Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Proibidão, tráfico e guerrilha

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Os traficantes de drogas têm um problema muito maior do que falta de verba de marketing, seus produtos são ilegais. Mas como todo produto, precisam ser divulgados para seu público. Um fato é que para anunciar um produto ilegal os traficantes precisam usar métodos nada convencionais. Ou seja, marketing de guerrilha, mas especificamente, marketing invisível.

Eles se tornaram guerrilheiros de marketing ao lançarem o Proibidão, que rapidamente se tornou um importante aliado. O Proibidão é uma vertente do funk carioca que surgiu nas favelas, mas que em 1999 desceu o morro ganhando espaço na mídia e entre a classe média. Os funks proibidões transmitem recados sobre as drogas e seu consumo, exaltam os traficantes e crimes, tratam da realidade das comunidades onde ocorre o tráfico. A forma de divulgação desse tipo de funk também não é a convencional. Dos bailes funks do morro carioca expandiram para além do Rio. Atravessaram fronteiras e estão nas casas noturnas de São Paulo. Além de muitas letras já estarem na boca do povo, os funks proibidos da Polícia Militar são vendidos em CDs em camelôs e disponibilizados na Internet. Até poderiam vender seus CDs em lojas, já que quem canta as letras são funkeiros comuns, mas parecem que já têm uma visão do novo mercado literalmente distribuindo sua música. E como essa é a forma como se comunicam, quanto mais pessoas cantarem suas letras, melhor.

Aproveitando o meio de uma maneira simples, barata e inusitada, o Proibidão é guerrilha. E conseguem que um produto ilegal seja comunicado, alcançando seu público de forma eficiente.

AINDA QUE NÃO SEJA CORRETO, foi uma saída bem interessante que eles encontraram para anunciar, mas que não é nova. A Sagatiba fez parecido com o Seu Jorge, que criou a música Eterna Busca para vender a cachaça. A diferença é que a Sagatiba gastou uma fortuna em jabá e a música não pegou.

Quem chamou atenção para esta estratégia foi o Aspirante-a-Oficial PM da Polícia Militar, Alexandre de Souza, em seu ótimo blog( ! ) Diário de um policial militar: “um exemplo de marketing de guerrilha do tráfico de drogas é o proibidão da MC Sabrina promovendo o “Boldin” (apelido da maconha vendida no morro da Providência, que seria “mais forte” e é a preferida dos usuários)”.

Letra do funk “Lula Liberô”, da MC Sabrina:

Atenção para esse comunicado importante, com a palavra nosso querido Presidente Luis Inacio Lula da Silva:
Meus caros, queridos, colegas e companheiros do Brasil, vim aki pra dizer nesse exato momento que o proibidão esta liberado pra cantar, principalmente também você que gosta de uma boa erva, esta liberada a erva, principalmente a de qualidade boldin, aquela que deixa muito pancadão, aquela é boa, gosto muito também…Então pro Funkeiro esta liberado, o funk proibidão pra cantar e todo tipo de erva, pra você q naum gosta de erva pode dar uma pancadinha no pó de 5, 3, 10 e de 1 também viu, é uma coisa muito boa e eu assino embaixo…
Esperai que o Bera-mar tah me passando um Rádio…

Puxa, prende e passa fica igual um Japonesin, se quiser ficar chapado é só fumar um boldin, essa eh da boa e eu tenho preferencia, se quiser fuma boldin é só vim na Providência 2x

Ve, ve, ve, venenosa êêêêê, erva venenosa êêêê, venenosa êêêêê, erva venenosa êêêê;

Tá liberado fumar, boldin, boldin, Tá liberado fumar, boldin, boldin, Tá liberado, Tá liberado, Tá liberado fumar…
Mas você vai ficar igual um japonesinho, você vai ficar igual um japonesin, porque é do boldo é do boldin, é do boldo é do boldin, só boldin, só boldin…
Puxa, prende e passa fica igual um Japonesin, se quiser ficar chapado é só fumar um boldin, essa eh da boa e eu tenho preferencia, se quiser fuma boldin é só vim na Providência 2x …

Bjs, Bruna “Baunilha” Calheiros.


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Ninguém fala o que pensa sobre Second Life? Ou, no meio das modinhas, ninguém pára pra pensar?

