Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Alteração e consolidação do contrato social da Espalhe Comunicação Estratégica LTDA.

Pelo presente instrumento,

1) ROBERTA FERES PAIXÃO, brasileira, que consegue ter muito mais prazer comendo um bolo de fubá do que uma trufa de chocolate;

2) GUSTAVO FORTES FERREIRA, brasileiro, que consegue ter muito mais prazer comendo uma tampa de caneta do que em um bolo de fubá ou uma trufa de chocolate;

3) CLEBER ROCHA MARTINS, brasileiro, portador do cartão de fidelidade do Quality Foods Alimentos LTDA número 9852-2, atualmente com 8 carimbos de 10 necessários para um almoço com desconto;

únicos sócios da sociedade simples limitada denominada ESPALHE COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA LTDA., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, à Rua Geraldo Flausino Gomes, n.º 78, sala 13, Brooklin Novo, CEP 04575-060, e, ainda,

4) WAGNER LUIZ DOS SANTOS MARTINS, brasileiro, que comprou o diploma de humorista número 084778/2002 para ter direito a foro privilegiado na Eslovênia;

5) PATRÍCIA DE MEDEIROS ALBUQUERQUE, brasileira, fã de Betty a Feia e portadora de um gato sem numeração e um maltês vira-lata expedido pelo Instituto Felix Pacheco,

têm entre si justo e pactuado a Alteração e Consolidação do Contrato Social da sociedade, segundo as cláusulas e condições adiante aduzidas:

Em vista das cessões e transferências, ingressam na sociedade os sócios PATRÍCIA DE MEDEIROS ALBUQUERQUE e WAGNER LUIZ DOS SANTOS MARTINS.

Os sócios cedentes e os cessionários dão, neste ato, a mais ampla, rasa, geral, irrevogável e irretratável quitação pelas quotas ora cedidas e transferidas, para nada mais reclamarem uns dos outros, a qualquer tempo, sob qualquer título ou pretexto.


A parte de não reclamar uns dos outros é um tanto quanto irreal, mas o resto se confirma… Desde fevereiro, a Espalhe tem dois novos sócios. A jornalista Patrícia Albuquerque (ex-Caras e O Globo) que já atuava na área de Conteúdo e o economista e blogueiro Wagner Martins (Cocadaboa.com), da área de criação e planejamento. Eles vêm se juntar aos três sócios fundadores: Gustavo Fortes, Roberta Paixão e Cleber Martins.

A nova formação da empresa é, em primeiro lugar, reflexo de seu crescimento. Fundada em janeiro de 2003, a Espalhe dobrou de tamanho no ano passado. Primeira agência de marketing de guerrilha do país, ela vem se estruturando para atrair e valorizar talentos, de forma a continuar oferecendo a clientes como a Microsoft, Warner Channel, AgênciaClick, a Coca-Cola, a Cyrela,  a IdéiasNet, a Johnson&Johnson e a Whirlpool soluções inteligentes, originais e efetivas.


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Bet Marketing

Chinese Democracy

Depois do “Punk marketing” e do “Emo Marketing” (rebatizado recentemente de “From UK Marketing”), sugiro mais um termo bonitinho para rotular conceitos guerrilheiros: “Bet Marketing”. Apostar coisas non-sense e/ou instigantes com o seu consumidor não agrega apenas atitude para a marca, mas também pode repercutir diretamente nas vendas.

Quem não lembra do boca-a-boca gerado pela promoção da TV de Plasma das Casas Bahia na Copa do Mundo? Quem comprasse uma TV ganhava outra de graça caso o Brasil fosse campeão.

E o namorado que apostou com a namorada que o seu site conseguiria um milhão de views? O prêmio caso ele atingisse esta meta “impossível” seria ela topar um “menage-a-trois”. Não demorou nem um décimo do prazo combinado para ele realizar o feito. Só porque a galera se identificou coma aposta e queria dar uma força na nobre causa.

Pena que a chefia aqui não teve coragem para explorar o potencial do “Bet Marketing”. Poderia ter sido um belo componente viral para a nossa campanha da língua patrocinada.

