
Todo mundo diz que nosso mercado está prostituído. Eu penso diferente, acho que nosso mercado é uma adolescente procurando o príncipe encantado.
Aqui na agência cobramos para trabalhar. É óbvio? Nem tanto. Ainda existe cliente que exclama: o quê!? eu tenho que pagar para vocês desenvolverem um plano de guerrilha para o meu briefing?
Sim, nós cobramos para trabalhar. Da mesma forma que o costureiro que fez a cortina da sua casa cobrou um sinal, sem você saber se ela ficaria bonita ou não. Da mesma forma que seu advogado cobrou ganhando ou perdendo a causa. Da mesma forma que você cobra do seu empregador (e você cobra até sem trabalhar nos seus merecidos 30 dias de férias). Da mesma forma que uma prostituta cobra antes de tirar a roupa.
Todos estes profissionais são prestadores de serviço e cobram para trabalhar. E por venderem algo intangível, a sua expertise, existe o risco de dar certo ou errado. O risco de você gostar ou não do resultado. O risco de ser bom pra você ou de você brochar. Para diminuir o risco, o contratante avalia as credenciais do fornecedor. Avalia se os serviços semelhantes que o fornecedor já fez estão adequados às suas expectativas. Não tem jeito, estamos falando de serviço e não de produto de prateleira com etiqueta de preço.
Com a Espalhe, eu sou uma prostituta com 5 anos de esquina tentando encantar e surpreender os clientes. E no meu ponto todo dia param uns pós-adolescentes, com pinta de gerente de produto jr ou atendimento de agência de propaganda, que abrem o vidro e jogam uma conversinha de que estão apaixonados, que querem me levar para casa e me tratar como uma rainha. Eu nem escuto o fim do papinho: dispenso dizendo que não beijo na boca e não faço por amor. Sou profissional e cobro pelo que faço.
Mas outro dia chegou um cliente antigo. Um tipo bonitão, forte, saudável e muito bem sucedido. Jogou a sua cantada, disse que estava apaixonado. E eu cai. Fui para a cama uma concorrência sem cobrar. Fiz por amor.
E você acha que no dia seguinte o meu príncipe ligou para dar um feedback? Claro que não. Vestindo a carapuça de adolescente ingênua e apaixonada, eu pensei que ele tinha perdido o meu telefone ou estava muito ocupado. Mandei um email perguntando se estava tudo bem e se ele ainda me amava. E ele respondeu frio, superficial e distante:
“Analisamos hoje as propostas apresentadas e optamos pelo projeto de outro fornecedor que estava mais adequado as nossas necessidades e objetivos. Agradeço pela apresentação e participação na concorrência. Abs,”
Nenhuma consideração com meu amor e dedicação a ele. Me sentindo suja e usada, eu volto pra minha esquina com a certeza que o amor não existe e que o bonitão vai continuar com o papai-mamãe de sempre _ seja no formato do estande enorme, bonito e vazio na feira, da propaganda super produzida que ninguém vai falar a respeito, do site lindo que tem que comprar post em blogs para ter alguma visita.
Se adolescentes apaixonadas não te satisfazem mais e você busca profissionais para realizar todas as suas fantasias, me ligue.
Bjs, GFortes – mas pode me chamar de Pamela – cabelos negros, 1,74 e 80 kg de pura travessura.
Ricardo Aum disse:
novembro 3rd, 2008 em 9:19 pm
Amiga, to sem palavras. Putas unidas jamais serão vencidas!
Bitch Proud na veia.
Abrá.
Rodrigo disse:
novembro 3rd, 2008 em 9:35 pm
É
“Eu sou uma prostituta, não faço por amor.” | Pensa Rics, pensa! disse:
novembro 3rd, 2008 em 9:36 pm
[...] de prestação de serviço, seja de qual ramo de atividade for, vai se deliciar com o post do Blog de Guerrilha entitulado “Eu sou uma prostituta, não faço por amor“. O texto está irretocável e [...]
cardoso disse:
novembro 3rd, 2008 em 9:37 pm
Vou contar uma historinha.
Era uma vez uma empresa que fazia… caixas de pizza. Havia duas enormes pizzarias na cidade. A empresa chamou uma delas, ofereceu para fazer uma caixa personalizada, exclusiva, que custaria muito caro. Disse que faria tudo “de graça”.
A idéia do dono da empresa era: “Faço a caixa pra essa, a outra pizzaria vai ver, vai querer também, aí eu vendo”
A pizzaria 1 adorou. Fizeram a caixa, saiu uma fortuna, custos devidamentes entubado.
