Hackeando o Super Bowl
Está rolando um debate se isso de fato aconteceu ou se a história toda é uma mentira muito bem documentada. Mas, de um jeito ou de outro, o conceito por trás de tudo é sensacional. E cumpriu com o objetivo de divulgar o livro “Prank the Monkey” (quase comprei por impulso agora).
Resumindo o passo a passo da história toda que você pode ler aqui:
O objetivo: emboscar o Super Bowl (simplesmente o evento mais assistido dos EUA).
A idéia: distribuir para várias pessoas na arquibancada um colar luminoso. Quando todos fossem acesos ao mesmo tempo, a mensagem “Zug.com” apareceria escrita no meio da multidão.
A história: Fazer um kit falso, como se este fosse um aparato para o show do Prince no intervalo e contrabandear 30 mil colares luminosos para dentro do estádio. Panfletos com o logo e material promocional do Prince explicavam que, ao sinal dos promotores, todos deveriam acender seus colares.
A execução: Na hora do show, quando as luzes do estádio foram apagadas, os promotores deram o sinal e a mensagem apareceu no meio da arquibancada.
Como disse, isso pode não ter acontecido. O hoax pode ser a aplicação deste hoax (quem esteve no Alternativa 2007 em Fortaleza e curtiu os bastidores da história do “trote do trote do Sílvio Santos” deve estar bem familiarizado com essas maluquices).
E quem se lembra da recente lounge criativo do Marcelo Coelho aqui na Espalhe, falando sobre a importância do registro das ações de guerrilha para sua posterior multiplicação, vai se ligar que, mais importante que a ação, é o registro. Porque nesse caso pode nem ter havido ação, mas o registro foi bem convincente.
[]´s Mr Wagner















kzphafls yloedx disse:
Janeiro 6th, 2008 em 5:58 am
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