Mas toda essa introdução para dar um outro exemplo de “Bet Marketing” bom, bonito e barato que vi hoje em um post do blog “te dou um dado?”. O refrigerante Dr. Pepper prometeu dar uma latinha para cada habitante dos Estados Unidos (menos o Slash e o BucketHead – fãs do Guns’n’Roses vão entender a piada interna) caso Axl Rose lance ainda em 2008 o seu lendário CD “Chinese Democracy”. Um disco tão adiado que já virou lenda e verbete na Wikipédia:

O risco? Axl se revoltar com a provocação, lançar o CD e dar um prejuízo de 300 milhões de latinhas para o Dr Pepper. Mas a beleza está no risco. Quanto mais plausível for o risco bancado na aposta, mais forte será o boca-a-boca e a mídia espontânea gerados. Alguma fórmula subjetiva do tipo “Sucesso do Bet Maketing = Probabilidade do fato acontecer X Prejuízo gerado caso o fato aconteça”.

[]´s Mr Wagner


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Emboscada em Lan Houses do Piauí

Tem um “que” de marketing promocional misturado com a velha estratégia do “consumidor misterioso”, que visita pontos de venda e dá prêmios quando algo é oferecido. E também chegou ao meu conhecimento via SPAM em scrap de Orkut. Mas mesmo assim captei uma atitude guerrilheira nesta ação do Meio Norte, um portal do Piauí.

Meio Norte Lan House
Tudo bem que “ser do Piauí” influiu o post… Mas também sempre fui fascinado pelo aspecto sociológico das Lan Houses (um mundo bem diferente dos “cyber cafés” que estamos acostumados). Visite uma e você vai aprender muito sobre como as pessoas comuns usam a web.

Formas de emboscar estes locais são sempre bem-vindas e a estratégia do Meio Norte parece ser bem promissora. Nada muito inovador, mas faz sentido com a realidade do local e das Lans. Normalmente o moleque que está ali tomando conta é o dono, ou filho do dono. E colocando na balança o “inconveniente de mudar as páginas iniciais” x “chance de faturar R$ 100″, a coisa parece pender para o lado dos R$ 100.

Só acho que intensificar as premiações na primeira semana, fazendo mais visitas, ia fazer o boca-a-boca entre os donos de Lan House ser mais eficiente e menos inconveniente do que espalhar scraps pelo Orkut.

[]´s Mr Wagner


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Rede Ecoblogs - Agregador e Biblioteca Online de Posts Sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade

Rede Ecoblogs

Depois de um período de testes foi inaugurado oficialmente hoje o site da Rede Ecoblogs, um agregador de posts sobre meio ambiente e sustentabilidade. Inicialmente a Rede estréia com 5 blogueiros que escrevem usualmente sobre o tema, expressando de forma particular o esforço e a preocupação com a mudança de hábitos e a adoção de atitudes ambientalmente corretas. Os primeiros participantes selecionados - Carol Costa (do blog Guindaste), Denise Rangel (Sturm Und Drang), Jorge Henrique Cordeiro (O Escriba), Lucia Freitas (Ladybug Brasil) e Rodrigo Barba (Rodrigobarba.com) – publicam relatos e opiniões sobre diversos assuntos em seus blogs e a partir de agora terão replicados no site da Rede Ecoblogs apenas os posts que julgarem adequados ao tema socioambiental.

Desta forma, se tudo der certo, a Rede Ecoblogs pretende reunir em um só endereço os textos e referências sobre meio ambiente e sustentabilidade publicados pelos participantes. Além disso, pode funcionar como uma biblioteca online, deixando organizado e acessível o conteúdo replicado dos blogs. Junto com toda a mobilização da sociedade em torno da causa ambiental a Rede Ecoblogs pretende atingir os leitores dos blogs participantes preocupados com este tema, ao mesmo tempo que divulga e apoia seus autores. De repente, também pode motivar a discussão sobre o assunto entre outros blogueiros ou mesmo inspirar o surgimento de novos blogs.

Syndication, Parceria e Apoio

Com apoio da Fundação MAPFRE, a Rede Ecoblogs também inaugura no Brasil uma alternativa para incentivar os blogs e sua eventual profissionalização. Inspirada no modelo americano de “syndication”, utiliza e remunera o trabalho intelectual dos blogueiros, sem exigir exclusividade ou impor o conteúdo editorial. Este formato é bastante adotado por cartunistas, colunistas e agências de notícias que, atuando de maneira independente, distribuem suas produções em vários veículos simultâneamente. Em meio ao debate do papel dos blogs como midia e alternativas viáveis de monetização, este modelo pode se tornar atraente ou complementar os diferentes cenários.

