Tony Montana, o planejador (parte 2): Danem-se as Mídias Sociais

3 de dezembro

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O Gareth Kay e o Eduardo Lorenzi foram os mais críticos ao hype da “social media”, ou melhor, aos erros de planejamento mais comuns nas campanhas nas mídias sociais.

A questão não é estar presente nas mídias sociais, mas sim ter idéias sociais. Um excelente respiro e apelo ao bom senso para as discussões viciadas que ficam rodando em círculos: “olha os blogs, olha o Twitter, olha o Second Life, olha o Ning…” Aquele interminável desfile de “logos da web 2.0” nos PPTs tentando justificar cases meia-boca. “Não deu muito certo, mas estamos experimentando no que há de mais moderno por aí e isso é um aprendizado valioso para o futuro…” O mercado precisa de muito mais gente que entenda o que pe “social” e o que é “não social”, sem se preocupar tanto com a “mídia”.

Afinal, as pessoas terem acesso a ferramentas de produção de conteúdo é a origem do problema, não a solução dele. Uma marca deve liderar conversas, não se igualar a todo mundo como “mais um blogueiro”, “usuário de twitter” ou “rede social”. Não adianta criar 10 canais de comunicação só para criar e nenhum ser efetivo. Seja o pastor das ovelhas, não a ovelha mais bonita do pasto.

Para ser mais metafórico ainda: os ventiladores estão ligados e vão continuar girando cada vez mais rápido, independente da sua vontade ou do seu próprio ventiladorzinho a mais. Você vai procurar “técnicos de ventilador”, que sabem tudo de sua mecânica e podem te recomendar quais são os modelos mais novos do mercado? Ou vai procurar quem pode te dar o que jogar neles?

[]‘s Mr Wagner

Veja outros dedos de prosa sobre a Conferência do GP 2008:

> Tony Montana, o planejador (parte 1): Vamos ser autênticos


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