As coisas estão evoluindo muito rápido, e parecem estar se mexendo na nossa direção e para essa coisa toda de virais. Acho que olharemos para trás e riremos dos dias de hoje, quando éramos pagos para filmar comerciais.
Frase do guru dos vídeos virais, o sócio-diretor da Hungryman, Bryan Buckley em entrevista ao Meio & Mensagem publicada esta semana.
abs, Gfortes
A passagem do Fresno pelos postos ALE de BH não realizou apenas os sonhos das centenas de fãs que apareceram para cantar junto com a banda gaúcha. Realizou também o sonho da gente, aqui na Espalhe.
Acho que a única regra para uma ação de guerrilha bem sucedida é entender que não há regras, não há “jurisprudência”. Não existe apostar em alguma coisa porque “já deu certo antes”; nem evitar um caminho “porque nunca fizeram isso antes”.
Dito isso, não posso negar minha preferência pelas ações que, de alguma forma, flertam com a inviabilidade. Sempre achamos que botar uma banda de rock hypada para fazer apresentações gratuitas em postos de gasolina pelo Brasil se encaixava nessa categoria. E, depois de paradas animadas e emocionantes em São Paulo e Vitória, o projeto Bombar no Posto ALE recebeu dos mineiros uma recepção que confirmou de uma vez por todas que estávamos certos.
Sim, o primeiro pop-up show teve que terminar antes do previsto porque fãs mais afoitos conseguiram driblar a forte segurança e invadiram a área reservada para a banda se apresentar. Circulamos por BH seguidos por carros e vans, com pessoas gritando nos sinais e cercando a van a cada parada.

Eles não trabalham como seguranças, mas trabalham com paixão para fazer acontecer.
Dá frio na barriga antes de embarcar num projeto como esse? Com certeza.
Rola tensão? Sim.
Mas, mais do que tudo, ao juntar uma idéia realmente criativa, a paixão da equipe, um cliente corajoso, uma banda muito parceira, confiança, experiência e planejamento conseguimos criar uma experiência ímpar e inesquecível relacionada à marca – sem falar em awareness, relacionamento, engajamento e todas essas paradas.
Quem estava lá curtiu do início ao fim, cantou junto, fotografou e pediu autógrafos. Fez cafuné no Tavares e beliscou o Lucas. E, quem não estava, pode agora acompanhar pela grande variedade de canais de mídia espontânea que tem demonstrado interesse pelo projeto.
Já tem 600 respostas um dos tópicos abertos na comunidade oficial do Fresno sobre o pop-up show que o grupo vai fazer em postos ALE de BH neste sábado. Tem gente combinando carona e até aluguel de vans! Se você quiser se candidatar a um lugar em alguma delas entra lá no bate-papo.
Essa será a quinta saída da banda pelo projeto Bombar no Posto ALE. E, a julgar pela passagem de Vavo, Lucas, Bell e Tavares por Vitória, os seguranças terão bastante trabalho novamente.
Se você é fã do Fresno e mora em BH, confira aqui os locais por onde a van vai passar. Agora, se você também é fã, mas mora no Norte ou no Nordeste, não deixe o coração apertar: participe do concurso cultural relâmpago e torça para ser o escolhido que vai a BH conhecer a banda.
Bjs, Cíntia Costa
Criamos a comunidade Livros de Guerrilha na rede social O Livreiro, iniciativa do Infoglobo e da Livraria Cultura, e estamos arrumando os livros pertinentes ao assunto por temas como Queda da Propaganda, Meme etc.
abs,
Veja também:
A história de Sophie Calle é comum: um término de relacionamento. O curioso é como ela reagiu a isso.
Sophie recebeu uma carta de seu amante a qual dizia que eles não poderiam mais ficar juntos, mas não teve coragem de lê-la e convidou primeiro amigos e depois 107 artistas para interpretar a tal carta. Isso virou uma exposição com as mais diferentes formas de representação artísticas.
