Como o resultado do concurso cultural CAMISETA DE MARKETING DE GUERRILHA GRÁTIS superou muito a expectativa, com 47 emails enviados, nós resolvemos dobrar o número de premiados. Muitas respostas se repetiram, desta forma, procuramos eleger 1 resposta de cada linha diferente. Agradecemos a todos que participaram, as respostas foram muito boas e rimos bastante.
Estas foram as 6 respostas premiadas:
# Juliana Gaiba
1. A Ivete cantando duas músicas pregando por uma vida mais “simples”.
2. Silhuetas.

3. Slogans.
“Sense and simplicity”
“Pega leve”
4. Ambos têm uma cor predominante. “Sense and simplicity” é mais carregado no azul (cor da marca Philips) e tem cores frias. O “Pega Leve” é mais amarelado, como a cor do produto.
5. Os vídeos parecem ter o mesmo formato em widescreen, com as barras pretas em cima e em baixo.
6. Mão interagindo com o produto.

7. A música começa lenta, com Ivete quase “conversando” com o espectador, acompanhada por apenas um instrumento (“Sense and Simplicity” tem piano, “Pega Leve” tem violão) e vai num crescendo.
8. Gente relaxando deitada na grama.

9. Alternância de cenas com corte seco entre elas. Elas ficam não mais que 3 segundos na tela.
10. Pessoas pulando, de braços abertos, se divertindo em grupo.