O projeto da Rede Ecoblogs foi concebido quando eu ainda trabalhava na colmeia e será o primeiro atendido através de uma parceria com a Espalhe. A colmeia é responsável pelo design, desenvolvimento e implementação da plataforma de publicação e do agregador e a Espalhe fará a gestão do blog e relacionamento nas Redes Sociais. O Passamani, sócio e produtor executivo da colmeia, acredita que a Espalhe tem um trabalho completo em buzz marketing e com minha tranferência para cá a Rede Ecoblogs ganha profundidade em redes sociais, área que estou dedicado atualmente.

Finalizando, vale revelar que a Rede Ecoblogs é uma das ações do programa ambiental Eco MAPFRE, que envolve a substituição de processos dispendiosos de papel e tinta dentro do Grupo MAPFRE por alternativas ecoeficientes e o maior uso de recursos web. Toda a economia com a não impressão de documentos será destinados às ações ambientais do Parque Estadual da Serra do Mar. A Fundação MAPFRE, além de efetuar projetos na área de meio ambiente, gestão de risco e saúde, atua em educação, segurança no trânsito e no desenvolvimento do setor de seguros na América Latina, Portugal e Espanha.

Blz? Visitem: Ecoblogs.com.br!

Qq sugestão ou critica, é só comentar. Valeu!!!

[ ]’s W. Tamanaha


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Capa Stunt

Wired FREE

No evento Proxxima do ano passado, Drew Schutte, publisher da Wired, mostrou algumas ações que ajudam crescer a circulação da revista, enquanto as vendas da maioria das publicações ao redor do mundo caem. Com um importante detalhe, a Wired abre todo o seu conteúdo on-line.

Uma das ações muito simples, mas que a Wired faz de forma consistente, é a criação de “stunts” em sua capa. Ou seja, eles usam suas capas de forma não convencional para atrair mídia espontânea na imprensa e em blogs e gerar boca-a-boca. Leia o post do blog de guerrilha e veja o filme aqui.

Na sua última edição, a matéria de capa da Wired é de Chris “Cauda Longa” Anderson que fala sobre porque o FREE é o futuro dos negócios, dando exemplos de como o webmail do Yahoo, com capacidade infinita, pode ser grátis, e ainda assim gerar receita. E abre os modelos de negócio que permitem que uma passagem aérea, um CD e, o pioneiro da cultura Free, um aparelho de barbear Gillete, sejam “na faixa”. Leia a matéria grátis on-line.

E para gerar um boca-a-boca dentro do conceito da capa, a Wired enviou um exemplar grátis para a casa das 10 mil primeiras pessoas que pediram! E colocou isso no meio do texto da matéria: ” to have a free copy of this magazine sent to you _ or to someone you know _ go to wired.com/free”. Uma ação muito simples e, ao mesmo tempo, simpática que não imagino as revistas semanais ou mensais no Brasil, que dificultam o acesso a seu conteúdo online até para assinantes, fazendo.

Abs, Gfortes


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Advertasting: Coca-Cola Zero patrocina línguas

Você dá um gole e sente o sabor de Coca-Cola. Você olha para a garrafa e lê Coca-Cola Zero. Quem tem razão: seu olho ou sua língua? Claro que é a língua! Coca-Cola zero tem sabor de Coca-Cola com zero açúcar (mas tem gente confusa com relação a isso).

Para viralizar a campanha de propaganda e fixar o conceito na cabeça, ou melhor, na língua da galera, foi criada uma nova mídia: o ADVERTASTING. A Coca-Cola zero patrocina a língua das pessoas que quiserem perfurá-la com um piercing de titânio, em troca de um registro fotográfico.

Para uma análise muito bacana desta ação, leia este post do Sim, Viral em resposta ao post do Update or Die. E ser quiser saber mais sobre a “coisificação da propaganda”, leia este artigo do Webinsider.

OFERTA ESPECIAL: os leitores do blog que moram em São Paulo e querem ter sua língua patrocinada, basta mandar um email (oferta válida até 18/03) . Para quem não tem coragem, saiba que não dói nada. Principalmente na língua dos outros. O Tiago, aqui da agência, até sorriu durante a perfuração (cenas fortes) :


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Proxxima 2008 - O Fenômeno dos Blogs: Já chegou a hora de virar mídia?

Acho que o painel cumpriu bem o seu objetivo de responder a pergunta no seu título. Infelizmente para alguns blogueiros a resposta pode ter sido um “não”. Ou um “ainda não”.

