Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha do Brasil.

Sr. Orkut está no Brasil

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Ele, Orkut Buyukkokten, o homem, o mito, o cara responsável por destruir a produtividade de milhões de funcionários que ficam a tarde toda bisbilhotando a vida dos outros e enrolando o chefe, o inventor da maior ferramenta para pessoas feias conseguirem encontrar um par, o mestre que conseguiu acabar com a eficiente comunicação via email e tranformá-la na imbecil comunicação via scraps está no Brasil!

Entre uma e outra sessão de fotos comprometedoras no jogo Botafogo x Volta Redonda no Maraca ou agarrando uma suculenta picanha no Porcão, Orkut Buyu (como vem sido chamado da Farme de Amoedo, para não complicar muito) está apresentando palestras em algumas universidades. Ontem foi no Fundão, no campus de engenharia. Hoje vai ser no IME (Praia Vermelha). Se não se importar no risco de ser barrado pelos milicos, vai lá: 18 horas no auditório.

Quem mandou a dica foi o Eduardo L´Hotellier. Só não me perguntem se ele esbarrou com o Orkut na Farme de Amoedo ou no Maraca…

[]´s Mr Wagner


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Vamos falar de guerrilha em Brasília

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APAGÃO AÉREO: caros, desculpe, mas não deu. Após uma espera de 2 horas em Congonhas, todos os vôos de São Paulo para Brasília foram cancelados.

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O consumidor já não é mais o mesmo, muito menos a forma de falar com ele. A publicidade precisa se reinventar para chamar atenção e surpreender o público.

Este é o tema do II Almanaque da Criação que acontece em Brasília de hoje até o dia 31 de março.

Os palestrantes que tentarão mostrar o caminho para falar com o novo consumidor serão:

De São Paulo, Wilson Mateos (Almap BBDO), Ken Fujioka, (JWT), Ricardo Figueira (Agência Click), Gustavo Fortes (Espalhe – Marketing de Guerrilha), Paulo Arêas (Leo Burnett) e Adão Casares (Lew’Lara). De Brasília, André Luiz (Lew’Lara) Mateus Braga (Agência Click) e Humberto Junqueira (Giovanni DraftFCB).

Para saber como falar com o novo consumidor usando Marketing de Guerrilha, assista a nossa palestra no sábado, 31/4, às 13h.

Mais informações: (61) 3307 1793.


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Ferrari batida para divulgar filme

São poucas as oportunidades de ver uma Ferrari batida e menores ainda as chances de presenciar o instante de um carro da marca italiana batendo.

Sabendo disso, o produtor de Red Line, filme que conta com a importante participação de uma Ferrari, emprestou a sua do modelo Enzo para o “astro” Eddie Griffin dar umas voltas em um circuito, repleto de jornalistas, durante a coletiva de lançamento.

Claro que o pouco conhecido comediante perdeu o controle do veículo e deu de frente na mureta destruindo a frente do esportivo. A cena foi televisionada para o mundo todo, eu vi ontem no jornal da Globo, e você pode ver no Youtube o filmete que já tem centenas de milhares de views.

A divulgação do filme custou o preço da Ferrari, USD 1,5 milhão, ou nem isso se o proprietário tiver seguro.

abs, Gfortes

Via post do “Joe e as Baratas” na comunidade de Marketing de Guerrilha


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Blog do Pimentel

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Ao contrário da grande maioria, eu achei bacana a idéia do Blog do Pimentel. O primeiro post, onde é explicado porque fazer o blog, é “guerrilheiramente” revolucionário. O Pimentel transcreve o e-mail que mandou para a agência de propaganda da Nextel dando sugestões e o e-mail padrão que a agência responde sem dar a menor bola para ele. Naquele post o Pimentel apresenta o conceito do blog metendo o pau na agência, e na propaganda em geral, que não consegue mostrar o diferencial da Nextel: Tudo que você gostaria de saber sobre Nextel e a propaganda não estava a fim de contar.

