Hoje é blogday:
# Para “Inspirar a manter a chama acesa”, que é objetivo do Grupo de Planejamento, a primeira coisa que o Ken Fujioka fez ao assumir a sua presidência foi transformar o site em um blog coletivo que, rapidamente, virou referência.
# Não acompanho o blog Jovem Nerd, mas toda sexta-feira é dia de baixar o Nerdcast e pagar mico rindo sozinho na corrida de fim-de-semana.
# O Magaiver é um ótimo representante do conceito lifehacking no Brasil.
# Vlog pode? Se pode, eu assisto ao Babilônia1981.
# A China vai dominar o mundo. Para me preparar, eu leio o Arquivo China.
abs, Gfortes

A proposta do blog Descolando é avaliar professores universitários. O professor explica bem? a prova é difícil? ele cobra presença? repete prova? falta às aulas?
Não consegui ver a qualidade do conteúdo do blog, que é gerado pelos próprios leitores-universitários, uma vez que, por razões óbvias, só convidados cadastrados podem acessá-lo.
Em um email, o Fábio apresentou a ação de emboscada para divulgar o blog, muito pertinente e barata, feita com vendedores ambulantes, como a Tia Zezé da foto, em frente da PUC.
O descolando! pertence a quatro alunos da PUC do Rio (Eng. de Produção, ADM e Informática) sócios da www.neoconn.com.br, empresa incubada no Instituto Gênesis da PUC.
abs, Gfortes

Nesse post aqui eu já havia “previsto”: os caras vão rodar o mundo!
Agora é a vez da Europa receber a crew da Choque Cultural, pela primeira vez. Depois da exposição muito bem sucedida em Nova York, eles agora estão indo para França e Inglaterra.
No grupo estão Titi Freak, Kboco, Daniel Melim, Andrei Muller, Silvana Mello, Speto, Ramon Martins, MZK, Carlos Dias, Zézão + Eduardo Saretta (SHN), Baixo Ribeiro e Mariana Martins, sócios da galeria. A exposição acontece na O Contemporary em Brighton e foi batizada de “COR DA RUA” – The UK´s most comprehensive exhibition of Brazilian urban art.
Na França a expo rola em ST. Tropez, na Galerie Nathalie Duchayne, e lá estarão somente Titi Freak, Melim, Kboco e Edu Saretta.
Abs!
Bruno Tozzini