Agora a exposição chegou ao SESC Pompéia em São Paulo e a agência Santa ClaraNitro criou uma performance no metrô para divulgá-la.
Mulheres entram nos vagões do metrô lendo a carta de Sophie Calle e após alguns minutos começam a chorar aos prantos. Antes de saírem do vagão deixam as cartas em cima dos bancos. Além do texto havia informações sobre a exposição e também uma instrução para as pessoas passarem a carta pra frente.
Pensando em expandir a idéia criada pela a artista, um blog colaborativo foi criado para que qualquer um possa mandar a sua interpretação. Você está convidado a participar. Acesse, colabore e sua obra pode fazer parte da exposição.
abs,
Rafael Venturelli
Desta vez, “a Espalhe deu antes, e gostou”. Pois é, foi a agência que deu o toque na Trip sobre a realidade aumentada. E a Trip foi atrás. Inaugurou o reality show 3D com um ensaio da tripgirl Barbara Nogueira. O resultado foi tão bom que até congestionou o servidor, de tanto acesso ao site. Ainda não viu? Vai lá.
Como se diz naqueles testemunhais de sabão em pó, “Obrigado, Espalhe!”.
Abz, Fernando Luna (*)
(*) Diretor editorial da Editora Trip, empresa que convidou a Espalhe a criar uma série de pequenas interações para colocar seu novo site na boca do povo. E como toda boa estratégia de guerrilha, a idéia é potencializar os recursos do cliente _ no caso da Trip, usamos sua capacidade de criar um excelente conteúdo, sua força de distribuição em bancas/assinantes e a possibilidade de fazer permutas com parceiros como a Colméia _ para gerar boca-a-boca. A primeira ação vocês já tinham visto aqui, esta é a segunda e vem mais por aí.

Não são Lumpa-Lumpas, são Widgets do Samsung Star!
Um celular repleto de pequenos ajudantes: os widgets. Este é um belo resumo do que é o Samsung Star, aparelho recém-lançado pela Samsung.
Agora, como chamar a atenção das pessoas para uma série de ícones que ficam ali, quietinhos, na tela do celular? A solução foi trazê-los para a vida real.
Para viabilizar o plano, a SantaClaraNitro e a Cheil montaram um time de pequenos ajudantes caracterizados de widgets e os treinaram para que pudessem facilitar o dia-a-dia das pessoas. A operação da ação é da Espalhe.

Sujou a mão no Yakisoba da Paulista? Lencinho umedecidos!
A primeira invasão foi na cidade de São Paulo. Os widgets facilitaram a vida das pessoas no prédio da própria Samsung, na praça de alimentação do Centro Empresarial Nações Unidas e na Avenida Paulista.
Vai chamar um táxi? O widget faz para você. Informação de trânsito? O widget sabe. Segurar o guarda-chuva em uma manhã cinzenta? O widget ajuda. Passear com o cachorro? O widget não só leva para passear, como ainda brinca com o “totó”!

Caroninha no guarda-chuva? A Av. Rebouças é a melhor opção!
Algumas pessoas ficaram assustadas, outras sorrindo. Até a mais apressada parou por alguns segundos para receber a ajuda dos widgets.
E a invasão widget continua. As próximas ações estão planejadas para acontecerem em Campos do Jordão (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). Mas antes, eles devem facilitar a vida das pessoas em feiras livre ou em baladas na capital paulista.
Bloggers que precisarem e quiserem podem escolher o que melhor atende às suas necessidades e depois recebe um widget azulzinho, bonitinho e preparado para ajudá-lo a prender um quadro, pagar contas ou mudar o layout do blog.
E aí? Vai querer facilitar a sua vida? Peça a ajuda dos widgets!
Abs,
Cirilo Dias

Esta semana a van do Fresno vai abastecer novamente nos postos ALE de São Paulo. Confira a programação e se prepare para gritar histericamente cantar vendo o clipe abaixo da apresentação nos postos de Vitória.
