Alugue um Cachorro - o filme
Para quem mora em apartamento no Rio: www.alugueumcachorro.com.br
Alugue um Cachorro - o filmePara quem mora em apartamento no Rio: www.alugueumcachorro.com.br Ações em Aeroportos
Eu realmente estou cansado de “remontagens” de ações que fizeram sucesso, em especial as que ocorrem em aeroportos. Fazem isso como se ninguém notasse. Ninguém pensasse: “Eu já vi isso antes!”. Tá bom, aquela do “Alfred”, com uma plaquinha esperando o Bruce Wayne para divulgar o novo filme do Batman, foi legal na época. A da taça da Copa na esteira também foi legal há séculos. Mas agora, qualquer coisa vira destaque na esteira do aeroporto. Cansei! Claro, essa semana eu vi mais uma ação em aeroportos, mas diferente das outras o que eu gostei nessa da Expresso Guanabara foi a OPORTUNIDADE. Sempre gostei de comunicação de oportunidade. Com um bando de gente “P” da vida com as companhias aéreas, nada mais certeiro no”público-alvo”. Não fazer essa ação seria como perder a piada. E perder a piada é pior que perder o amigo. Além dos “alfreds” com as placas, eles também anunciaram nas TVs do aeroporto de Fortaleza. Tudo documentado no youtube, como manda o figurino de uma empresa que pensa marketing de guerrilha. Aproveito a minha oportunidade para desejar a todos um Feliz 2007, bem guerrilheiro. Imagem retirada do CCSP. Abraço, Filipe Ataque contra DVD do Código da VinciPost do Leonardo na Comunidade de Marketing de Guerrilha: “Está sendo veiculado no Youtube um vídeo onde Monges do bairro da Mooca destroem um outdoor do lançamento em dvd do filme Código da Vinci”. Conteúdo diário todo dia
Teve uma porradaria num jogo da NBA, sábado à noite. O site da RollingStone entrou na onda e publicou lista com músicas para ouvir brigando, ou brigar ouvindo, ou no inglês “bare-knuckled fight songs”. Não entro no mérito das músicas, nem da lista em si. O que gostei é da iniciativa de garantir/oferecer conteúdo diário, no caso a playlist of the day, juntando a especialidade da revista (música) com o que acontece lá fora. Todo dia o corninho do leitor tem um motivo para ir lá. A nota que me chamou a atenção para isso segue abaixo: ROLLINGSTONE.com’s “Playlist of the Day” feature Monday centered on the Nuggets-Knicks fight Saturday night. The site has compiled the following list of “bare-knuckled fight songs”: “Kung Fu Fighting” by Carl Douglas; “Ballroom Blitz” by Sweet; “Havana Gang Brawl” by The Zutons; “Fight Song” by Marilyn Manson; “Punchdrunk Lovesick Singalong” by Radiohead; and “Mama Said Knock You Out” by LL Cool J. They coulda thrown in Elton John’s “Saturday Night’s All Right (For Fighting).” Abs, Victor Javoski (guerrilheiro convidado) Candies, Dotô?
Quem passou pela região da Av. Paulista na última semana, no meio do caos dos semáforos, deve ter notado uma ação de guerrilha. O Wall Street Institute aproveitou o comércio informal que rola na região para divulgar o seu inglês focado em negócios. Ao invés dos bilhetinhos tradicionais, toscos e xerocados, dos vendedores de semáforos, os motoristas se depararam com saquinhos de balas com bilhetinhos, toscos e xerocados, com o seguinte texto mercadológico: “Due to a three-month-period analysis, I realized that I reached the break-even on the twentieth day of the promotional sales, with revenues of 379% considering the net investment. My mission, (to offer custom treatment and full flavor on each pack to all drivers), gave me a huge recall, placing me on the top of the market share. In celebration of such results, I can now offer you these wonderful candies, as an exclusive and thankful gift, without any charges whatsoever. Thank you for my outstanding outcome!”
