainda, se você faz a linha discreto ou envergonhado e quer uma ajuda em segredo, o @correioelegante promete sigilo se vc pedir.
Uma vez por semana, a sorte sorri para um tuiteiro apaixonado, que ganha uma sinastria (um mapa astral de relacionamento, beeem detalhado).
Como assim? Vejam alguns trechos da sinastria do casal @maestrobilly e @mellancia:
Mercúrio de @mellancia na Casa III de @maestrobilly
@mellancia volta sua curiosidade para as ideias de @maestrobilly. A comunicação é vital na relação. Ambos sentem necessidade de trocar impressões e manter um contato constante (não é à toa que eles tuitam tanto!).
Vênus de @mellancia em Sextil com Vênus de @maestrobilly
Ambos os indivíduos possuem a mesma forma de expressar afeto, bem como os mesmos valores pessoais (será que eles trocam setlists românticos?).
E você, o que está esperando? DM djá!
Bjs, Cintia Costa