Muito legal. A Nextel tem um produto revolucionário e sua agência de propaganda não consegue transmitir o diferencial. Então um funcionário de vendas fica furioso e abre um blog para ser um canal direto entre a empresa e seus consumidores. Finalmente entenderemos o negócio da Nextel. A história é muito boa, o público corporativo (alvo da Nextel) se identifica, e tem grande chance de passar pra frente.

Só que para divulgar o blog, o Pimentel (que segundo ele criou o blog por conta própria) não acreditou no potencial de boca-a-boca da sua história e comprou mídia na TV (muito provavelmente dando a comi$$ão para sua péssima agência) para veicular um comercial fingindo ser caseiro.

Então, como potencial cliente da Nextel, eu fiz o que Pimentel fez com sua agência de Propaganda: questionei. Perguntei se quem pagava pela mídia era o Pimentel, a Nextel ou era só uma brincadeirinha da agência de propaganda. E o Pimentel respondeu (será que foi ele?) aqui no blog:

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Eu achei legal ele responder. E achei péssimo ele ter publicado e depois apagado o meu comentário no blog. Também acho muito tosca esta discrepância entre o discurso do blog e a veiculação na TV.

Por que não fazer o Pimentel existir de verdade? Por que não usar alguém da força de vendas para escrever o blog, com ajuda de um blogueiro ou de uma agência de guerrilha, mesmo que seja com o apelido Pimentel que rima com Nextel? Se a Nextel realmente acreditasse nas ferramentas de guerrilha e investisse na força do boca-a-boca e do blog, o seu conteúdo seria mais interessante e menos “chapa branca”.

Eu tenho certeza que dá pra fazer um blog corporativo e ser interessante. Um bom exemplo é o Skype, que tem um produto tão ou mais revolucionário que a Nextel, e [por isso mesmo] quando entrou no Brasil ano passado nem perdeu tempo fazendo concorrência para escolher agência de propaganda. Em primeiro lugar recrutou uma blogueira famosa para abrir um canal de carne e osso com seus clientes.

abs, Gfortes.


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Chat com Ken Fujioka

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O Grupo de Planejamento promove uma conversa com Ken Fujioka, hoje às 17 horas, no IG Papo.

Na conversa, Fujioka, recém-eleito presidente do GP, contará os projetos para sua gestão, dará dicas sobre como participar do Young Creatives 2007 e esclarecerá qualquer dúvida sobre a profissão.

Fujioka é leitor do Blog de Guerrilha, diretor de planejamento da JWT Brasil e tem mais de 15 anos de experiência em planejamento estratégico, propaganda, comunicação dirigida, internet marketing e business-to-business, incluindo consultorias, agências e anunciantes.


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Batalha naval no rio Sena

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Ontem o PS3 foi finalmente lançado na Europa (matéria e mais fotos aqui). Como sempre, a Sony armou um mega-evento. A firula dessa vez foi em um bateu-mouche, ancorado em frente a Torre Eiffel, onde estavam os 1000 primeiros consoles a serem vendidos na França.

O povo guerrilheiro do X-Box 360, que não é bobo nem nada, aproveitou a chance para arrumar um outro bateau-mouche para ficar dando voltinhas no local. Nesse vídeo aqui, você pode ver o apresentador que fazia um flash ao vivo interrompendo o seu colega repórter para dizer algo parecido com: “Sacré-coeur! Uh-lá-lá! Je m’appelle X-box 360 et je veux du fromage!” - Desculpem, mas meu francês anda meio enferrujado… :-P

Ele comenta que o X-Box já havia feito uma emboscada no lançamento do PSP, quando alugaram uma lavanderia em frente a loja que a Sony tinha estabelecido como showroom para mandar um recadinho para a galera. E, mais a frente no vídeo, um companheiro o lembra: “Pois é, a Microsoft anunciou um novo modelo de X-Box alucinante com um HD gigante, mais recursos etc e etc”. Em plena cobertura do lançamento da Sony… Mon Dieu… Incroyable!

[]´s Mr Wagner


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Flash Mob: THIS IS SPARTA!