A maioria das pessoas não entendia nada e com certeza elas precisam melhorar o seu inglês. A solução é dada no verso do bilhetinho, agora impresso bonitinho e seguindo o Pantone do cliente:
Guerrilha de rua, feita pela Espalhe, seguindo a campanha tradicional do curso. Abs, Cesar Maia fala sobre a morte do comercial de 30 segundos
As ações de guerrilha da Espalhe para a Klabin Segall - Eu Sou da Lapa e Ele está chegando - foram citadas no Ex-Blog do Cesar Maia como exemplos “da morte do comercial de 30 segundos na TV”. Para o Prefeito do Rio de Janeiro, os programas partidários na TV e os comerciais já não valem nada numa eleição. ————————————————— ESTÁ MUDANDO O MARKETING POLÍTICO ? 1. Está em curso entre publicitários daqui e d`alhures falar da morte dos comerciais de 30 segundos na TV. Dizem que isso é produto de uma combinação de fatores, como o zap, o mute, menos telespectadores contínuos, a internet, a desatenção aos intervalos,…..etc… O fato é que as empresas -desde há algum tempo- tem experimentado um mix diferente de meios para atingir ao consumidor, ao publico. Há muitas experiências. Uma entre dezenas delas -apenas para citar- foi o lançamento de um condomínio na Lapa, no Rio, método agora repetido para um condomínio na zona norte do Rio, lançado pela Klabin-Segall, que faz um mix, de campanha aparentemente espontânea, com nome, camisetas e site e tudo,( guerrilha na internet), onde o anúncio nos jornais converge sem que o consumidor tenha exata noção disso. 2. Fala-se agora em publícias ou noticidade, ou seja uma noticia que se prolonga e que carrega em si publicidade incorporada. Ou, publicidade na forma de noticia que se prolonga e se desdobra no tempo. 3. Há uns três anos que uns poucos publicitários da área política tem sentido isso por aqui. Os programas partidários na TV já valem nada. E os comerciais valem muito pouco. Nada disso sensibiliza o eleitor. E nas eleições de 2004,( municipais), e 2006, presidencial e estaduais), isso se confirmou. Os programas e comerciais, independente do foco e do conteúdo, apenas informaram ao eleitor quem concorria. A comunicação política tendo como origem a TV, não alterou nada na cabeça no eleitor. Nada ! Nenhum marqueteiro conseguiu mais do que lembrar ao eleitor o que ele já sabia e que saberia durante a campanha em uns dias mais. ( … ) Para assinar o Ex-blog do Cesar Maia, visite cesarmaia.blogspot.com/ Podcast#4 - Marketing e Mentira?
No editorial “Marketing e Mentira”, publicado no Meio & Mensagem de 30/10, a editora-chefe Regina Augusto diz que a ação da Karina Bacchi com o Baixinho da Kaiser, provavelmente desenvolvida pela agência Fischer América, “engana seu público, não faz marketing”. Será? Será que o consumidor é bobo? Para discutir o assunto e analisar a ação por todos os prismas juntamos um time eclético de profissionais da Espalhe: a jornalista Roberta Paixão, ex-Veja, olha do ponto de vista da imprensa. A jornalista e assessora de imprensa Tatiane Lima se coloca no lugar do RP da Kaiser. O blogueiro e especialista em barrigas jornalísticas Mr. Wagner desconfia de tudo e de todos. E Gustavo Fortes, profissional de planejamento, coloca lenha na fogueira. E claro que, como guerrilheiros, todos adorariam ter feito a ação. Faça o download do Podcast de Guerrilha aqui. Para assinar o podcast de Guerrilha basta inserir a URL http://www.blogdeguerrilha.com.br/podcast_guerrilha.xml em Subscribe to podcast (aba Advanced do iTunes) e confirmar. Não tem espaço? Alugue um cachorro.Quando se fala em estresse no ambiente de trabalho, o profissional de marketing de guerrilha só se compara ao Neurocirurgião infantil e aos bombeiros de Nova York depois do 11/9. Com uma rotina pesada - que nos piores dias inclui jornadas exaustivas no Messenger, Orkut, YouTube, blogs e, até mesmo, confecção de relatórios e playlists do iTunes, além dos brainstorms e viabilidades bizarras - nas agências de guerrilha, desmaios e crises histéricas de choro acontecem o tempo todo. Com o objetivo de combater esta tensão gerada pela própria natureza do trabalho de guerrilha, nosso departamento de RH fez uma pesquisa extensa com as mais novas tendências de motivação corporativa. E chegou a uma descoberta revolucionária que, antecipando-se às 100 melhores empresas para se trabalhar, transformou em benefício para todos os Colaboradores da agência. Em parceria com o serviço Alugueumcachorro.com.br, os funcionários da Espalhe podem ter seu próprio cachorro dentro do escritório (em plena região da Berrini!). A transformação foi imediata, o clima melhorou, assim como a performance. Veja os testemunhais:
xxx — xxx — xxx — xxx — xxx — xxx — xxx — xxx — Veja as fotos de outras pessoas que alugaram cachorros e já estão passeando com eles no Rio de Janeiro. Conta Outra 5 - os maiores virais de todos os tempos
