Fashionistas de foro íntimo

A empresa americana Durex deu novo sentido ao termo “agasalhar o croquete”. Para ajudar na divulgação de suas camisinhas, e totalmente em linha com seu posicionamento (The World’s #1 source for penis outfits), criaram o site Dickorations, em que exibem uma intrigante série de roupinhas para embelezar o falo do amigo consumidor.
O sujeito escolhe sua vestimenta preferida, imprime e fica à vontade para sair por aí exibindo suas intimidades de um jeito muito mais estiloso – não que vá fazer muita diferença na hora da inevitável prisão por atentado ao pudor.
O site ainda apresenta emocionados depoimentos de felizes consumidores, além de um FAQ hilariante. Questões como “Sempre tive vontade de receber emails de uma companhia que vende roupas para pênis. Posso lhes dar meu endereço?” são garantia de bom entretenimento para toda a família.
Não bastasse uma empresa de camisinhas ter o sugestivo nome de Durex, ainda prepararam esse belíssimo chute no saco do marasmo desse tipo de campanha.
CBarney
Via Revista Trip # 170
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Washington Olivetto na Trip FM
“O negócio da propaganda não está tão próspero como ele foi. Ele não está tão rentável não é essa maravilha toda
Existe uma crise mundial criativa e uma crise mundial negocial no negócio da propaganda. Que é um negócio que está colocado em dúvida. Que está sendo revisitado, que perdeu muito a auto-estima. Uma das funções do livro que eu fiz é voltar a valorizar a grande idéia, a necessidade de coisas onde o conteúdo seja superior a forma. Apesar da forma ser importante. A necessidade do respeito entre todas as partes. A necessidade de uma remuneração consequente e correta“.

Exemplo de conteúdo (belo conteúdo) superior a forma na última campanha de W.O.
Ouve lá.
abs, Gfortes
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Vem aí: a mais nova maravilha do mundo!
1 ano de Ócio para a Microsoft

Renovado para uma segunda temporada, o blog Ócio 2007 ainda celebra o sucesso do ano de estréia. Não sem bons motivos – com 1 milhão de visitas, 400 mil downloads, e minando com a produtividade em repartições por todo o país, me parece justa a comemoração.
Para tanto, estamos iniciando uma nova fase, com um visual ainda mais elegante e aplicativos que fazem ainda menos sentido. E ficamos particularmente orgulhosos do ÓcioCast, em que chamamos na chincha pessoas que fazem do ócio praticamente uma arte.
Confira a rapaziada que inaugurou o segmento, e entenda melhor do que estou falando.
Na vida, tudo é passageiro, menos o cobrador, o motorista e o busólogo.
Muito mais do que se deslocar de um ponto a outro, o busólogo é aquele sujeito que aprecia cada pequeno sabor da viagem de ônibus. E da marca do ônibus. E da empresa do ônibus. E da rota do ônibus. E do chassi do ônibus. E do ronco do motor do ônibus.
É um pouco assustador no começo.
O bom busólogo não só conhece as mais variadas carrocerias, como também é apaixonado o suficiente para acompanhar a carreira de uma carcaça com a mesma emoção que a sua tia se preocupa com a carreira de ex-BBBs.
E, com muito orgulho, apresentamos a Busologia, fina arte ociosa que serve de ponto de partida para a nova fase do Ócio 2007.
O blog favorito para os momentos em que você deveria estar fazendo outra coisa traz hoje a cativante estréia do ÓcioCast, em que batemos um papo amistoso com Francisco Ângelo e Adrianno Sakamoto. Os dois são busólogos de coração, e contaram um pouco sobre as delícias e perícias de amar tal transporte coletivo. Além disso, as sempre elegantes presenças de GFortes, Humberto Galletto, nossa editora Pati e este humilde escriba que agora também vos fala.
Também aproveitamos a gravação para agilizar com o Humberto, o Programador Parrudo, idéias iniciais para o fabuloso aplicativo BusTrunfo.
Abs, Lucas de Barros CB
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Vem aí: o mais incrível ponto turístico do Brasil!
Vocês fazem evento? Não, fazemos boca-a-boca