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O blog Jovem Nerd está promovendo uma flash mob durante o filme “300″, que é uma adaptação cinematográfica da série de histórias em quadrinhos “Os 300 de Esparta” (cujo título original é apenas “300″) de Frank Miller, autor que possui uma verdadeira legião de fãs nerds, e que conta com participação importante do Rodrigo Santoro.

Não está claro se a Warner Bros. está por trás da ação ou não. Deve estar e é certeza que a ação será um sucesso entre os fãs do Jovem Nerd (ouçam o nerdcast semanalmente e morram de rir):

Então dia 30 de março, reúna os amigos, vá ao cinema e deixe a adrenalina subir! No momento da projeção em que o Rei Leônidas projetar sua voz contra os persas, una-se aos bons espartanos no uníssono: “THIS IS SPARTA!!!” FILME E TIRE FOTOS DA GALERA!

abs, Gfortes

Dica do Mauricio

PS: Jovem Nerd, minha camisa é tamanho G.


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Viral Self-Service

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Wesley Snipes e Woody Harrelson foram categóricos em 1992 afirmando que “homens brancos não sabem enterrar“. Hoje parece uma coisa óbvia, mas na época isso deve ter exigido um grande volume de coragem para um estúdio de Hollywood bancar uma afirmação tão polêmica.

Pois bem, depois do parágrafo introdutório com a referência engraçadinha, a novidade: “publicitários não sabem fazer virais”. E provavelmente não sabem enterrar também. É sério, de vez em quando alguns até acertam a mão, mas todo mundo sabe que quase sempre os resultados são vergonhosos.

Mas quem sabe fazer virais? Os desocupados e suas webcams toscas. Em suma: o povão dessa grande internet de meu Deus.

Sabendo disso, surgiu o “zooppa.com“. A proposta do site é a seguinte: o cliente posta o briefing, diz quanto quer pagar e a galera faz os seus vídeos. Quem ganhar a votação promovida pela própria comunidade, leva a bolada para casa. E se o cliente quiser, usa o vídeo por aí.

É a idéia mais útil que vi nos últimos tempos. Todo mundo ganha: o cliente, os usuários e até mesmo as agências de guerrilha como a Espalhe. Essa é a redenção dos curiosos gerentes de produto de plantão que aparecem, sem noção alguma, perguntando “quanto custa fazer um viralzinho, por favor”. Se o Zooppa pegar, nunca mais teremos que quebrar a cabeça explicando que “viral não é só um vídeo de um gordinho de sunga no YouTube”, ou que “marketing guerrilha não é qualquer coisa engraçadinha que aparece pedindo para você comentar a respeito com seus amigos”. Isso para não ser grosseiro com as pessoas mais sensíveis (ou preconceituosas) que dizem que só de ouvirem o termo “marketing de guerrilha” sentem arrepios.

[]’s Mr Wagner


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P&G quer parar de comprar mídia tradicional

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O editorial do Meio & Mensagem desta semana mostra como um dos maiores anunciantes do planeta está buscando construir marcas sem o apoio da mídia tradicional. Segue uma parte do texto da Regina Augusto:

A Procter & Gamble, segundo maior anunciante dos Estados Unidos, com investimento na casa dos US$ 4 bilhões em 2006, passou recentemente o seguinte briefing às suas agências globais: como construir marcas sem o uso da mídia tradicional. No início do mês, Jim Stengel, chief marketing officer da P&G, foi enfático em sua palestra na conferência da American Association of Advertising Agencies (4As) ao reforçar a necessidade de novas formas de aproximação com o consumidor.

Ele diz que o trabalho de comunicação realizado pelas quase 300 marcas da P&G da maneira tradicional ainda funciona muito bem, mas admite que não há como negar que as alterações no cenário impõem meios diferenciados de abordagens mercadológicas — o que demonstra que o ritmo das mudanças não é captado tão rapidamente como se deseja e se propala.

Além disso, está claro para companhias do porte da P&G que, quanto mais próximas estiverem de sua base de consumidores, mais terão de ceder o controle. Esse é um grande desafio para as marcas que historicamente, ao longo do século passado, comandaram essa relação.

