Marketing de Emboscada não é pirataria, seu Julio

28 de maio

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Com o título Comitê do Pan alerta agências contra açoes de marketing de emboscada, uma nota do BlueBus de hoje confunde marketing de emboscada com pirataria:

O Comitê Organizador do Pan 2007 (CO-RIO) nao quer que as marcas dos Jogos sejam usadas indevidamente e pretende evitar açoes de marketing de emboscada. Mandou carta a agências e entidades do setor de propaganda alertando “sobre a importância de rejeitar a reproduçao, imitaçao ou associaçao com qualquer marca ou símbolo oficial dos Jogos”, segundo informaçao passada a Blue Bus pela assessoria de imprensa do evento. Criou um email – protecao@rio2007.org.br – atraves do qual recebe denuncias e esclarece duvidas.

Copiar logomarca, usar a logomarca do Pan sem autorização etc não é marketing de emboscada, isso é PIRATARIA.

Seu Julio Hungria, preste atenção:

- Veja a definição de Ambush Marketing (Marketing de Emboscada) na Wikipedia:

Ambush marketing occurs when a brand pays to become the official sponsor of an event and another brand tries to connect itself to the same event, without paying the sponsorship fee and without breaking any laws.

- E, por favor, ouça o Podcast de Guerrilha sobre Marketing de Emboscada. Lá você conhecerá dois cases sobre o assunto:

1. O do Golden Palace que construiu uma marca global só com emboscadas e, veja bem, sem nunca quebrar a lei.
2. E também o da Nike que, na última Copa do Mundo, apareceu mais do que o patrocinador oficial, a Adidas, nas pesquisas de recall após o evento.

Abs, Gfortes



Quer fazer guerrilha? Antes do viralzinho pense no básico

25 de maio

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Quem quer fazer uma ação de Marketing de Guerrilha pode começar pensando melhor nos seus cartões de visita.

Entre as 100 armas de marketing que Jay Conrad Levinson coloca no seu site Guerrilla Marketing, a número 9 é o Business Card.

Não satisfeito, Levinson fez o artigo Guerrilla Business Cards para chamar atenção para esta arma pouco valorizada e muitas vezes esquecida no “bolso do outro paletó”:

Então, se você acha que está abafando com seu cartão de Gerente de Produto Pleno, com logo de multinacional, endereço na Vila Olímpia e apenas uma URL do site corporativo, você está errado. Os cartões das imagens aí em cima que estão no pool business cards do Flickr têm muito mais chances de gerar boca-a-boca e serem passados para a frente.

Abs, Gfortes

Quem deu a dica dos cartões diferentes foi o parceiro Helcio “Cearoca” Brasileiro.



Eu quero fazer um viralzinho

24 de maio

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Artigo do Gustavo Fortes, diretor de planejamento e criação da Espalhe, publicado no especial Internet – Publicidade 2.0 – do Meio e Mensagem da semana passada:

Marketing de Guerrilha está na moda. Todo mundo quer fazer um viralzinho, quer ter um blog corporativo, quer colocar um filminho no Youtube, fazer uma ação de C.G.C. (consumer generated content) e alguns até, mais ousados, querem fazer uma ação invisível, ou seja, sem assinatura da empresa. Que loucura! De olho na onda, algumas agências de propaganda, promocionais e de marketing direto estão montando áreas de guerrilha só para fazer este tipo de ação.

Para nós, profissionais de Marketing de Guerrilha, que sobrevivemos pensando guerrilha, isto é ótimo. Mostra que existe uma demanda potencial enorme pelo nosso negócio. Para nós, evangelizadores desta modalidade de Marketing, que estamos há alguns anos convencendo clientes a usarem estas ferramentas e apresentando o conceito por trás delas, isto é um pouco frustrante. Pois vendo algumas ações que estão pipocando por aí sendo chamadas de marketing de guerrilha, fica evidente que a grande maioria ainda não entendeu do que se trata.