Na semana passada aconteceu em São Paulo a ExpoMoney, uma feira voltada para investidores veteranos e iniciantes. A Espalhe foi convidada pela MG Eventos para desenvolver uma ação para Agência Estado que estava divulgando o AE Broadcast, uma ferramenta de informação completa para investidores de todos os níveis monitorarem e operarem nos mais diversos mercados.
O desafio não era diferente do problema de toda a feira: transformar o estande no grande centro de atenções. No Salão do Automóvel, por exemplo, isso é relativamente simples. Pelo menos já tem as velhas receitas: carros da F1, Lamborghinis envenenadas, shows repletos de pirotecnias e meninas bonitas vestindo lycra. Mas em uma feira sobre investimento é um pouco mais complicado se destacar com relevância. São centenas de expositores precisando de atenção para tentarem repassar pelo menos um pouquinho de informações um tanto quanto complexas.
Para transformar o estande da AE em referência e literalmente comprar a atenção dos visitantes, usamos a moeda comum de todas as feiras: brindes. Mas distribuir camisetas, canetas e pen drives só por distribuir não gera muito boca-a-boca, convenhamos. Criamos então uma Bolsa de Brindes, com um sistema que calculava em tempo real, como em um pregão de verdade, o valor de cada brinde de acordo com a sua oferta e procura.

Na entrada os visitantes da ExpoMoney ganhavam $1. Para ganhar mais dinheiro e operar na bolsa em busca de mais brindes eles podiam requisitar uma demonstração do produto no estande da AE e assistir as diversas palestras sobre mercado financeiro também patrocinadas pela AE. A outra alternativa para acumular riqueza era simplesmente comprar brindes na baixa e vendê-los na alta. E foi o que aconteceu: o balcão da Bolsa de Brindes se transformou num dos pontos altos da feira, com investidores iniciantes e veteranos se aglomerando na sua frente e aplicando alguns conhecimentos elementares de mercado de capitais para fazer fortuna. Teve gente saindo com 80 canetas, 20 camisetas, 5 pen drives… Aquele clima eufórico de pregão aconteceu ali, no principal corredor da feira. As palestras patrocinadas pela AE viviam lotadas, ganhar 5$ ou $10 eram o pretexto para fazer os visitantes sentarem alguns minutos pelo dinheirinho, mas eles acabavam ficando até o final pelo seu interesse no conteúdo.

Uma forma diferente de convidar os visitantes para o seu ambiente, variando um pouco dos costumeiros amendoins e panfletos. Sem falar no boca-a-boca que acontecia em tempo real: bastava o preço de algum brinde cair ou subir expressivamente que a notícia se espalhava. Muita gente parava o que estava fazendo em outros estandes e corria até a Bolsa de Brindes para fazer suas compras e vendas.
[]´s Mr Wagner
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Reposicionando o 1984

Imagem: indexed.blogspot.com
Um dos comerciais mais reverenciados da história é o 1984 da Apple. Nele a marca mostra um mundo de pessoas controladas pelo totalitarismo e convida a humanidade a “Pensar Diferente”.
Hoje a Apple tem uma verdadeira “seita de seguidores” apaixonados. Fanboys que estão militando ativamente na guerra do boca-a-boca e convencendo seus familiares e amigos a desistirem do PC e mudarem para um Mac. Mas o calcanhar de Aquiles pode ser justamente esse: usuários Mac são cada vez mais iguais. Notebooks iguais, fones de ouvido iguais, tudo padronizado. Uma hora cansa e a tendência vira contra-tendência. Um iPod comum virou paisagem. Outro dia um colega apareceu com o Zune e se formou uma rodinha em volta para ver qual é. Não entro aqui no mérito de “qual é o melhor”, até porque para a Apple ter um boca-a-boca tão bom é porque seus produtos são supreendentes. Só quero mostrar o ponto de que Apple é diferente, porém com o tempo uniformiza toda a “galera que quer ser diferente”. Aí fica fácil reposicioná-los.
Na minha opinião, uma das novas frentes de batalha da nova campanha da Microsoft é justamente neutralizar estes fanboys mais inflamados. Usar a maior força da Apple contra ela mesma. Pelo que vi e andei lendo na web, a onda não é tornar a Microsoft cool, mas fazer a grande massa de consumidores se identificar com ela. Eu, wagner, não sou cool. Nós não somos “cool”, ora bolas.
Os filmes “I’m a PC” me passaram um sentimento de insurgência da galera comum, da grande maioria que usa PC, contra os “descolados Mac”, que simplesmente “se acham”. “Como assim, eles me rotularam como um gordinho chato de óculos? Quem vocês pensam que são? Vocês estão sendo preconceituosos e nós que mandamos aqui, ora bolas!”
E aí, quanto mais os militantes Apple tentarem convencer pelo lado “eu sou mais bacana” ou “Windows é uma bosta”, mais eles vão ficar antipáticos. Talvez o objetivo seja posicionar Microsoft como “coisa da gente” e Apple como “coisa de gente esnobe”. E não parece algo inventado por publicitário e que não faça sentido na vida real, pois alguns Apple fanboys realmente reforçam este estigma. Eles são chatos, como qualquer outro fanático. Além disso, os produtos realmente são precificados e direcionados para uma classe mais abastada. E o Vista de fato não “é uma bosta”, como muitos bradam por aí.
Como diriam os editores do Pau no Cool Hunter, tem horas que uma coisa fica tão cool, mas tão cool, que o bacana acaba sendo tirar sarro do cool.
Nos comerciais “I´m a PC” alguns emails de personagens aparecem na legenda. Se você envia um email para eles, recebe uma auto-resposta. Essa é a frase final de um texto bem bacana (quase um manifesto contra o preconceito e a obrigação de “parecer legal”) do cara que reproduz o “Gordinho nerd PC” que aparecia na campanha “Get a Mac” da Apple (sean@windows.com).
“Listen to real users, not actors.
-The Real PC, Sean Siler”
Se a campanha vai funcionar ou não, vamos demorar meses para descobrir. Talvez até anos. Mudar percepção não é igual a vender geladeira. Acho precipitado quem diz que a “fase Seinfeld” foi um fracasso ou que as coisas não estão se encaixando. Não se muda de direção assim, de uma semana para outra. Os filmes dessa semana não são um “plano B” para o Seinfeld. A seqüencia de filmes parece que já estava planejada com muita antecedência e eu vejo mais como uma abertura de trabalhos em diversas frentes.
Vamos acompanhar que está bacana. Tanto a discussão quanto a campanha. E talvez esse seja seu grande mérito. Enfim uma campanha da Microsoft que gera discussão, que movimenta algo.