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Meados dos anos 90. Rolando toda aquela histeria em torno da internet. Só se falava nisso. Até que durante um Manhattan Connection, no meio do tédio dessa conversa toda sobre “www”, Paulo Francis solta um “tudo que tem nessa tal de internet eu já conheço desde os meus 12 anos”. O tempo passa. Mais de 10 anos depois, a internet transformou o mundo. Se fosse vivo, Francis estaria sofrendo até hoje com essa sua frase que ficou para a posteridade. É o preço que pagam os “polemistas” que soltam estas frases de impacto mais para fazer o povo colocar os pés no chão do que para “cagar regra” sobre o futuro. Francis não estava desdenhando do potencial da web. A frase dele era apenas um cutucão no povo deslumbrado que despejava nas conversas milhões de “achismos” e burrices sem tamanho. Burrice sim, porque histeria cega a razão. Uma pessoa histérica e deslumbrada engole qualquer balela que tentam vender.

Pois bem. Tudo isso para dizer que ontem a chefia bancou uma palestra sobre Second Life. 50 pratas para ir ver a diretora de planejamento do Cafeína Estúdio tentar desenvolver o tema “Projetando novas realidades”. Comentários positivos de blogueiros que dou valor me fizeram encarar a “hora extra” após um dia bem cansativo.

Não fui convencido nem um pouco que “Second Life era a internet do futuro”, como estava no título de alguns slides (raros slides, porque toda a apresentação não parece ter sido planejada, tava mais para “um improviso”). E, no meio do tédio de bolinhas sendo modeladas em 3D e perguntas no estilo “como eu faço para voar”, resolvi fazer os 50 contos (mesmo não sendo meus) valerem um pouco. Sim, eu fui aquele cara chato que sempre enche o saco na palestra (nossa, e como eu odeio esses caras chatos). O post que segue é gigantesco, então só clique aqui para ler o texto completo se estiver interessando no assunto.

[]´s Mr Wagner

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Second Life: Considerações de alguém que não entende nada

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Eu não entendo nada de Second Life. Quer dizer, depois de ser catada para uma palestra sobre o assunto, ontem, na Casa Gafanhoto, acho que até posso dizer que estou minimamente educada a respeito do universo paralelo da Linden. Entre instruções sobre um monte de comandos que obviamente já esqueci, deu para perceber que o SL é uma alternativa até bacana para empresas atrás de mídia espontânea. É simples. O SL é novidade e novidades costumam se dar bem nas redações de jornais, revistas etc. Como é dominado por um grupo ainda pequeno de pessoas superantenadas, é hype. O repórter que aterrissar numa reunião de pauta demonstrando conhecimento sobre o que acontece lá dentro, vai fazer bonito. Empresas que sacarem essa onda podem, sem dúvida, conseguir alguns muitos centímetros e minutos em veículos de comunicação sem necessariamente pagar por publicidade. Com a divulgação feita, quem se importa se a festa organizada nesta ou naquela ilha só atraiu meia dúzia de gatos pingados?

Ah, mas também tem as empresas que estão atrás de relacionamento com o cliente, certo? Sei lá, pelo menos por enquanto, me parece que funciona da mesma maneira. O cidadão que numa festinha ou numa roda de bar largar que se comunica com sua companhia aérea preferida no Second Life deve conseguir alguns minutos de atenção. No entanto, tenho dificuldade em ver alguém escolhendo uma empresa em vez de outra só porque assim terá a oportunidade de habitar e interagir no ambiente da Linden.

Aliás, me desculpem os entusiasmados, mas, para pessoas físicas, identifico ainda menos atrativos. E, nesse caso, a explicação também é simples: grana. Ok, eu posso ficar vagando para lá e para cá sem gastar dinheiro, mas até onde vai meu interesse nisso? De acordo com a proposta da plataforma, do jogo (ou seja lá qual for o nome genérico que se dá ao SL), se eu quiser brincar de verdade, vou ter que começar a construir, comprar, vender. Mas para isso será preciso fazer débitos no meu cartão de crédito. E daí, minha gente, fiquei com a sensação de que estava diante de um caça-níqueis. Desculpa, prefiro gastar na vida real.