“Lá seu vai uma ótima oportunidade de vender os blogs para o mercado publicitário”, lamentam os desolados.

Aí eu pergunto: “vender blogs ou vender hypes?”. Second Life passou de grande fenômeno a grande mico em questão de poucos meses. Só porque disse que “ia ser” quando ainda nem era. Teve gente que ganhou dinheiro. Mas em poucos meses e nunca mais. E anunciantes que ficaram traumatizados.

Querem passar para as agências e anunciantes a idéia de “venha, estamos preparados”, quando os próprios blogueiros e agências especializadas ainda patinam ao tentar encontrar o modelo correto? Patrocínio, post pago, banner, envio de press-kits, entradas gratuitas para cinema ou produtos cortesia para receberem resenhas… Calma aí galera, arruma o meio de campo antes de querer se vender. Montar “Kit de Mídia” se comparando a publicações impressas e dizendo que tem o mesmo número de leitores do que uma revista X é olhar os blogs através de uma ótica que justamente é questionada pelos blogs. Contradição pura. Sem falar que são números bem questionáveis.

Segmentação e audiência? Bah… Isso não é diferencial para blogs. Internet promete isso desde que nasceu. E até que entrega. E quem entrega em um sistema compreensível, sem “yada yada”, ganha fortuna. Uma campanha no Adwords é infinitamente mais simples de fazer e segmenta tão bem quanto qualquer mídia em blogs. Com a vantagem da métrica bem amarrada. E com a vantagem de você pagar pelo que consegue.

Ok. Pode ser que não chegou a hora. Mas isso precisa ser erradicado dos blogs? Óbvio que não. Posts pagos, patrocínios, resenhas, bocadas em festinhas e afins devem continuar acontecendo. O retorno até compensa em muitos casos. Só não assinem em baixo desse modelo como regra, como “a forma de se vender e virar mídia”. Nesse caso a suposta “ducha de água fria” do “ainda não” funciona para colocar os ânimos no lugar. “Um passo para trás, dois para frente”.

A negativa do “blog virar mídia” não é algo ruim. Ou que impede os mais empreendedores de ganhar sua grana. Acho que ficou no ar o promissor caminho de criar relacionamento, diálogo e de como usar a força dessa manada ao seu favor. Isso é o resultado consistente que iniciativas como a Blog Content prometem entregar. Gente que saiu desse meio tentando servir como guias para moldar melhor as campanhas. Vamos ver se na prática engrena. Pelo menos gosto de ver a honestidade de prometer resultados com pé no chão, sem “oba oba” e o “me engana que eu gosto”, onde eu faço um post fingindo que achei legal, a agência diz para o cliente que ta todo mundo achando legal e no final das contas a campanha acaba e a coisa ficou só no disse-me-disse.

Como algumas palestras do Proxxima sugeriram, o terreno está aberto para a inovação. Quem for atrás disso, encontra uma fórmula. Quem ficar no velho “comprar mídia / virar mídia” fica no passado.

E quem acha que mesa de debate é propaganda de Polishop, para “vender coisas”, só lamento. Debate serve justamente para mostrar pontos antagônicos e deixar a platéia cheia de questionamentos.

[]´s Mr Wagner


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Podcast # 7 - Post Pago

Podcast de Guerrilha #7

A prática do “post pago” não é novidade e já foi comentada no último podcast de guerrilha com o Tiago Dória (quem assina sabe que faz tempo). Mas voltou para a pauta do dia nos blogs em função deste post no Futepoca. Aqui no Blog de Guerrilha nós defendemos a nossa posição ao dizer que se quiser fazer Post Pago faça, mas não chame de marketing viral. E muita gente disse que este é um aprendizado que, com a evolução da “jovem” comunidade blogueira nacional, a tendência é encontrar novos formatos de remuneração.

Porém este não é um fenômeno exclusivamente tupiniquim. Na Wired do mês passado, um artigo _ com o título “Hawker Media, Advertisers paid me to blog about them. Is that so wrong?” _ conta a experiência de um blog com o PayPerPost (empresa que, não por acaso, mudou para o menos sugestivo nome de Izea): do seu cadastramento na ferramenta até, 15 depois, quando o blogueiro deixa de ser um “postie” ao ter seu PageRank rebaixado para 0, uma vez que o Google começou nos EUA uma caça às bruxas nos links pagos.