Leia também:
Vamos bombar com Fresno nos postos ALE de Vitória
Fresno vai BOMBAR no posto ALE
The Web is moving to a fluid series of interactions that take place in relevant contexts
A frase desta semana é de Brian Morrissey e diz respeito à tendência das empresas de substituírem os seus mega hotsites em Flash (“Flashturbation”) por pequenas interações, ao longo do tempo, com seus consumidores alvo.
É o que chamamos aqui na agência de “estratégia Google”, ou seja, criar assunto/ações/conteúdo consistentemente, todo mês, toda semana e todo dia, que colocam a marca Google na boca do povo, dos jornalistas, dos blogs e redes sociais.
Quantas empresas levam 4 ou 5 meses desenvolvendo um mega hotsite para divulgar algum produto e depois não fazem mais nada? E o risco de no meio tempo da produção do hotsite o concorrente fazer um novo movimento que faz tudo perder o sentido? E o investimento de R$ 500 a 1 milhão em uma única oportunidade de “interação” (aspas) que ainda precisa de uma mega verba de mídia para levar tráfego para o endereço.
Nesse tempo e com a mesma verba, o Google poderia ter feito: história em quadrinhos, um factóide no lançamento do GMAIL que o seu email gratuito é só para convidados , um filmete colaborativo que bomba, divulgação da foto de cachorro dos funcionários no escritório e criar um mito em torno do Googleplex, a transformação do Google Earth em Google moon que vira queijo só de brincadeira, a mudança de seu logo em datas comemorativas, blogs para todos os seus produtos que pautam os blogs de tecnologia do mundo todo etc etc etc.
E é por isso que ele não sai da pauta do dia. Todo segundo tem alguém no mundo falando das estripulias do Google. Parece fácil. E é.
abs, Gfortes
Veja também: Conheça o Livreiro na FLIP
Este é o ano em que o Festival de Cannes, principal premiação mundial de propaganda, teve como maiores estrelas o case de PR Stunt “O Melhor Emprego do Mundo” e a campanha fortemente baseada em redes sociais de Barack Obama, dois exemplos de comunicação que, com pouca ou nenhuma ajuda da mídia de massa, extrapolaram o mundo especializado da comunicação e literalmente cairam na boca do povo. E, talvez por isso mesmo, também é o ano da primeira edição do Croquette Awards, festival internacional de Marketing de Guerrilha.
Mas por que Croquette? Nem os organizadores _ Lisbon AdSchool e a agência portuguesa Torke Guerrilha _ souberam responder. Mas na minha opinião, croquete é um nome perfeito para uma premiação de guerrilha e eu, como jurado, vou ter em mente a receita do croquete, simples e sem o disfarce do glamour, para julgar as melhores idéias criadas para se espalharem de boca em boca.
Os trabalhos serão avaliados em 11 categorias.
Em offline, os trabalhos poderão ser inscritos em ambush marketing (aproveitar a comunicação de outra marca), field marketing (flashmobs, performances, sampling), urban intervention (projectos que utilizem a cidade), new alternative media, PR Stunt (projectos criados para captar a atenção da imprensa), ambient media (utilização de táxis, banheiro, metro, aeroportos, cinemas, restaurantes) e em uncategory (conteúdo que não se encaixa em nenhuma categoria).
Já a competição de online tem três categorias: viral, projetos interativos (celulares, advergames, widgets, screensavers) e uncategory.
Os Croquette Awards contam ainda com o Old Croquette para projetos desenvolvidas por criativos maiores de 45 anos (velhos?!).
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 14 de julho (FALTA 1 SEMANA). E os resultados serão conhecidos em 24 de Julho, para coincidir com o final das aulas da Lisbon Ad School.
