Em 1996 a IBM desenvolveu um computador capaz de realizar 200 milhões de cálculos por segundo. Mas, na boa, ninguém se importa com isso. Eu nem sei quantos cálculos um computador faz hoje. E nem se o concorrente deles superou esta marca 1 mês depois.
O que ficou para a história e posicionou a IBM como a melhor empresa de tecnologia do mundo foi que este computador derrotou o Kasparov em um desafio de Xadrez. Traduzir a evolução técnica para algo que as pessoas entendam e sejam capazes de repassarem é fundamental (mas nem sempre tão óbvio para a cabeça dos engenheiros). Não é o que você faz, mas como você conta.
Sabendo disso a IBM vai repetir a fórmula PR Stunt de sucesso na década passada. Mas hoje em dia o que importa não é tanto a capacidade de cálculos por segundo, mas a capacidade de analisar semanticamente perguntas e fornecer respostas rápidas e precisas. Em vez de xadrez, um jogo mais simples de ser traduzido em algoritmos, o computador da IBM vai jogar “Jeopardy” (quizz-show de maior sucesso da TV americana).
Assistam o vídeo para entender que não é um desafio trivial. A evolução de fazer um computador interpretar uma pergunta com todas as suas nuances e pegadinhas (tradicionais no Jeopardy) é fantástica. Mas se um engenheiro fosse te explicar isso, você dormiria em 30 segundos.
A previsão é que o desafio aconteça em 2010 e não tenho dúvidas de que o programa vai bater recorde de audiência. Um sonho para a CBS (emissora do programa): um anunciante fazendo um jabá que levanta o Ibope em vez de derrubá-lo.
[]´s Mr Wagner

O Wave Festival in Rio é o maior festival de propaganda da América Latina e a idéia dos organizadores é fazer com que represente para a região o que Cannes representa para o mundo.
E o Blog de Guerrilha foi convidado pelo Meio & Mensagem, realizador do evento, para estar presente e comentar alguns de seus painéis (o Brainstorm 9, de onde eu peguei a imagem acima, também estará lá).
Assistiremos com especial carinho aos seguintes painéis:
# Hot Shops, Hot Business? O modelo é novo, mas é bom.
Pela reação dos grandes clientes em apresentações conjuntas de várias agências, nós temos certeza que a maioria pensa como Jeff Hicks, presidente da Crispin Porter: “the best ideas don’t come from a place with more resources. They come from smarter, more passionate people”. Neste painel, vamos tentar entender por que então, aqui no Brasil, estes clientes entregam 99% de sua verba para as grandes agências/grupos de mídia e apenas 1 % do dinheiro chega para estas agências cheias de pessoas apaixonadas e criativamente mais espertas.
# Decifrando a criação digital – ou como conectar o on e o off
Publicada no Meio & Mensagem, a entrevista do headcoach de Redbull para America Latina, Stefan Kozak, traduz o que pensamos aqui na agência sobre conectar on e off: “A mensagem vale mais que o meio. Não existe uma estratégia para plataformas, e sim para conteúdo. Se expressarmos de forma verdadeira, clara e fiel aquilo que a marca acredita, isso se adapta a qualquer plataforma“. Ou seja, antes de pensar em um lindo site, uma bela peça, um plano de mídia agressivo, uma campanha moderna no Twitter ou um viralzinho, pense em ter um conceito que tenha quilometragem para ser falado em todo lugar. Parece óbvio falar isso, mas não é: criamos o tempo todo coisas para on ou para off que ninguém fala a respeito e, por conta disso, precisam de toneladas de mídia para serem percebidas.
As incrições estão abertas. Agora, você não precisa ser o VF para desfrutar do charme e glamour do evento, que acontece no hotel Copacabana Palace e é regado a Dry Martini patrocinado pelas grandes agências: pode testar sua latinidade e, ser for o primeiro colocado, você vai na faixa!
abs, Gfortes
Assista este vídeo-manifesto do Greenpeace, guerrilheiros por natureza (sacaram o jogo de palavras, hein, hein?). A partir de 1:30 tem uma colagem de várias ações de marketing de emboscada do grupo.
Uma boa ação de marketing de emboscada somada com um registro em foto/vídeo sensacional é a fórmula secreta de um belo atalho para virar manchete e hit no YouTube.
[]´s Mr Wagner