Para falar sobre o assunto, junto com a equipe da Espalhe _ Gustavo Fortes, Mr. Wagner e o novo membro da equipe, o dinossauro das redes sociais, Wagner Tamanaha _ nós convidamos 3 ilustres blogueiros que construiram suas carreiras profissionais em cima de blogs:

# Alexandre Inagaki: abriu uma consultoria dedicada a ensinar o assunto blog a empresas e (com bastante calma e didática) a agências de propaganda.

# Ian Black: sócio do Inagaki nesta empreitada e com a experiência de ter trabalhado em duas agências focadas em blogs.

# Guilherme Valadares: dedicado 100% ao blog-portal Papo de Homem, que começa a ser uma referência de conteúdo sobre este assunto, criou a campanha pela Transparência On-line.

Na conversa de uma hora, regada a Cxxx-Cxxx Zero, xxxxoff Ice e cerveja Hxxxxxn (*), discutiu-se a legetimidade de turbinar o seeding com posts pagos e se os posts pagos vão acabar com os blogs da mesma forma que o jabá acabou com as rádios. Se é possível fazer post-pago com relevância e transparência ou caso todos os blogs aceitem posts pagos, a blogosfera nacional vai virar um enorme Flash de Amaury JR.

(*) Caso uma das marcas não-citadas esteja interessada em tornar este podcast um “podcast pago”, entre em contato com o nosso departamento comercial (preço de tabela: R$ 700)

(**) Este podcast não foi pago pelo MaxHaus.

(***) Na foto: Ian, Guilherme, Inagaki, Tamanaha. E, em pé, Gustavo e Mr. Wagner.

Faça o download do Podcast de Guerrilha aqui.

Para assinar o podcast de Guerrilha basta inserir a URL:

http://www.blogdeguerrilha.com.br/podcast_guerrilha.xml

em Subscribe to podcast (aba Advanced do iTunes) e confirmar.


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Direto do Proxxima 2008: “Acabou a mamata!”

midiaporcomida.jpg

“Se 31% das pessoas que estão aqui trabalham em uma agência tradicional, em breve 29% perderão o emprego”.
A palestra de Bob Garfield foi moderada por Walter Longo. Ambos bateram no modelo de negócios das agências tradicionais. Walter foi mais moderado, traçando um quadro de revolução, onde é preciso mais do que “ajustes à era digital”. Segundo ele, é preciso mergulhar nela e repensar profundamente na maneira de fazer as coisas. Já temos certeza do que “já era”, mas ainda pairam dúvidas sobre “o que vai ser”.

Bob foi mais apocalíptico. Não há tempo para ajustes. Em 5 anos o modelo tradicional vai ruir e muitas agências perderão a mamata de viverem em cima de comissões das verbas de mídia. Sua palestra é recheada de exemplos mostrando como a mídia tradicional está ruindo. Frases de efeito entremeiam números.

Em uma pergunta sobre “branded content” ou “advertainement”, a mescla entre conteúdo e propaganda como saída para a crise foi rejeitada. “Propaganda não é conteúdo. E nunca vai ser. Propaganda é aquela coisa chata que interrompe a minha diversão”. E com exemplos conseguiu mostrar que há um limite para inserção de produtos em conteúdo. “Chega uma hora em que o ator tomando um gole em sua latinha de Brahma soa falso, a narrativa não tem como comportar todas as mensagens que os anunciantes precisam passar”.

Anunciantes vão deixar de ser parceiros dos produtores de conteúdo assim que um modelo de micro-pagamentos, como já acontece com o iTunes, se disseminar. Pagar pelo o que você quer assistir, e fazer isso onde e como você quiser, é mais valioso do que receber o conteúdo de graça em troca de assimilar alguns reclames.

Fechou o caixão da mídia tradicional ao responder uma pergunta sobre o Superbowl. “a mídia tradicional está morrendo? E como você explica o Superbowl deste ano? Audiência e vendagem de mídia recorde!”
“Em primeiro lugar foi uma final atípica, reunindo dois times de grandes metrópoles com imensas torcidas”, respondeu. Mas deu o braço a torcer para o “sucesso” do Superbowl, sem deixar de alfinetar: “Eventos esportivos ao vivo serão a única coisa que restará para a TV. Produzir algo para ser visto dentro de uma grade de programação, com horário programado, simplesmente não combina mais com o modo que as pessoas consomem conteúdo hoje em dia’.