O termo vem da guerrilha bélica, ou seja, com poucos recursos temos que lutar e ganhar uma guerra. O exemplo óbvio é o Vietnã contra os Estados Unidos. Os norte-americanos tinham porta-aviões e centenas de milhares de soldados bem armados. Do outro lado, os guerrilheiros vietnamitas tinham poucos soldados e armas menos potentes, mas potencializavam o que tinha com um grande conhecimento do terreno.

Voltando para a nossa realidade da comunicação, a guerra é pela atenção dos consumidores cada vez mais saturados de informação. Para lutar nesta guerra, as agências de propaganda contam com enormes verbas de mídia, a parte tida como mais nobre e importante do orçamento de marketing. As agências de promoções e marketing direto fazem a parte mais tática, com grandes verbas para imprimir papel e mandar pelo correio ou distribuir nas blitzen de bares e para fazer eventos grandes ou de relacionamento. Na guerrilha bélica, estas agências seriam os Estados Unidos.

Os guerrilheiros, do outro lado, precisam passar pra frente a mensagem dos seus clientes, por conceito, sem mídia paga, sem imprimir um milhão de malas diretas, sem fazer um evento no Ibirapuera. As armas de guerrilha são o boca-a-boca e a mídia espontânea. No marketing de guerrilha, o objetivo não é simplesmente informar. É fazer com que quem recebe a mensagem tenha vontade de passá-la pra frente. Seja numa mesa de bar, seja, no caso do jornalista, numa página de jornal, na revista, na tevê, no rádio.

Neste sentido, a Internet facilitou muito a vida dos guerrilheiros de marketing. Ficou muito mais fácil para o consumidor passar uma mensagem para frente. E com os blogs e redes sociais, a mídia nunca foi tão espontânea. E as ferramentas para fazer isso acontecer, entre outras, são o viralzinho, o blog corporativo, o filmete no Youtube e a interação nas outras redes sociais, a ação C.G.C. e a ação invisível. Mas fazer um “viralzinho”, um blog, usar o Youtube e outras redes sociais, fazer uma ação C.G.C. e um ação invisível não necessariamente implica em fazer marketing de guerrilha. A ação só será de guerrilha se for pensada com o objetivo de potencializá-la com boca-a-boca e mídia espontânea.

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Vamos falar de guerrilha em Vitória

22 de maio

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Acontece em Vitória (ES) amanhã, dia 23, às 14h, o Seminário Internacional “A Constituição do Comum: Comunicação e Cultura na Cidade“, que será realizado até 25 de maio.

O sócio-diretor de planejamento e criação da Espalhe, Gustavo Fortes, integrará o debate “Internet: Novas Formas de Opinião Pública e de Consumo” ao lado de Edney Souza (blog Interney), Henrique Antoum (UFRJ) e o mediador Fábio Malini (UFES).

O Seminário Internacional contará com oito convidados internacionais e 22 nacionais, além de apresentações culturais diversas.



Aviões 2.0

21 de maio

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Para celebrar a sua entrada no mercado americano, a Virgin America fez um site onde deixava o público sugerir nomes aos seus novos aviões. Um dos primeiros escolhidos foi o “Unicorn Chaser”, sugerido pelos editores do Boing Boing, o maior blog do mundo.

Segundo o Boing Boing foi um convite normal, sem pagamento de jabá, sem passagens grátis ou ainda sem barrinhas de cereais extras quando algum deles viajar na nova companhia aérea. Os editores do Boing Boing aceitaram participar e dar “de graça” este incrível volume de mídia espontânea para a Virgin America simplesmente porque achou a iniciativa legal.

Prova de que para conseguir mídia espontânea em blogs não é preciso pagar ninguém para escrever posts mascarando um jabá por baixo dos panos. Basta propor algo legal que as adesões ocorrem naturalmente.

[]´s Mr Wagner


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