Em pesquisa feita pelo Meio & Mensagem, 120 presidentes ou diretores de anunciantes, agências, veículos e fornecedores especializados citaram 5 líderes da atualidade no mercado nacional de comunicação.
Foram mencionados 100 nomes no total, sendo que Nizan Guanaes foi citado por 55% dos executivos e automaticamente anunciado como o líder do setor.
Para eleger o Nizan como seu líder, provavelemente estes executivos consideraram o uso criativo da Ivete Sangalo na propaganda, a defesa incondicional do BV para garantir uma comunicação de qualidade para os anunciantes e a relevância do publicitário entre seus pares.
Considerando que por definição HOAX é uma tentativa de fazer uma audiência acreditar que uma mentira bem contada é verdade ou que uma verdade absurda é mentira, resolvi colocar este post no desafio Mito e Verdade do Cocadaboa.
E você, caro leitor, é quem diz: Nizan Guanaes é o líder do Mercado Nacional de Comunicação. Mito ou verdade?
Crie também seu mito ou verdade e concorra a uma festa em casa.
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Abs, Gfortes
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# Categoria Mitos e Verdades no Cocadaboa
# Coloque sua marca na privada

Comprar mídia em banheiro não é novidade. O novo é você fazer pessoas que nunca entraram no banheiro que você está patrocinando receberem a sua mensagem mesmo assim.
Brincado com o mito (ou verdade?) de que a água do vaso sanitário gira no sentido anti-horário no hemisfério norte e no sentido horário no hemisfério sul, a empresa de fragrâncias Ecozone está patrocinando duas privadas. Uma na Austrália e outra no Reino Unido.
Pela internet, as pessoas podem assistir ao vivo as descargas serem acionadas a cada 2 minutos e comprovarem que o fenômeno natural acontece de fato. Um contador exibe quantas vezes a descarga já foi usada e mostra a durabilidade do novo Glade Silica, produto que promete uma vida útil no mínimo 4 vezes maior do que os similares.
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# Post Mitos e Verdades no Cocadaboa
# Categoria Mitos e Verdades no Cocadaboa

No meio de tantos resorts de golfe luxuosos no mundo como fazer para se destacar? Gastar rios de dinheiro anunciando em publicações de luxo, patrocinar o Tiger Woods ou fazer parcerias promocionais com cartões de crédito premium? Será que mais um anúncio mostrando uma paisagem paradisíaca convence a galera do “jet set” a ir jogar na Àfrica do Sul em vez de ir até as Bahamas?
O Legend Golf & Safari Resort decidiu ser mais guerrilheiro e adicionar um pequeno detalhe ao seu produto, mas que faz toda a diferença em termos de RP e boca-a-boca. Eles contruíram o “19º buraco mais extremo do mundo”, um par 3, onde o golfista precisa mirar no green que está 430 metros desfiladeiro abaixo. Tão peculiar que em vez de se usar os divertidos carrinhos de golfe, usam helicópteros.
Se você acertar um “hole in one” ainda leva 1 milhão de dólares para casa. E garanto que será 1 milhão pago com todo o gosto pelos donos do resort. O retorno que o vídeo deste feito extraordinário traria em mídia espontânea paga a brincadeira com muita folga.
[]´s Mr Wagner
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# Verbete da Guerrilhapédia “Maior, Menor, Mais Pesado, Mais Comprido, Mais Gente etc”
Sua empresa precisa se modernizar e você, como o recém contratado estagiário senior responsável pela implementação da plataforma 2.0 da corporação, precisa mostrar o caminho para entrar no “admirável mundo das mídias sociais”. O orçamento de R$ 18 mil destinado a este movimento estratégico já está aprovado, então chegou a hora de convocar uma concorrência.
Com sua vasta experiência, você sabe que é importante ouvir cada especialista:
# a sua assessoria de imprensa que acaba de montar uma estrutura de PR 2.0, com um mailing repleto de formadores de opinião para disparar semanalmente press kits.
# a sua tiranossaurica agência de propaganda que acaba de montar uma estrutura global de mídias sociais e tem acordos comerciais exclusivos com os blogs de maior audiência da América Latina, garantindo um volume agressivo de GRPs.
# a sua agência de digital, afinal ela já está ali com um pé na internet e para se relacionar na web 2.0 basta chamar alguém para ficar no Twitter e no Facebook. Se não funcionar, eles podem fazer uma rede social (fora do budget) proprietária.
# a sua agência de marketing direto faz todo sentido convidar para a concorrência, já que ela sempre se relacionou com targets e prospects, por meio de mala direta e telemarketing, e agora, na web 2.0, é só preparar um script em texto, liberar os terminais de 100 PAs para acessar orkut e twitter, e começar a postar 24/7. Sempre medindo o resultado de clicks, claro.
# ou talvez fosse melhor partir para algo mais ousado e convidar as modernas e sexies agências de mídias sociais. Repletas de blogueiros e planners, onde é só bater para eles que eles batem para sua patota e todo mundo fica sabendo. Nesse caso, o orçamento cai para R$ 12,5 mil, já que será um teste com potencial para virar um relacionamento de longo prazo.

