Vamos falar de guerrilha na YOUPIX!

31 de agosto

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Lenda Urbana: o homem do carro (MINI) amarelo

28 de agosto

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Foto do Urbanistas

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Fotos do Groba e do Aos Vivos

Circulando por pontos nobres de São Paulo, como Faria Lima, Ibirapuera e Av. Brasil, existem boas chances de você encontrar uma figura lendária da cidade: o homem do carro amarelo.

Sempre impecável, com roupas e topete que matariam de inveja o Zé Bonitinho e o Justus, João Antonio Lara fica em pé ao lado de seu carro amarelo conversível, um Farus, réplica da Ferrari.

Ele virou um ícone tão forte da cidade, veja a matéria da Folha, que já participou de comercial  para o Jornal da Tarde e foi convidade a ser um símbolo da campanha do dia mundial sem carro (no caso, amarelo).

Uma figura tão singular é conteúdo perfeito para uma ação de guerrilha. Foi o que o BMW Mini fez: um lampião maluco em altíssimo estilo.   Não infringe a lei Cidade Limpa e faz presença entre os concorrentes da marca e os endinheirados dos Jardins em plena Avenida Europa, a rua das concessionárias chiques de São Paulo, onde a MINI não tem loja.

Bela emboscada e simples assim, foi só trocar o carro amarelo (desculpe a qualidade da foto com celular):

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abs, Gfortes



Widget Samsung: muito além do celular

27 de agosto

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Os ajudantes azuis caíram nas redes sociais com garbo, elegância e um toque de surrealidade: Arrumaram a mesa do @Interney, ajeitaram o armário de Lu Freitas, foram reconhecidos pela Ale Ferreira, ajudaram o @fore a fazer fotos no meio da noite, lavaram a louça e jogaram videogame numa festinha no NerdBunker, ajudaram com o blog de Lili Ferrari, da Ana Freitas e da Ale Ferreira

Mas quem causou comoção foi mesmo o nosso Widget Faz-Tudo.

O widget Faz-tudo resolveu um “pequeno” problema no chuveiro na casa de Marina Santa Helena e Ian Black:

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Depois foi estudado de perto pelo gato de Pedro Jansen e Sabine:

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Aproveitou a aproximação animal e fez amizade com Bacon, o cãozinho de Rachel Juraski:

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Colocou o micro-ondas na cozinha sem fogão de Gustavo Jreige:

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E por fim, o pessoal do Sim, Viral cedeu seu Widget Faz-Tudo pra um abrigo de moradores de rua. Lá, o widget arrumou a fiação, que estava toda exposta, antiquada e perigosa. Deixou tudo bonito e seguro.  O Widget Samsung era pra ser só uma ação de midia social, mas foi transformado por um grupo de blogueiros numa ferramenta de ação social: ajudar o próximo pode ser um excelente caminho pra sua marca ficar conhecida.

Abs, Gabi Bianco (as fotos bonitas no topo do post são daqui)



O Fim da Blogosfera?

26 de agosto

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Dando uma de “Petrobrás”, que criou um blog para publicar na íntegra todas as entrevistas que atendia, resolvi publicar aqui as perguntas que o Rodrigo Martins, repórter do Link do Estadão, me fez para elaborar a matéria de capa desta semana, que fala sobre o “fim da blogosfera”.

Não é uma questão de querer ser melhor entendido ou corrigir algo incompleto na matéria. É só compartilhar com todos o exercício que fiz para responder as perguntas e ir um além das aspas que saem nas matérias.

1) Os blogs já tiveram várias fases: foram um diário, depois viraram plataforma para novos escritores, espaço para assuntos mais sérios, espaço para o novo jornalismo e lugar para ganhar dinheiro. Qual é a fase do blog hoje? Ou será que não há mais fase ou movimento que consiga descrever o blog hoje?

Blogs foram progressivamente sendo descobertos por pessoas / grupos / empresas, cada um destes com interesses específicos. Trata-se de uma plataforma para publicação de informação. As caras que esta plataforma vai assumir vão sempre depender de quem a decide usar e serão cada vez mais diversas e menos descritíveis.

2) Você acredita que o blog já está mais disseminado pelos internautas – acabou o hype? – e tornou-se, simplesmente, um site? Acabou aquele fetiche e o foco não está mais no publicador – o blog em si – e passou para o que se faz com ele? Por exemplo, o Twitter é usado hoje de várias formas. Não dá para dizer que todos os twitters são iguais. O que você pensa disso?