E para não dizerem que não falei de guerrilha, vejam a foto de um dos personagens do último filme, o lutador de vale-tudo Rashad Evans. Há duas semanas atrás ele subiu para uma luta usando esta camiseta com o mugshot clássico do Bill Gates, levantando um bom boca-a-boca de pessoas se questionando a razão da homenagem. Agora faz sentido, Rashad Evans é um PC e está disposto da dar uma lição em quem tiver um problema com isso.
[]´s Mr Wagner, um PC, só para ser contra a galerinha descolada.
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Vamos falar de Guerrilha nas Semanas de Comunicação da FAAP e da FURB

Amanhã, dia 19, eu (Wagner Tamanaha) estarei representando a área de Redes Sociais aqui da Espalhe na 1a (des)conferência de Mídias Digitais, evento que faz parte da 31a Semana de Comunicação da FAAP. A (des)conferência acontece das 14h30 até as 17h30 e nesta primeira edição a universidade pretende reunir profissionais do mercado, blogueiros e estudantes para juntos discutir os avanços dos meios digitais, as redes sociais e suas influências nos modelos de comunicação. Tudo em um modelo aberto, descentralizado e colaborativo, sem palestrantes definidos. Eu particularmente, como ex-aluno da FAAP, acho que tb vai ser bacana rever as salas e corredores do lugar, graças ao convite que recebi de Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e autor do blog E-Code. Valeu! Pelo que sei sobre alguns dos outros convidados, tb estarão por lá: Rafael Ziggy (blog SimViral e agência Talk!), Guilherme Valadares (Papo de Homem e Cubo), Ian Black (Enloucrescendo e LiveAd), Alexandre Fugita (Techbits e Pólvora), Jeff Paiva (Wordsmith e Click), etc.
Dia 23, terça-feira que vem, será a vez do Ariel Gajardo, também da área de Redes Sociais da Espalhe, fazer uma apresentação na Kommbo, evento que faz parte da 14a Semana da Comunicação em Blumenau. O Ariel vai falar sobre Marketing de Guerrilha e um pouco da atuação guerrilheira nas redes sociais, ao lado de outros participantes como a Gica (do blog Verdevelma e Bullet), Bruna Calheiros (Sedentario, tb da Bullet), Juliana Maria (consultora em gestão de comunicação) e Tiago Machado (Polkadots). A Semana da Comunicação, um dos maiores eventos de publicidade de Santa Catarina, começa na segunda-feira dia 22 e é toda organizada pelo Centro Acadêmico da FURB. A Espalhe já esteve lá ano passado, com o Gustavo Fortes palestrando sobre Marketing de Guerrilha - registrado aqui no post Vamos Falar de Guerrilha em Blumenau - esse ano o tema do evento é “Mídias – A Revolução Começou”, com debates em torno de assuntos como mobile marketing, mídias sociais, novas abordagens em comunicação, internet, etc.
Ass: W.Tamanaha
Leia tb:
20/08/2008 - Vamos falar de guerrilha em Belo Horizonte
19/08/2008 - Seminário Info: Resumo da “Blogosfera como Mídia”
13/05/2008 - #EBP2008 Encontro de Blogueiros Publicitários
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88,98,08

