Se cuida Y&R

As casas Bahia encontraram um forma simples de promover suas TVs de Plasma no auge da corrida por elas no início da Copa. Quem comprasse a TV Philips de um determinado modelo por 7.980 reais, se o Brasil ganhasse a Copa, receberia outro televisor do mesmo modelo pagando apenas 1 real.
O mais bacana é a entrevista com o Michel Klein, presidente da empresa, na Veja São Paulo, onde ele mostra uma tremenda visão guerrilheira. Leia alguns trechos:
- Veja SP: Deu vontade de comemorar a derrota?
- Klein: Nããão! Fiquei triste. Preferia entregar os televisores. Além de ser muito simpático com os clientes, imagine a mídia espontânea que isso geraria…
- Veja SP: Quantos televisores foram vendidos?
- Klein: 2 mil aparelhos em uma semana. Sem a promoção, a rede levaria 7 meses para chegar a este número.
- Veja SP: Seria um prejuízo de uns 16 milhões de reais…
- Klein: Mas isso é só uma pequena parte do nosso orçamento anual com publicidade de, que fica entre 300 e 360 milhões de reais.
Eu acho que ele percebeu que se fizer PR Stunts como este todo mês, o seu mega orçamento de mídia poderia cair muito.
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Concurso usando o del.icio.us

Este maluco prometeu sortear 100 dólares entre quem bookmarkar o seu site no del.icio.us. Pra quê? Porque ele quer ver quantas pessoas fazem isso. Mas ele poderia trabalhar para o Yahoo e estar fazendo um viral para o seu produto mais bacana depois do Flickr.
Na verdade, o mais provável, é que ele está promovendo de uma forma bem barata e viral os 3 produtos da empresa a qual é sócio, que inclui o Vimeo, concorrente do Youtube.
Há 5 minutos eu fui a 2085° pessoa a bookmarká-lo.
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Emboscada no Blog de Guerrilha

Há dias o Blog de Guerrilha vem sendo alvo de emboscada com o Google adsense. A agência teoricamente concorrente da Espalhe coloca que sua visão é utilizar “tática urbana aliada com habilidade digital“. Bacana.
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Esculturas de chocolate no Mube

Para chamar atenção para os benefícios do chocolate para a saúde e também para dar água na boca, acontecerá durante o mês de julhos, no MUBE - Museu Brasileiro de Escultura, uma exposição com esculturas, pinturas e jóias feitas de chocolate.
Foto retirada do caderno Dinheiro da Folha de S. Paulo.
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Emboscada COC

Não chega a ser uma estratégia consistente como a do Golden Palace, que vive de fazer emboscadas e PR Stunts.
Mas o Sistema COC que, segundo a lenda, começou a fazer marketing de emboscada em Copas com a família do dono segurando o bandeirão COC na arquibancada, começa a profissionalizar suas ações de guerrilha com a ajuda (desculpe!) de peso do torcedor profissional Bola 7.
Mais sobre Marketing de Emboscada no Podcast de Guerrilha #2.
Foto retirada da Revista Caras.
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Estratégias não-convencionais na imprensa

A adoção de estratégias não-convencionais de comunicação pelas empresas brasileiras esteve presente nos dois principais jornais paulistanos nesta segunda-feira. No O Estado de S.Paulo, o caderno de Negócios traz a matéria “Aposta no inusitado é forma de se destacar” (burramente só para assinantes), que dá enfoque maior ao marketing viral e o potencial dos internautas de disseminar informações. Já a Folha de S.Paulo traz na capa da Ilustrada a matéria “Briga de Rua”, na qual sugere que artistas e empresas disputam espaço público. Cita, entre as novas estratégias para chamar atenção do consumidor, o grafite feito para divulgação do filme “A Concepção” e o stencil do 24 Horas feito pela Espalhe em 2005. Do outro lado do balcão, a reportagem traz Marc Shiller, do Wooster Collective, menosprezando as novas formas de comunicação, além de contar a história do artista paulistano Eduardo Srur, que produziu o curta Atentado, no qual registra as intervenções em outdoors espalhados pela cidade. Uma forma, aliás, bem guerrilheira de divulgar o seu trabalho.
A iniciativa dos dois jornais de fugir da cobertura da publicidade tradicional e abrir espaço para novas formas de comunicação é muito boa. Serve como alerta para as empresas brasileiras que ainda não acordaram para o fato de que não basta apenas investir em anúncios pagos para chegar até o consumidor. A idéia da pauta da Folha é bem bacana e só peca por não se aprofundar mais no assunto. Mais do que briga por espaço, há uma discussão mais interessante acontecendo: será que as ações que utilizam grafite, entre outras formas, podem ser consideradas arte? Se a resposta for positiva, e acredito que é, a utilização da arte urbana pelas empresas abre espaço para uma parceria vantajosa para as duas partes, além de proporcionar ao consumidor uma comunicação mais criativa e proveitosa.
Bjs, Tati Lima - Fan Comunicação
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Ronaldinho esqueceu de jogar, mas não esqueceu da emboscada

No jogo contra a França, a Nike, como sempre, pensou maneiras de colocar a sua marca em todas as capas de jornal. Clique na imagem acima, publicada na Folha de ontem, para ver melhor.
Não é pra menos que, segundo pesquisa da Global Market Insite Inc. divulgada no último Meio & Mensagem, apesar dos patrocinadores oficiais investirem 35 milhões de dólares cada um no patrocínio da Copa, a Nike é confundida em muitos países como sendo a patrocinadora oficial do evento.
No caso do Brasil, 59% identificaram a Nike como parceira oficial, versus 44% que mencionaram a Adidas. Globalmente, a Nike foi associada como patrocinadora por 31% dos entrevistados. Enquanto patrocinadores oficiais como Philips, Fujifilm, Toshiba, Avaya entre outras marcas tiveram índices de reconhecimento abaixo de 5%.
Isto parece ser resultado do incansável esforço da Nike em procurar situações inusitadas para colocar sua marca associada à Copa.
Incasável foi a Nike, porque, pelo visto, para os Ronaldos foi muito cansativo.
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