“Um Passo à Frente e Você Já Não Está Mais No Mesmo Lugar” (Chico Science)
Cada caso é um caso e ninguém melhor do que você para definir qual será a melhor opção para atender ao seu briefing e a necessidade de sua empresa.
A única certeza que eu tenho é que nenhuma dessas agências especializadas vai propor a criação de um produto específico para um blog, assim como a Nike criou o modelo NIKE AIR MAX 1 – LANCEIRO como uma homenagem aos 2 anos do SNEAKERSBR (saiba mais). O tênis chega em junho ao mercado cheio de referências à cultura do estado natal do blog, Pernambuco, e ao movimento Manguebeat. Com uma edição promocional especial, embalada em caixa de madeira e acompanhada de outras surpresinhas, que inclui uma promoção especial que vai rolar em parceria com o SneakersBR.

E mais importante, nenhuma dessas agências vai alertar você, estagiário senior, para a beleza do potencial ilimitado que uma ação assim provoca na cauda longa. Não falarão que não existe outra forma de encantar os alucinados sneakerheads e fazer sua marca comercial ter crédito e fazer parte deste movimento de cultura underground (que influencia milhões de adolescentes nos shoppings do mundo).
Entendeu a beleza?
Acredite, nem um passeio de helicóptero ou 160 publieditoriais conseguirão isso. Vai lá e conta pro seu VP, rápido.
abs, Gfortes

Assista ao depoimento dos dois felizardos velejadores amadores que correram a regata PRO AM a bordo do Il Mostro, o veleiro da Puma que está dando a volta ao mundo na Volvo Ocean Race.
Para realizar este sonho, os dois brigaram lance a lance (foram quase 800 lances) no leilão das vagas no site Toda Oferta. A Primeira vaga saiu por R$ 5 mil e a segunda por R$ 2,3 mil, sendo a renda destinada para a instituição Coopa-Roca.
Leia também:
# Só para velejadores: mídia de massa para falar com um nicho
# Cuidado com Il Mostro: a fera dos mares está perto do Rio
# O “cuca fresca” da Puma

Sabe aquela hora que você está no trabalho cansado de olhar para tela do seu computador e apertar o botão do mouse? Então, quando ninguém está olhando, você amassa um documento, mira no lixo e arremessa. Acertou? Você jura estar ouvindo a torcida gritar seu nome e o narrador esgoelar: “Foi de três!!!” Todo mundo merece ser o Michel Jordan pelo menos por alguns instantes. Poder relaxar um pouco.
Pensando nessa necessidade, o blog Ócio 2007 vai incentivar a Hora do Ócio, também conhecida como a hora do pão de queijo com café: 17 horas.
Sempre nesse horário, algumas vezes por semana, a equipe do blog vai escolher aleatoriamente um felizardo entre os followers do Ócio 2007 no Twitter para, literalmente, vestir a camisa do ócio.
Fique esperto: a hora do ócio começa hoje e o ocioso sortudo ganhará uma camiseta (*) da nossa loja.
O que você NÃO está fazendo agora? Siga o Ócio 2007!