11. Líquido num copo.

12. Alguém fingindo que pedala.

13. Um “Fulano” fazendo peripécias pra uma platéia de costas para o telespectador.

14. Um cara fazendo uns passos que lembram break, sozinho.

15. Pessoas apreciando ou interagindo com o produto em dois momentos: relaxante e animado.

16. No fim do comercial, logo + slogan + site.

17. Povo louvando a Ivete nos comentários [dos filmes no Youtube].
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Ivete X Ivete
1 – Os dois comerciais não exibem as pernas descobertas de Ivetão. Se a intenção era apelar “pro popular” e “nivelar por baixo”, era melhor aplicar a Política É o Tchan de Entretenimento®: a música é ruim, mas a mulher é boa.
2 – Em ambos os reclames, podemos notar a exagerada presença do planejamento cri-cri, essa simpatia que agora reina na propaganda nacional. A presença cri-cri planner se caracteriza na compulsão de enfiar na idéia criativa todos os resultados de pesquisa, conceitos, estudos e observações que na teoria são lindos e cheirosos, mas que na prática são tão inócuos e enjoativos quanto perfume exagerado de atendimento. “O Focus Group disse que cerveja no verão lembra alegria, praia e amigos, um clima leve, pega leve, sacou, hã? É forte, tem pegada, heim?”.
3 – O histórico de não fazer diferença das duas marcas também foi respeitado, assim como a cabeça do consumidor. “Se tecnologia é sinônimo de Sony, não é justo embaralhar a cabeça do consumidor nos posicionando como trendsetters. Vamos homens, convoquem Ivete, façam um jingle!”. Já no QG Schin, o papo não foi muito diferente: “ei, eles descem redondo há anos e ninguém gosta da nossa cerveja mesmo, não é agora que isso vai mudar, não é mesmo? Vamos homens, me tragam Ivete, quero um jingle na minha mesa em 5 minutos!”.
4 – Os dois clipes, digo, comerciais, também se mostram antenados com uma das grandes expressões em moda nos dias de hoje: information overload. “Uau, o filme ficou ótimo! Vai contribuir bastante na absurda quantidade de informação que o consumidor médio recebe diariamente e esquece assim que muda de canal ou vai fazer xixi! Vamos, me tragam esse mapa de mídia aqui, quero inserções, muitas inserções, entenderam? Uháháháhá, vamos levantar poeira!” (risada maquiavélica com intervencionismo ivetesco detected).
5 – O realismo é outro traço marcante dos filmes. O clima geral de otimismo, felicidade e bundalelê diz muito sobre a natureza do nosso povo, que nunca antes na história deste país viu tanta alegria junta em comerciais que não dizem nada.
6 – Outra qualidade das duas produções é a sua capacidade em alegrar os publicitários argentinos que, ao tomarem conhecimento de tais campanhas, têm cada vez mais certeza de ter nos ultrapassado como liderança criativa regional e mundial.
7 – Mostrando inovação e ousadia, os dois comerciais possuem em comum uma última característica: o elemento clichê-étnico-descolado mais utilizado na publicidade brasileira dos últimos 10 anos. Ele, o homem, a lenda: o afro-descendente de cabelo black power dançante e sorridente (no da Schin é mais difícil de encontrar, mas ele está lá, procure).
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1- Ambos exibem, exatamente aos 20s, pessoas pulando ou dançando.
2- Aos 23s o da Phillips exibe uma espécie de “espremedor” ou algum “juicer” servindo leite ou algo do gênero e o da Nova Skin, exibe aos 28s a cerveja sendo servida.
3- Philips, aprox. 36s, pessoa simulando pedalar, NovaSchin, 39s, pessoa simulando pedalar
4- Philips 42s, BBoy dançando Break, NovaSchin, 42s, idem
5- Philips 52s, pessoa desenhando com luz, NovaSchin 56s, pessoa desenhando com “bafo no vidro”
6- a receita Ivete Sangalo + música com batuque + gente feliz + cenas wear sunscreen style + (insira algum outro clichê que eu tenha esquecido aqui) by Publicidade 2007.1
7- Mashup dos dois videos tem? Tem sim senhor.
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Seguinte, quando eu li o post de vocês sobre a camisa da Espalhe eu pensei direto: vou participar! Alias, participaria até por um singelo adesivo.. :) Olhei os dois filmes pra procurar as 7 semelhanças neles.
Eu ia fala sobre a forma que é usado o jingle para vender o produto em questão, exaltando as qualidade do cliente. A forma de como o jingle é feito para virar aquele chiclé de ouvido. A edição do filme mesclando cenas de dança, bundas, praias e amigos junto com os produtos. Os cortes bruscos (típica caracteristica pós-moderna) na edição dos filmes. Uma mescla de planos de filmagem, desde o close até o plano americano. Poderia falar sobre todas semelhanças dos dois vídeos em si. Mas não.
Acho melhor falar sobre o que está por trás dos dois vídeos. Primeiro, dois vídeos com custo de produção altissímo. Os dois possuem diversas locações, modelos, e claro, o cachê da Sangalo. Segundo, a veículação. O plano de mídia dos dois vídeos são bem semelhantes. É só dar para o estágiario marcar um X em todos os horários nobres das principais atrações. Isso inclue o Fantástico, Novela III, Jornal Nacional, etc. Depois o estagiário pede pro diretor de mídia assinar e pronto! Tem também o BV. Sempre será melhor investir alto em um veículo que te repassa 15, 20% do dinheiro do cliente. Engordam os bolsos dos donos da agência, pagam salários, e garantem a ida a Cannes. Nem que seja só para passear. Outro fator é a Ivete. Ah, a Ivete. Toda a massa se identifica com ela. Gostam de axé, acham ela gostosa, voz bonita (?). É uma referência para essas pessoas. E Ivete vende. De cerveja, televisão, sandália, curso de corte e costura. O que ela pega ela vende. Isso é bom para o cliente e para agência. será?
O fator chave de tudo isso é que aqui no Brasil o feijão-com-arroz da certo. Os dois vídeos são receita de bolo. Junte uma cantora famosa, um jingle grudento, uma edição bacana, com luzes e lugares que o povo diga “óhhh” e pronto. Manda ele pra rede Globo (plin plin) e feito o carreto. Os próprios diretores Nizan e Justus confirmaram que o feijão-com-arroz alimenta. Os bolsos deles, mas alimenta.
Também, assim como vocês, gostaria que a tendência para 2008 fosse um pouco diferente. Que pudessemos ser remunerados pela nossa criação, e não pela bonificação por volume. Alías, criatividade é o único produto que temos para vender. Esperava também essa mudança no mercado, nem que seja um abrir de olhos para novos formatos, novas tecnologias, novas possibilidades de veicular uma mensagem com conteúdo.
Quem sabe a abertura de novas agências com foco diferenciado assim como vocês. Para que no ano da minha formatura eu não precisasse trocar a minha vontade de trabalhar com conteúdo/relevância à me render ao trabalho de atendimento em uma grande agência qualquer.
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# Henrique França | Beagle
1) Seqüências de imagens seguidas de cortes rápidos
2) Cenas do cotidiano que poderiam servir para qualquer campanha, intercaladas com imagens do produto.
3) Silhuetas clichês em fundos coloridos.
4) Ritmo crescente, a música começa devagar e vai acelerando
5) Passos de street dance e break (apenas pelo fato de ser plasticamente bonito)
6) A presença/voz da musa pop star vedete dos últimos dois ou três verões (quase como Ronaldinho Gaúcho na Copa do Mundo)
7) Falta de criatividade e ousadia para ir além do feijão com arroz na publicidade
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# Michelly landin
os dois comerciais:
- não têm nada de criativo
- mostram inclusão de pessoas
- liberdade
- movimento
- diversão
- simplicidade de ser / viver
- os dois são clichês
quero essa camiseta, adoro o fundamento que ela inspira.
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Pedimos que os ganhadores enviem novo email (usando o mesmo email que enviaram suas respostas) com o tamanho da camisa e o endereço para entrega.
abs,

Ainda em teste, o primeiro PET gigante que fará parte da próxima instalação do artista guerrilheiro Eduardo Srur já chamou a atenção da imprensa.
abs, Gfortes
Não perca esta oportunidade: você ainda tem 5 dias para participar do concurso cultural que entregará, para as melhores respostas, 3 camisas exclusivas de Marketing de Guerrilha GRÁTIS, com estampa desenvolvida pela designer Lady Shampoo.
Até agora recebemos 33 e-mails apontando as 7 semelhanças entre a Cerveja Ivete e a TV Ivete.

