Duelo de Sorrisos para Sony CyberShot

dezembro 23, 2008

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A Sony chamou a Espalhe para movimentar o ponto de venda em cima do diferencial da CyberShot com Smile Shuttersistema miraculoso que tira fotos automaticamente quando alguém sorri – destacando o gadget daqueles sonolentos displays de produtos tradicionais.

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Assim, usando o Smile Shutter como um juiz impiedoso, foram organizados Duelos de Sorrisos em lojas do Rio de Janeiro e São Paulo. As “brigas” são montadas em ringues que parecem de verdade, onde quem ri primeiro é denunciado pelo flash imparcial.

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O legal é que nessa briga o perdedor também sai rindo, e com o registro da própria derrota no final.

Abs, Ariel Gajardo

Leia também:

# O Duelo de Sorrisos também foi promovido entre blogueiros, num #NoBDS.



Um Natal cor-de-rosa para todos!

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As cidades estão repletas daquelas tradicionais decorações natalinas que nossos olhos já estão cansados de ver nos finais de ano. Árvores verdes, recheadas de bolinhas coloridas que poucos – posso garantir – sabem o que fazem ali. Em meio a este cenário, surge uma árvore rosa de 22 metros de altura chamando a atenção de cariocas e visitantes que passam pelo polêmico Obelisco de Ipanema.

A ação faz parte do Movimento Rosa, que já levou para as ruas de São Paulo e Rio de Janeiro 85 motoboys com grandes mochilas cor-de-rosa. A idéia da rede social feminina Bolsa de Mulher, criadora do Movimento, é disseminar nacionalmente seus principais valores: a sensibilidade, solidariedade e o otimismo.

Uma coisa é certa: tanto as caóticas ruas de São Paulo, quanto o Obelisco de Ipanema se tornaram muito mais atraentes, não?

Bjs, Isabelle de Paula

Leia também:

# Movimento Rosa com 85 motoboys

# Movimento Rosa: da rua para a imprensa

# São Paulo é invadida por ações de marketing inusitadas



Espalhe é uma das 49 startups para ficar de olho

dezembro 22, 2008

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A revista ResultsON, do publisher e dinossauro da Internet Bob Wollheim, convidou 217 pessoas – empresários, investidores e executivos – “para indicar empresas que despontaram em seus radares durante o ano, e que devem continuar crescendo em 2009. Empresas que evidenciam nossa veia inovadora”.

E a agência de marketing de guerrilha Espalhe está entre estas 49 startups inovadoras.

Abs, Gfortes



Projeto Sunga Branca 2009 – entre em forma com garbo e elegância

dezembro 12, 2008

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Dietas costumam ser extremamente sofridas e traumáticas. A missão de ornar de maneira digna uma sunga branca nas areias escaldantes do verão brasileiro é nada menos do que árdua.

Ou pelo menos foi assim até agora. Percebemos um interessante movimento de papas das redes sociais, como @vitorfasano e @jeffpaiva, que nos ensinaram é possível entrar em forma sem perder o estilo.

Com isso em mente, o Ócio 2007 preparou o Projeto Sunga Branca 2009. Separamos uma lista de alimentos Premium para que você possa organizar suas refeições da maneira mais nababesca possível, e ainda assim controlar as calorias de maneira lógica e funcional.

Alimente-se conscientemente de lagosta, caviar, queijo brie… E molhe a garganta sorvendo o manjar dos deuses, passando desde daiquiris até martinis que fariam James Bond invejá-lo.

Afinal, não existe maneira melhor de se presentear do que manter tudo em cima. E você é bom demais para sofrer durante o processo.

Abs, CBarney

Leia também:

# Post do blog de guerrilha: 1 ano de Ócio para a Microsoft



Ação no Ceará aposta no Gengibre

dezembro 9, 2008

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Eva já olhava meio desconfiada pros vacilos de Adão. Daí em diante, a questão nunca mais saiu de pauta. No Orkut, por exemplo, mais de quatro mil mulheres endossam que o homem perfeito é casado ou gay. Será?

