Meta Guerrilha - Curso de arte de rua

Um cara divulga um curso de stencil e de graffitti por meio de stencils espalhados pela cidade de São Paulo.
Foto tirada do moblog da Agente Lilian, da Revolucaum dos Ddos da Vivo.
Abs, Coelho.
Meta Guerrilha - Curso de arte de rua
Um cara divulga um curso de stencil e de graffitti por meio de stencils espalhados pela cidade de São Paulo. Foto tirada do moblog da Agente Lilian, da Revolucaum dos Ddos da Vivo. Abs, Coelho. iPod da Maria Rita
A Warner, gravadora da Maria Rita, distribuiu um I-Pod mini recheado com suas músicas para os jornalistas que fariam a crítica do seu novo disco. Guerrilha de primeira. O chamado “fura secretária” que faz a informação chegar a quem interessa, se destacando em mesas atoladas de papéis e cacarecos. A VEJA, dando provas que não aprendeu nada com o episódio da Escola Base, publicou uma matéria (”O mensalinho da filha de Elis”) acusando a Warner de jabazeira e “denunciando” todos os críticos e veículos que falaram bem do disco da Maria Rita. Abaixo está transcrito o artigo de Luís Antonio Giron para o Observatório da Imprensa. OS MIMOS DA VEJA - 3 O i-Pod distribuído à imprensa pela cantora Maria Rita ajudou na promoção do No Brasil, não vale o ditado “quem não deve não teme”. Por aqui, de fato, Mesmo que minha consciência esteja limpa e eu não deva nada a ninguém, mesmo O fato é o seguinte: a revista Veja publicou nesta semana - edição 1.925, ano 38, nº 40, datada de 5 de outubro de 2005 - matéria não-assinada com o título “O mensalão da filha de Elis”. Ela conta como a cantora Maria Rita teria se valido de um expediente típico do jabaculê para divulgar seu novo CD, Segundo. Sua gravadora, a Warner, distribuiu duas ou três dezenas de aparelhos i-Pod shuffle a diversos veículos de comunicação brasileiros. Com isso, a cantora teria obtido matérias em revistas e jornais. Em uma passagem que me toca especialmente, a matéria afirma que a gravadora “matou dois coelhos de uma cajadada”, valendo-se do jornalista de Época e colaborador da revista Bravo - ou seja, eu, Luís Antônio Giron - que ganhou um i-Pod e, em troca, fez dois favores à Warner: “Ele escreveu uma matéria simpática na revista e outra mais elogiosa ainda na Bravo!, publicada pela Editora Abril, o mesmo grupo de Veja”. Em seguida, afirma que “poucos veículos recusaram o jabá da gravadora”. Sem “outro lado” Para a Época, fiz uma entrevista. Para Bravo!, uma “pensata” crítica. E, outra vez, devo dizer que o aparelhinho com valor médio de R$ 240, enviado a título de material suplementar aos jornalistas (o preço de uma caixa de 6 DVDs ou de muitos outros materiais enviados à imprensa a título de divulgação, sem caracterizar o jabá, como veremos adiante), foi devolvido gentilmente à Warner. Achei que não era lá muito justo receber um objeto do desejo de consumo, mesmo que sem nenhum tipo de obrigação, embora não gostasse de causar qualquer constrangimento à gravadora com algo que soasse como uma desfeita. Consultei o diretor de Redação da Época, devolvi o aparelho à assessoria da Warner e fiquei tranqüilo. Não devia dar qualquer satisfação sobre isso. Mas, pelo jeito, nada disso tem importância. O fato mais importante no caso dos redatores da reportagem da Veja foi que nem sequer tomaram o cuidado de me ouvir, ou seja, conferir o famoso “outro lado” da investigação. Ao não fazer isso, incorreram em erro e praticaram uma calúnia, ao dizer que o jornalista da Época reteve o aparelho. Fiquei sabendo do caso ainda na sexta-feira por meio da diretoria da Bravo!. Fui informado de que dois velhos amigos meus trataram de produzir a peça acusatória: um repórter de música que trabalhou no Notícias Populares Defesa no escuro A carta saiu espremida na última página das cartas, evidentemente cortada na parte em que digo que a Veja não me ouviu. Transcrevo aqui o e-mail original (grifando o que não saiu publicado): Fusca Parade - Pr Stunt para lançamento do filme Herbie
Para celebrar o lançamento do filme Herbie: Meu Fusca Turbinado, na Alemanha, milhares de donos de fuscas fizeram uma parada em Berlim. A caravana com cerca de 1.500 fuscas e também New Beetles circulou junto ao Portão de Bramdenburgo. Entre os veículos, podia se ver desde os primeiros modelos de 1950 até o New Beetle Pick Up. Veja as fotos no site oficial da parada. |