Chamaram a pizzaria 2, mostraram a caixa da concorrência. Ela adorou, disse que queria também.
Na hora de negociar o preço, a pizzaria 2 explicou: “Eu quero de graça, como vocês fizeram para a pizzaria 1, que é de um grande amigo meu, ele me contou tudo.”
Moral da história? Seja bunda, caixa de pizza, romipeige. Se você vive de VENDER algo, DOAR GRACIOSAMENTE não vai te levar a nada.
* produtos e ramos mudados para proteger os inocentes -eu, que fui contra a porcaria da estratégia, mas não tinha voz pra piar alto-
Repercutindo: “Eu sou uma prostituta, não faço por amor” // justplay.info disse:
novembro 3rd, 2008 em 10:52 pm
[...] aqui uma parte de um texto postado no Blog de Guerrilha, para ilustrar o primeiro ponto: Aqui na agência cobramos para trabalhar. É óbvio? Nem tanto. [...]
breno alves disse:
novembro 3rd, 2008 em 10:57 pm
mandou bem!
levando em consideração que ainda tem as putas baratas que estraga o nosso ponto!
Vinícius K-Max disse:
novembro 4th, 2008 em 12:30 am
O irônico é que os ingênuos não são vocês que acreditam no “amor alheio”, ou no amor à Guerrilha (que diferente do marketing tradicional e prostituído, é sim sensacional e apaixonante). Ingênuos são os pós-adolescentes que acham que uma idéia pode ser DADA, como se qualquer formando de MKT soubesse fazer Guerrilha.
Que fique a dica pros desavidados no mercado – e que imagino não serem poucos.
PS: Porra, 1,74 e 80 kg? Essa Pâmela tá meio gordinha, né? :D
[]‘s
Fernando disse:
novembro 4th, 2008 em 8:07 am
eu tinha certeza q o texto era do Wagner… não faço a mínima idéia pq… assustei na assinatura…
Marcelo Prata disse:
novembro 4th, 2008 em 8:52 am
Perfeito!
Isso se encaixa numa filosofia que temos aqui na empresa…
Aquilo que é de graça, não agrega valor!
Tudo o que é caro, e se paga, com sacrificio ou não, é muito mais valorizado por aquele que não participa do desenvolvimento do projeto!
Pamela, emagrece um pouquinho! ;)
Beijomeliga!
Tiago Moralles disse:
novembro 4th, 2008 em 8:56 am
E viva nossa propaganda prostituida.
Thiago Suiço disse:
novembro 4th, 2008 em 9:59 am
Parabéns…acho que expressou tudo que muito de nos pensa ou vive no seu dia-a-dia.
Obrigado.
Agora irei voltar para o meu ponto…de banho tomado, perfumada e aguardando o proximo cliente.
Sucesso
Mateus disse:
novembro 4th, 2008 em 10:45 am
Um puta texto, cara. Literalmente… :)
Pepe disse:
novembro 4th, 2008 em 11:22 am
eu acho q o mercado não é prostituído pelos clientes, ou pelos fornecedores(agencias) que abrem as pernas em troca de sonhos ou promessas. O mercado é prostituído por aqueles que pensam saber fazer o mkt, ou uma criação e cobram valores indevidos, que desvalorizam trabalho de quem entende do assunto, aqueles que fazem leilão com o seu orçamento, e jogam seus conhecimentos na lata do lixo… que, no final, é onde vai parar toda a campanha comprada na prostituição do mercado publicitario. É assim que penso…
gde abs
e parabéns pelo texto
Amauri disse:
novembro 4th, 2008 em 11:33 am
Acho ótimo…Agora me diz. Quem cobra antes de “tirar a roupa” na entrega do brief?O texto é lindo, quem na “prática pratica”?
Claudia Regina disse:
novembro 4th, 2008 em 12:18 pm
Perfeito!
Helena Mesquita disse:
novembro 4th, 2008 em 12:39 pm
Se eu quebrasse meu biscoito da sorte hj e tivesse esse texto, provavelmente ganharia na mega jogando os números do verso!
Hoje mais do que nunca – IRMÃS NA PUTARIA!