Com o surgimento da internet e a proliferação dos blogs e das redes sociais, os indivíduos estabelecem uma teia de relacionamentos, independentemente do consentimento das empresas. E é justamente essa capacidade de trocar mensagens entre si com grande velocidade, em uma escala sem precedentes, que deslocará para os consumidores o eixo de domínio das ações de comunicação das marcas.

Na entrevista de Stengel fica evidente que a gigante mundial de bens de consumo ainda não sabe quais são os caminhos mais eficientes para alcançar o público nesse novo panorama. E passou a bola às suas agências, em uma nítida demonstração de que este é um jogo que necessita, mais do que nunca, de um trabalho a muitas mãos para obter soluções eficazes e surpreendentes, pois não há referências para isso.

A construção dessa estrada de relacionamento entre marcas e consumidores na era do colaborativismo tem como ponto de atração o fato de subverter algumas ordens e hierarquias das idéias.

Leia a cobertura do evento com Jim Stengel na Advertising Age (para cadastrados).

abs, Gfortes


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Feedback sobre o papo de guerrilha em Fortaleza

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Para quem quiser saber como foi o Alternativa 2007, sugiro ler a cobertura isenta - claro que se o feedback fosse ruim não indicaríamos : ) - do blog Netlus:

:: Cobertura do 1º dia: palestras do Fabio Seixas e do Carlos Merigo e aqui mais um pouco.

:: Cobertura do 2º dia: palestras do Gustavo Fortes e do Wagner Martins e aqui mais um pouco.

Parabéns a equipe da agência Exista pela realização do evento.

abs, Gfortes


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Hackeando o Super Bowl

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Está rolando um debate se isso de fato aconteceu ou se a história toda é uma mentira muito bem documentada. Mas, de um jeito ou de outro, o conceito por trás de tudo é sensacional. E cumpriu com o objetivo de divulgar o livro “Prank the Monkey” (quase comprei por impulso agora).

Resumindo o passo a passo da história toda que você pode ler aqui:

O objetivo: emboscar o Super Bowl (simplesmente o evento mais assistido dos EUA).

A idéia: distribuir para várias pessoas na arquibancada um colar luminoso. Quando todos fossem acesos ao mesmo tempo, a mensagem “Zug.com” apareceria escrita no meio da multidão.

A história: Fazer um kit falso, como se este fosse um aparato para o show do Prince no intervalo e contrabandear 30 mil colares luminosos para dentro do estádio. Panfletos com o logo e material promocional do Prince explicavam que, ao sinal dos promotores, todos deveriam acender seus colares.

A execução: Na hora do show, quando as luzes do estádio foram apagadas, os promotores deram o sinal e a mensagem apareceu no meio da arquibancada.

Como disse, isso pode não ter acontecido. O hoax pode ser a aplicação deste hoax (quem esteve no Alternativa 2007 em Fortaleza e curtiu os bastidores da história do “trote do trote do Sílvio Santos” deve estar bem familiarizado com essas maluquices).

E quem se lembra da recente lounge criativo do Marcelo Coelho aqui na Espalhe, falando sobre a importância do registro das ações de guerrilha para sua posterior multiplicação, vai se ligar que, mais importante que a ação, é o registro. Porque nesse caso pode nem ter havido ação, mas o registro foi bem convincente.

[]´s Mr Wagner


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Ex-blog do prefeito ganha concorrente: blog do ex-governador.

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Anthony Garotinho, ex-governador do Rio, está anunciando em seu site que no dia 19/03, próxima segunda-feira, estréia o seu blog. Só vamos rezar para a ex-governadora Rosinha Garotinho não entrar nessa onda e fazer um fotolog.

Impressionante… Foi só ficar sem nenhum cargo público para ter essa idéia. Assim fica difícil a gente (Espalhe) convencer nossos clientes que blog é uma coisa séria, e não um “diário de desocupado”.

