Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Marketing de Emboscada não é pirataria, seu Julio

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Com o título Comitê do Pan alerta agências contra açoes de marketing de emboscada, uma nota do BlueBus de hoje confunde marketing de emboscada com pirataria:

O Comitê Organizador do Pan 2007 (CO-RIO) nao quer que as marcas dos Jogos sejam usadas indevidamente e pretende evitar açoes de marketing de emboscada. Mandou carta a agências e entidades do setor de propaganda alertando “sobre a importância de rejeitar a reproduçao, imitaçao ou associaçao com qualquer marca ou símbolo oficial dos Jogos”, segundo informaçao passada a Blue Bus pela assessoria de imprensa do evento. Criou um email - protecao@rio2007.org.br - atraves do qual recebe denuncias e esclarece duvidas.

Copiar logomarca, usar a logomarca do Pan sem autorização etc não é marketing de emboscada, isso é PIRATARIA.

Seu Julio Hungria, preste atenção:

- Veja a definição de Ambush Marketing (Marketing de Emboscada) na Wikipedia:

Ambush marketing occurs when a brand pays to become the official sponsor of an event and another brand tries to connect itself to the same event, without paying the sponsorship fee and without breaking any laws.

- E, por favor, ouça o Podcast de Guerrilha sobre Marketing de Emboscada. Lá você conhecerá dois cases sobre o assunto:

1. O do Golden Palace que construiu uma marca global só com emboscadas e, veja bem, sem nunca quebrar a lei.
2. E também o da Nike que, na última Copa do Mundo, apareceu mais do que o patrocinador oficial, a Adidas, nas pesquisas de recall após o evento.

Abs, Gfortes


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Quer fazer guerrilha? Antes do viralzinho pense no básico

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Quem quer fazer uma ação de Marketing de Guerrilha pode começar pensando melhor nos seus cartões de visita.

Entre as 100 armas de marketing que Jay Conrad Levinson coloca no seu site Guerrilla Marketing, a número 9 é o Business Card.

Não satisfeito, Levinson fez o artigo Guerrilla Business Cards para chamar atenção para esta arma pouco valorizada e muitas vezes esquecida no “bolso do outro paletó”:

Então, se você acha que está abafando com seu cartão de Gerente de Produto Pleno, com logo de multinacional, endereço na Vila Olímpia e apenas uma URL do site corporativo, você está errado. Os cartões das imagens aí em cima que estão no pool business cards do Flickr têm muito mais chances de gerar boca-a-boca e serem passados para a frente.

Abs, Gfortes

Quem deu a dica dos cartões diferentes foi o parceiro Helcio “Cearoca” Brasileiro.


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Eu quero fazer um viralzinho

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Artigo do Gustavo Fortes, diretor de planejamento e criação da Espalhe, publicado no especial Internet - Publicidade 2.0 - do Meio e Mensagem da semana passada:

Marketing de Guerrilha está na moda. Todo mundo quer fazer um viralzinho, quer ter um blog corporativo, quer colocar um filminho no Youtube, fazer uma ação de C.G.C. (consumer generated content) e alguns até, mais ousados, querem fazer uma ação invisível, ou seja, sem assinatura da empresa. Que loucura! De olho na onda, algumas agências de propaganda, promocionais e de marketing direto estão montando áreas de guerrilha só para fazer este tipo de ação.

Para nós, profissionais de Marketing de Guerrilha, que sobrevivemos pensando guerrilha, isto é ótimo. Mostra que existe uma demanda potencial enorme pelo nosso negócio. Para nós, evangelizadores desta modalidade de Marketing, que estamos há alguns anos convencendo clientes a usarem estas ferramentas e apresentando o conceito por trás delas, isto é um pouco frustrante. Pois vendo algumas ações que estão pipocando por aí sendo chamadas de marketing de guerrilha, fica evidente que a grande maioria ainda não entendeu do que se trata.

O termo vem da guerrilha bélica, ou seja, com poucos recursos temos que lutar e ganhar uma guerra. O exemplo óbvio é o Vietnã contra os Estados Unidos. Os norte-americanos tinham porta-aviões e centenas de milhares de soldados bem armados. Do outro lado, os guerrilheiros vietnamitas tinham poucos soldados e armas menos potentes, mas potencializavam o que tinha com um grande conhecimento do terreno.

