Eu sou uma prostituta, não faço por amor.

novembro 3, 2008




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Todo mundo diz que nosso mercado está prostituído. Eu penso diferente, acho que nosso mercado é uma adolescente procurando o príncipe encantado.

Aqui na agência cobramos para trabalhar. É óbvio? Nem tanto. Ainda existe cliente que exclama: o quê!? eu tenho que pagar para vocês desenvolverem um plano de guerrilha para o meu briefing?

Sim, nós cobramos para trabalhar. Da mesma forma que o costureiro que fez a cortina da sua casa cobrou um sinal, sem você saber se ela ficaria bonita ou não. Da mesma forma que seu advogado cobrou ganhando ou perdendo a causa. Da mesma forma que você cobra do seu empregador (e você cobra até sem trabalhar nos seus merecidos 30 dias de férias). Da mesma forma que uma prostituta cobra antes de tirar a roupa.

Todos estes profissionais são prestadores de serviço e cobram para trabalhar. E por venderem algo intangível, a sua expertise, existe o risco de dar certo ou errado. O risco de você gostar ou não do resultado. O risco de ser bom pra você ou de você brochar.  Para diminuir o risco, o contratante avalia as credenciais do fornecedor. Avalia se os serviços semelhantes que o fornecedor já fez estão adequados às suas expectativas. Não tem jeito, estamos falando de serviço e não de produto de prateleira com etiqueta de preço.

Com a Espalhe, eu sou uma prostituta com 5 anos de esquina tentando encantar e surpreender os clientes. E no meu ponto todo dia param uns pós-adolescentes, com pinta de gerente de produto jr ou atendimento de agência de propaganda, que abrem o vidro e jogam uma conversinha de que estão apaixonados, que querem me levar para casa e me tratar como uma rainha. Eu nem escuto o fim do papinho: dispenso dizendo que não beijo na boca e não faço por amor. Sou profissional e cobro pelo que faço.

Mas outro dia chegou um cliente antigo. Um tipo bonitão, forte, saudável e muito bem sucedido. Jogou a sua cantada, disse que estava apaixonado. E eu cai. Fui para a cama uma concorrência sem cobrar. Fiz por amor.

E você acha que no dia seguinte o meu príncipe ligou para dar um feedback? Claro que não. Vestindo a carapuça de adolescente ingênua e apaixonada, eu pensei que ele tinha perdido o meu telefone ou estava muito ocupado. Mandei um email perguntando se estava tudo bem e se ele ainda me amava. E ele respondeu frio, superficial e distante:

“Analisamos hoje as propostas apresentadas e optamos pelo projeto de outro fornecedor que estava mais adequado as nossas necessidades e objetivos. Agradeço pela apresentação e participação na concorrência. Abs,”

Nenhuma consideração com meu amor e dedicação a ele. Me sentindo suja e usada, eu volto pra minha esquina com a certeza que o amor não existe e que o bonitão vai continuar com o papai-mamãe de sempre _ seja no formato do estande enorme, bonito e vazio na feira, da propaganda super produzida que ninguém vai falar a respeito, do site lindo que tem que comprar post em blogs para ter alguma visita.

Se adolescentes apaixonadas não te satisfazem mais e você busca profissionais para realizar todas as suas fantasias, me ligue.

Bjs, GFortes - mas pode me chamar de Pamela - cabelos negros, 1,74 e 80 kg de pura travessura.


66 comentários para “Eu sou uma prostituta, não faço por amor.”

  • Ricardo Aum disse:


    Amiga, to sem palavras. Putas unidas jamais serão vencidas!

    Bitch Proud na veia.

    Abrá.

  • Rodrigo disse:


    É

  • “Eu sou uma prostituta, não faço por amor.” | Pensa Rics, pensa! disse:


    [...] de prestação de serviço, seja de qual ramo de atividade for, vai se deliciar com o post do Blog de Guerrilha entitulado “Eu sou uma prostituta, não faço por amor“. O texto está irretocável e [...]