É nesta questão que foca a campanha Homem Perfeito, criada pela agência cearense 101º Macaco para a Athos, uma rede de lojas de moda masculina. No site há depoimentos de 21 mulheres de diferentes perfis e um rapaz, discorrendo sobre o tema. Como o discurso é livre, os sotaques são genuínos, sem o tom caricato habitual de algumas campanhas. A idéia é ter um conteúdo que não atraia apenas audiência, como também inspire a participação (veja o compacto com os depoimentos no Vimeo).

Aí entra outro detalhe da campanha. A participação se dá através de celular, via Gengibre, desenvolvido pelo Rodolfo Sikora, parceiro do Cazé nesta e noutras empreitadas, como o Gafanhoto. É a primeira vez que uma campanha utiliza este recurso. Considerando que no Brasil todo mundo tem e sabe operar seus celulares, o potencial é enorme. O depoimento mais votado leva R$ 2 mil em roupas da Athos, enquanto o mais criativo leva R$ 1 mil em roupas.

Já teve até um argentino cheio de marra se apresentando. Se o cara é argentino, não pode ser perfeito. Ah, lembrando a comunidade do Orkut do primeiro parágrafo, gostaria apenas de lembrar que sou casado. :)

Abs,

Helcio Brasileiro



Se fosse em Blumenau, não teria graça

dezembro 8, 2008

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O Red Bull tem um histórico de emboscar momentos delicados, como aconteceu no episódio das operações de resgate na cratera do metrô em São Paulo. Desta vez, a ação guerrilheira deles foi em Veneza, onde aproveitaram o alagamento da cidade para colocar um atleta patrocinado pela marca para praticar wakeboarding pela cidade.

O resultado foi um PR Stunt com as fotos repercutindo em centenas de sites, como aqui e aqui. E o vídeo de toda ação pode ser visto aqui.

O risco de gerar polêmica, neste caso, foi melhor calculado. Os alagamentos em Veneza são bem menos dramáticos do que outras tragédias.

[]s Mr Wagner



Tony Montana, o planejador (parte 3): Não quero mais fazer propaganda

dezembro 3, 2008

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O Adrian Ho mostrou uma pesquisa muito interessante na sua palestra. Era a percepção de valores das marcas feita entre mais de 3 mil profissionais de marketing em todo o mundo. Google em primeiro, Apple em segundo, Youtube em terceiro, Wikipedia em quarto e Starbucks em quinto. Segundo ele, 4 destas 5 não praticam a dita “propaganda tradicional”. Some a isso mais dados apresentados pelo Marcelo Coutinho mostrando que  apenas as 22% dos jovens americanos acreditam no que é dito na propaganda. Para comparar, na mesma pesquisa a Wikipedia alcançou 55% de credibilidade.

Mas os números questionando o modelo da propaganda não são novidade. A fragmentação do consumo de conteúdo está deixando cada vez mais difícil e mais caro anunciar para a pessoa certa, conquistar a sua atenção e fazer ela acreditar em você. “Não é uma época boa para ser publicitário. Mas podemos fazer ela ser a melhor época de todas”, disse o Gareth Kay tentando dar um pouco de esperança para o povo.

A primeira apresentação do dia, do Tiago Pinto, diretor de marketing da Nike, sinalizou muito bem algo que foi concluído com chave de ouro no final, pelo Adrian Ho. Na apresentação do Tiago, cases mornos (bacanas, porém mornos, ainda circulando pelo tal “terreno da experimentação”). Os olhos só brilharam quando ele mencionou o Nike +, o equipamento “tênis+ipod” que não apenas te presta o serviço de registrar e depois fornecer dados sobre o seu treinamento de corrida como também funciona como “passaporte” comunidade global com outros corredores, fazendo você interagir com pessoas que gostam de correr das mais diversas formas. Inclusive disputando corridas “assíncronas”, cada um na sua pista. O Tiago disse que este é de longe o maior case de sucesso em redes  sociais deles. Justamente um case que mistura produto com comunicação.

E aí entra a apresentação do Adrian Ho, que depois de apresentar dois cases de fracasso, chegou a conclusão de que nesse mundo onde as “conversas” imperam, a decisão do cliente sempre vai ser investir mais no produto e menos na publicidade. Um produto bem resolvido se comunica praticamente sozinho e motiva o envolvimento de uma comunidade. Estão aí no topo das melhores marcas o Google, YouTube, Wikipedia e Skype, para mostrar isso.