Voltando para a nossa realidade da comunicação, a guerra é pela atenção dos consumidores cada vez mais saturados de informação. Para lutar nesta guerra, as agências de propaganda contam com enormes verbas de mídia, a parte tida como mais nobre e importante do orçamento de marketing. As agências de promoções e marketing direto fazem a parte mais tática, com grandes verbas para imprimir papel e mandar pelo correio ou distribuir nas blitzen de bares e para fazer eventos grandes ou de relacionamento. Na guerrilha bélica, estas agências seriam os Estados Unidos.

Os guerrilheiros, do outro lado, precisam passar pra frente a mensagem dos seus clientes, por conceito, sem mídia paga, sem imprimir um milhão de malas diretas, sem fazer um evento no Ibirapuera. As armas de guerrilha são o boca-a-boca e a mídia espontânea. No marketing de guerrilha, o objetivo não é simplesmente informar. É fazer com que quem recebe a mensagem tenha vontade de passá-la pra frente. Seja numa mesa de bar, seja, no caso do jornalista, numa página de jornal, na revista, na tevê, no rádio.

Neste sentido, a Internet facilitou muito a vida dos guerrilheiros de marketing. Ficou muito mais fácil para o consumidor passar uma mensagem para frente. E com os blogs e redes sociais, a mídia nunca foi tão espontânea. E as ferramentas para fazer isso acontecer, entre outras, são o viralzinho, o blog corporativo, o filmete no Youtube e a interação nas outras redes sociais, a ação C.G.C. e a ação invisível. Mas fazer um “viralzinho”, um blog, usar o Youtube e outras redes sociais, fazer uma ação C.G.C. e um ação invisível não necessariamente implica em fazer marketing de guerrilha. A ação só será de guerrilha se for pensada com o objetivo de potencializá-la com boca-a-boca e mídia espontânea.

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Vamos falar de guerrilha em Vitória

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Acontece em Vitória (ES) amanhã, dia 23, às 14h, o Seminário Internacional “A Constituição do Comum: Comunicação e Cultura na Cidade“, que será realizado até 25 de maio.

O sócio-diretor de planejamento e criação da Espalhe, Gustavo Fortes, integrará o debate “Internet: Novas Formas de Opinião Pública e de Consumo” ao lado de Edney Souza (blog Interney), Henrique Antoum (UFRJ) e o mediador Fábio Malini (UFES).

O Seminário Internacional contará com oito convidados internacionais e 22 nacionais, além de apresentações culturais diversas.


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Aviões 2.0

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Para celebrar a sua entrada no mercado americano, a Virgin America fez um site onde deixava o público sugerir nomes aos seus novos aviões. Um dos primeiros escolhidos foi o “Unicorn Chaser”, sugerido pelos editores do Boing Boing, o maior blog do mundo.

Segundo o Boing Boing foi um convite normal, sem pagamento de jabá, sem passagens grátis ou ainda sem barrinhas de cereais extras quando algum deles viajar na nova companhia aérea. Os editores do Boing Boing aceitaram participar e dar “de graça” este incrível volume de mídia espontânea para a Virgin America simplesmente porque achou a iniciativa legal.

Prova de que para conseguir mídia espontânea em blogs não é preciso pagar ninguém para escrever posts mascarando um jabá por baixo dos panos. Basta propor algo legal que as adesões ocorrem naturalmente.

[]´s Mr Wagner


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Vote Cristo

Tudo que um profissional de guerrilha procura é um conteúdo forte, simples, redondo. Algo muito fácil de ser passado para frente no boca-a-boca.

Nós não compramos mídia, então somos otimistas o bastante para acreditar que nas milhares de mensagens que impactam os indivíduos todos os dias, eles elejam a nossa mensagem para comentar na mesa do bar, no bebedouro da empresa, mandar por e-mail, grafitar num muro, postar num blog. Mas para isso, a mensagem tem que ser forte, simples, redonda.

A eleição do Cristo como uma das novas 7 Maravilhas do Mundo é um conteúdo muito forte (Vote Cristo, precisa dizer mais alguma coisa?), é simples (basta passar o link da eleição pra frente), é redondo (mexe com nossos brios nacionalistas: vamos vencer a Estátua da Liberdade!).

Aparentemente qualquer um pode ser dono deste conteúdo. Pois tem o site www.votecristo.com.br que parece o site oficial da campanha no Brasil, com apoio da Prefeitura e outros orgãos de turismo. E tem também o site www.cristoredentor.com.br que tem o peso da URL oficial e permite que você vote por celular ou internet, além de ter comunidade no Orkut.