A rua sempre serviu de laboratório para qualquer tipo de arte vinda do “underground” e faz tempo (muito tempo) que o graffiti foi assimilado e passou a ser uma referência de estética e atitude tanto para a moda quanto para a publicidade, ou seja, para o tal “mainstream”.
Em 88, Keith Haring já tinha um Popshop em Tóquio e trabalhava para o “mainstream”.
Já a guerrilha, nossa especialidade, tem no seu DNA ferramentas como stencil, stickers, posters e vários outros tipos de intervenções urbanas.
O painel da foto deste post poderia estar em qualquer lugar… Uma avenida, rua, galeria? Poderia ser também um outdoor, uma fachada de loja, uma estampa de camiseta? Poderia ser em 98 ou 2008.
Este painel estava à disposição do público do Pixel-Show no último final de semana em São Paulo e foi construído aos poucos de maneira colaborativa: era só chegar com seu canetão/spray e arrumar um espaço ou então sugerir uma intervenção.
O evento, organizado pela Revista Zupi, não é um encontro de graffit. É um dos principais encontros de designers, diretores de arte, videomakers, fotógrafos, estudantes de moda, artes plásticas e claro, grafiteiros. Todos interessados em discutir, trocar experiências, ver cases e novas idéias.
O fotógrafo André Cypriano mostrou seu universo sinistro com fotografias PB cheias de entrelinhas, e para mim foi a melhor palestra.
Gostei muito do estúdio MOPA de Brasília, que é extremamente novo (começou em 2006), e já possui um portfólio de deixar muito gringo com inveja. O trabalho dos caras é bem artístico e não se apega somente a photoshop e ilustrator.
O que dá pra perceber é que a estética do graffiti continua em alta apesar de algumas coisas terem virado clichê, principalmente no design para web.
Até 2018!
abs Bruno Tozzini
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Corinthianos 3×4

Imagem: Blog da redação UOL esportes.
Parece aquele cartaz de “procurados pro assaltar estações de metrô”, mas na verdade é uma camisa de futebol. Ok, piadinha pronta com a casta da sociedade que costuma torcer para o Timão devidamente feita, vamos falar da ação guerrilheira do Corithians.
Na última partida da série B deste ano, dia 29 de novembro contra o América (RN), os jogadores vão usar uma camisa estilizadas com 400 fotos 3×4 dos torcedores que doarem mil Reais. Se tudo der certo, serão 400 mil Reais nos cofres do Corithians.
Diria que é um mashup da Million Dollar Homepage, com Red Bull Racing no GP da Inglaterra e com a página dupla do Firefox no New York Times.
Muito bem sacado e que se tivesse sido pensado desde o início da temporada poderia ter arrecadado muito mais dinheiro. Com uma camisa diferente sendo feita em cada um dos 38 jogos da série B. Talvez não pensaram nisso com medo de aumentarem os assaltos a bancos. Mil reais por semana não é qualquer um que arruma.
[]´s
Mr Wagner
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Choque Cultural invadida

A galeria Choque Cultural, especializada em arte de rua, foi invadida por 30 pixadores no último sábado. Segundo seus proprietários, que estão na Inglaterra fazendo uma exposição, apenas uma tela do artista Speto foi danificada.
O estrago é bem pequeno se comparado à divulgação, discussão e street cred envolvendo a galeria e seus artistas.
Pergunta para a turma do blog Sim, Viral, especializado em decifrar ações de marketing invisível: foi um PR Stunt ou foi protesto legítimo contra a “domesticação da cultura de rua”?
Veja + fotos do ataque.
abs, Gfortes
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BONFIRE MAGAZINE – EDIÇÃO MULHERES PODEROSAS DA WEB