Os jurados de offline são:
André Rabanea – Torke – Portugal
Gustavo Fortes – Espalhe – Brasil
Maryanne McNamara – Jack Liberties – Inglaterra
Chantal Richez - Sponge – Bélgica
Horácio Puebla – Leo Burnett – Portugal
Martin Delgado – DMG – Espanha
Miguel Pate – Wunderman – Portugal
José Bomtempo – BAR – Portugal
João Baptista – Marketingcom – Portugal
Jel – Vai Tudo Abaixo – Portugal
João Duarte – Youngnetwork – Portugal
Pedro Alegria e Hugo Tornelo – Cabracega – Portugal
Flávio Gart – Bazooka – Portugal
Os jurados de Online são:
Laurent Valembert – Tribeca – França
Pol Pla i Conesa – Multitouch - Espanha
Rui Vieira – 50Done/OFFF – Portugal
Bruno Aleixo – Bruno Aleixo – Portugal
Armando Alves – Fullsix – Portugal
Daniel Caeiro – Torke 2.0 – Portugal
Sérgio Santos – Partners – Portugal
Bruno Ribeiro - PubAddict - Portugal.
Abs, Gfortes
Quem nos conhece (não a agência Espalhe, mas a equipe da Espalhe) sabe que falamos e vivemos redes sociais, como um terreno fértil para gerar boca-a-boca, desde de 2003. Ou seja, antes do Orkut, do Facebook e do Youtube, vivemos (literalmente) de redes sociais.
Sendo assim, é natural que tenhamos uma comunidade no Orkut (desde o mês do seu lançamento), não para falar de nossa agência, mas para falar do que acreditamos: Marketing de Guerrilha. Justamente por isso, esta comunidade tenha mais membros que os membros somados das comunidades das 50 maiores agências do Brasil.
Quem lê o blog de guerrilha sabe que ele é o primeiro blog de agência do Brasil, falando não só de nossos cases, mas de Marketing de Guerrilha, seus conceitos e cases variados.
E quem gosta de marketing de guerrilha, provavelmente já acessou o WIKI guerrilhapédia onde abrimos todos os conceitos que estudamos, principalmente para estudantes, e também já riu com o idearator.net, onde colocamos idéias cruas, nossas e de outras pessoas, para serem usadas.
Fora que já passaram pelo nosso canal no Youtube, no Videolog (que nos foi dado pela própria equipe do Videolog) e devem nos seguir no Twitter.
E, se já nos viram por aí, é claro que conhecem nosso perfil Marketing de Guerrilha (o nome do perfil não é Espalhe) no Flickr, onde colocamos fotos de ações de guerrilha nossas e outras que esbarramos por aí. Além de fotos de aniversários, fotos de todos da agência comendo o Doritos Gigante e outras fotos mais bizarras.
Na verdade, conhecem não está certo neste caso. Vocês conheceram o perfil no Flickr, uma vez que ele foi deletado sumariamente pelo Yahoo (dono do Flickr).
Por isso, eu dou este conselho para vocês pessoas e empresas: se você usa a internet para guardar fotos, vídeos, documentos e email, preocupe-se com a empresa de internet que faz as vezes de computador pessoal.
De acordo com esta nossa experiência recente, quem guarda coisas no Yahoo está numa situação parecida com quem depositou a poupança de anos no Banco Santos.
A semelhança não se resume ao fato do ex-controlador do banco, Edemar Cid Ferreira, ser um mecenas (com o dinheiro dos outros) de artistas, enquanto o Yahoo é o contralador do Flickr, a rede social preferida dos artistas e quase artistas.
O que realmente faz do Yahoo e do Banco Santos empresas muito parecidas é a total falta de cuidado com os bens de terceiros. No caso do Banco Santos, todo mundo sabe o que aconteceu com o dinheiro dos correntistas. No caso do Yahoo, a empresa ainda não foi “pro saco”, mas a mensagem abaixo dá um sinal do descaso com seus clientes e seus bens preciosos.
Você pode dizer que faz backup de tudo. Menos mau. Mas você jamais recuperará comentários em suas fotos e os que você fez nas fotos dos outros, histórico, notas etc.