Um estudo feito pela inglesa The viral factory apontou os virais mais assistidos de todos os tempos. A pesquisa foi encomendada pelo canal inglês UKTV G2, que irá veicular um programa chamado “Totally viral”. Segundo o presidente da UKTV G2, Steve North, “os (vídeos) virais são o entretenimento do futuro.” Nossa viral list de hoje é com os virais mais assistidos de todos os tempos, segundo a pesquisa: #1 - “Star Wars kid” (assistido 900 milhões de vezes) O jovem canadense Ghyslan Raza gravou a si mesmo imitando um Jedi (ou coisa parecida) usando um taco de golfe como sabre de luz. O vídeo acabou caindo na mão de colegas que o colocaram na internet. Raza processou os amigos da onça. #2 - “Numa Numa” (700 milhões) Não foi só no Brasil que a música romena “Dragostea din tei” virou hit. Enquanto Latino fez uma versão nacional chamada “Festa no apê”, um americano de 19 anos acabou ganhando fama indesejada ao exercitar sem pudores sua voz ao som da música. O garoto, que se chama Gary Brolsma, acabou ficando conhecido apenas como Numa Numa. #3 - “One night in Paris” (400 milhões) Antes de fazer sucesso estrelando reality shows na TV, a socialite Paris Hilton ficou conhecida por um vídeo amador em que ela e seu namorado na época, Rick Solomon, apareciam fazendo sexo. Pega com a boca na botija, Paris acabou ficando ainda mais famosa graças ao vídeo, que circulou o mundo pela internet e depois passou a ser vendido por uma produtora pornô sob o título de “Uma noite em Paris”. [não se anime que o link não leva para o vídeo] #4 - Comercial de lingerie com Kylie Minogue (360 milhões) A estrela da música pop inglesa bombou na internet na propaganda de lingeries da marca Agent Provocateur. Com calcinha, cinta-liga e sutiãs pretos, subiu em um touro mecânico ao som de “Main offender”, do The Hives. #5 - The exploding whale (350 milhões) Esta reportagem de 1970 sobre uma baleia morta encalhada na praia nunca seria exibida em lugar nenhum além do jornal local se algum “gênio” não tivesse a idéia de se livrar dos restos mortais explodindo o mamífero com dinamite. Além da solução pouco esperta, exageraram na dose do explosivo e o resultado foi milhares de pedaços de carne podre de baleia voando pela praia, e um carro amassado por naco gigante da pobre coitada. Será que o seguro cobre? #6 - Comercial da John West (300 milhões) Esta propaganda da marca de salmões inglesa John West apostou na luta entre um pescador e um urso por um salmão para fazer sucesso. E deu certo. A hilária seqüência de golpes de caratê e um golpe baixo no final garantiram uma audiência global para uma marca pouco conhecida internacionalmente. #7 - “Trojan games” (300 milhões, não recomendável para menores de 18 anos) A grande sacada desta marca de camisinhas foi criar uma olimpíada de mentirinha para atestar a suposta resistência de seu material. Para dar um ar de veracidade, fizeram um vídeo em que um halterofilista levanta um peso nada convencional. #8 - “Kolla 2001″ (200 milhões) O Kollaboration é um show de talentos feito pela comunidade coreana nos Estados Unidos e Canadá. Em 2001, um dos participantes, David Elsewhere, arrasou com uma dança esquisita e original. O vídeo mudou sua vida. A partir de então passou a ser chamado para programas de tv, talk shows e comerciais, representando o poder do boca a boca da internet. #9 - “Afro ninja” (80 milhões) O candidato a dublê vai participar do teste. De nunchako em mãos, tenta uma pirueta e dá de cara no piso. Atordoado, ainda se levanta para executar alguns golpes, sem sucesso. Como diria Mort Walker, criador do Recruta Zero: “o sucesso não é engraçado. O fracasso é”. #10 - “O iluminado redux” (50 milhões) E se “O iluminado”, clássico do terror dirigido por Stanley Kubrick, fosse uma comédia? Em um concurso promovido pela associação dos editores independentes de Nova York, a idéia era pegar qualquer filme e criar um trailer para ele, mas dando a idéia de ser de outro gênero completamente diferente. Robert Ryang, 25 anos, executou a tarefa com maestria Sim, esses vídeos são muito bons. O que pode ser facilmente demonstrado pela vontade incontrolável que toma conta da gente logo que terminamos de assistir. Queremos mandá-los para todo mundo que conhecemos. O importante é que existem diversas técnicas e macetes que podem ser aprendidos, no caso de você resolver contaminar o mundo inteiro sem ter que vender a alma para bancar mídia. Aqui você encontra as 7 dicas do Thomas Baekdal para criar conteúdo viral efetivo, além de poder conferir outros virais famosos que ele usa como exemplo. Mas se o que você procura é um estudo mais profundo, tente falar com o VLC. Boa sorte. Abraços, Vitor Salioni Fonte: G1. Veja a primeira Viral List e aprenda a colocar os filmetes do YouTube no seu iPod Video. |