Rafael Ziggy doou o seu cachê para a trupe do
Vale9Conto almoçar novamente no NYC-NYC.

Estréia nos EUA no dia 26 de janeiro o filme Untraceable, que promete um olhar bacana sobre os fenômenos virais da web.
A trama é sensacional: um sórdido assassino fez um site que está diretamente conectado com um sistema que injeta veneno em sua vítima. Quanto mais pessoas entrarem neste site, mais veneno é injetado, acelerando a morte do coitado. Tudo é transmitido ao vivo pelo site que, como o próprio título do filme sugere, tem algum esquema ninja para não ser rastreado pelos agentes do FBI. Veja o trailer aqui.
E o grande dilema que os agentes do FBI enfrentam: se a url do site se espalha na rede, um abraço. A curiosidade e a morbidez dos “internautas” ia deflagar o famoso “efeito viral” e fazer os acessos do site explodirem.
É claro que eles não engoliram mosca e o site existe de verdade: http://www.killwithme.com, que já funciona como elemento viral para divulgar o próprio filme.
Só digo uma coisa: se a url vazar e mesmo assim o FBI conseguir salvar a pele do maluco, esse vai ser um dos filmes mais mentirosos da história de Hollywood. Mais do que True Lies. Mais até do que os documentários do Michael Moore. No mundo real, qualquer um nesta situação morreria em menos de 3 segundos. Na escala de viralidade que vai 0 a 5 Katilces (famosa escala KTC), a artimanha deste serial killer aí ganharia 392 KTCs.
[]´s Mr Wagner

Antes de tudo vou logo avisando: não sou especialista em política americana. É bom avisar porque, como surgiram uma série de experts em aviação meses atrás, de repente iremos ver uma inundação de “sabe-tudo” deitando falação sobre o pleito mais acompanhado do mundo.
O legal das eleições deste ano é que estão totalmente indefinidas. Você pode até apostar num candidato, mas barbada não tem. Isso significa que todas armas serão utilizadas por quem deseja ocupar o posto mais poderoso do planeta. E de repente o país que tem maior potencial bélico, maior poder de mídia, maior “um monde de coisa”, se vê invadido por guerrilhas.
Tanto entre os republicanos quanto entre os democratas, a guerrilha tem feito diferença. Tido por muitos como o único republicano que consegue aliar experiência com possibilidade de mudança, Ron Paul vai deixando de ser um candidato de segundo time para cada vez ganhar mais relevância. Nas prévias pela Web, seja no TechCrunch, Digg, MySpace, onde for, não tem para ninguém, o cara leva tudo.
Para alguns analistas, os resultados são pouco significativos, não serão convertidos em votos por serem gerados a partir de cliques de adolescentes. Claro que essas votações não correspondem a um retrato político perfeito. Óbvio. Daí a ignora-las é demais. É o mesmo que jogar por água abaixo tudo o que se fala sobre web 2.0, conteúdo gerado pelo usuário, colaboração… Na minha opinião é muito válido o debate para entender como Paul consegue votações tão expressivas na Web e, por se tratarem de links de muita popularidade, como esse buzz repercute na campanha.

No entanto o grande nome da chamada nanomídia é o senador Barack Obama. Sem o poder de fogo do comitê de Hillary Clinton, ele teve que encontrar seu caminho pra se destacar na luta por visibilidade. Virou guerrilheiro. O candidato é uma onipresença. Não há plataforma colaborativa que você entre que não encontre suas pegadas. Ou melhor: que não encontre as marcas publicadas e reforçadas a cada momento por verdadeiros exércitos voluntários que engrossam mais a cada dia as suas fileiras. Aproveitando do apelo de seu discurso entre os jovens, Obama já mobilizou 225 mil pessoas apenas no Facebook, pauta a imprensa pelo Twitter, não poupa esforços para “estar perto” de seus eleitores.

Aos outros candidatos só coube uma atitude: correr atrás para também tentar ocupar espaço dentro dos micro-targets. Sites como o PresidentialWatch e Tech President [de onde tiramos estes gráficos, que parecem de bolsa de valores, mas mostram a presença nas redes sociais dos candidatos] estão acompanhando redes sociais, blogs, vídeos no YouTube, toda a movimentação espontânea da campanha. Estamos apenas no começo. O primeiro efeito concreto é que com a ação desses guerrilheiros a expectativa é grande para que a participação dos jovens em 2008 seja a maior já registrada. É a primeira vitória dos guerrilheiros americanos. Vem muito mais por aí.
Abs, Hélcio “Cearoca” Brasileiro
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