Carolina Vigna-Maru » Eu sou uma prostituta, não faço por amor. disse:
novembro 4th, 2008 em 1:15 pm
[...] “Sim, nós cobramos para trabalhar. Da mesma forma que o costureiro que fez a cortina da sua casa cobrou um sinal, sem você saber se ela ficaria bonita ou não. Da mesma forma que seu advogado cobrou ganhando ou perdendo a causa. Da mesma forma que você cobra do seu empregador (e você cobra até sem trabalhar nos seus merecidos 30 dias de férias). Da mesma forma que uma prostituta cobra antes de tirar a roupa. [...]
eduardo San disse:
novembro 4th, 2008 em 1:18 pm
1 cliente que paga bem = plástica = 2 clientes que pagaram bem
1 cliente que vc faz por “amor” = suja e mal lavada = 2 clientes querendo vc ao mesmo tempo e de graça
MARCELO RINO disse:
novembro 4th, 2008 em 2:39 pm
nossa cara.. MUITO BOM.. o texto ta incrível.. uahuahua.. ta na hora de mandar uma coisa dessa para os clientes lerem.. abraço
Filippe Santos disse:
novembro 4th, 2008 em 3:01 pm
To fzndo por amor e ta sendo gostoso :D~
só não está alimentando meus guris hehehehe
Géssica Mara disse:
novembro 4th, 2008 em 3:01 pm
Sabe quando vc vê uma capanha boa e se arrepia toda?!?!?
Tive a mesma sensação com esse texto!
Perfeito d+++++
Gustavo, espero ansiosa seu Workshop aqui em Salvador!!!
Beijão
Roger disse:
novembro 4th, 2008 em 4:28 pm
Fenomenal, cara.
A implementação é complicada, mas essencial. Senão a sensação de “suja e usada” acaba voltando…
Parabéns
gus disse:
novembro 4th, 2008 em 4:48 pm
lembrando que o primeiro fodecast será gravado hj às 22h30 numa galáxia não muito distante.
MorinBLOG » Blog Archive » Mercado Publicitário disse:
novembro 4th, 2008 em 5:35 pm
[...] texto abaixo foi extraído do Blog de Guerrilha. O que lá é exceção, aqui é regra. Quantos clientes não sugerem ver o projeto antes de [...]
Tayra disse:
novembro 4th, 2008 em 7:03 pm
Texto primoroso…
Andre Rabanea disse:
novembro 4th, 2008 em 7:14 pm
Gustavo, parabéns pelo texto. Espelha muito o nosso trabalho. Concordo com o texto para uma agencia com portfólio e nome no mercado. Quantas borlas, quantas acções de graça tive que dar para poder um dia chegar em um cliente grande. Se nosso pai não é o director de marketing do nosso principal cliente, temos que dar umas ideias de graça. Infelizmente.
Frente disse:
novembro 4th, 2008 em 8:35 pm
Aqui em Salvador, é a mesma putaria
Leonardo disse:
novembro 4th, 2008 em 11:33 pm
Foda!
Fabricio Mendes disse:
novembro 5th, 2008 em 12:43 am
Parabéns pelo texto. Essa putaria tem que acabar. Mas desiste da Pâmela, você deve ter as pernas muito feias.
Tiago Levorato disse:
novembro 5th, 2008 em 1:16 am
Muito bom o texto, pontual e direto. O grande problema da nossa publicidade principalmente no interior é o tão famoso BV, agencias não cobram a ideia, ganham BV. Isso mata qualquer muleke de 24 anos que sonha em mudar um mercado prostituido por tanto tempo. Mais um dia ai de mudar. rsrs.
Ricardo Marsili disse:
novembro 5th, 2008 em 1:55 am
Cara, nem fala..
Eu trabalho muito assim com propostas de links patrocinados (acho que da menos trabalho que a guerrilha, mas ainda assim é foda)
Enquanto a concorrência continuar se prostituindo, vamos correr o risco de ficar com nossa dignidade mas sem dinheiro no bolso!
Abs
Nilo Thiago disse:
novembro 5th, 2008 em 5:37 am
Tem gente fazendo barba, cabelo, bigode, beijando na boca, sem usar camisinha e pagando o motel.
É foda demais e dinheiro de menos.
Milton Mattos disse:
novembro 5th, 2008 em 1:57 pm
Não tem como deixar um comentários, após ler essa matéria. Parabens! Fico feliz pq existem pessoas como voce que abraçam esse discurso em suas vidas profissionais! :D
Bruno Ancona Lopes disse:
novembro 5th, 2008 em 4:19 pm
Instant Classic. =)
Mandou bem Pamela, pelo post!
Isa disse:
novembro 5th, 2008 em 4:57 pm
Excelente post! Ninguém obriga ninguém a sair do básico!