Enquanto eu comia sanduíches de rosbife e berinjela durante o coffee-break, lembrei de umas férias que passei com meus pais e minhas irmãs num resort da Costa Verde. Lá dentro, não se via dinheiro. Tudo era pago com continhas coloridas que, encaixadas, formavam colares ou pulseiras. Cores diferentes tinham, naturalmente, valores diferentes. Cara, coisa de gênio. A gente torrava aquilo sem sentir. Eram só continhas! E olha que eu e as meninas já sabíamos perfeitamente o que era dinheiro na época. Nos finais de semana, depois de almoçar no restaurante do Iate, costumávamos receber uns trocadinhos para comprar a sobremesa no sorveteiro – e parar de azucrinar os adultos à mesa. Tinha dias que a grana ia toda num sorvete mais enfeitado. Em outros, queríamos quantidade e fazíamos com que ela fosse trocada por uma infinidade de balinhas, chicletinhos vagabundos etc e tal. Quer saber? Aquilo que era vida!

Bj, Pati.


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Pinguins de gelo

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Alerta em São Paulo contra o aquecimento global. Pinguins de gelo colcados em frente ao parque do Ibirapuera. Veja mais fotos no Flickr. Dê download dos stickers e cole por aí.

Abs, Bruno Tozzini


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Propaganda é alma do negócio?

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O Google foi apontadado como a marca mais valiosa do mundo. Se, como dizem, a propaganda é a alma do negócio, como explicar que uma empresa que não faz propaganda tenha um marca com valor estimado de US$ 66 bilhões?

É óbvio, o Google é o Google e não precisa de propaganda. Nem por isso, o Yahoo é o Yahoo, um serviço tão bacana quanto o Google e que, mesmo assim, até pouco antes do cidade limpa ser implantado em São Paulo tinha painéis na Marginal. Eu nunca vi um painél do Google. E o Yahoo não está entre as 10 marcas mais valiosas do mundo.

Já falamos aqui sobre a receita guerrilheira do Google e falaremos de novo: o Google cria fatos novos toda a semana com o objetivo de gerar boca-a-boca e matérias na imprensa. O dia da Terra, por exemplo, comemorado no dia 22 de abril, é um motivo para falarmos do Google desde 2001 (logo lá em cima) até hoje (logo mais embaixo).

abs, Gfortes


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Making of da ação de guerrilha da Panamericana

A AlmapBBDO criou a ação e filmou o making of. A Espalhe colou as setas.


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Vamos falar de guerrilha na USP

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Na segunda-feira, 23/04 - 14h, Roberta Paixão, diretora Executiva da Fan, e Gustavo Fortes, diretor de criação e planejamento da Espalhe, falarão sobre Marketing de Guerrilha e a integração das ações de guerrilha com RP no Workshop de Comunicação da ECA.

O evento é promovido pela ECA JR e as inscrições devem ser feitas pelo site.


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Guerrillapaper em São Paulo

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A Espalhe foi convidada pela agência de guerrilha inglesa Jack Liberties a fazer parte do projeto global de arte urbana Guerrillapaper. Desde janeiro muitos viram o papel de parede do artista Joshua Davis espalhados pelas ruas de São Paulo. As próximas cidades do projeto são Buenos Aires e Nova York.

Abs, Gfortes


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Lembre-se: o seu consumidor é tão inteligente quanto você

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O informe publicitário da Chevrolet, falado aqui na segunda-feira, era para divulgar o hotsite promocional do Vectra. A campanha on-line explora a temática de uma empresa de consultoria fictícia que estaria fazendo uma pesquisa para desenvolver uma campanha publicitária à altura do carro. O hotsite é o site desta empresa de consultoria e lá você (O CONSUMIDOR) cria a campanha com algumas variáveis do filminho.

Tudo muito bacana, arrumado e bem pensado. Mas que fique claro que é um hotsite promocional e não uma ação de guerrilha. E este é um ponto que tentamos driblar o tempo todo, ao adequar planos de guerrilha às políticas de comunicação do cliente (e principalmente ao pânico do gerente de produto) a tendência é cair na boa, velha e confortável ação promocional:

- O site da consultoria tem como URL: http://www.chevrolet.com.br/campanhavectra/

- Ainda assim, e esquecendo que a idéia inicial é fazer uma campanha à altura de um consumidor mais sofisticado, temos a frase “socorro jurídico”: “O site Kramer & Stevens é fictício e faz parte da campanha do Vectra”.

- No “informe publicitário”, que estava bem bacana, foi preciso colocar a frase: “Calma, é apenas um probleminha, a campanha do Vectra vem aí”.