Segue a mensagem recebida do Yahoo com meus comentários em vermelho para que você tire suas próprias conclusões:
Olá Gustavo,
Gostaria de dar uma visão geral do processo do Flickr de avaliação das denúncias recebidas, para que fique mais claro para você o nosso cuidado com a conteúdo disponibilizado aos nossos usuários.
O Flickr é uma das maiores comunidade sociais do mundo e, diariamente, nosso time de atendimento ao usuário recebe milhares de mensagens, que são respondidas no menor prazo possível. Pedimos desculpas pelo atraso na resposta de seu caso, que se deve ao acúmulo de mensagens no início de 2009.
[Ele diz isso, porque demorou meses para responder vários emails meus e só o fez depois que eu mandei o email com cópia para executivos do Yahoo que conheço pessoalmente.]
Nossas regras zelam para que o usuário receba o acordo que aceitou no momento que ingressou no Flickr. Um dos diferenciais de nossa conta Pro é a não exibição de publicidade. Todos os banners ficam invisíveis e, na página de grupos, o usuário pode optar por não visualizar os grupos patrocinados. Apenas banners e grupos patrocinados são as formas comerciais no Flickr. As contas não podem ser usadas comercialmente pois não há como excluí-las da navegação dos demais usuários, que pagam nosso serviço para não ver ações promocionais.
[Eu, como usuário pro, dei de cara com estas fotos da PROMOÇÃO Eclipse do Yahoo. Já denunciei algumas vezes (talvez eles não saibam que elas estão no Flickr), mas nada aconteceu. Eu garanto que as fotos do perfil Marketing de Guerrilha eram bem menos promocionais.]
A análise das contas do Flickr é feita a partir das denúncias da própria comunidade. Todas as páginas possuem um link “Denuncie Aqui” na parte inferior. E este é o canal usado por nossos membros para nos alertar sobre qualquer atividade que va¡ contra nossas regras de conduta. Contamos com a ajuda de todos os usuários para denunciar por este canal qualquer imagem/conta que considerarem abusiva ou contra nossas regras.
[Depois que recebi esta mensagem, eu já denunciei diversas contas (para efeito de teste) como conta do Edson, que assina esta carta, usadas para fins (acredito eu) muito mais comerciais do que o perfil Marketing de Guerrilha e nada aconteceu. Opa, veja o Edson aqui de novo e essa conta repleta de fotos da parceria COMERCIAL deste blog que ele escreve (e eu adoro) com a NIKE. Estes são 2 exemplos, mas poderia listar vários, inclusive a conta da agência do próprio Flickr.]
A moderação destas contas é feita pelo time central do Flickr, em São Francisco/EUA. O time internacional analisa a conta denunciada e toma as providências de deleta-la ou não, mas sempre com aviso prévio. Todos os usuários são tratados igualmente, sem distinção. Inclusive, a conta que nos informou será devidamente analisada.
[O Yahoo deleta contas do Brasil, da Bolivia, da Índia e do Japão de forma centralizada nos EUA. A equipe deve ser poliglota! Ou não. Além disso, nunca recebi nenhum aviso prévio. Pedi para mandarem o aviso que dizem me mandaram, e nada.]
Sobre suas fotos, infelizmente não podemos recuperá-las. Uma vez deletada a conta, todos os dados a ela associados são eliminados de nossos servidores. Entendemos sua frustração, mas peço que considere o alerta que lhe foi enviado antes de sua conta ser deletada e que, com o exposto, tenha ficado claro o nosso posicionamento que zela para que o Flickr continue fiel ao acordo feito com seus usuários.
[Nenhum alerta foi dado. Nunca. Deletaram sumariamente. Por isso sugiro fortemente: cuidado com o que você guarda no Yahoo]
Obrigado,
Edson[Notem que o Google briga com a Polícia Federal e o Ministério Público para não liberar nossos dados no Orkut e este jovem artista cuida de todos os dados que você coloca no Flickr/Yahoo. Por isso, fique amigo dele rápido ou tire suas coisas do Yahoo.]
abs, Gfortes
- Cabelos longos? Curtos?