(*) tamanho e modelo divulgados a cada dia.
Abs!
Rafael Venturelli
Leia também: 1 ano de Ócio para a Microsoft

Diante dos seus mais ferozes críticos, o CEO do Google não fez concessões na palestra para os magnatas da imprensa. Sua ida à convenção anual da Associação Americana de Jornais, nesta terça-feira, foi antecipada por duas semanas de pedradas .
No palco, Eric Schmidt respondeu com solidariedade e conselhos. Sua voz calma e o tom conciliador no entanto não podem aplacar a urgência de mudanças nos combalidos jornais. O CEO encerrou a palestra sob aplausos ao dizer: “Juntos, precisamos abraçar o que o leitor quer”.
Mas antes, por 50 minutos, deixou claro que há distância muito grande entre o que os clientes buscam (e obtem de graça na internet) e o que os jornais entregam a cada manhã ou nos seus portais.
Logo no começo, deu tapa com luva de pelica: “Partilhamos de um valor em comum. Queremos mais transparência”. Transparência que não foi suficiente para preparar a população americana para a crise da bolha imobiliária americana, deixou claro.
O que tentou enfiar na cabeça dos até então mais poderosos editores do planeta é: o monópolio acabou. “A internet não respeita modelos que exploram a escassez de um bem. Ela valoriza modelos que gerenciam a abundância”, pregou.
Ao reclamar do Google, a AP e magnatas não estão apenas atrasados. Erram de alvo também. O Google News gera fração do tráfego do Google ferramenta de busca. No Google News, TVs, revistas e jornais dos mais diferentes tamanhos competem entre si pelo leitor que busca notícia.
Já no Google, blogueiros solitários, fóruns de internet, agregadores e – daqui a pouco – piados no Twitter, disputam bilhões de leitores que buscam informação, serviço e entretenimento. São bilhões que têm o Google como página inicial e acreditam na missão “levar organização elegante para a internet”. “A internet é um esgoto”, concedeu o CEO das lágrimas de crocodilo, para delírio da platéia.
A distinção que Schmidt fez entre dois de seus produtos é lição de humildade para focas que querem mudar o mundo e diretores de redação que querem impedir o mundo de mudar : “No Google News, temos fontes fixas de informação, meios de comunicação. No Google, não me permito utilizar meus pontos de vista, não confio no meu julgamento para dizer o que é melhor. Usamos algoritmos para entender a internet”.
Schimdt acredita na linkocracia – ou mérito do link – ou ainda na inteligência coletiva das massas para organizar a internet. Enquanto a AP quer fazer SEO na marra, nos tribunais.
Uma boa medida de como os jornais precisam reformular o modo de produção – que prevê monopólio da relação com as fontes, frota de caminhões e parque gráfico -, pode ser resumida na singela pergunta de Schmidt: “Como o jornal não sabe o que eu li ontem? Como a TV ainda me mostra o mesmo programa no dia seguinte?”
Quem responder a estas perguntas, estará livre da extinção.
abs, Victor Javoski
Confesso que fiquei nervoso quando me pediram para relatar aqui como consegui me tornar CLMO – Chief Lampião Maluco Officer – da Espalhe (fala-se cielmou).
Mas depois percebi que não tinha motivo, porque foi exatamente isso que busquei desde quando idealizei a ação de guerrilha com meu amigo Henrique Martins. A primeira coisa que disse a ele foi: “Vamos aparecer no Faustão”. E, sabendo que o Blog de Guerrilha tem a maior ‘audiência’ sobre este assunto, acho que não errei tanto.
Mas deixa eu dizer o que fiz.
A dengue no ano passado foi um tema falado exaustivamente na mídia, no trabalho, no almoço de família, em todo lugar. E a campanha que fizeram pra combater a epidemia não causava impacto algum. A mesma mensagem precisava ser passada só que de uma maneira interessante, que despertasse a atenção de quem visse.
Foi aí que surgiu o “Tô Livre da Dengue”.
Uma pessoa – eu – vestida com uma roupa de apicultor e com uma placa pendurada no pescoço dizendo: “Tô Livre da Dengue”. Essa combinação resultou nisso aqui embaixo:

Andei pelas ruas de Niterói e do Rio de Janeiro: peguei ônibus, barca, fui à faculdades, e até ao Maracanã. Tudo sendo registrado pelo Henrique numa câmera emprestada pela UFF e pelo meu outro amigo Gustavo Fontes usando uma câmera digital.
Mas isso não seria suficiente, a gente não queria fazer a ação pela ação simplesmente. Buscamos maneiras de sustentar a idéia para transformá-la numa campanha. Fizemos um perfil no Orkut, um Flickr, um canal no YouTube e um blog onde foram feitos posts relacionados ao assunto para não ficar uma campanha vazia e inútil. O primeiro dia da ação já mostrou resultados. A ação pautou uma matéria em O Globo com foto em destaque.