  • cardoso disse:


    Vou contar uma historinha.

    Era uma vez uma empresa que fazia… caixas de pizza. Havia duas enormes pizzarias na cidade. A empresa chamou uma delas, ofereceu para fazer uma caixa personalizada, exclusiva, que custaria muito caro. Disse que faria tudo “de graça”.

    A idéia do dono da empresa era: “Faço a caixa pra essa, a outra pizzaria vai ver, vai querer também, aí eu vendo”

    A pizzaria 1 adorou. Fizeram a caixa, saiu uma fortuna, custos devidamentes entubado.

    Chamaram a pizzaria 2, mostraram a caixa da concorrência. Ela adorou, disse que queria também.

    Na hora de negociar o preço, a pizzaria 2 explicou: “Eu quero de graça, como vocês fizeram para a pizzaria 1, que é de um grande amigo meu, ele me contou tudo.”

    Moral da história? Seja bunda, caixa de pizza, romipeige. Se você vive de VENDER algo, DOAR GRACIOSAMENTE não vai te levar a nada.

    * produtos e ramos mudados para proteger os inocentes -eu, que fui contra a porcaria da estratégia, mas não tinha voz pra piar alto-

  • Repercutindo: “Eu sou uma prostituta, não faço por amor” // justplay.info disse:


    [...] aqui uma parte de um texto postado no Blog de Guerrilha, para ilustrar o primeiro ponto: Aqui na agência cobramos para trabalhar. É óbvio? Nem tanto. [...]

  • breno alves disse:


    mandou bem!
    levando em consideração que ainda tem as putas baratas que estraga o nosso ponto!

  • Vinícius K-Max disse:


    O irônico é que os ingênuos não são vocês que acreditam no “amor alheio”, ou no amor à Guerrilha (que diferente do marketing tradicional e prostituído, é sim sensacional e apaixonante). Ingênuos são os pós-adolescentes que acham que uma idéia pode ser DADA, como se qualquer formando de MKT soubesse fazer Guerrilha.

    Que fique a dica pros desavidados no mercado - e que imagino não serem poucos.

    PS: Porra, 1,74 e 80 kg? Essa Pâmela tá meio gordinha, né? :D

    []’s

  • Fernando disse:


    eu tinha certeza q o texto era do Wagner… não faço a mínima idéia pq… assustei na assinatura…

  • Marcelo Prata disse:


    Perfeito!
    Isso se encaixa numa filosofia que temos aqui na empresa…
    Aquilo que é de graça, não agrega valor!
    Tudo o que é caro, e se paga, com sacrificio ou não, é muito mais valorizado por aquele que não participa do desenvolvimento do projeto!

    Pamela, emagrece um pouquinho! ;)
    Beijomeliga!

  • Tiago Moralles disse:


    E viva nossa propaganda prostituida.

  • Thiago Suiço disse:


    Parabéns…acho que expressou tudo que muito de nos pensa ou vive no seu dia-a-dia.

    Obrigado.

    Agora irei voltar para o meu ponto…de banho tomado, perfumada e aguardando o proximo cliente.

    Sucesso

  • Mateus disse:


    Um puta texto, cara. Literalmente… :)

  • Pepe disse:


    eu acho q o mercado não é prostituído pelos clientes, ou pelos fornecedores(agencias) que abrem as pernas em troca de sonhos ou promessas. O mercado é prostituído por aqueles que pensam saber fazer o mkt, ou uma criação e cobram valores indevidos, que desvalorizam trabalho de quem entende do assunto, aqueles que fazem leilão com o seu orçamento, e jogam seus conhecimentos na lata do lixo… que, no final, é onde vai parar toda a campanha comprada na prostituição do mercado publicitario. É assim que penso…
    gde abs
    e parabéns pelo texto

  • Amauri disse:


    Acho ótimo…Agora me diz. Quem cobra antes de “tirar a roupa” na entrega do brief?O texto é lindo, quem na “prática pratica”?

  • Claudia Regina disse:


    Perfeito!