Galeno disse:
novembro 5th, 2008 em 6:43 pm
Genial o texto, repassei pra vários colegas. E essa Pamela tá meio gordinha mesmo, mas li recentemente que as gordinhas dão mais…e se tiver esses peitões da foto, tá valendo.
Jamais acredite em publicitários e suas campanhas felizes | Henrique Wint disse:
novembro 5th, 2008 em 11:22 pm
[...] na Operadora, quase 10 reiterações na Anatel e mais um chamado no Procon. E a operadora? Ela também é prostituta e não me ama, pois não retorna minhas ligações ou dá sinal de que está tentando resolver o problema, quando [...]
Rodrigo disse:
novembro 6th, 2008 em 1:36 am
Formado em publicidade, trabalhava em uma agência de comunicação visual.
A empresa ía bem, crescia bastante, se empolgava e empolgava seus funcionários.
Resolveram investir, compraram uma máquina para impressão de outdoors, quase 500 mil dólares, importada, coisa fina.
Veio a lei do Kassab e a empresa parou de fazer coisas grandes, desperdiçando mais dinheiro imprimindo coisas pequenas do que o mínimo para sustentar a própria empresa.
Começaram as demissões, mudanças, dificuldades, tentativas desesperadas para conseguir clientes em outras cidades e estados, tudo em vão.
Falência.
Agora, desempregado, acho que está na hora de encontrar uma esquina disponível também.
Alex Jornada Queiroz disse:
novembro 6th, 2008 em 11:43 am
“Se não estamos recebendo, não agrega valor”
Esse comentário pra mim, é o mais lógico, e mais válido de todos.
Se for pra trabalhar por amor, e de graça, que trabalhemos para nós mesmos. Nosso site, nossa sala, nossos sistemas, e não para clientes. :c)
Se você é um agricultor e vende sua plantação, você se mantém com o retorno.
Se você se alimenta da sua produção, você é um subsistente.
Se você doa seu resultado, você morre de fome.
Belisario disse:
novembro 6th, 2008 em 12:15 pm
Sem comentários. Este texto reflete nossa situação. Hj o designer, o marketeiro e o publicitário, estão lutando não somente com concorrência a altura, mas com curiosos, que por terem algum tipo de conhecimento, cobram menos, é ta cheio de putinha iniciante que querem desbancar as profissionais.
Mario Amaya disse:
novembro 6th, 2008 em 6:39 pm
Alguns de vocês não têm a sensação de que o mercado precisa sofrer alguma catástrofe coletiva para que as pessoas recuperem a razão?
Marcelo disse:
novembro 7th, 2008 em 12:44 am
Do Caralho! Um dos melhores posts feitos até agora, VIRA POETEIRO E ESCREVE UM LIVRO!!ahahaha
Mto bom!………..
“Amor não existe…essa onda de ficar é foda!”
David Rogério disse:
novembro 7th, 2008 em 10:46 am
Ah! Muito bacana, na verdade é assim mesmo. tem que ser cobrado mesmo.
Bjs Pamela.
Marcelo Vasconcelos disse:
novembro 8th, 2008 em 5:26 pm
Li hoje, todos os adjetivos já foram usados. Quem o conhece n se surpreende com a sua inteligência e visão. Parabéns atrasado Gustaveza.
J. Comessu disse:
novembro 11th, 2008 em 11:31 am
Primordial o seu texto, Gustavo san. Aqui na terra do bamboo e das caras putas (no sentido financeiro) a coisa está ficando brava. A crise que o seu Georje Dabliu provocou no mundo esta fazendo que os anunciantes japoneses não procurem mais uma GP profissa, que atende no prive Dentsu, e tem que se satisfazer com uma punheta mesmo.
É o ínício da era da bronha publicitária, feita pelo próprio depto de vendas.
Vai sair cada porra de anúncio…
Mike disse:
novembro 11th, 2008 em 1:18 pm
Perfeito!
O mal do mundo é que os profissionais se vendem por pouco, se valorizar é importante!
Cobrar o preço do trabalho intelectual especializado.
Leo disse:
novembro 11th, 2008 em 1:29 pm
Como diriam as prostitutas de Nova iorque: No money, no love.
Alexandre van Beeck disse:
novembro 11th, 2008 em 1:53 pm
Esse texto me lembrou de uma história de um grande amigo publicitário:
Chega um “cliente” e fala:
- Vamos trocar uma idéia?
- Vamos! Vc tem uma? Se não tiver uma idéia, eu não troco. Eu vendo!