Cansado de vender propaganda que às vezes ele mesmo sabia que eram bravata, Adrian chutou o balde, largou sua confortável posição de publicitário consagrado e criou uma empresa que busca trabalhar em conjunto com o cliente já no início do processo. Ajudando-o a moldar o seu produto para que a sua estratégia de comunicação e a identidade de sua marca já estejam impregnadas em seu “DNA”. Segundo ele, isso é bem mais efetivo (e profissionalmente satisfatório) do que seguir a “linha de produção” das agências. O atendimento recebe um briefing, que repassa para o planejamento, que depois envia pra criação, que cria algo, vai pro planejamento, vai pro atendimento e etc…

Quem também questionou esta linha de produção, defendendo uma postura de trabalhar lado a lado com o cliente foi o Ulisses Zamboni, da Santa Clara. Ele mencionou a forma com que trabalham, formando “comitês” multidisciplinares  que puxam o cliente para o processo de formatação da campanha. Segundo ele, é bem mais caro e difícil. Mas mesmo tendo mais custos, o resultado é bem melhor do que a dita “linha de produção fordista”.

O Gareth soltou uma idéia bem bacana, dizendo que muitas vezes os clientes já tem em suas mãos recursos valiosos. Talvez seja a hora de olharmos mais para o que eles fazem e ajudá-los a melhorar. Aí eu parei para ver e quase que a grande maioria dos cases que eu mais admiro usaram algo que o cliente já tinha. E isso aí vai desde coisas simples como os Doodles (logos do Google que mudam em datas comemorativas) até prometer uma lata de refrigerante para cada americano, passando por vestir seu CEO de noiva, fazer um condomínio de ilhas artificiais no formato do mapa mundi e colocar seu F1 para andar nas ruas de uma metrópole.

[]´s MrWagner

Veja outros dedos de prosa sobre a Conferência do GP 2008:

> Tony Montana, o planejador (parte 1): Vamos ser autênticos
> Tony Montana, o planejador (parte 2): Danem-se as Mídias Sociais



Tony Montana, o planejador (parte 2): Danem-se as Mídias Sociais

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O Gareth Kay e o Eduardo Lorenzi foram os mais críticos ao hype da “social media”, ou melhor, aos erros de planejamento mais comuns nas campanhas nas mídias sociais.

A questão não é estar presente nas mídias sociais, mas sim ter idéias sociais. Um excelente respiro e apelo ao bom senso para as discussões viciadas que ficam rodando em círculos: “olha os blogs, olha o Twitter, olha o Second Life, olha o Ning…” Aquele interminável desfile de “logos da web 2.0” nos PPTs tentando justificar cases meia-boca. “Não deu muito certo, mas estamos experimentando no que há de mais moderno por aí e isso é um aprendizado valioso para o futuro…” O mercado precisa de muito mais gente que entenda o que pe “social” e o que é “não social”, sem se preocupar tanto com a “mídia”.

Afinal, as pessoas terem acesso a ferramentas de produção de conteúdo é a origem do problema, não a solução dele. Uma marca deve liderar conversas, não se igualar a todo mundo como “mais um blogueiro”, “usuário de twitter” ou “rede social”. Não adianta criar 10 canais de comunicação só para criar e nenhum ser efetivo. Seja o pastor das ovelhas, não a ovelha mais bonita do pasto.

Para ser mais metafórico ainda: os ventiladores estão ligados e vão continuar girando cada vez mais rápido, independente da sua vontade ou do seu próprio ventiladorzinho a mais. Você vai procurar “técnicos de ventilador”, que sabem tudo de sua mecânica e podem te recomendar quais são os modelos mais novos do mercado? Ou vai procurar quem pode te dar o que jogar neles?

[]’s Mr Wagner

Veja outros dedos de prosa sobre a Conferência do GP 2008:

> Tony Montana, o planejador (parte 1): Vamos ser autênticos



Tony Montana, o planejador (parte 1): Vamos ser autênticos

dezembro 2, 2008

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Fazia tempo que não via um conjunto de palestras encadeando tão bem as idéias em um evento. Não sei se isso é bom ou ruim. Provavelmente é bom, porque como disse o Ken Fujioka na abertura da Conferência do GP 2008 “a ficha precisa cair” e isso só acontece com muita insistência. O papo de que “mercado são conversações” já saiu do papel faz tempo, só falta as agências acreditarem de verdade no que escrevem em seus PPTs há anos.