- Olho claro? Escuro?
- Lábios grossos? Finos?
- O que ele fez de tão marcante para você?
Durante as últimas duas semanas, estas perguntas – e muitas outras – foram repetidas para personalidades como o publicitário Marcello Serpa, o jornalista Edney Silvestre, a cantora e escritora Fernanda Takai e o cartunista Arnaldo Branco. Tudo isso para conseguir o retrato falado dos seus personagens da literatura preferidos e instigar leitores a povoar e testar a rede social O Livreiro, lançado oficialmente hoje durante a Flip, em Paraty (RJ).
O Livreiro não é apenas mais uma rede social, é um lugar feito para amantes da leitura. Ali você troca, empresta e doa livros, e ainda encontra outras pessoas com os mesmos gostos literários que você. Tem também o Clube do Livro, onde o escritor Milton Hatoum escolhe uma obra e, junto com os leitores, passa um bom tempo se aprofundando na leitura junto com os leitores.
Ainda em fase de testes (o famoso “beta”), a rede social é um projeto do Infoglobo e conta com a participação dos usuários para ser aperfeiçoada.
Mas voltemos ao retrato falado. Se testemunhar as reações de cada personalidade vendo seu personagem favorito ganhar vida em um pedaço de papel já foi gratificante, por que não levar esta experiência diretamente para um local recheado de entusiastas e fãs da leitura?
E foi isto que fizemos. Montamos um estande na Flip, onde as pessoas poderão descrever seu personagem da literatura para um retratista da polícia.
A outra ação é um mosaico formado com 2.900 livros que dão origem à imagem do poeta Manuel Bandeira (clique nas imagens para ampliar), homenageado da edição 2009 da Flip, e que ficará exposto em frente à igrejinha de Paraty. Após o término do evento, os livros serão doados para a Associação Casa Azul. Megalomaníaco demais? Oras, se Dom Quixote imaginou um gigante em um moinho de vento, por que a gente não pode imaginar um Manuel Bandeira em uma montanha de livros?
E essas foram apenas as duas primeiras ações para divulgar um projeto com tamanha nobreza. Até o fim do ano tem mais.
Veja o guided tour de O Livreiro abaixo e cadastre-se!
Abs, Cirilo Dias
“Não havia precedentes, eles estabeleciam precedentes todos os dias”.
A frase da semana é do documentário Dogtown and Z-Boys. A história do grupo de jovens que fundou as bases do skate como conhecemos. Adolescentes de uma área da Califórnia apelidada de Dogtown, eles formavam o Zephyr Team ou, como eram chamados, Z-Boys.
E se não fosse por eles, o skate seria um esporte parecido com a patinação artística com atletas vestidos com lycra e lantejoulas e não o esporte urbano mais radical e sem regras que se tornaria febre entre os jovens de todo o mundo.
Esta transição fica clara neste clip do documentário, que mostra 0 encontro chocante destas duas realidades em uma mesma competição: primeiro o skate competitivo da época, com regras e critérios bem estabelecidos. E, após a chegada dos Z-Boys, um skate com estilo próprio, preocupado apenas em superar seus limites e sem nenhuma ligação com o passado, que estava presente no mesmo tempo e espaço.
E o que tem tudo isso a ver com marketing de guerrilha? Tem a ver que nós, profissinais de guerrilha, chegamos num mercado estabelecido pela regra, tão quadradinha quanto a área de freestyle no documentário, do 30″, da página dupla e da comissão por volume.
E, como naquela competição em Del Mar, convivemos no mesmo tempo e espaço com esta “comunicação artística” enquanto tentamos encontrar novos precedentes para que a oferta de nossos clientes encontrem a demanda dispersa em incontáveis, e muito mais interessantes, assuntos.
abs,