Veridiana Serpa, do Geek Chic; Camila, do Garotas Estúpidas; e B. do apimentado A Vida Secreta, estão entre as blogueiras que falam sobre as novas regras da azaração e do namoro 2.0.
Mulheres, poder e blogosfera são os assuntos do bate-papo com Rosana Hermann, do Querido Leitor; Lúcia Freitas, do Ladybug; e Lu Monte, do Dia de Folga.
Toda dedicada às mulheres da web, a primeira edição da Bonfire Magazine brasileira já está disponível para download no blog bonfiremagazine.com.br que registrou o dia a dia da “redação” a caminho desse lançamento.
Elegante e bem-humorada (modéstia à parte), a revista tem ainda reportagens sobre moda, com a participação de especialistas como Marina Santa Helena, do Chiqueiro Chique; e Renata Ruiz, do Moda para Usar. Completando, Dani Koetz , Liliane Ferrari e Bia Kunze listam locais especiais de São Paulo para comer, badalar e comprar. Além de points que são verdadeiros segredinhos das blogueiras.
A Bonfire Magazine faz parte da estratégia de divulgação da série “Lipstick Jungle” (Ação da SantaClara Nitro operacionalizada pela Espalhe), baseada no livro “Selva de Batom”, em que a autora Candace Bushnell acompanha os desafios de mulheres bem sucedidas de Manhattan – entre elas a editora da BF original. Para quem não ligou o nome à pessoa, Candace é também criadora do mega-sucesso “Sex in the city”.
De acordo com o clima de glamour que a americana imprime na história, o lançamento contou ainda com uma divertida ação no recente Luluzinha Camp, quando as participantes foram agraciadas com a presença de belos rapazes que serviam champanhe.
Baixe a revista aqui e leia o blog da redação.
Bjs,
Patrícia
Posts relacionados:
# Emboscada de LipstickJungle no #LuluzinhaCamp
# Homens na coleira para Lipstick Jungle
# Fotos das ações no Flickr
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O avesso do Avesso…

O Avesso é aquele programa super bem produzido, exibido nos canais Sony e AXN, onde os donos de agência, publicitários em geral e gerentes de produto pleno adoram aparecer contando os seus cases espetaculares de marketing e os bastidores de campanhas.
O Braincast TV é tipo o Avesso. Também é super bem produzido, não perde para nenhum programa de TV, com qualidade Brainstorm9, Colméia e Estúdio Mellancia. Os publicitários e personalidades da web também adoram aparecer contando seus cases espetaculares de marketing e os bastidores de campanha. A única diferença é que o Braincast TV não funciona no estilo jabaculê do Avesso. Por conta disso, os donos de agência talvez não conheçam.
Quando eu e Mr. Wagner fomos convidados a participar do programa, imediatamente o sucesso subiu a cabeça e nos sentimos na pele de Kevin e Alex, os premiados, hypados e bem sucedidos protagonistas do Diggnation, que bebem cerveja e conversam enquanto gravam o videocast.
Aprendemos que isso pode ser perigoso: sem jabaculê não tem replay. Por outro lado a conversa fica mais franca, as opiniões aparecem e a pagação de mico corre solta.
Assista a todos os episódios da invasão do Braincast TV na Espalhe:
#6 Marketing de Guerrilha [Parte 1]
#7 Ranking de Agências
#8 Microsoft + Seinfeld, funciona?
#9 A Torre de Babel dos blogs
#10 Faixa-Bomba
abs, Gfortes
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Guerrilheiro Nato

Oscar Maroni encontrou um jeitinho bem guerrilheiro de divulgar a sua candidatura a vereador. Simples e efetivo: duas meninas de biquíni, um caixote de madeira e um “showmício pop-up” no Viaduto do Chá.
Até aí, qualquer um faz. Gracinhas nas ruas já não são novidade, principalmente para o cidadão paulistano que já está enxergando este tipo de ação como parte da paisagem. A efetividade da guerrilha não está no inusitado, ou na “lampionagem“. O segredo do Marketing de Guerrilha é potencializar um factóide e fazer ele alcançar o maior número de pessoas possível. Só a idéia não funciona, é preciso conhecer os atalhos para fazer ela se propagar.

Ou vocês acham que o sucesso está nas dezenas de gatos pingados que viram o Maroni com “suas meninas” ali, em carne e osso? A beleza da guerrilha é fazer aquilo sair lá do Viaduto do Chá e chegar aqui no meu computador. Agora eu já sei que o número dele é 70111. Driblando o rigor da lei eleitoral que impede a mídia de divulgar o número dos candidatos. O cara teve a manha de pintar o número na barriguinha da moça. E, sem barriguinha, não há notícia.
[]´s Mr Wagner
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