O Bradesco foi lá e apoiou a ação, colocando o anúncio abaixo na capa da Folha de S. Paulo, divulgando a URL do primeiro site. Pegou uma carona simpática, mas poderia potencializar muito mais com um plano forte de guerrilha (fala daí, Luca!).

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abs, Gfortes


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Rumo aos mil chopps

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Que o milésimo gol do Romário virou piada, todo mundo sabe. Ainda mais quando o time em que o baixinho joga entrou em férias antecipadas. Será que esse gol ainda sai?

Aproveitando a enquete nacional, três garotas do Rio se propõem a chegar à histórica marca de 1000 chopps consumidos em diversos barzinhos da cidade antes desse gol.

Melhor do que isso, resolveram publicar as aventuras, as conversinhas e o que andam falando por aí da proposta num blog. Avaliando o ritmo e a freqüência das meninas, achei fraco. Mas a idéia é genial. Já que a idéia delas “é só pra nos reunirmos semanalmente, falar uma pá de besteira, fazer amigos e influenciar pessoas”, considero o gol de placa e já coloco a equipe do Vale 9 conto em alerta para trocar o refrigerante pelo chopp se as meninas quiserem ajuda.

Dica do Senise

Abraços do Luiz Yassuda


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Diga oi pra DoubleYou

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A agência espanhola DoubleYou colocou no ar um site com um conceito bem parecido com aquela clássica campanha viral do Super Bonder. Instalaram um painel de led na agência e os visitantes do site podem enviar um recado. Uma webcam mostra o resultado para quem precisa ver para crer.

Mesmo com esse “deja vu” no ar, achei bem bacana. Mandei o recado que está na imagem mas infelizmente eles não aceitaram a sugestão.

[]´s Mr Wagner


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Os alunos citados pelo mestre

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Nosso muso inspirador de guerrilha citou novamente a Espalhe e transcreveu um post do blog de guerrilha ontem em seu Ex-Blog:

PROPAGANDA &… PROPAGANDA!
O Google é considerada a marca mais valiosa do mundo sem nunca ter gasto 1 dólar em propaganda. Na verdade faz sim, mas não pelos canais tradicionais de publicidade. Gustavo, da agência de guerrilha de SP explica uma das estratégias de propaganda deles. Propaganda é alma do negócio? - É óbvio, o Google é o Google e não precisa de propaganda. Nem por isso, o Yahoo é o Yahoo, um serviço tão bacana quanto o Google e que, mesmo assim, até pouco antes do “cidade limpa” ser implantado em São Paulo tinha painéis na Marginal. Eu nunca vi um painel do Google. E o Yahoo não está entre as 10 marcas mais valiosas do mundo. No primeiro podcast de guerrilha comentamos muito sobre a “doutrina guerrilheira” do Google, com sua estratégia de toda semana lançar algo novo (mesmo que aparentemente inútil). Essa constância no “oferecimento de pautas” acaba criando uma rotina na cabeça dos blogueiros e jornalistas. Há muito tempo chegamos em um ponto onde absolutamente tudo que o Google faz gera muita mídia espontânea e boca-a-boca. Um grande exemplo disso é o novo Google Gum, vendido na loja oficial. Os caras decidem vender chiclete e todo mundo comenta!

abs, Gfortes


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Nunca intimide um blog

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Há dois meses atrás a notícia do recall de 13 milhões de unidades de Toddynho rendeu várias piadas e reações em blogs. Um deles foi esse aqui, que reproduziu um email “indignado” com a situação (na real era só uma brincadeira).

Até aí, nada demais. Mas hoje o mesmo blog recebeu um email do SAC da Pepsico (fabricante do Toddynho):

“Há algum tempo temos acompanhado as manifestações presentes na Internet a respeito dos nossos produtos. Navegando, encontramos sua manifestação e tomamos a liberdade de entrar em contato para lhe passar algumas informações.”

Entrei em contato com o blogueiro e ele me confirmou que o email foi enviado na boa, sem ameaças e com o real objetivo de informar. Sinal de inteligência. Empresa que compra briga com blogs e já entra em contato ameaçando com advogados, quase sempre quebra a cara e arruma mais confusão.

[]´s Mr Wagner


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oPhone

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Mais uma vez a Microsoft “rindo de si mesma”. Já havia comentado sobre uma série de ações deste tipo em outro post.