A maior parte das pessoas ainda não distingue muito bem o que está lendo online. O usuário médio entra no Google, cai em uma página com informação e raramente sabe identificar se aquele ambiente é um blog, um site, se é confiável, se não é…

Ao meu ver, isso acontece porque a identificação de um blog não é tão óbvia. Eles podem ter infindáveis caras, objetivos, endereços (urls) próprios, tratar de diversos assuntos… Acho que esta característica não ajudou a sedimentar “o que é um blog” na nossa cabeça.
Twitter é fácil. Uma url única, uma “cara” bem característica, um objetivo mais claro. Você diz “Twitter” e uma imagem identificável se consolida na sua cabeça. O mesmo para Orkut, MSN, Estadão, ou até mesmo Wikipedia.

Essa identidade múltipla deixa os blogs em um limbo. Nunca teremos um foco. É um diário? É uma fonte de jornalismo independente? É livre? É vendido? Não dá pra responder.

3) Vários artigos apontam o fim do blog, principalmente por conta da descentralização da publicação de informações. Se há alguns anos se quisesse ter um espaço na web, ou se montava um site no Geocities ou, mais recentemente, se montava um blog. Acontece que hoje há YouTube, Flickr e, mais recentemente, as redes sociais como Facebook e serviços de microblogging, como Twitter e Tumblr. Você acha que, de alguma forma, os blogs foram afetados por isso? Como e por que? Como você foi afetado.

Antigamente blog era uma das poucas opções de compartilhamento de informação, logo recebia uma dedicação quase exclusiva por parte de quem tem esta “sede”. Agora há opções para os mais diversos gostos e objetivos, logo o que antes era direcionado quase que exclusivamente para o blog, agora vai pra outras plataformas. E plataformas que tornam esta publicação / compartilhamento cada vem mais instintivas e automáticas. Não preciso mais escrever um post dizendo que gostei de um vídeo, basta clicar no “coração”, favoritando e compartilhando com todos que me seguem.

Ao mesmo tempo, um centralizador de toda esta atividade online se faz necessário. É o caminho que o Facebook parece estar querendo trilhar ao adquirir o Friendfeed. Não vamos mais acompanhar um blog, um fotolog, um twitter ou um site. Vamos acompanhar uma pessoa.

4) Acredita no fim do blog?

Não. O blog foi o primeiro passo para tudo isso e seu termo abraça todas estas plataformas: “web log” = “registro de atividades na internet”. Algo que vamos fazer cada vez mais.

5) Acredita que todas essas formas de publicação vão causar algum tipo de peneira, de diminuição de blogueiros mesmo?

Todo mundo terá alguma forma de “registro de atividades online”, ou seja, a rigor, todos serão blogueiros. Às vezes sem perceber. E, quando isso acontecer, a palavra blogueiro pode perder o sentido.

6) Outro ponto: os portais cada vez mais estão de olho nos blogueiros independentes. Acredita que os blogueiros que sobreviverem à tentação dessas outras formas de publicação irão migrar para esses portais?

Talentos vão sempre conquistar seu espaço e receberão boas ofertas, independente das ferramentas que usarem. Só tenho dúvidas se as boas ofertas estarão nos “portais”. Não tenho muita confiança de que este formato “centralizador de conteúdo” vai prevalecer por muito tempo.

ABS, MrWagner



PR Stunt no Senado

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Podem chamar de oportunismo, podem dizer que foi atrasado. Nós guerrilheiros chamamos de PR STUNT o cartão vermelho do Suplicy, uma imagem carregada de signficado que é um “prato cheio” para a imprensa. Nesse caso, a foto nem precisa de legenda, já disse tudo.

A ferramenta, chamada aqui de factóide, nas palavras do guerrilheiro Cesar Maia:

Os políticos precisam usar esta tecnologia buscando a notícia através de factóides- ou seja, fatos carregados de imagem. Quando a imagem não carrega fatos, esta é percebida pelas pessoas de forma negativa, como alegorias vazias e até pseudo-fatos, negando o fato que se quer destacar.

Por exemplo: quando o presidente vai a uma plataforma de petróleo e mostra as mãos com óleo ele produz um factóide, pois a imagem carrega ou expressa um fato efetivo que quer destacar. Mas quando o governador anda de triciclo em Berlim, ele provoca um efeito negativo, no máximo uma alegoria. Não há fato: a imagem está solta.

Ou seja, não diga que está fazendo um PR Stunt ao colocar um palhaço com sua mensagem tatuada na testa, pois isso não carrega nenhum significado (a menos que sua empresa seja um circo ou você esteja dentro do senado).

abs, Gfortes


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