Além do O Globo, aparecemos também no jornal Vencer, em sites de propaganda, como Portal da Propaganda e AdNews, e demos uma entrevista pro programa Balanço Geral da Record.
Tá, essa ação de guerrilha me ajudou muito a estar aqui hoje, mas nada teria acontecido se não continuasse sendo ‘guerrilheiro’. Tinha que ser visto por quem tinha que me ver. Liguei para um sócio da Espalhe. Falei que era do Rio e pedi pra ir até a agência mostrar minha pasta. Ele falou que não precisava, que era melhor mandar e-mail. Mandei, mas ele não respondeu. Então, na semana seguinte, liguei de novo. Estava em casa, mas falei pra ele que estava em São Paulo (acho que ele só tá sabendo disso agora) e perguntei de novo se não poderia mostrar o portfólio a ele. Como já estava ‘por perto’ ele disse que não tinha problema algum. Fui, mostrei e no final ele me perguntou: “Então você quer ser um guerrilheiro?” respondi que sim, mas poderia ter respondido “já sou”.
Acredito que ousadia é a essência pra tudo ter dado certo. Desde a coragem pra sair na rua vestido daquele jeito até vir pra São Paulo sem certeza de nada. Se tivesse deixado de fazer alguma dessas coisas, se tivesse sido ousado pela metade, tudo que tinha feito não adiantaria de nada.
Abração,
Pedro Schneider

Entre as ações desenvolvidas pela Espalhe com o objetivo de chamar atenção dos cariocas e velejadores brasileiros para a chegada ao Rio do Il Mostro, barco da equipe Puma Ocean Racing, está a customização do Cuca Fresca na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas.
Todo mundo sabe que o cuca fresca normal solta aquele vaporzinho simpático para refrescar as pessoas que estão passeando em parques e praias.

Equipado com um bomba de alta pressão, o cuca fresca da Puma lança um jato de água para simular um pouquinho do perrengue enfrentado pela tripulação do Il Mostro em sua volta ao mundo. Como não estamos no Cabo Horn, você pode optar por receber o spray com ou sem o equipamento adequado.


abs, Gfortes
Veja também:
#Cuidado com Il Mostro: a fera dos mares está perto do Rio
# Só para velejadores: mídia de massa para falar com um nicho
# Usain Bolt ou Michael Phelps? Puma.

Dia 4 de abril, às 17h em ponto, será realizada em 25 cidades brasileiras (por enquanto) a maior guerra de travesseiros já vista na história.
O intuito da grande brincadeira é incentivar às pessoas a aproveitar ainda mais a riqueza da vida pública urbana. Por isso, o blog oficial do flashmob aconselha as cidades interessadas em participar do evento a não tentar fazê-lo por meios legais: “Nunca, mas nunca mesmo, peça permissão. Pode ser que em algum futuro próximo isso irá mudar, mas até o momento é muito improvável que alguém diga ‘sim’”.
Uma das mais sensacionais regras do flashmob é a resposta oficial que cada participante deve dar no caso da abordagem da imprensa. Em São Paulo, por exemplo: “Vim agora da 25 de Março, fui lá comprar almofadas. Passei aqui no Ibirapuera e de repente me jogaram no meio disto.”
Outra bela investida é o abandono total dos flyers impressos e o incentivo ao boca-a-boca, por meio de redes sociais e blogs. Na carona do buzz, estão as patrocinadoras Duoflex – fabricante de travesseiros e Hostnet – de hospedam de sites.
Conhecido no mundo todo, o Pillow Fight Day tem regras claras, como levar os respectivos travesseiros escondidos em sacos para não evidenciar seu potencial e a proibição de almofadas e afins com espuma dura demais e fronhas com zíper. Ah, é vetada também manifestações políticas ou ideológicas – boa lembrança aos brasileiros.
As cidades que quiserem participar devem seguir as dicas de organização publicadas no blog.
Bjs, Belle de Paula