  • Helena Mesquita disse:


    Se eu quebrasse meu biscoito da sorte hj e tivesse esse texto, provavelmente ganharia na mega jogando os números do verso!

    Hoje mais do que nunca - IRMÃS NA PUTARIA!

  • Carolina Vigna-Maru » Eu sou uma prostituta, não faço por amor. disse:


    [...] “Sim, nós cobramos para trabalhar. Da mesma forma que o costureiro que fez a cortina da sua casa cobrou um sinal, sem você saber se ela ficaria bonita ou não. Da mesma forma que seu advogado cobrou ganhando ou perdendo a causa. Da mesma forma que você cobra do seu empregador (e você cobra até sem trabalhar nos seus merecidos 30 dias de férias). Da mesma forma que uma prostituta cobra antes de tirar a roupa. [...]

  • eduardo San disse:


    1 cliente que paga bem = plástica = 2 clientes que pagaram bem

    1 cliente que vc faz por “amor” = suja e mal lavada = 2 clientes querendo vc ao mesmo tempo e de graça

  • MARCELO RINO disse:


    nossa cara.. MUITO BOM.. o texto ta incrível.. uahuahua.. ta na hora de mandar uma coisa dessa para os clientes lerem.. abraço

  • Filippe Santos disse:


    To fzndo por amor e ta sendo gostoso :D~
    só não está alimentando meus guris hehehehe

  • Géssica Mara disse:


    Sabe quando vc vê uma capanha boa e se arrepia toda?!?!?
    Tive a mesma sensação com esse texto!
    Perfeito d+++++

    Gustavo, espero ansiosa seu Workshop aqui em Salvador!!!
    Beijão

  • Roger disse:


    Fenomenal, cara.

    A implementação é complicada, mas essencial. Senão a sensação de “suja e usada” acaba voltando…

    Parabéns

  • gus disse:


    lembrando que o primeiro fodecast será gravado hj às 22h30 numa galáxia não muito distante.

  • MorinBLOG » Blog Archive » Mercado Publicitário disse:


    [...] texto abaixo foi extraído do Blog de Guerrilha. O que lá é exceção, aqui é regra. Quantos clientes não sugerem ver o projeto antes de [...]

  • Tayra disse:


    Texto primoroso…

  • Andre Rabanea disse:


    Gustavo, parabéns pelo texto. Espelha muito o nosso trabalho. Concordo com o texto para uma agencia com portfólio e nome no mercado. Quantas borlas, quantas acções de graça tive que dar para poder um dia chegar em um cliente grande. Se nosso pai não é o director de marketing do nosso principal cliente, temos que dar umas ideias de graça. Infelizmente.

  • Frente disse:


    Aqui em Salvador, é a mesma putaria

  • Leonardo disse:


    Foda!

  • Fabricio Mendes disse:


    Parabéns pelo texto. Essa putaria tem que acabar. Mas desiste da Pâmela, você deve ter as pernas muito feias.

  • Tiago Levorato disse:


    Muito bom o texto, pontual e direto. O grande problema da nossa publicidade principalmente no interior é o tão famoso BV, agencias não cobram a ideia, ganham BV. Isso mata qualquer muleke de 24 anos que sonha em mudar um mercado prostituido por tanto tempo. Mais um dia ai de mudar. rsrs.

  • Ricardo Marsili disse:


    Cara, nem fala..

    Eu trabalho muito assim com propostas de links patrocinados (acho que da menos trabalho que a guerrilha, mas ainda assim é foda)

    Enquanto a concorrência continuar se prostituindo, vamos correr o risco de ficar com nossa dignidade mas sem dinheiro no bolso!

    Abs

  • Nilo Thiago disse:


    Tem gente fazendo barba, cabelo, bigode, beijando na boca, sem usar camisinha e pagando o motel.
    É foda demais e dinheiro de menos.

  • Milton Mattos disse:


    Não tem como deixar um comentários, após ler essa matéria. Parabens! Fico feliz pq existem pessoas como voce que abraçam esse discurso em suas vidas profissionais! :D

  • Bruno Ancona Lopes disse:


    Instant Classic. =)
    Mandou bem Pamela, pelo post!

