Referendo 2

Ainda no tema “que pena que o pessoal do SIM não faz guerrilha”, esta Vending Machine foi colocada em universidades e shoppings da África do Sul, com o objetivo de arrecadar fundos para a campanha de desarmamento do país.
No lugar de colocar moedas está escrito: “Your donation will go to the Gun Control Alliance, for a gun-free South Africa”.
Valeu, Coelho (via: Guerriglia Marketing).
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Referendo

Defendemos guerrilha sem armas de fogo.
Mas, no referendo do desarmamento, quem está mais guerrilheiro é o pessoal do não. Ontem a cidade foi invadida por faixas nas ruas. E, on-line, pipocaram avatares nas listas de amigos do MSN [o PrintScreen é de um amigo do Mr. Wagner].
O pessoal do sim, talvez por ter apoio da imprensa, se acomodou e colocou apenas um código de pop up (!?!) para ser recortado do site oficial.
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Qual gordinho você prefere?


A Dell corre atrás do iPod na web, com a sua linha de filmetes com o personagem gordinho Mitch Ferrence. Um exemplo clássico de filminho extremamente bem produzido, feito por uma agência de propaganda (qual?).
Esta modalidade de comunicação está se multiplicando na web, impulsionada pelos pedidos dos clientes que querem gastar menos para atingir mais pessoas qualificadas, que cada vez mais vêem menos TV. E da criatividade dos publicitários que querem transferir atitude para as marcas.
Estes filminhos da Dell não podem ser considerados marketing de guerrilha. Uma definição melhor deveria ser propaganda na web, que substitui os velhos banners. E, ao mesmo tempo, traz um pouco da magia da TV para a internet dos frios e efetivos links patrocinados do Google.
Um paralelo guerrilheiro para o gordinho da Dell é este gordinho viral do site de balada Hair of The Dog.
Dizer qual filminho é mais bonitinho é fácil.
Mas qual transferiu mais atitude para o cliente e foi mais efetivo?
Pense que de um lado está a Dell e do outro lado está um site de balada. Ambos lutam pelo mesmo público-final: jovens que gostam de música, têm dinheiro para gastar e não assistem mais a TV.
O concorrente do player da Dell, o iPod, tem o hábito de fazer virais mais toscos e bem mais efetivos.
Daniel (viu o gordinho tosco) e Mawá (viu o gordinho bonitinho), nota da Dell via AdFreak
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Maior saco de pipoca do mundo deixou de ser do Brasil


O Recorde de maior saco do mundo (fotos), que há dois anos pertencia ao BrTurbo e a agência de Marketing de Guerrilha Espalhe, acaba de ser conquistado por uma rede de cinemas na Espanha.
Quem trará esta conquista histórica de volta para o Brasil?
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Arte viral



O André mandou este e-mail para o Blog de Guerrilha:
Eu já havia recebido, por e-mail, algumas destas imagens há um tempo atrás mas não tinha enxergado do ponto de vista guerrilheiro.
Além do trabalho primoroso do artista, o que chama atenção é a interação que o cara provoca entre as pinturas no chão e os transeuntes. É impossível não sentir-se seduzido pelo trabalho do cara. E em meio a essa sedução toda, uma garrafa da Coca-cola, um notebook Sony… o cara inventou um novo tipo de mídia. Floordoor…rs
Surpreendente, interativo, alto poder de fixação e extremamente virótico, não?!?
Um abraço…
André Fernandez
Valeu, André. abs
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A pergunta que não quer calar