Não é fácil, não é culpa da agência, não é culpa do cliente (talvez só do gerente de produto - brincadeirinha), mas é importante ter em mente que sempre quando não substimarmos a inteligência do consumidor, a campanha terá mais potencial de boca-a-boca e o esforço de mídia será menor. Este é o objetivo do Marketing de Guerrilha: mais barulho e atitude com menos custo de mídia.

O desafio é equilibrar política da empresa e atitude para fazer ações menos confortáveis que não machuquem ninguém. Qual é o limite?

abs, Gfortes


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Informe publicitário pegadinha

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Hoje foi veiculado na Folha de S. Paulo um “informe publicitário” da Chevrolet (reproduzido no hotsite do Vectra com uma voz de “Cid Moreira” genérico) dizendo que a campanha do Vectra foi adiada porque um instituto de pesquisa detectou que os “super criteriosos” consumidores do carro não ficaram satisfeitos com os filmes, que não estaria a altura do carro. Vamos esperar a gracinha que vem por aí.

Abs, Gfortes


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Lições do Super Bowl dois meses depois

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Os comerciais do Super Bowl costumam chamar mais atenção das pessoas do que o evento em si. Todo mundo fica curioso para saber quem são os 35 anunciantes que toparam pagar até US$ 2,6 milhões por um espaço de 30 segundos.

Neste aspecto, a 41ª edição do evento foi um marco por conta de dois motivos:

1- A moda dos comerciais produzidos pelos consumidores: o fator “quem é o louco que vai bancar US$ 2,6 milhões para veicular uma peça amadora” gera muito boca-a-boca, sem dúvida.

2- Ao contrário do que sempre aconteceu - os comerciais do Super Bowl desaparecerem depois de 1 veiculação - “agora, a vida útil das peças é ampliada pela exposição em dezenas de sites, pelos comentários dos blogs e pela troca dos videoclipes nas comunidades” (tirado do Meio & Mensagem - 12/02/07).

Aqui no Brasil, as empresas aprenderam a 1ª lição muito bem. Tão bem, que eu começo a pensar se ações de C.G.C. ainda despertam o interesse e o boca-a-boca falado no segundo tópico. Por exemplo, ao abrir ontem a última edição da revista da MTV, eu me deparei com 3 ações de C.G.C., quase em sequência:

1ª. Faça um filme pra Sprite. Se for ruim, a gente não usa. Se for bom, a gente não paga.

2ª. Uma idéia de dor de cabeça. Uma câmera na mão. Vamos transformar sua idéia de dor de cabeça em grana e fama.

3ª. You Paper. O espaço a gente dá. Entre no www.mtv.com.br/revista e envie artigos, entrevistas, ilustrações, histórias, fotos, desenhos, resenhas, críticas arte etc. Nós publicamos.

Conforme disse Kate Sirkin (diretora global de pesquisa do Publicis Groupe) para o Meio & Mensagem, “há 10 anos, você olhava os números da Nielsen e o recall do dia seguinte. Agora, o ROI significa mais do que contar eyeball. Você quer gerar comentários e tráfego online, ver as pessoas falarem de sua marca e buscá-la online”.

Será que a banalização da mecânica e a simples veiculação em um espaço comercial estão gerando estes comentários e discussões? Eu tô velho para MTV. Então peço aos jovens leitores do blog que comentem se estão participando de uma destas ações ou se já tinham ouvido falar delas.

abs, Gfortes


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Guerrilha para todos

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Como profissionais de guerrilha, nosso trabalho é pensar em conteúdos que despertem boca-a-boca e mídia espontânea. O rapaz da foto pensou no conteúdo certo e o boca-a-boca veio naturalmente. Faça o teste: busque pelo nome da imagem, ninjabeg, no Google Imagens e veja a quantidade de lugares em que ela apareceu, começando pelo maior blog do mundo.

Só faltou ele colocar no cartaz a URL de um blog para receber os trocados do mundo inteiro via PayPal.

Via blog da Fundamental Conteúdo.

abs, Gfortes


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Emboscada do Yahoo no AdSense

A Jess Aline chamou atenção para esta ação do Yahoo na ferramenta de seu concorrente, Google AdSense, no Contraditorium. O link leva para o Cadê?.