  • Isa disse:


    Excelente post! Ninguém obriga ninguém a sair do básico!

  • Galeno disse:


    Genial o texto, repassei pra vários colegas. E essa Pamela tá meio gordinha mesmo, mas li recentemente que as gordinhas dão mais…e se tiver esses peitões da foto, tá valendo.

  • Jamais acredite em publicitários e suas campanhas felizes | Henrique Wint disse:


    [...] na Operadora, quase 10 reiterações na Anatel e mais um chamado no Procon. E a operadora? Ela também é prostituta e não me ama, pois não retorna minhas ligações ou dá sinal de que está tentando resolver o problema, quando [...]

  • Rodrigo disse:


    Formado em publicidade, trabalhava em uma agência de comunicação visual.
    A empresa ía bem, crescia bastante, se empolgava e empolgava seus funcionários.
    Resolveram investir, compraram uma máquina para impressão de outdoors, quase 500 mil dólares, importada, coisa fina.
    Veio a lei do Kassab e a empresa parou de fazer coisas grandes, desperdiçando mais dinheiro imprimindo coisas pequenas do que o mínimo para sustentar a própria empresa.
    Começaram as demissões, mudanças, dificuldades, tentativas desesperadas para conseguir clientes em outras cidades e estados, tudo em vão.
    Falência.
    Agora, desempregado, acho que está na hora de encontrar uma esquina disponível também.

  • Alex Jornada Queiroz disse:


    “Se não estamos recebendo, não agrega valor”

    Esse comentário pra mim, é o mais lógico, e mais válido de todos.

    Se for pra trabalhar por amor, e de graça, que trabalhemos para nós mesmos. Nosso site, nossa sala, nossos sistemas, e não para clientes. :c)

    Se você é um agricultor e vende sua plantação, você se mantém com o retorno.
    Se você se alimenta da sua produção, você é um subsistente.
    Se você doa seu resultado, você morre de fome.

  • Belisario disse:


    Sem comentários. Este texto reflete nossa situação. Hj o designer, o marketeiro e o publicitário, estão lutando não somente com concorrência a altura, mas com curiosos, que por terem algum tipo de conhecimento, cobram menos, é ta cheio de putinha iniciante que querem desbancar as profissionais.

  • Mario Amaya disse:


    Alguns de vocês não têm a sensação de que o mercado precisa sofrer alguma catástrofe coletiva para que as pessoas recuperem a razão?

  • Marcelo disse:


    Do Caralho! Um dos melhores posts feitos até agora, VIRA POETEIRO E ESCREVE UM LIVRO!!ahahaha
    Mto bom!………..

    “Amor não existe…essa onda de ficar é foda!”

  • David Rogério disse:


    Ah! Muito bacana, na verdade é assim mesmo. tem que ser cobrado mesmo.
    Bjs Pamela.

  • Marcelo Vasconcelos disse:


    Li hoje, todos os adjetivos já foram usados. Quem o conhece n se surpreende com a sua inteligência e visão. Parabéns atrasado Gustaveza.

  • J. Comessu disse:


    Primordial o seu texto, Gustavo san. Aqui na terra do bamboo e das caras putas (no sentido financeiro) a coisa está ficando brava. A crise que o seu Georje Dabliu provocou no mundo esta fazendo que os anunciantes japoneses não procurem mais uma GP profissa, que atende no prive Dentsu, e tem que se satisfazer com uma punheta mesmo.
    É o ínício da era da bronha publicitária, feita pelo próprio depto de vendas.
    Vai sair cada porra de anúncio…

  • Mike disse:


    Perfeito!
    O mal do mundo é que os profissionais se vendem por pouco, se valorizar é importante!
    Cobrar o preço do trabalho intelectual especializado.

  • Leo disse:


    Como diriam as prostitutas de Nova iorque: No money, no love.