Todo mundo está falando da integração do Orkut e do Google. Das vantagens e desvantagens para os usuários. Da jogada de mestre do Google que vai multiplicar tremendamente o uso do Google Talk reduzindo a liderança do Messenger.
Mas pouco ou nada se falou do Sr. Orkut. Aquele suposto funcionário do Google que criou a rede de relacionamento com seu nome, que acabou fazendo o maior sucesso no Brasil.
O que aconteceu? O Sr. Orkut vendeu a ferramenta para o Google? Ou era uma ação de Marketing Invisível do Google para lançar um produto “não-corporativo”, despretencioso, rosinha e azulzinho, quase amador para atrair jovens formadores de opinião, usuários de fóruns e comunidades e que adoram ferramentas não corporativas? Era uma forma de convencer usuários a cederem informações, uma prática pouco utilizada pelo Google pré-Gmail, e muito utilizada por seus concorrentes como o Yahoo?
Como falou o Mark, na lista de discussão radinho: “Gente, afinal, o Orkut era ou nao era da Google? A informação que eu tinha é que foi criado por um funcionario Google em “horas de almoço” e eles cederam espaço para ele hospedar o projeto dele nos servers da empresa e, agora sim, passou a ser Google, tanto q ate a politica de priv mudou.
E entao.. sempre foi, de forma mascarada ou nao, nunca foi e agora é?”
E o Charles responde, também no Radinho:
“Um tal de Orkut (um de seus funcionários), criou essa criança que milhares de pessoas acessam hoje em dia, durante esse período “livre”… ao que parece, os projetos que podem ter um “bom futuro”, são comprados/bancados pela empresa… No caso do Orkut, ele foi bancado e hoje em dia, o tal do Orkut, deve ganhar uma boa verba da empresa por causa disso… ou eles compraram todos os direitos por uma bela bolada… :-)”
Depois que fizemos este post (claro que não por causa dele) o próprio Sr. Orkut Buyukkokten publicou este comunicado assinado na home do orkut.

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Dois filhos de um Guerrilheiro (ou Marketing Invisível pelo orelhão)

Você já assistiu ao filme 2 Filhos de Francisco? Mesmo que não goste de música sertaneja, deixe seu preconceito de lado e vá ao cinema. Além de uma bela história, o filme mostra uma ação de marketing de guerrilha muito interessante.
No início da carreira, Zezé di Camargo e Luciano (na verdade, Mirosmar e Welson), gravam uma fita demo com o a canção “É o Amor”. Mas, para que o disco seja lançado, o dono da gravadora precisa garantir que a música será um sucesso. Seu Francisco, que era pedreiro e não tinha telefone em casa, decide colocar a música no topo da parada de sucesso das rádios. Assim, ele compra um saco de fichas telefônicas e liga o dia todo para as rádios, cada vez com um nome diferente, pedindo que toquem “É o Amor”. Ele também mobiliza seus companheiros de trabalho para que façam a mesma coisa.
Seu Francisco não conhecia nenhuma teoria de marketing. Mas devido à quantidade de pedidos dos “ouvintes”, a música ganha o primeiro lugar na parada de sucessos. E Zezé di Camargo e Luciano conseguem gravar seu primeiro disco.
Você pode até não gostar do som da dupla, mas tem que admitir que a ação foi eficiente.
Abs, Simone Tinti
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Blog não é coisa de criança

Dados de matéria na Exame que está nas bancas
(fonte: Ibope/NetRatings - julho/2005):
40% dos usuários de internet acessam blogs;
65% têm idade entre 12 e 34 anos
31% concluiram a universidade
60% são do sexo masculino
Aproveitando esta onda de forma brilhante, Maurício de Sousa lançou o personagem Bloguinho (foto), que fala “internetês” e não sai da frente do computador.
Valeu, Mawá.
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Seth Godin falando de blogs

O Seth Godin escreveu mais um livro e mais uma vez está permitindo o download do PDF. Mesma estratégia usada com vários outros livros dele como o Permission Marketing, Purple Cow e o Unleashing the Idea Virus.
Desta vez ele se mantém na onda e lança um livro sobre blogs, ou Viral Blogs como ele coloca no livro.
Passei os olhos e tem umas coisas legais, ainda não sei no detalhe, mas o que vi tem seu valor. Principalmente porque é de graça.
Você pode baixar o livro aqui.
Abraço,
Daniel
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Idéia viral