Desta vez eles criaram o “oPhone”, tiram sarro de seu próprio time de desenvolvimento, mas de tabela dão uma alfinetada no iPhone. Acho que a mensagem a ser assimilada no meio do “haha”, pelo que li por aí, é: “Desenvovedores, não é uma porcaria ter este monte de fabricantes de celular, cada um inventando um padrão louco? Não seria bem melhor para vocês se o Windows Mobile dominasse o mercado e vocês tivessem que se preocupar com apenas uma plataforma de desenvolvimento?”

[]´s Mr Wagner


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Webby Awards: categoria vídeo viral

Na semana passada foi divulgada a lista com os vencedores do 11º Webby Awards, premiação considerada o Oscar da Internet.

Na categoria vídeo viral, o grande vencedor, para o júri e para o público, foi o filme que mostra o experimento feito com a Coca-Cola + Mentos. O clipe virou febre na internet e gerou várias paródias, como a do Levitra + Fiat Lux abaixo entre muitas outras.

via Folha de S. Paulo.


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Bodyvertising no interior de São Paulo

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Via Cópia Carbono, que viu no Terra.

O desempregado Edson Aparecido Borin Alves, 32 anos, conseguiu vencer o fantasma do desemprego vendendo espaço publicitário do seu próprio corpo.
Ele passeia sem camisa pelas ruas da pequena Tanabi, interior de São Paulo , mostrando 20 tatuagens de logomarcas de estabelecimentos comerciais da cidade. (…) Para cada tatuagem, ele cobra de R$ 70,00 a R$ 200,00. (…) Se o cliente não pagar, Alves tatua X bem grande sobre a tatuagem.

[]´s Mr Wagner


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Recusa de vender produtos + street cred = buzz

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- Eu sou John Nike, agente de Marketing de Guerrilha, Produtos Novos.
- Hack Nike.
- Começamos a vender os Mercury há seis meses. Sabe quantos pares já vendemos?
Hack balançou a cabeça. Cada par custava milhares de dólares.
- Um milhão? arriscou Hack.
- Duzentos.
- Duzentos milhões?
- Não duzentos pares.
- O nosso John aqui – disse o outro John – foi pioneiro no conceito de marketing por recusa de vender produtos. Isso deixa o mercado louco.
- E agora está na hora de tirar proveito. Na sexta-feira, vamos jogar quatrocentos mil pares no mercado a dois mil e meio cada.
Mas o negócio é seguinte, Hack; se as pessoas perceberem que cada shopping center do país tem os Mercury, vamos perder todo o prestígio que nos deu trabalho para montar. Estou certo?
- Está.
- Então o que vamos fazer?
Hack balançou a cabeça.
- Vamos atirar neles – disse o VP John. – Vamos matar todos que comprarem um par.
- O quê? perguntou Hack.
O outro John disse:
- Bem, não todo mundo, obviamente. Achamos que só temos que apagar… o que foi que decidimos? Cinco?
- Dez – disse o VP.
- Certo. Apagamos 10 clientes, fazemos com que pareça coisa de garotos do gueto e teremos a credibilidade das ruas entrando sem parar. Aposto que vamos acabar com o estoque em vinte e quatro horas.

O diálogo acima foi retirado do livro EU S/A e se passa num futuro próximo, quando os sobrenomes das pessoas foram substituídos pelo nome das companhias para as quais trabalham. Quem não tem emprego também não tem sobrenome.

Tirando o absurdo da ação de PR Stunt (matar pessoas), a estratégia de “recusa de vender produtos” para conseguir “street cred” já é uma realidade entre os fabricantes de tênis que criam séries super limitadas, vendidas a preço de ouro, para gerar boca-a-boca e mídia espontânea.

Para falar sobre estes pares de tênis mais cobiçados foi lançada a nova revista da Editora Trip (encartada na Trip de maio) – Sneaker Trip – sobre sneaker culture, ou em português claro: revista sobre a cultura do tênis (de calçar, não o esporte).

Saiba mais sobre o livro EU S/A.
Veja o ótimo site Sneaker BR que há muito tempo já trata do assunto

Abs, Gfortes


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Pomba neles

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Atuando nas ruas de São Paulo desde 2003, o projeto Chã reaproveita papéis, tintas e outros materiais combinados com serigrafia, stencil e fotocópias para tornar a cidade um espaço menos cinza.

EXPO “GUERRILHA URBANA”

Projeto Chã e convidados (sesper, muxi muxi, lambdalambs e lucz)
Abertura - 20 de abril até 19 de maio
Galeria - Rua dos Pinheiros, 493
Baixe o flyer aqui

Abs, Bruno Tozzini


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