  • Alexandre van Beeck disse:


    Esse texto me lembrou de uma história de um grande amigo publicitário:
    Chega um “cliente” e fala:
    - Vamos trocar uma idéia?
    - Vamos! Vc tem uma? Se não tiver uma idéia, eu não troco. Eu vendo!

  • Leo Cabral disse:


    A metáfora com prostitutas é engraçada, mas não acredito na prostituição como profissão e sim como “ocupação”. Nisso, concordo com Ford: “se dinheiro for sua esperança por independência, você nunca a terá. A única segurança real que o homem tem nesse mundo é a reserva de conhecimento, experiência e habilidade”. Ou seja: faça o que gosta e goste do que faz e o sucesso virá; caso contrário se ocupe com o que te dão e conforme-se com isso.

  • Sylvio R. disse:


    Epa, a Aline Carla me cobra só depois de por a roupa, não antes. Sou cliente de longa data, sabe como é né…

  • Brunno Apolonio disse:


    E vocês ainda estão em uma situação previlegiada porai. Eu, aqui de Belém, pareço estar vivendo em um mercado irreal. Cliente querendo negociar ( na verdade: não pagar) criação, tempo dedicado para as concorrências, além do BV. :D há alguma coisa errada…

  • Blog da Webcomtexto» Arquivo do Blog » Dez pontos de interrogação disse:


    [...] ouviu a frase – Todo mundo tem seu preço? Pois é, eu tenho o meu. O Gustavo tem o dele, o Hiro e o Felipe também. E [...]

  • Adriana D. disse:


    Genial!

  • Priscila disse:


    Adorei, GFortes!!!! Muito bom!

  • Dica da semana! « Dicas Estribadas disse:


    [...] Esse é o espírido do texto de GFortes que você confere na íntegra lá. [...]

  • Maits disse:


    Muito bom….

  • Orçamentos, layouts, propostas, briefings, etc.. de graça? Não obrigado… - Geoweb disse:


    [...] texto do Blog de Guerrilha, que meu amigo Tuco da Astéria me enviou, traduz com clareza e detalhes esse sentimento que nutre [...]

  • Rodrigo disse:


    Só acho que tem erro de avaliação:
    O mercado é livre. Não adianta reclamar que existem outras pessoas que cobram mais barato ou simplesmente não cobram nada. Se não tem ninguém disposto a pagar o valor que você cobra é porque não vale o preço. Se tem alguém vendendo por menos é porque encontrou uma forma mais eficiente que a sua. Quem determina o valor dos produtos e serviços é o mercado. É claro que você pode fazer sua parte e convencer as pessoas de pagar mais caro pelo seu produto. Várias marcas conseguem esse tipo de vantagem e isso pode ser conseguido para qualquer mercado.

  • Guzz disse:


    Quem lê por ultimo trabalha demais, ou não…

    Muito foda é por ai mesmo …

  • Luciano disse:


    Muito bom! Perfeito! É a pura realidade que enfrento dia-a-dia. Só para complementar, tem a ainda o subrinho irritante que faz o logotipo e um “panfretinho” beeeeeem mais em conta. É isso aí, parabéns pelo blog.

  • julia disse:


    eu sou biscate

  • rodrigo disse:


    é vc é gostosa é isso ai

  • Redes de Proteção disse:


    Parabéns pelo texto. Essa putaria tem que acabar.

    Michelle

  • evaldo dos santos disse:


    parabens pelas colocaçoes voçe é perfeita.e é assim que voçe deve se manter absolutamente centrada em seus requisitos.dinhero na mão calcinha no chão,négocio é comércio.seu comécio não é diferente de qualquer que seja ele.nunca o desvalorize o seu.Os criticos destrutivel não tem çerébro e sim minhocas.felicidades e sucessos proteção sempre amém.beijos( salvador-bahia).

  • mario disse:


    putas unidas jamais serao vencidas

  • Henrique disse:


    Muito bem feito o texto, parabéns… pena que o tema n merece tanto…

    É isso aí… vlw putalhada !

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