Texto copiado e editado da HSM Management – janeiro/fevereiro 2005
Jornalista especializado na área científica, Malcom Gladwell publicou em 2000 o livro O Ponto de Desequilíbrio (ed. Rocco). Ele estava interessado em decifrar as razões das “grandes mudanças sociais” e procurou encontrar pontos em comum em dois fenômenos aparentemente caóticos e espontâneos: o contágio de enfermidades a grande quantidade de pessoas; e a difusão de idéias, mensagens, modas e tendências.
Gladwell descobriu que ambos os fenômenos eram regidos por 3 regras: a capacidade de contágio, a existência de pequenas causas que provocam grandes efeitos e a ocorrência de um ponto de inflexão, a partir do qual o fenômeno se acelera e adquire grande magnitude.
1 - a capacidade de contágio: depende da situação ou do que interessa às pessoas em determinado momento. Em geral, descobre-se a resposta a essa pergunta pesquisando o público-alvo ao qual o produto é dirigido. Por exemplo, o que explica a capacidade de contágio do iPod é a simplicidade. As pessoas estavam fartas de dispositivos eletrônicos cada vez mais complexos. Ansiavam por algo simples. Contudo, 20 anos antes, a simplicidade não teria sido contagiosa porque os consumidores buscavam produtos com mais funcionalidades.
2 - a existência de pequenas causas que provocam grandes efeitos: as causas da queda do muro de Berlim foram vários pequenos protestos na Alemanha realizados em setembro de 1989. Por alguma razão, a polícia não os reprimiu. E eles foram crescendo até que em 9 de novembro de 1989, milhares de pessoas se juntaram e derrubaram o muro.
3 – a ocorrência de um ponto de inflexão, a partir do qual o fenômeno se acelera e adquire grande magnitude: pela “teoria da janela quebrada”, se alguém atira um pedra contra uma janela e ninguém se encarrega de repor os vidros quebrados, as pessoas deduzirão que o assunto é sem importância. Ao fim de algum tempo , inevitavelmente, haverá mais janelas quebradas e o prédio transmitirá uma sensação de bagunça a toda comunidade, permitindo o vale-tudo.
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The Body Shop

Em cima de um post na comunidade de Marketing de Guerrilha, falando sobre a possibilidade de fazer comunicação em carretas nas estradas, surgiu o artigo abaixo da fundadora da The Body Shop. Um ótimo testemunho de uma marca campeã construída com guerrilha e posicionamento.
A Inutilidade da Propaganda do livro “Meu jeito de fazer negócios” - Por Anita Roddick
Somos atacados por dezenas de milhares de mensagens de propaganda durante todo o tempo, as mulheres mais ainda que os homens, produzindo-se tanto ruído que acaba sendo impossível distinguir uma mensagem da outra. Por isto mesmo, estou certa de que as técnicas tradicionais de marketing são cada vez mais ineficazes. Os consumidores estão saturados. A essa altura, tornam-se céticos quanto à propaganda e ao processo de marketing como um todo. Aprendi que, para orientar e comunicar no mundo dos negócios atual, é preciso ser desafiador, estimulante, diferente e ter capacidade de assumir riscos. Sabemos que, em resumo, o marketing deve ser capaz de comunicar-se de maneira mais sensível e mais convicente com os consumidores.
A The Body Shop começou a fazer campanhas, visando resolver e orientar a imaginação das pessoas, para que elas protestem contra a desinformação das empresas. Usamos diversas técnicas para esse fim - nossas vitrines, outdoors,as laterais dos caminhões, os uniformes dos atendentes. Raramente fazemos propaganda convencional. Damos informações, procuramos tornar as coisas claras - desde os ingredientes que usamos, até os nossos valores - e deixamos para o consumidor a decisão, acreditando que, por agirmos assim, ele preferirá comprar o nosso produto.
Continue a discussão no Orkut.
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E choveu dinheiro

O maluco jogou o dinheiro pela janela e conseguiu muito barulho para o seu site. Na comunidade de marketing de guerrilha do Orkut a discussão está quente:
Dois jovens especialistas acham que o “10 anos a mil” não teve sucesso com a sua ação.
O André, que tem uma comunidade sobre Buzz, acha que foi negativo o comentário no Cinema em Cena (o que é cinema em cena!?) e o buzz foi negativo de uma forma geral.
O Marcelo, que tem o site marketingviral.com.br, acha que a Rosana Hermann (quem?!) teve muito mais sucesso que o próprio autor da chuva.
Eu vi matéria sobre a chuva de dinheiro (na maioria das vezes com a URL) na Folha, Estadão e o Globo (3 maiores jornais do Brasil). Diário de São Paulo, JT, Agora, Extra e JB. Vi a chuva (filme!!!) no Pânico. Não vi, mas recebi e-mails de pessoas que disseram que saiu na Record e na Band News.
Todas as matérias extremamente positivas (a meu ver) com transcrições dos melhores posts do cara. Parece que os jornalistas adoraram o feito do tal do Kid.
Juro que não entendi: especialistas em Buzz e Viral que acham que esta ação não funcionou!?
Um cara [se ele existe ou não, não vem ao caso, o ponto é que qualquer um aqui com (dizem) 500 reais sobrando poderia ter feito a ação] conseguiu tudo isso em uma tarde. Uma tarde não, 10 minutos.
Isto é a definição básica de guerrilha. Isto é PR Stunt. Achei sensacional.
O que você acha? Deixe sua opinião na comunidade de Guerrilha.
Foto retirada do Kibe Loco.
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