A picuinha entre Garotinho e César Maia na blogosfera promete ser tão acirrada quanto outras picuinhas blogueiras históricas como Cocadaboa versus Kibeloco, ou Saiu Gosminha contra Cora Ronai, ou Nemo Nox contra o resto do mundo…

Mas, brincadeiras a parte, vale como um indicativo desta tendência de políticos criando um canal extra de comunicação com seus eleitores. Vamos ver se ele leva a sério mesmo esse negócio de “diálogo aberto” com a blogosfera e põe as mãos na massa escrevendo coisas relevantes ou se vai terceirizar o trabalho de “copiar e colar” a sua agenda oficial para um dos seus filhos adotivos.

[]´s Mr. Wagner

Atualização (19/03):

O BLOG DO GAROTINHO JÁ ESTÁ NO AR!
Hoje segunda-feira (19/3), estamos estreiando o nosso blog. Você pode comentar as notícias e sugerir discussões.

Estreiando é boa… O blog do Garotinho já começou bem!


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Vale 9 Conto na Folha Online

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O Vale 9 Conto da rede de blogs da Espalhe, e que é mantido pela equipe de estagiários da agência, está hoje na capa do Folha Online graças a um post bacana do colunista da Ilustrada, Marcelo Katsuki, em seu blog Comes e Bebes.


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The Uncles

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Este filmete do Youtube mostra a entrevista com a famosa (??) banda The Uncles que estaria fazendo uma volta triunfal. Olhando a carteira de clientes da Tribo Interactive, dona do domínio do site da banda, e o sugestivos nomes dos hits (”mais uma” e “será que é pra mim?”, por exemplo) minha aposta é que seja uma ação do remedinho azul da Pfizer. Parece que os hits já estão tocando no rádio.

A campanha é legal. Também é legal é ver o policiamento dos usuários na Wikipedia (cada vez mais difícil fazer campanhas invisíveis hoje em dia) votando para o novo verbete “The Uncles” ser eliminado da enciclópedia colaborativa:

É uma banda de São Paulo que fez sucesso nos anos 1970 e agora está retornando. Acontece que não consigo encontrar referências sobre o grupo em lugar algum. O artigo foi criado anteontem (dia 12) por utilizadores que não contribuem muito e um tópico no Jacaré Banguela foi aberto hoje (o blog não oferece permalink, favor procurar pela data, 14 de março). Na suposta entrevista, do YouTube (ainda sem comentários e enviado também dia 12), um conversa sem pé nem cabeça (Hamond em São Paulo? Não encontrei essa cidade. Pink Floyd vindo ao Brasil? É só o Roger Waters, a banda nem se fala. Milhões de álbuns? Não encontro as referências de certificações musicais. Falam de “volta do Police” e nem sequer mencionam a volta dos Mutantes? Isso é crime…) Por fim, um sítio oficial theuncles.com.br ainda não referenciado no Google, sinal que é bastante recente. Peço ajuda ao pessoal “rock and roll” das antigas pois por mim isso parece hoax, boato de Internet, evidenciado pelo “falta de referência” + “blog” + “YouTube”. Apesar disso, não conheço muito o rock and roll setentista brasileiro (quisera eu estivessem falando do Reino Unido, seria fácil). Gostaria de ouvir opiniões.


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Vamos falar de guerrilha em Fortaleza

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Nos dias 15 e 16 de março, em Fortaleza, acontecerá o evento Alternativa 2007, abordando os temas novas tendências na internet, público saturado de propaganda e, claro, marketing de guerrilha.

No primeiro dia serão as apresentações dos empresários de guerrilha Fabio Seixas, que construiu uma das marcas mais bacanas do universo fashion brasileiro sem gastar um tostão em mídia, e Carlos Merigo, da Fischer América, que conquistou fama e fortuna com o blog Brainstorm #9.

Na sexta-feira é a vez dos representantes da agência Espalhe que vivem para fazer ações de Marketing de Guerrilha, Wagner Martins, coordenador viral e Gustavo Fortes, diretor de planejamento e criação.

O evento custa R$ 60,00 com direito a um adesivo de marketing de guerrilha grátis (para quem for no dia 16).


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