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Proxxima 2008 começa amanhã

Proxxima 2008

Amanhã começa o Proxxima 2008 e o Blog de Guerrilha fará a cobertura, direto do WTC em São Paulo, buscando conceitos guerrilheiros entre as tendência apresentadas. Neste sentido, daremos atenção especial para a palestra de Bob Garfield (11/3 às 9h30), para o painel de blogs “já chegou a hora de virar mídia?” com moderação de Mr. Wagner da Espalhe (12/3 às 11h) e, na esperança de ouvir algo novo, estaremos atentos ao painel Ad 2.0 (11/3 às 11h), com participação de Michel Lent entre outros.


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Numero Áureo da Guerrilha: 20x

candle cannon

Pegue algo legal, multiplique por 20 e pronto: você tem uma ação de guerrilha. A generalização parece brincadeira, mas funciona. Pense em milhões de bolinhas descendo ladeira a baixo, no maior saco de pipoca do mundo, em uma guerra de bexigas na praia ou em um cubo de gelo de 8 toneladas. Há uma mística em dedicar um volume de tempo e dinheiro para realizar algo desproporcional para qualquer pessoa de bom senso. Existe de fato um prazer peculiar em ver shows de “desperdício”.

O exemplo mais recente e sensacional desta estratégia é a ação para comemorar 20 anos de uma rede de sanduíches. Eles pegaram um canhão de ar (algo bacana) e multiplicaram por 20. O objetivo? Simplesmente apagar as velinhas de um bolo posicionado a 60 metros de distância. Tudo pode ser visto no site Candle Cannon. E, como qualquer feito grandioso não poderia dispensar, um belo making of.

Ou seja, sempre que sobrar verba e faltar idéia, não tem erro: pegue a primeira coisa legal que imaginar e diga: “Multiplica por 20!”. Os olhos cabisbaixos do brainstorm se encherão de brilho.

[]´s Mr Wagner


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Post pago não é marketing viral (isto é fato e não juízo de valor)

virus

Semana passada, o blog Futebol, Política e Cachaça divulgou um e-mail onde era “convidado” a postar sobre um blog da Nike. Apesar de extremamente esclarecedor e construtivo, o post peca ao chamar de marketing viral a prática do post pago. Então vamos dar nome aos bois:

# Marketing Viral: é a ferramenta de marketing de guerrilha que cria um conteúdo _ que pode ser um filme, uma piada, uma foto ou qualquer coisa virtual ou física _ para ser passado pra frente espontaneamente como um vírus. Quando desenvolvemos uma ação de marketing viral, nós dizemos para o cliente que esta tem potencial viral, ou seja, acreditamos que um determinado grupo de pessoas irá se interessar pelo assunto e passará a mensagem, espontaneamente, pra frente. Não podemos afirmar que ela será passada para frente, só saberemos realmente quando a ação começar.

# Post pago: é quando um cliente ou agência paga para um blog postar sobre determinado assunto. Prática oriunda da propaganda, onde o negócio das agências é comprar espaço e (não é uma crítica, é um fato) não conquistar relacionamentos. Neste caso, as agência contratam blogs que tenham uma grande audiência e têm certeza que esta mensagem será vista por ela.

Como agência de marketing de guerrilha, nós não fazemos posts pagos (da mesma forma que não fazemos comerciais e nem blitz em bares). Nós criamos conteúdos que acreditamos que serão passados para frente no boca-a-boca. Mas é bom esclarecer que nós não somos românticos e nem mesquinhos ao ponto de achar que os blogueiros devem fazer o seu trabalho por amor apenas. Muito pelo contrário, acompanhamos vários casos recentes de blogueiros encontrando formas novas de ganhar dinheiro como especialistas em conteúdo: da participação em blogs específicos para eventos até atrair clientes que usam formatos criativos no AdSense de seus blogs (eu juro que alguns ganharam mais que “traço”),  passando pela consultoria a empresas interessadas em entender e interagir com esta nova realidade na comunicação.

Abs, Gfortes

Imagem retirada deste site.


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Emboscada no Cirque du Soleil - matéria no JT

Jornal da Tarde

O JT fez uma matéria sobre a ação de emboscada do xampu Seda e Gustavo Fortes, diretor de Criação e Planejamento da agência de Marketing de Guerrilha Espalhe, foi convidado a falar.

Leia a matéria na íntegra aqui e veja outras reportagens sobre Marketing de Guerrilha na seção imprensa do blog.


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