Logo de cara, na primeira palestra do primeiro dia de BlogCamp, eu percebi que a dinâmica seria bem diferente dos seminários e congressos tradicionais. Quando o primeiro “palestrante”, com PowerPoint projetado na parede, foi sumariamente cortado e a audiência imediatamente se fragmentou em grupos menores para todos os lados, eu entendi que o formato de uma desconferência é um retrato do que vivemos na mídia. Enquanto que em uma conferência o conteúdo deve ser assistido com hora e lugar marcado, na desconferência ninguém é dono do conteúdo. Quem quisesse aproveitar ao máximo o evento, teria que fazer como fazemos na web: fuçar o conteúdo que interessa espalhado pela Casa Gafanhoto, nas salas, na edícula, no quintal e nos corredores.
Coisas que aprendi fuçando no Barcamp:
# enquanto a galera falava de “monetização” dos blogs na sala principal, eu aprendi na Edícula, com o Juliano Spyer, que existem formas muito mais criativas de ganhar dinheiro com blogs do que o Google adsense e programas de afiliados em geral. Por exemplo, o crossmedia blog x rádio do Viva SP e do Leia Livro.
# no mesmo momento em que se discutia profissionalização dos blogs na sala principal, eu conversava com o Manoel Fernandes, do lado de fora da casa, sobre como as grandes empresas estão tentando se organizar e loucas para aprender a se relacionar com estes veículos de comunicação pessoais e não-profissionais.
# eu descobri que, enquanto falamos mal do Estadão nos blogs e um grupo massacrava o seu corajoso representante na Edícula, o jornal era o único veículo da grande imprensa cobrindo o evento na íntegra com a simpática jornalista-não-blogueira Elisangela Roxo.
# aprendi com o Edney que não adianta ser “muderninho” e escolher um assunto hype para falar. Para ser problogger no Brasil, não tem jeito, você tem que rebolar [vídeo - How to be a problogger ou soulja Edney].
# enquanto as pessoas falavam de conteúdo colaborativo e repórter cidadão na edícula, eu vi, na sala principal, como os blogueiros dão um banho de agilidade na grande imprensa. Pois, antes mesmo do Edney tomar coragem para sua performance de dança, o Cardoso já estava com a câmera digital apontanda para ele, com o editor de vídeo do seu macbook aberto, pronto para subir para o Youtube e, em menos de 10 minutos do acontecimento, disponibilizar o fato relevante para sua audiência.
# acompanhei a cobertura em tempo real do IDGNow via Twitter e, mais uma vez, vi que, para uma marca se relacionar com seu público, existem formas mais fáceis, baratas e efetivas do que fazer um anúncio.
# ouvindo o Alexandre Fujita, eu confirmei que não é riqueza e fama que motiva o blogueiro bom, mas uma curiosidade sincera para ir muito mais a fundo em determinados assuntos do que permite o papel e (ou a falta de) interesses comerciais.
# aprendi com o camarada boa praça do UOL onde comer uma bela e honesta costela no bafo em Vila Madalena
# aprendi com o diplomata da blogosfera, Tiago Dória, que não é preciso falar alto para ser respeitado no meio.
# descobri que celebridades como Manoel Lemos e Lucia Freitas lêem este blog.
abs, Gfortes.
Há seis meses, no Evento Proxxima, o publisher da Wired Drew Schutte falou sobre as ações que fazem a revista ser adorada no mundo todo, ser eleita a melhor publicação dos EUA ano após ano e, enquanto as publicações impressas despecam e fecham as portas, ganhar muito dinheiro, mesmo disponibilizando todo o seu conteúdo na web.
Drew explicou a receita do sucesso com o uso das “capas-Stunts” para gerar boca-a-boca e mídia espontânea, contou da amplitude de foco da marca Wired (eventos, lojas e atividades ligadas ao posicionamento de inovação). E, em primeira mão naquele mês, falou sobre a estratégia on-line de transformar o site da revista em um diretório de blogs próprios e (inédito!) de terceiros.
Por que a revista de textos longos e trabalhados, da pomposa editora Condé Nast, associaria as suas matérias que pautam a imprensa do mundo inteiro ao conteúdo de um monte de blogueiro imbecil como o Ruivo da foto aí embaixo?
… deve ter pensado a pessoa do Estadão que, meses depois, aprovaria a tão falada campanha do jornal (contra blogueiros?).

Agora, o Estadão promove na próxima quarta, dia 29 de agosto, uma mesa redonda sobre “Responsabilidade e Conteúdo Digital” com 2 jovens blogueiros veteranos, Pedro Dória (que, como blogueiro e colunista do Estadão, fica em cima do muro) e outros jornalistas da casa.
Será que este debate é porque o Estadão pediu peniquinho? Ou será que o jornal vai tentar comprovar a tese da campanha usando um batalhão de jornalistas velhos, carrancudos e bafudos (porque eles gostam de esteriótipos) para massacrar os nossos 2 queridos jovens-blogueiros-veterenos? Ou será que este é mais um passo para consolidar uma “muito bem pensada” estratégia de buzz para a nova home do jornal?

Não importam os objetivos e nem o resultado do debate, que o jornal já começou a promover on-line. A campanha mostra preconceito e uma tremenda falta de visão. Péssimos atributos para serem associados a um veículo de comunicação.
Abs, Gfortes
PS: texto dedicado a uma gerente de produto gatinha de uma grande multinacional, recém promovida da área de inovação, e o atendimento gatinho de sua agência que certa vez tomou coragem em uma reunião incrível e, enfaticamente, perguntou: “mas alguém lê blogs?”