Leo Cabral disse:
novembro 11th, 2008 em 2:42 pm
A metáfora com prostitutas é engraçada, mas não acredito na prostituição como profissão e sim como “ocupação”. Nisso, concordo com Ford: “se dinheiro for sua esperança por independência, você nunca a terá. A única segurança real que o homem tem nesse mundo é a reserva de conhecimento, experiência e habilidade”. Ou seja: faça o que gosta e goste do que faz e o sucesso virá; caso contrário se ocupe com o que te dão e conforme-se com isso.
Sylvio R. disse:
novembro 11th, 2008 em 5:08 pm
Epa, a Aline Carla me cobra só depois de por a roupa, não antes. Sou cliente de longa data, sabe como é né…
Brunno Apolonio disse:
novembro 11th, 2008 em 6:19 pm
E vocês ainda estão em uma situação previlegiada porai. Eu, aqui de Belém, pareço estar vivendo em um mercado irreal. Cliente querendo negociar ( na verdade: não pagar) criação, tempo dedicado para as concorrências, além do BV. :D há alguma coisa errada…
Blog da Webcomtexto» Arquivo do Blog » Dez pontos de interrogação disse:
novembro 11th, 2008 em 8:53 pm
[...] ouviu a frase – Todo mundo tem seu preço? Pois é, eu tenho o meu. O Gustavo tem o dele, o Hiro e o Felipe também. E [...]
Adriana D. disse:
novembro 13th, 2008 em 2:59 pm
Genial!
Priscila disse:
novembro 17th, 2008 em 8:31 pm
Adorei, GFortes!!!! Muito bom!
Dica da semana! « Dicas Estribadas disse:
novembro 17th, 2008 em 9:31 pm
[...] Esse é o espírido do texto de GFortes que você confere na íntegra lá. [...]
Maits disse:
novembro 21st, 2008 em 12:37 am
Muito bom….
Orçamentos, layouts, propostas, briefings, etc.. de graça? Não obrigado… - Geoweb disse:
novembro 28th, 2008 em 11:26 am
[...] texto do Blog de Guerrilha, que meu amigo Tuco da Astéria me enviou, traduz com clareza e detalhes esse sentimento que nutre [...]
Rodrigo disse:
dezembro 2nd, 2008 em 4:14 pm
Só acho que tem erro de avaliação:
O mercado é livre. Não adianta reclamar que existem outras pessoas que cobram mais barato ou simplesmente não cobram nada. Se não tem ninguém disposto a pagar o valor que você cobra é porque não vale o preço. Se tem alguém vendendo por menos é porque encontrou uma forma mais eficiente que a sua. Quem determina o valor dos produtos e serviços é o mercado. É claro que você pode fazer sua parte e convencer as pessoas de pagar mais caro pelo seu produto. Várias marcas conseguem esse tipo de vantagem e isso pode ser conseguido para qualquer mercado.
Guzz disse:
dezembro 4th, 2008 em 6:11 pm
Quem lê por ultimo trabalha demais, ou não…
Muito foda é por ai mesmo …
Luciano disse:
dezembro 17th, 2008 em 10:55 am
Muito bom! Perfeito! É a pura realidade que enfrento dia-a-dia. Só para complementar, tem a ainda o subrinho irritante que faz o logotipo e um “panfretinho” beeeeeem mais em conta. É isso aí, parabéns pelo blog.
julia disse:
dezembro 20th, 2008 em 2:09 pm
eu sou biscate
rodrigo disse:
janeiro 20th, 2009 em 7:47 pm
é vc é gostosa é isso ai
Redes de Proteção disse:
janeiro 21st, 2009 em 4:36 pm
Parabéns pelo texto. Essa putaria tem que acabar.
Michelle
evaldo dos santos disse:
fevereiro 10th, 2009 em 4:52 pm
parabens pelas colocaçoes voçe é perfeita.e é assim que voçe deve se manter absolutamente centrada em seus requisitos.dinhero na mão calcinha no chão,négocio é comércio.seu comécio não é diferente de qualquer que seja ele.nunca o desvalorize o seu.Os criticos destrutivel não tem çerébro e sim minhocas.felicidades e sucessos proteção sempre amém.beijos( salvador-bahia).
mario disse:
abril 23rd, 2009 em 2:07 pm
putas unidas jamais serao vencidas
Henrique disse:
junho 2nd, 2009 em 12:30 am
Muito bem feito o texto, parabéns… pena que o tema n merece tanto…
É isso aí… vlw putalhada !
Cleyton Cabral disse:
dezembro 28th, 2009 em 12:25 pm
kkkkkkkkkkkkkkk
Muito bom! Abraço.