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Então notei que o Yahoo também fez a mesma coisa aqui no Blog de Guerrilha:

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Já ganhamos alguns trocadinhos de concorrentes que optam por usar o nosso blog para anunciar. Contudo, mais do que atrair cliques nos links, estas gracinhas no AdSense servem para despertar interesse dos blogueiros para fazerem posts e gerarem mais boca-a-boca. O Yahoo anunciar no Google dizendo que está fazendo emboscada (?!) já dá o que falar. Ainda assim, algumas gracinhas são um pouco mais trabalhadas, como este segundo exemplo também do Cadê?, que leva para um hotsite de dicas para usar a ferramenta:

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Ou ainda mais rebuscadas, como a ação para divulgação da festa do Copo Vermelho para blogueiros. Alguns lembrarão da ação que aconteceu há 1 ano, onde o convite foi feito via AdSense nos blogs com os links remetendo para uma página de RSVP, onde, para confirmar presença, o blogueiro precisaria publicar o banner “eu vou” no seu próprio blog.

abs, Gfortes


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Associação guerrilheira

A Ioiô Filmes e a Associação Brasileira de Ioiô uniram forças para divulgar a produtora e arrumar patrocinador para o campeonato brasileiro da modalidade, que acontece em maio, em São Paulo. O namoro começou depois que o vice-presidente da ABI, Anselmo Gomes, conseguiu publicar nota no BlueBus dizendo que a organização estava atrás de alguém que custeasse os gastos com a competição. Dois vídeos já circulam na internet chamando a atenção para o desafio dos rapazes. “Não sei exatamente qual a origem da iniciativa. Mas quem nos procurou foi a produtora. O interesse surgiu por causa do nome dela”, conta Anselmo. “O roteiro foi feito por uma pessoa da Fischer. Acho que eles são clientes da Ioiô Filmes”, completa ele.
Em um dos vídeos, craques como Rodrigo Yokota (bi-campeão brasileiro 2003 e 2004), Danilo Packer (campeão brasileiro 2006 – 1ª e XDivision) e Rafael Matsunaga (campeão mundial e mestre nacional) executam manobras ao som de Chopin. Apesar de o assunto parecer brincadeira, a ABI é extremamente eficiente em se divulgar. A julgar pelos constantes comentários do Anselmo na comunidade de guerrilha no Orkut (aqui e aqui), o cara tem a guerrilha na veia. A missão atual da associação – conseguir o tal patrocinador – ganhou site destacando exatamente a capacidade que o evento tem de provocar mídia espontânea.

Bjs, Pati.


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Amanhã: PR Stunt do Greenpeace em SP

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Referência em PR Stunt, o Greenpeace promove amanhã um protesto em frente ao consulado da Nicarágua. Cerca de 20 ativistas montarão um cemitério de caudas de baleias. A ação é uma tentativa de forçar aquele País a integrar e formar o “Continente Amigo das Baleias”, onde não se caça e nem se promove atividades de caça e uso letal para fins científicos.

A Nicarágua é o único país da América Latina que, em gestões anteriores, tem comparecido a reunião da Comissão Internacional da Baleia (CIB) e votado a favor dos interesses do Japão. A proposta da ONG é que o País vote a favor da conservação das baleias durante a próxima reunião que acontece em maio em Anchorage, no Alaska (EUA).

Para isso, será protocolado amanhã no consulado o abaixo-assinado coletado na Feira da Liberdade, no dia 1º de abril, com cerca de 3 mil assinaturas. O documento expressa a opinião de muitos brasileiros e, principalmente, de descendentes de japoneses que vivem no Brasil sobre a importância do voto pró-conservação da Nicarágua na CIB.

Além de boca-a-boca, o protesto do Greenpeace deve gerar boas imagens, que serão viralizadas na internet e também nos meios de comunicação. Isso aconteceu com os protestos organizados pela ONG Rio de Paz, que pelo jeito também está se especializando em PR Stunt.

Em menos de um mês, dois protestos foram realizados na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. No primeiro, 700 cruzes negras foram cravadas na areia da praia, ocupando uma área de 25 metros de largura por 60 metros de comprimento. Recentemente, manifestantes, todos de roupas pretas, deitaram no calçadão por cerca de meia hora, simbolizando as mais de mil pessoas que morreram este ano vítimas da violência no Estado.

Sem dúvida alguma, boas alternativas para chamar a atenção para causas tão importantes.

Serviço:
PROTESTO DO GREENPEACE EM FRENTE AO CONSULADO DA NICARÁGUA

ONDE: al. Santos, 880 – Jardins.
QUANDO: dia 11 de abril, quarta-feira, às 10h.

Bjs, Tati Lima


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