Mas não deixo de ficar com o pé atrás quando todo mundo diz a mesma coisa: “A propaganda não é mais tão eficaz nestes tempos em que as pessoas adquiriram as armas para não serem mais tratadas como meros consumidores. Precisamos ser autênticos e relevantes!”.

É óbvio que eu concordo com isso. Mas o caminho da “autenticidade e relevância” foi tão repetido em diversas colocações dos palestrantes e tão bem aceito pela platéia que quase me senti em um culto evangélico de tendências. “Ser autêntico” corre o risco de ser o novo hype de 2009, caso os 500 profissionais ali presentes voltem para o trabalho hoje fazendo um “copy / paste” do que foi dito e dos exemplos apresentados, em vez de pararem para pensar e fazer uma autocrítica mais ampla. “Minhas idéias são sociais? Eu tenho algo que vale ser ouvido? Ou só quero vender o meu peixe?”.

Tomara que a ficha caia de verdade e o conceito não seja banalizado, como alertou o Ulisses Zamboni na abertura de sua sessão, citando o exemplo da “comunicação 360°”, onde a essência da idéia foi perdida e o mercado deu o seu jeito de desvirtuar tudo com seus chavões e rótulos.

O mesmo Zamboni também levantou uma das boas bolas do dia ao dividir a comunicação em 2 níveis, o verbal e o não-verbal. Nesta história de “ser autêntico”, não vale o que a sua marca diz ser, mas sim os sinais “não verbais” que ela dá para o mundo. Como em qualquer conversa, as pessoas prestam tanta atenção no que você está falando como também no que você está fazendo. E aí, o grande destaque da palestra do Ulisses foram as ações de guerrilha. São formas bem efetivas de expressões “não verbais” que dão autenticidade para a marca. Que validam o seu discurso. E aí, emendo com a palestra do Gareth Kay que também foi muito para este lado: conceber a comunicação das marcas como uma expressão cultural. Posicionar-se em relação ao mundo, não em relação a sua categoria. Aí sim as pessoas vão te enxergar como uma manifestação autêntica e acreditar no que você está dizendo. Nós vivemos no mundo, não na gôndola de sabão em pó. Somando a esta linha de raciocínio, ainda encaixo a apresentação do Fred Gelli em uma viagem alucinante sobre design. Dando aí mais um exemplo de como algo tão “não verbal” quanto a forma pode somar nesta conversa. E o quanto isso nos influencia muito mais do que pensamos.

As conversações estão rolando e ninguém (pessoa ou marca) se destaca em uma roda de conversa sem assumir uma posição. Ou, como disse o Ulisses, “sem criar tensão”. Para ter sucesso nesse cenário, as marcas precisam sair de cima do muro e ter atitude. Parar de achar que precisam agradar 100% do público. Engajamento verdadeiro só vem com paixão, que de longe não é um dos sentimentos mais confortáveis e previsíveis.

Mr Wagner



Meme nos blogs por Santa Catarina

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Um grande exemplo de mobilização virtual é o meme por Santa Catarina que está rolando nos blogs: cada blog doa 100 reais na conta oficial da Defesa Civil de Santa Catarina e indica mais blogs para fazerem o mesmo.

Veja como tudo começou no Pensar Enlouquece.

Fomos indicados por Gustavo Mini do blog Conector e indicamos estes blogs (*) de comunicação que lemos todo dia no café da manhã :

# Estalo.org

# Fundamental Conteúdo

# Viu Isso?

# Brainstorm 9

# Blog do Marinho

# Coxa Creme

# Tiago Dória

Para mais informações, o blog coletivo Alles Blau virou uma referência de notícias sobre Blumenau e Santa Catarina.

(*) Amigos blogueiros, não quero ser o chato vendedor de rifa. Não teria feito a doação sem o empurrão do Mini e gostei de ter feito. Mas cada um tem seus problemas e tem sua maneira de fazer o bem, que com certeza não precisa ser esta.

abs, Gfortes